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O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 7

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 2212 palavras
Data: 23/06/2026 11:11:02

Cortez a encarou, encorajando:

- Eu já vinha falando com o Dom. Ele... Ele que me deu umas sugestões e...

- Por que não me disse? Luma, a gente já tinha conversado tanto...

Aquela conversa ainda não havia terminado. E sobre a bancada, perto da bolsa de Luma, os dois cartões pretos com a letra “I” dourada pareciam testemunhar a cena em silêncio.

[CONTINUANDO]

Cortez soltou a mão dela lentamente, surpreso com aquela revelação. Recostou-se na cadeira e a encarou com um olhar que Luma raramente via:

- Que história é essa? É melhor você explicar muito bem explicado. Agora. Sem meias palavras, sem omitir nada. Eu quero saber tudo, Luma. Cada conversa, cada detalhe. Ou a situação vai ficar feia.

Luma sentiu um calafrio na espinha. Seus olhos marejaram imediatamente. Ela respirou fundo várias vezes, como se estivesse reunindo coragem para confessar um pecado mortal. Começou, com uma voz trêmula:

- Eu… Eu já vinha conversando com o Dom há quase três semanas e...

- E por que não me falou?

- Calma. Eu vou explicar. Só me dá uma chance... – Ela suspirou profundamente, olhando sua xícara: - Eu ia contar... Ia mesmo. Só que achei legal, excitante esse negócio de manter contato com outro homem sem você saber. Isso me deixava tarada demais. E eu descontava em você, ou vai dizer que não notou que nossa frequência aumentou bastante nos últimos tempos?

- Não tenta me incluir como uma justificativa para o que você fez. Só continua.

Luma piscou rapidamente duas vezes, mordeu levemente o lábio inferior e continuou:

- Não sei explicar. Mas não foi só curiosidade boba. A gente se falava quase todo santo dia. Às vezes até de manhã, antes de você acordar. Às vezes à noite, quando você já tinha dormido. Ele me mandava áudios com aquela voz rouca, brincando, apimentando… dizia que eu era uma mulher linda e que tinha todo o direito de explorar a minha sexualidade.

- Sexualidade?... Sério, Luma!? Você caiu nessa história da carochinha?

- Amor, ele sabe envolver. O safado dizia que eu era linda, mas que também tinha cara de santa e alma de puta. Olha que mistura! Além disso, ele dizia que você era um bom marido, mas que nunca conseguiria me dar o que eu realmente eu precisava.

Cortez sentiu o sangue subir para o rosto. Seus punhos se fecharam sobre a mesa:

- Acho que você está confundindo as coisas, Luma...

- Mas, amor...

- Tá. Só continua. - ordenou, a voz falhando.

- Então... Eu respondia… - Confessou ela, baixando o olhar, envergonhada: - Eu contava pra ele que a gente fantasiava, mas que eu tinha medo de te perder, que estava excitada com aquele joguinho mas também morrendo de culpa. Ele me acalmava. Dizia que era normal, que muitos casais passam por isso no início, mas que ele ia me guiar, aliás, nos ajudar.

- Ah tá! Ajudar a nós dois... Tá bom...

- Ele me mandava fotos do clube, alguns textos de psicólogos liberais, contos eróticos, vídeos curtos de casais… Aquele que a gente assistiu junto, dos 3 negões, foi ele que me mandou. E confesso, isso me deixava molhada o dia inteiro.

Cortez deu uma risada amarga, dolorida, passando as mãos pelo rosto:

- E por que você nunca me contou? Tá. Você explicou. Uma merda de explicação, mas explicou... Agora como é que eu confio em você para a gente continuar com o que tinha planejado, hein? Me fala. Como?

Luma começou a chorar baixinho, mas continuou:

- Eu... Eu encontrei com ele uma vez… pessoalmente. Foi num shopping, uns cinco dias antes de irmos pro clube. Foi o Ricardo que arranjou tudo. Ele e a Mary tinham ou tem um caso, não sei. Só um café. Eu juro. Juro que não aconteceu nada além de conversa. Ele só queria me conhecer pessoalmente, “sentir a minha energia”, foi o que disse. Ficamos uns quarenta minutos. Ele me olhou de um jeito que me desmontou. De cima a baixo. E começou a falar como imaginava que eu era, raspadinha, buceta pequenininha... E o pior que o desgraçado manja mesmo, porque acertou tudo. Tudo! E ele disse que tinha certeza de que você ia adorar participar. Eu voltei pra casa molhada, amor. Molhada pra caralho.

