A luxúria no baile funk

Um conto erótico de Ninfeta
Categoria: Heterossexual
Contém 851 palavras
Data: 03/06/2026 07:34:43

Eu sempre fui o centro das atenções nas redes sociais, mas naquela sexta-feira, eu queria algo real, algo visceral. Aceitei o convite de um garoto, que tava no vácuo a dias, para ir a um baile funk. Eu fui preparada para o crime: um vestido preto curtíssimo e coladinho, com recortes laterais feitos de fios que mal escondiam minha calcinha fio dental preta. Meus seios fartos estavam sustentados por sutiã adesivos invisíveis, empurrados para cima para criar um decote que era um convite ao pecado. Com botas de salto alto e uma maquiagem impecável, eu era a personificação da tentação.

Assim que chegamos ao baile, o grave do funk começou a vibrar no meu peito e na minha bucetinha. Eu estava trilouca de bebida, rebolando até o chão, quicando no ar e sentindo centenas de olhares famintos. Mas havia um olhar que cortava a multidão.

Na área VIP, sentado em um sofá imenso, estava ele. Um homem moreno, exalando poder e perigo. Correntes de ouro gigantescas no pescoço, anéis chamativos que brilhavam sob as luzes e, ao redor, homens armados e sérios. Ele era o dono do lugar, o chefão. Eu sabia disso no momento em que nossos olhos se cruzaram. Comecei a dançar para ele, descendo até o chão, segurando meus cabelos loiros e jogando minha bunda gigante na direção dele, provocando-o a cada movimento.

Quando meu acompanhante saiu para buscar mais bebida, o convite veio através de um capanga. Sem hesitar, segui o homem para a área reservada. Assim que entrei, o cheiro forte de luxo e substâncias proibidas me envolveu. Ele mandou todos saírem. Ficamos só nós dois.

Ele se aproximou, sentou do meu lado com uma calma predatória. Uma mão deslizou pela minha coxa, quase tocando minha intimidade, enquanto a outra afastava meu cabelo do rosto com uma suavidade hipnotizante. O contraste entre a imagem de bruto e aquele toque delicado me deixou em chamas.

— Quer ir para um lugar mais reservado? — ele sussurrou.

Fui conduzida por seguranças através de escadarias e corredores, sentindo-me perdida no álcool e no desejo. Entramos em uma suíte gigantesca, onde as portas foram trancadas como se fosse uma lei divina. O som do funk ecoou no quarto, as luzes começaram a piscar e ele me deu a ordem:

— Dança para mim.

Havia um pole dance diante de uma cama colossal. Eu me agarrei ao cano e comecei a rebolar, jogando minha bunda para trás, fazendo o vestido subir até revelar a renda quase transparente da minha calcinha. Ele se deitou na cama, tirou a camisa, revelando um corpo forte, e começou a fumar algo que inundou o quarto com um aroma denso e inebriante. Enquanto fumava, ele batia punheta para mim, os olhos fixos em cada curva da minha raba.

— Ajoelha. Agora. — a voz dele era um comando.

Eu obedeci instantaneamente, colocando a língua para fora. Ele veio em minha direção e, com a rola preta, grossa e pulsante, começou a bater no meu rosto. PAFT! PAFT! Era uma surra de pica. Eu recebia cada golpe como a puta que sou, gemendo de tesão enquanto ele me forçava a chupar. Ele empurrava a rola até o fundo da minha garganta, me fazendo engasgar, enquanto soprava a fumaça densa no meu rosto. Eu estava entre o sufoco da fumaça e a plenitude daquela pica, sendo maltratada e amando cada segundo.

— De quatro na cama! — ele rugiu.

Eu me posicionei, expondo minha bunda gigante. De repente, senti tapas estalados que quase tiraram minha alma do corpo. Os anéis de ouro dele pareciam queimar a pele, transformando a dor em um prazer avassalador. Ele enterrou a rola na minha bucetinha apertada sem qualquer dó, socando com uma fúria animal.

— Você gosta disso, sua vagabunda? Quer rola? — ele gritava.

— Sim! Me fode! Mete tudo! — eu gritava de volta, sentindo-me preenchida como nunca.

Ele me virou de frente, segurando meu pescoço com uma mão enquanto a outra distribuía tapas na minha cara. Eu gemia alto, as pernas tremendo, enquanto aquela rola me massacrava por dentro. Eu pedia mais, implorava para que ele não parasse, sentindo que aquele homem estava me reivindicando como sua propriedade.

No ápice do prazer, ele me jogou de costas na cama e tirou a rola bruscamente. Ele urrou alto, descarregando jatos longos e quentes de sêmen sobre meus peitos e meu rosto. Eu estava coberta de porra, ofegante e devastada.

— Limpa tudo, cadelinha.

Eu usei a língua e as mãos, lambendo meus próprios seios e rosto, engolindo cada gota do sêmen do chefão como se fosse o elixir mais precioso do mundo.

Voltei para a balada toda arregaçada, com as pernas bambas e o corpo marcando a possessão dele. Meu acompanhante estava desesperado me procurando, mas eu apenas sorri, sabendo que tinha acabado de viver a experiência mais proibida da minha vida, falei que tava tava no banheiro porque não tava me sentindo muito bem. Ele me levou para casa, sem imaginar que eu ainda sentia o gosto do traficante na minha boca... e que a noite ainda reservava mais uma foda para mim, mas deixarei para um próximo conto para vocês

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 6 estrelas.
Incentive Uma Ninfetinha a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários