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MEU FAXINEIRO (3) - ACORDANDO

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Da série MEU FAXINEIRO
Um conto erótico de ESCRAVO DO SENHOR ROBERTO
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1137 palavras
Data: 22/06/2026 20:47:07
Última revisão: 22/06/2026 21:23:29

As 9 horas em ponto meu alarme toca e eu me levanto de supetão. Por um segundo eu acho que o que passei na noite passada foi um sonho, uma perversão que minha mente criou.

Mas nem nos meus dias mais criativos seria capaz de imaginar algo assim. E além disso meu corpo reclama da noite mal dormida, da falta de um bom colchão, de lençóis frescos, de comida e principalmente meu pau me pede para dar uma boa esporada.

Aposto que tenho uma leitada grossa dentro de mim, de tanto tesão que eu estou. Tesão de que eu não sei, mas sei que preciso de alguma coisa.

9.15h eu finalmente levanto e me impeço antes de entrar no banheiro. As palavras de Roberto estão frescas na minha mente, minha costela esta com um roxo pungente e meu rosto definitivamente dói. Pela camera do celular eu vejo que de um lado estou todo arranhado e do outro com uma bochecha avermelhada.

Como vou fazer para trabalhar segunda feira?

Minha bexiga se rebela e eu mudo a preocupação para como vou fazer para me aliviar. E para comer. Já estou com um buraco no estomago.

Sei que é só pegar a chave que esta pendurada no prego do lado da porta, minhas roupas, entrar no carro e nunca mais ver esse homem. Mas isso me deixaria vazio. Eu preciso saber o que vai acontecer. Como vai ser o resto desse fim de semana. Qual a sensação de pertencer a ele.

Depois, segunda feira, eu esqueço de tudo. Bloqueio o seu número, e nunca mais falo com esse.... esse....esse monstro.

É um homem que faz o que fez comigo é um monstro. O que me torna a sua vitima?

9.30h eu estou pulando de um lado para o outro, tentando controlar a minha bexiga e não me queimar enquanto fervo a água em uma panela, nem quando coloco em uma garrafa térmica velha ou faço o pão na frigideira.

9.55h eu entro em seu quarto e nem olho nada, apenas o homem nu estatela feito uma estrela do mar no meio de uma cama de madeira escura. Ele tem um travesseiro encima do rosto, as pernas bem abertas e o pau meia bomba pendendo em uma perna. Sua barriga é realmente proeminente, e peluda. Mais que de chop. Roberto é gordo, e peludo. Pelos grossos e meio grisalhos, longos, que cobrem seu peito, caminho da felicidade e pau. Nunca vi uma virilha tão peluda, e nunca tive tanta vontade de me enfiar em uma.

- Senhor? – falo baixinho do seu lado, segurando a xícara de café adoçado e o prato com 2 pães. Não vou arriscar ser burro novamente.

- Senhor? – repito e começo a ficar nervoso. Se ele não acordar em 3 minutos a culpa é minha?

- Senhor? – apoio as coisas e lhe dou um leve cutucão. Mas já fecho os olhos sem saber o que vai acontecer.

Ele taca o travesseiro longe e se espreguiça, dando um gemido gostoso e me olhando fixo.

- Senhor? Eu trouxe o café como o senhor pediu. – falo baixinho

- Pedi o caralho buraco. Eu mando e você obedece – ele esta rouco

- Sim senhor

- Dá aqui, deixa eu ver se pelo menos para fazer café você serve. – eu não falo nada e observo enquanto ele molha o pão no café e come tranquilamente. Como do seu lado não tivesse um homem roxo e machucado, quase urinando perna a baixo.

- Decente. Mas você vai melhorar – eu aceno que sim – vamos

Me levanto e o sigo até o banheiro.

- Você fica ali – eu vejo que tem 2 azulejos diferentes bem ao lado do vaso sanitário e o olho com medo.

É extremamente estranho olhar para baixo e me sentir pequeno. É como se eu fosse um pequinês olhando um gigante.

- Vou me estressar de manhã buraco?

- Não senhor – me apresso em me pôr no lugar

- Cara no assento, olha bem no meu pau

Eu obedeço e começo a rezar para esse homem não queira urinar em mim. Eu não vou aceitar isso. Não vou mesmo. Se ele fizer isso eu me levanto e vou embora.

Ele segura o pau e começa a mijar a meros milímetros do meu rosto. Sinto o fluxo passar por mim, movendo o ar. É um mijo forte e fedido e eu tenho um asco imediato. Sinto até meu estomago vazio se revirar.

Roberto balança o pau e nessa hora eu não consigo pensar em nada.

- Eu vou pra sala. Você mija e caga. Pode usar meu papel higiênico, que hoje estou caridoso - ??????? – depois vem para a sala

Ele nem saiu do banheiro e eu já estou no vaso me aliviando. O prazer é tanto que parece até um orgasmo.

No chão, ao lado da caminha tem um pote gigante de aveia com banana e uma colher. Eu olho faminto e ele dá uma risada de meio de boca.

- Vou tomar banho, você tem esse tempo para comer. É a última coisa que vai entrar na sua boca esse fim de semana. Aproveite.

Eu nem tenho tempo de pensar em nada. Não no fato dele ter falado que vou passar fome nas próximas 24h, não no fato desta aveia estar horrível (ele colocou sal e pimenta), nem em como eu tenho que comer no chão. Só penso como diabos eu estou me permitindo isso.

E porquê?

Esse homem em momento nenhum me prometeu prazer, me falou que eu iria gozar, nem que ele iria me deixar fazer qualquer coisa com ele. Quase 12h aqui e tudo que aconteceu foi dor e segurar suas bolas.

Ele volta limpo, com o cabelo arrumado, com perfume e vestido em um uniforme de futebol.

Meu pote esta pela metade e ele faz um não com a cabeça, resmungando sobre buracos burros.

- Mostra o cu

Eu me ponho em um frango assado na hora

Ele olha, e chega perto, abrindo minhas bandas com 2 dedos.

- É, tá pior do que eu achei. Nunca nem enfiou um dedo heim

- Não senhor, ele é.... eu sou.... nunca....

- Sei, sei. Você é um hetero né?

- Sim – falo envergonhado e ele ri

- Certo, certo. Vem cá heterozinho de merda que está louco para levar piroca no cu– ele me puxa e eu levanto na hora, só para ele me dar um tapa forte e estalado na cara, do lado que já estava vermelho.

- por

Outro tapa, me fazendo virar a cabeça de novo

- Mais alguma pergunta?

Aceno que não

- O almoço tem que tá pronto as 14. Se vira com o que tem na geladeira. Meio-dia coloca ração pro Thor, o pote fica em cima da geladeira.

Ele se vira e sai batendo a porta. Eu fico com a mão na bochecha quente, com lagrimas nos olhos e o maldito pau duro.

O que tem de errado comigo?

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