Vocês não fazem ideia do que é ter uma albina só pra você. Eu sei que tem muita gente que fantasia com pele branquinha, cabelo loiro quase branco, olhos clarinhos... mas ter uma de verdade, daquelas que brilham sob a luz do shopping, é outro nível. O nome dela eu não vou falar ainda (vou chamar de “minha Riachu” por causa da sacola que ela tava carregando quando tirei essas fotos escondido). Mas olha a foto que eu tirei sem ela perceber na Riachuelo do shopping mais famoso do Recife. Ela tava distraída olhando as roupas, bundinha empinada dentro daquele jeans justo, o top turquesa marcando os peitinhos pequenos e firmes, a pele tão branca que parecia refletir as luzes do teto. Eu fiquei duro só de olhar. E foi aí que eu decidi: o mundo inteiro precisa saber como é meter nessa branquinha. Vou deixar links nos comentários, para vocês baixarem as fotos e vídeos.
Ela nem imagina que eu tô escrevendo isso. Nem imagina que eu tô mostrando as fotos dela pra vocês. E muito menos imagina que este final de semana de São João eu vou iniciar ela de verdade no mundo liberal. Já ando mostrando perfis pra ela no site mais famoso do Brasil, aquele que todo mundo sabe qual é. Ela fica vermelhinha (bom, o mais vermelha que uma albina consegue ficar), mas tá curiosa. Tá molhando a calcinha. E eu quero saber: quem vai ser o primeiro macho sortudo que vai enfiar o pau nesse cuzinho rosado e apertado depois de mim?
Mas vamos ao que interessa. Vamos falar do que ninguém fala: **como é foder uma albina de verdade.**
A pele dela é outra coisa. É branca demais. Quase transparente em alguns lugares. Quando eu passo a mão nas coxas dela, parece que tô tocando seda fria. Ela quase não sua. Mesmo depois de uma hora cavalgando gostoso, a pele continua sequinha, só com aquele brilho natural que deixa tudo mais escorregadio. O cheiro dela é limpo, natural, doce. Eu amo enfiar o nariz no pescoço dela e respirar fundo. Não tem aquele cheiro forte de suor que outras mulheres têm. É como se o corpo dela fosse feito pra ser lambido o dia inteiro.
Mas tem um detalhe que me deixa louco: as axilas. Mesmo quando o desodorante já venceu, o cheirinho que fica lá é estranho. Fraco, mas viciante. Um cheiro meio azedinho, meio doce, que só aparece quando ela levanta os braços pra tirar a blusa. Eu obrigo ela a ficar com os braços pra cima enquanto eu chupo devagar, sentindo aquele aroma diferente. Ela fica envergonhada, mas eu fico mais duro ainda. É o cheiro de uma albina excitada. Diferente de tudo.
Agora, a bunda... ah, caralho, a bunda da minha albina. Todo mundo fala de cheiro de bunda, né? O da minha noiva é especial. É um cheiro leve, quase imperceptível, mas quando você chega perto depois de um dia quente, tem um toque almiscarado sutil, limpo, que faz você querer enfiar a língua sem pensar duas vezes. Não é forte, não é ruim. É... curioso. Dá vontade de ficar cheirando, lambendo, marcando. E o cuzinho dela? Meu Deus. É rosado. Bem rosadinho, quase da cor de morango. Apertado pra caralho. Quando eu coloco a ponta do dedo, ele pulsa, quente pra porra. Mais quente que qualquer outra mulher que eu já fodi. Parece que tem uma fornalha lá dentro. Quando o pau entra, é como se o cu dela estivesse derretendo em volta da rola. Quente, latejando, sugando.
A bucetinha então... branca por fora, os lábios clarinhos, quase sem pigmento. Mas quando eu abro com os dedos... caralho. É uma explosão de vermelho vivo lá dentro. Parece uma fruta madura se abrindo. Vermelha, molhada, brilhando. O contraste é insano. Eu posso ficar horas olhando, abrindo, lambendo aquele interior vermelho enquanto ela treme.
Os gemidos dela são diferentes também. São mais agudos, mais desesperados. Quando ela tá quase gozando, ela solta uns choramingos fininhos, quase de menina, misturados com uns gemidos roucos que vêm do fundo da garganta. Quando goza... ai, quando goza é outro show. O corpo dela treme diferente. As pernas ficam rígidas, os dedinhos dos pés se abrem, e ela solta um grito que parece um miado longo. O sabor da buceta dela quando goza é mais doce, mais leve. Parece mel diluído.
E a boca... a boca da minha albina foi feita pra chupar. Os lábios são fininhos, clarinhos. Quando ela abre pra engolir meu pau, parece que tá pintando um quadro. Ela engole o esperma com vontade. Olha nos meus olhos, abre a boca, mostra a língua cheia de porra e engole devagar, sorrindo tímida. Às vezes deixa escorrer um fio branco no queixo branquinho só pra me provocar.
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**Nossa primeira foda intensa que eu nunca vou esquecer**
Foi num sábado à tarde, depois de um dia inteiro no shopping (justamente o dia que tirei essas fotos). Chegamos em casa suados (bom, eu suado, ela quase não). Eu tirei a roupa dela devagar, admirando cada centímetro daquela pele de porcelana. Os peitinhos pequenos, os bicos rosadinhos quase invisíveis de tão claros. Eu chupei devagar, mordendo de leve. Ela já gemia baixinho.
Eu sentei no sofá e mandei ela sentar de frente pra mim, de buceta aberta. Ela obedeceu, tímida. Quando a bucetinha branca se abriu, aquele interior vermelho apareceu brilhando. Eu segurei o pau e esfreguei na entrada, sentindo o calor. Ela desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro. “Ai, amor... tá tão fundo...” O gemido dela era agudinho, diferente. Eu segurei aquela bundinha branca e comecei a subir e descer, olhando o pau entrando e saindo daquela fruta vermelha.
Depois mandei ela virar de costa. Que visão, meus amigos. A bunda branquinha subindo e descendo, o cuzinho rosado piscando pra mim a cada descida. Eu dava tapas leves, vendo a marca rosada ficar na pele clara. Ela cavalgava cada vez mais rápido, os cabelos loiros quase brancos balançando. Eu metia os dedos na cintura dela e ajudava, socando pra cima. O barulho molhado era obsceno.
Queria o cu. Eu lambi bastante primeiro, enfiando a língua naquele furinho rosado quente. Ela gemia mais alto, empinando. Quando o pau entrou, devagar, ela soltou um chorinho longo: “Tá quente... tá queimando... mas não para...” Dentro era um forno. Apertado pra caralho. Cada centímetro era uma luta deliciosa. Quando eu tava todo dentro, segurei os quadris branquinhos e comecei a meter. Ela olhava pra trás com aquela carinha albina, olhos lacrimejando de prazer, boca aberta gemendo.
Eu mudei pra posição de quatro. Segurando os cabelos loiros, metendo fundo no cu enquanto olhava o rosto dela no espelho. Os gemidos viraram gritos. “Mais forte, amor... me fode esse cu!” Ela nunca fala assim normalmente, mas quando tá com o cu cheio, vira outra pessoa.
Depois eu deitei ela de lado, uma perna pra cima, e entrei na bucetinha de novo. Olhando o rosto dela de perto enquanto metia. Os olhos claros quase revirando, a boca tremendo. Eu gozei pela primeira vez dentro da buceta, enchendo ela. Ela gozou junto, tremendo inteira, soltando aquele miado característico.
Mas não acabou. Eu ainda tava duro. Virei ela de frente pra mim de novo, agora pro cu. Ela sentou devagar, o cuzinho rosado engolindo meu pau todo. Eu via a carinha dela se contorcendo de prazer e dor misturados. “Tá muito quente dentro de mim...” Eu segurava os peitinhos e mandava ela quicar. A visão do pau entrando e saindo daquela bunda branquinha era hipnótica. Eu gozei de novo, enchendo o intestino dela de porra quente. Ela gozou mais uma vez, esguichando um pouquinho na minha barriga.
Depois ela desceu, limpou meu pau com a boca, engolindo tudo que restava. Olhando nos meus olhos, sorrindo com aqueles lábios clarinhos sujos de esperma.
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**Mais posições que eu amo e que ela vai dar pra outros em breve**
Eu adoro quando ela senta de frente pra mim na cama, pernas abertas, bucetinha vermelha engolindo meu pau enquanto eu seguro o rosto dela e beijo. Os gemidos na minha boca são insanos. Depois mando ela virar de costa, segurando os cabelos, olhando aquela bunda subindo e descendo. O cuzinho piscando quando o pau sai.
Outra que me deixa louco é de frente pro espelho. Eu atrás dela, metendo no cu enquanto ela olha o próprio rosto albino se deformando de prazer. Eu abro a bundinha branca com as mãos pra mostrar o pau entrando naquele buraco rosado apertado.
Missionário com as pernas dela nos meus ombros também é foda. Dá pra ver o rosto inteiro, os olhos lacrimejando, a boca aberta soltando gemidos agudos. Quando eu meto fundo, o interior vermelho da buceta aparece a cada estocada.
E o 69 com ela por cima... eu chupando aquele cuzinho rosado enquanto ela engole meu pau até a garganta. O cheiro dela ali em cima, misturado com suor leve, é viciante.
Ela tem um jeito especial de rebolar quando tá por cima. A bucetinha branca parece sugar, o interior vermelho massageando a cabeça do pau. Quando eu aviso que vou gozar, ela aperta mais, querendo tudo dentro.
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**O plano pro São João**
Este final de semana de São João eu vou dar o próximo passo. Já mostrei vários perfis pra ela. Tem um cara que ela parou mais tempo olhando. Alto, pau grande nas fotos. Eu perguntei: “Gostou dele, amor?” Ela ficou quieta, mas apertou as coxas. Eu sei que tá molhada.
Vou levar ela pra um motel com clima de festa junina, com fogueira falsa, música alta. Vou foder ela primeiro, deixar bem aberta, bem molhada, bem marcada. Depois vou chamar o primeiro sortudo. Quero ver aquele cuzinho rosado sendo arrombado por outra rola enquanto ela olha pra mim com cara de safada pela primeira vez.
Quero ver ela engolindo porra de outro homem na frente do noivo. Quero ver aquela pele branquinha toda marcada de chupões e tapas de outro.
E eu vou filmar tudo. E talvez, quem sabe, poste aqui também.
Quem quer ser o primeiro? Deixa nos comentários. Quem tiver pau grosso, foto nítida e estiver em Recife ou Recife próximo este São João, manda mensagem. Minha albina tá quase pronta pra virar a puta branquinha mais comentada da internet.
Ela ainda não sabe. Mas quando ela ler isso (porque um dia vai ler), já vai ser tarde. A bucetinha e o cuzinho dela já vão ter conhecido outras rolas.
E eu vou estar lá, assistindo, gozando com a visão da minha noiva albina sendo fodida como merece.