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O Demônio e a Megera – Episódio 20 (madrugada selvagem)

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Um conto erótico de Theodor e Aline
Categoria: Heterossexual
Contém 3463 palavras
Data: 23/06/2026 10:07:53
Última revisão: 23/06/2026 10:22:57

A Ayanna é uma mulher estonteante, um convite irresistível ao pecado e à perdição. Morena clara, mas sempre bronzeada de praia, com as bochechas levemente coradas, que realçam seus olhos verdes, naquele rosto de deusa, com traços atrevidos e uma boca que pede para ser beijada, com lábios carnudos, na medida certa.

É difícil saber o que não é na medida certa naquela mulher. Seu cabelo liso, mas selvagem, que forma cachos e ondulações, que emolduram seu rosto. O corpo é um convite para o deleite, com seus seios de pequenos para médios durinhos, com biquinhos salientes, cintura e quadris razoavelmente acentuados, pernas grossas e uma bunda empinada, não gigantesca, mas durinha, que faz até um eunuco babar quando naqueles biquínis pequeninos.

Até as mãos e os pés 36 daquela mulher são perfeitos. Assim como minha Megera, é do tipo de mulher que, se você vê deitada nua na cama, não sabe nem por onde começar. Assim como Ana Clara, é o tipo de mulher que se entrega ao prazer de um jeito apaixonante e sem frescuras.

Quando a Megera se rendeu e se entregou com fome, agarrando Gabriel e o beijando daquele jeito, foi o mesmo que adicionar álcool ao fogo. Se o contato afrodisíaco do corpo de Ay, sentada no meu colo, já me deixava louco de tesão, ver aquela cena foi como rastilho de pólvora. Meu pau deu um coice dentro da bermuda. Safada que só ela, com aquele olhar de fera faminta, encheu a mão no meu pau.

- Excitante ver os dois se beijando desse jeito, não é? – provocou.

- Você fica excitada?

- Muito. E você também, olha como está esse pau – sussurrou em meu ouvido.

- E você? Está molhada?

- Tem quase um chafariz entre minhas pernas, mas não é só por ver meu homem e sua mulher se devorando – falou, ofegante.

- Por que, então? – respondi, tendo a mesma reação física, minha voz saindo rouca.

- Pensando no que a mulher do seu amigo quer fazer com o homem da minha amiga.

- O que? – sussurrei, o tesão me consumindo.

- Vem, que eu vou te mostrar – respondeu, se levantando do meu colo e me puxando pelo braço para dentro do quarto.

Ainda olhei para trás. Ana e Gabriel se devoravam num beijo apaixonado e indecente, como se não estivéssemos ali, o que fez meu pau pulsar e até sentir o rosto queimar de ciúme, mas isso só aumentou minha fome naquela mulher linda que me puxava para o centro de um caldeirão fervente.

Aquele dia tinha sido diferente dos anteriores, desde que chegamos ao Rio. Ana Clara estava aérea durante a manhã enquanto passeávamos pela cidade. Depois que chegamos em casa, a Megera me puxou para o quarto e me deu um beijo aflito, me abraçando com força.

- Estou incomodada, amor, com o que estou sentindo pelo Gabriel – falou, fazendo com que um calafrio percorresse minha espinha.

- E não era para sentir? Ele é um homem apaixonante. Bonito, gente boa, bem humorado, carinhoso. Ninguém combinou que não haveria sentimento. Na verdade, ninguém combinou coisa alguma, meu amor.

- Você não fica enciumado, inseguro? – questionou com a voz embargada.

- Quem está na chuva é para se molhar, gatinha. Você tem dúvidas do que sente por mim?

- Não, amor, nenhuma. Não se trata disso. É que eu tinha certeza de que nunca me sentiria assim por outro homem. E ainda tem a Ay, mas ela é mulher, acho que é diferente.

- Diferente? O sentimento não é o mesmo?

- Não, amor, o que eu sinto por ela é maior, é visceral. Você sabe disso.

- Sei. Eu também sinto algo muito forte por ela.

- Sente?

- Sim. Não era para sentir? Ela é linda e o jeito que ela te trata, como ela olha para você, é impossível não sentir algo por ela. Se ela te ama assim, eu a amo também, fora o tesão.

- Você sente muito tesão pela Ay?

- Muito. E, pelo visto, você também sente uma atração forte pelo Gabriel, mas não é por termos esses sentimentos que estamos vivendo essa experiência? Ou você acha que seria tão bom fazermos sexo com eles se não houvesse sentimento nenhum?

- Você me deixa desconcertada, Demônio. Você não tem medo de que nossos sentimentos por eles possam desestabilizar nosso relacionamento?

- Essa é uma possibilidade, mas o que eu sinto por você me diz que é muito remota.

- O que você sente por mim, amor?

- O mesmo que eu sinto pelo ar que eu respiro. Que me dá vida e oxigena todo o meu corpo. Que me faz acordar todos os dias e agradecer de joelhos por estar vivo.

- Puta que o pariu, André, quem foi que inventou você, seu demônio? – reagiu, minha namorada com lágrimas nos olhos.

- E você? O que sente por mim?

- Uma vontade de entrar por dentro de você e a gente se fundir – respondeu, me abraçando quase com brutalidade, me jogando de costas na cama e me enchendo de beijos.

- Qual é o problema, então, minha rainha?

- Já falei. É muito sentimento para um coração só.

- Se sobrevivermos à Ay e ao Gabriel, nada mais nos separará. E o melhor de tudo isso é que eles não querem nos separar, querem se juntar a nós. Ou você tem dúvidas quanto a isso?

- Não, não tenho. Se tiver, eu pulo fora do barco sem olhar para trás.

- E eu pulo junto com você, mas isso não vai acontecer. Eu estou do seu lado, aconteça o que acontecer.

- Aconteça o que acontecer, te amo, Demônio. Eu tenho permissão para sentir o que eu estou sentindo pelo Gabriel e pela Ay?

- Eu não mando nos seus sentimentos, minha florzinha.

- Manda sim, você que pensa. Eu só sinto o que meu dono e senhor da minha vida permitir.

Depois de uma conversa como aquela, nem é preciso dizer que nos embolamos na cama como se não houvesse amanhã, mas agora era a Ay. Meu corpo arrepiado de um tesão descomunal. Ay apertou meu pau com força tão logo fechamos a porta atrás de nós, deixando nossos namorados viverem sua paixão para viver a nossa.

Nossas bocas se devoraram famintas. Apertei sua bunda macia com força, com as duas mãos. Ay gemeu na minha boca.

- Você é muito gostoso – sussurrou.

- Você é uma delícia.

- Então me devora – pediu, lambendo meu pescoço, antes de arrancar minha camiseta e morder meu peito. Deslizei minhas duas mãos por baixo de sua saia, apertando-a contra mim e mordi seu pescoço.

Ay puxou minha bermuda para baixo com fúria, fazendo com que meu pau escapasse.

- Que pau gostoso, que você tem, Demônio, me leva para o inferno com você e me fode até o fim dos tempos – rosnou, segurando meu pau com força, me empurrando para me sentar na beira da cama, se ajoelhando entre minhas pernas e o abocanhando com fúria, descendo até minhas bolas e me dando uma lambida que até vi estrelas.

Puxei Ay pelo cabelo e a joguei de costas na cama, arrancando sua roupa, deixando-a só de calcinha. Deitei-me sobre aquela mulher deliciosa e devorei sua boca, seu pescoço e seus seios. Seu corpo se debateu sob o meu, amassado contra o colchão. Ay rosnava baixinho tentando evitar um escândalo no meio da madrugada enquanto eu a devorava.

De repente, com uma força descomunal, se desvencilhou e me jogou de costas. Sua boca, entre mordidas, beijos e lambidas, subiu pelo meu braço até chegar ao meu ombro, prendeu meus pulsos com as mãos e lambeu meu pescoço como uma cadela faminta. Mordeu minha orelha, me deixando completamente rendido.

- Vou te devorar, Demônio. Hoje você é meu, falou sentada na minha barriga e me desferindo um tapa no rosto.

Levei um susto com aquela atitude, mas recebi sua língua feroz em minha boca logo em seguida. Não tive tempo de assimilar aquela agressão apaixonada. Ganhei mais um tapa, agora mais forte, meu rosto ardeu, meu corpo todo se aqueceu. Devolvi o tapa. Ay gemeu de prazer e me desferiu mais dois, um em cada lado da face, se inclinou e esfregou os seios no meu rosto. Depois, colocou um de cada vez em minha boca, fazendo revezamento.

- Vai, seu puto, lambe as tetas da amiga piranha da sua mulher.

Cada seio que parava em minha boca ganhava chupadas fortes, que a faziam colocar a mão na boca para tapar seus urros. Segurava-a pela cintura com firmeza e deslizava as mãos para sua bunda, apertando com força. Num movimento rápido, Ay subiu em meu rosto, que ficou entre suas pernas e esfregou aquela buceta cheirosa. Sua calcinha estava enxarcada, o cheiro forte de fêmea com tesão. Puxei sua calcinha de lado e enfiei a língua de uma vez em sua fenda, fazendo com que desse um pulo e não controlasse um gemido mais alto.

Ay começou a rebolar descontrolada no meu rosto. O barulho de sua respiração contaminava todo o quarto. De repente, escapou da minha língua, me deixando esbaforido. Ganhei mais dois tapas na cara e uma cusparada no rosto. Aquela mulher estava me deixando louco. O rosto ardendo, o cheiro da sua buceta e o gosto da sua saliva. Segurei-a pelo cabelo e a puxei com brutalidade, enfiando minha língua em sua boca. Ay rosnava de tesão. Virei-a de costas e subi em seu tronco, imobilizando seus braços com as pernas. Ay ficou ainda mais ofegante, se debatendo. Dei-lhe uma sequência de tapas na cara e uma cusparada no rosto.

- Mais, bate mais na sua mulher – rosnou.

Dei-lhe outra sequência de tapas e outra cusparada. Minha saliva rolava pelo seu rosto. Subi em seu pescoço e mandei.

- Abre a boca.

Ay abriu. Literalmente, fudi sua boca, fazendo-a engasgar várias vezes e as lágrimas descerem dos seus olhos. Bati com o pau em seu rosto, que se contraía de prazer com aquela selvageria toda. Esfreguei meu pau, cobrindo quase toda sua face.

Ay contragolpeou de um jeito fulminante, me tirando totalmente do controle. Sua língua, que lambia minhas bolas, já me deixando mole, deslizou pelo meu períneo e atacou meu cu sem misericórdia, dando uma sequência de lambidas na minha entradinha que me fez subir um arrepio pela espinha. Meus músculos se contraíram, minhas pernas ficaram moles e praticamente desabei em seu rosto. Nunca pensei que pudesse sentir aquilo.

Ay partiu para o ataque, conseguindo inverter a posição. Sem parar com aquela língua, que parecia movida a pilha, conseguiu me colocar de costas, com as pernas abertas, no meio das quais se enfiou, agora lambendo meu cu e apertando meu pau, me fazendo penar para evitar que meus gemidos saíssem mais alto. Quando dei por mim, Ay estava devorando meu pau com a boca e seu dedo deslizando para dentro do meu rabo.

- Relaxa esse cuzinho pra mim, vai minha putinha – ainda me provocou com o dedinho se movimentando dentro de mim, me provocando sensações quase insuportáveis, o orgasmo querendo vir.

- Caralho, Ay, eu vou gozar – consegui falar com o corpo já todo convulsionado, tendo arrepios dos pés à cabeça.

Parece que era isso mesmo que ela queria, pois não parou e ainda me chupou com mais vontade, sugando a cabeça do meu pau, engolindo, sugando, engolindo...

Tive que tapar o rosto com o travesseiro para ocultar meus gritos. Eu nunca tinha gozado tanto. Ay tirou meu pau da boca e continuou me punhetando. Voou porra até no meu pescoço, de tão violento que foi o orgasmo.

Quando aquilo acabou, Ay pulou em cima de mim. Eu não tinha força nem para respirar.

- Venci, gatinho. Gostou de ser dominado por uma mulher?

Tive que rir do jeito que ela falou.

- Tem um cuzinho tão apertadinho. Adorei foder sua bundinha com meu dedinho – tripudiou.

- Você é louca, Ay.

- Fala que gostou, vai. Se você pedir, eu faço mais e bem pior.

- Porra, Ay, eu adorei, mas você vai me pagar caro quando eu me recuperar desse transe em que você me deixou.

- Você gostou tanto, que seu pau ainda está duro – provocou, esfregando sua buceta no meu membro – quero sentir essa tora gigante dentro de mim. Adorei nosso duelo, mas agora eu quero saborear minha vitória e abusar um pouco de você.

Mal terminou de dizer suas provocações, tirou a calcinha e jogou no meu rosto. Porra, eu estava adorando ser dominado daquele jeito. Ficou melhor quando Ay subiu no meu pau e sua buceta enxarcada me engoliu. Puta delícia do caralho, que eu soltei até um gemido.

Enquanto engolia meu pau, esfregou a calcinha na minha cara, com um sorriso safado e triunfante, que me deixava louco. Então, começou a cavalgar meu pau, rebolar e gemer, com seus peitinhos durinhos balançando.

- Abre a boquinha, amorzinho, para a sua dona cuspir.

Rendido, obedeci e ganhei uma cusparada na boca. Meu pau deu solavancos em sua buceta.

- Tadinho do demoniozinho, todo rendido.

- Gosta de dominar, não gosta, sua vadia safada? – reagi, segurando-a forte pela cintura e dominando seus movimentos com as mãos, socando com vontade de baixo para cima no seu útero.

Pega pela surpresa, Ay não conseguiu resistir ao meu contra-ataque mortal. Tapou a mão com a boca para não deixar escaparem os urros, seu rosto e seu corpo se contraíram e me deliciei vendo minha “rival” se tremer toda.

- Está linda gozando assim. Agora, você vai gozar feito uma vaca e ver quem manda aqui – vaticinei, a colocando de quatro como quem manipula uma boneca.

Ay mal se recuperava de um orgasmo brutal e ataquei sua buceta com a língua, sugando seu grelo, enfiando a língua em sua racha e massageando a entradinha do seu cu com o dedo babado. Sua reação foi deitar a cabeça no travesseiro e se empinar toda, já rendida e pronta para ser saboreada.

Castiguei sua bucetinha com a língua e coloquei e penetrei seu cuzinho com o dedo. Uma delícia seu cuzinho piscando e se contraindo em torno do meu dedo. Ay rebolava e gemia com a cara enfiada no travesseiro para abafar o som. Tarefa que se tornou quase impossível quando enfiei três dedos de uma vez em sua buceta, fazendo-a se contrair e soltar um grito, antes de fustigá-la sem dó, com um entra e sai frenético, esfregando os dedos em suas paredes vaginais.

Meus dedos ficaram inundados, de tanto que Ay gozou, seu corpo parecendo uma batedeira elétrica, mas não tive dó. Segurei-a pela cintura e introduzi meu pau lentamente, fazendo minha gata soluçar de prazer. Quando estava todo enterrado, encostando minha pélvis naquela bunda maravilhosa, que me proporcionava uma visão de arrancar a alma do corpo, comecei a estocá-la com vontade.

- Que buceta gostosa da porra, Ay! Quem é que manda agora, putinha?

- Você! Meu dono, me fode, faz o que quiser da sua puta.

Fudi aquela buceta de quatro por uma eternidade. De vez em quando, tirava o pau e a mandava rebolar. Ay rebolava, esfregando a bunda em mim. Depois, metia e fazia um entra e sai lento, ao qual Ay reagia miando. Depois, acelerava e Ay abafava os urros com o travesseiro. Até que enterrei tudo e deixei lá no fundo, mandando que rebolasse. Ay rebocou freneticamente empurrando a bunda para trás, fazendo com que meu orgasmo saísse lá do fundo. Quando veio, tirei o pau e gozei em sua bunda maravilhosa, esfregando a cabeçorra na entrada de seu cuzinho e em suas nádegas.

Finalmente, permiti que Ay desabasse na cama e a envolvi com um abraço e um beijo carinhoso, que foi retribuído na mesma intensidade.

É verdade que eu estava extenuado, assim como minha gatinha safada, mas o tesão continuava ali, persistente, entre nós.

- Sabe o que eu quero? – gemeu Ay.

- Tenho medo de perguntar.

- Kkkkkkkkkkkkkk. Vamos tomar banho e beber mais cerveja. Quero aproveitar ao máximo essa madrugada selvagem com você.

- Não posso dizer que eu não quero o mesmo, meu amorzinho.

- De que você me chamou?

- Meu amorzinho – sorri.

- Você sabia que eu te amo, Demônio?

- Eu também te amo, apesar de você ser uma pessoa muito agressiva.

- Kkkkkkkkkkkkkkkk. Mas você domou minha agressividade e me deixou toda submissa.

- Depois de você tirar a virgindade do meu cu.

- Kkkkkkkkkkkkk. Mas você gostou. O Gabriel também gosta.

- Vivendo e aprendendo, né?

- Vou passar o serviço para a Megerinha linda.

- Ela vai ficar braba de você ter passado a frente dela.

- Pelo menos, eu abri caminho. Quem sabe ela não consiga com você o que eu nunca consegui com o Gabriel?

- Não me conte – falei, simulando cara de assustado.

- Eu não vou contar. Espero um dia poder fazer.

- Eita mulher mais cheia de ideias.

- Kkkkkkkkkkkkkkkkkk. Deixa eu ir na frente, que eu quero fazer xixi.

- Pensei que você fosse fazer xixi em mim – provoquei.

- Meu xixi está ficando famoso, mas só faço quando você deixar eu te dominar.

- Mais?

- Hoje não valeu. Você se rebelou. Foi um menino muito mal.

- E você não gostou de eu ser malvado com você?

- Pergunta para minha buceta inchada de tanto tomar pica e toda sensível de tanto gozar.

- Então, estamos quites, porque eu também gostei do seu domínio.

- Que delícia! Que bom que você gostou. Fiquei até molhada de novo. Dá dois minutos e vem pro banheiro.

Assim fiz e tomamos banho juntos namorando, com abraços, beijos e meu pau já dando sinal de vida novamente com aquele colosso de mulher esfregando sua pele na minha e me beijando.

Pegamos um latão de cerveja na geladeira e nos sentamos na cama, eu de cueca e Ay peladinha.

- Você é muito linda, Ay – exclamei, olhando para aquela deusa sentada nua em posição de lótus.

- Obrigada, amor, você também é lindo. É muito louco a gente estar aqui. Nunca imaginei algo nem parecido com isso.

- E isso é bom para você?

- Muito. É bom variar um pouco – respondeu, com carinha de safada.

- Você é sempre tão violenta na cama assim?

- Kkkkkkkkkkkkk. Não. É que eu estava morrendo de tesão. Estava doida para te devorar. Queria muito passar uma noite com você.

- Você é bem espontânea e sincera, né?

- Só com quem eu gosto. No geral, eu sou bem fechada. Não dou intimidade para ninguém. Você e a minha Megerinha são especiais, foi amor à primeira vista. Desde o resort. Ela se parece comigo. A gente já conversou muito. Pensamos igual. Só nunca tínhamos planejado namorar uma o namorado da outra.

- E já tinha tesão por ela?

- Eu que sou a jornalista aqui, e você que vai me entrevistar?

- Perdão, minha senhora dominatrix.

- Kkkkkkkkkkkkkk. Sem problema. Nunca foi tesão, sempre foi amor. Eu amo aquela mulher. A nossa mulher.

- E, pelo visto, do Gabriel também. Ela está apaixonada por ele.

- E ele também por ela.

- E isso não te incomoda?

- Não. Eu adoro que seja assim, porque eu também estou apaixonada por você. E por ela. A monogamia, André, é uma prisão. Quando a gente entende que ela não é natural, mas uma convenção social e religiosa, se torna libertação.

- Explica melhor, embora eu ache que já entendi.

- Quando uma mulher tem alguém como o Gabriel, e imagino que como você também, a gente não é fiel por convenção, por tabu ou limitação. É por livre escolha, por fortalecer o elo, entende? Eu não preciso de outro, então eu não vou ter outro só para dizer que tenho. Também não vou dar abertura para homem nenhum se insinuar.

- Você apresenta a ferradura?

- Para os outros, eu mostro a ferradura. Você, eu deixo montar.

- Kkkkkkkkkkkkkkkk. Qual é a diferença, Ay?

- Afinidade, amizade, o jeito como você faz a Ana Clara feliz, o amor que eu e o Gabriel temos por vocês. O resto foi travessura de meninas. Eu e a Megera fomos provocar vocês e deu no que deu.

- E virou sexo.

- Incorporou o sexo. Agora, você é meu namorado também. E eu estou muito feliz de ter dois namorados maravilhosos. Aliás, três. Tirei a sorte grande, porra!

- Kkkkkkkkkkkkkk. Você é uma pessoa muito especial e eu te amo cada vez mais. Você e o Gabriel. Nunca vou me esquecer desses dias.

- Ai, que fofo. Me beija?

Definitivamente, eu estava apaixonado por aquela mulher. Naquela madrugada selvagem, percebi que não era só por causa de sua beleza estonteante. Era o conjunto da obra. Aquele vulcão na cama era, ao mesmo tempo, uma criatura doce, inteligente, divertida e amorosa como poucas vezes eu vi.

O dia estava amanhecendo quando adormecemos abraçados depois de fazermos amor demorada, intensa e apaixonadamente.

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Esse é um conto 100% autoral e exclusivo para a Casa dos Contos.

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Adoramos comentários e respondemos a todos. Ficamos felizes, também, quando as pessoas nos seguem.

Até o próximo episódio!

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Foto de perfil genéricaTheodor e AlineContos: 20Seguidores: 21Seguindo: 46Mensagem O erotismo é uma forma de expressão.

Comentários

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Cada vez melhor!!!

Ja me resovi...amo os 4 (um pouco mais a Megera rs)

"- Se sobrevivermos à Ay e ao Gabriel, nada mais nos separará."

Fantastico essa partezinha!

Theodor e Alina...OBRIGADO!!

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Cada vez melhor! Vcs se superam a cada capítulo. Gostei dos esclarecimentos na conversa. Tudo pode acontecer, mas sem afetar os relacionamentos prévios. Um quarteto que tem tudo para evoluir juntos.

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