Cortez se levantou bruscamente, apoiando as mãos na mesa enquanto encarava Luma com olhos faiscantes. Inadvertidamente derrubou a cadeira para trás, assustando-a. Andou de um lado para o outro na cozinha, respirando pesado:

- Que shopping foi esse?

- Foi o shopping cidade...

- O shopping daqui!? Ele veio aqui para te conhecer?

- Veio... – Luma murmurou.

- Caralho, Luma! Você se encontrou com um outro cara, num local público? E se algum conhecido nosso te visse com ele? E se alguém escutasse as barbaridades que certamente vocês andaram conversando? Puta que pariu! E depois voltou pra casa e transou comigo como se nada estivesse acontecendo...

Luma chorava agora abertamente, mas sustentou o olhar dele:

- Sim… Eu sei que errei. E eu me senti horrível. Mas também me senti viva. Fazia muito tempo que eu não me sentia tão desejada.

- Meu Deus!... Já devo ter caído na boca do povo. Virei um corno público. Isso realmente não estava nos meus planos...

Cortez parou, virando-se para ela com os olhos vermelhos:

- E a Mary? Como ela entra nessa merda toda?

- Ué!? Ela é minha amiga íntima. Conversei com ela que a gente andava brincando com essas fantasias de swing, cuckold, hotwife... Essas coisas. Num dia o Ricardo nos encontrou numa lanchonete e ela falou para ele. Fiquei roxa, sem reação. Mas ele me acalmou, dizendo que entendia. Depois, ele me falou do Dom. Pediu meu telefone, passou para ele e... bem...

Cortez encostou as costas na parede, como se precisasse de apoio. Cruzou os braços enquanto seu olhar seguia fuzilando Luma. Sua voz saiu quase um sussurro carregado de dor:

- Então, enquanto eu achava que estávamos entrando nesse mundo juntos… você já tinha toda uma rede montada. Já estava conversando com esses caras, marcando encontro e tal. Eu tô me sentindo o maior idiota desse mundo, Luma. Um corno de verdade.

Luma se levantou e deu um passo na direção dele, mas parou ao ver a expressão de Cortez. Ela então levantou as mãos, como se pedisse paz e disse:

- Eu te amo. De verdade. Eu errei feio por não ter te contado tudo antes. Mas não aconteceu nada além do que eu te disse. Ontem foi a primeira vez que ele me tocou de verdade. Eu juraria pela nossa filha, se a gente tivesse uma.

Cortez olhava para ela, ainda desconfiado, o peito subindo e descendo rápido:

- Eu não sei mais o que pensar, Luma. Não sei se confio mais em você. Não sei se ainda consigo olhar pra você da mesma forma. Você sabe muito bem o que tudo isso significa para mim e ainda assim fez tudo pelas minhas costas, como se não tivesse importância alguma.

Luma deu mais um passo e estendeu a mão, tocando o peito dele com cuidado:

- Cortez, fica calmo. Eu faço o que você quiser. Se quiser continuar, a gente continua; se quiser parar, a gente para. Só me diz o que eu posso fazer para você confiar em mim novamente. Estou disposta a tudo.

Cortez não respondeu de imediato. Seus olhos estavam perdidos, cheios de conflito:

- Eu vou dar uma volta. Preciso tomar um ar... e pensar em silêncio. Depois a gente conversa.

Cortez saiu de casa sem dizer mais nada. Pegou a chave do carro, mas decidiu deixar no bolso. Precisava andar. O ar fresco da manhã bateu em seu rosto enquanto ele seguia pela calçada do condomínio, as mãos enfiadas nos bolsos da calça. Caminhava sem destino, passos pesados. A cabeça fervilhava: “Três semanas... Três semanas inteiras conversando com esse filho da puta pelas minhas costas. Enquanto eu pensava que estávamos combinados, ela já estava trocando mensagens, recebendo elogios, marcando até café no shopping… Caramba! Como pude ser tão cego?”

A falta de lealdade doía mais que tudo. Era combinado, algo deles. Era importante demais para ela ter colocado em risco. Era a mentira. Era a omissão. Era a sensação de ter sido manipulado na própria casa que doía: “Ela planejou e escondeu. Se encontrou com ele. Deixou ele falar da buceta dela como se fosse a coisa mais normal do mundo. Se isso não for intimidade, não sei mais o que pode ser... E depois voltou pra casa e transou comigo como se eu fosse uma válvula de escape. Isso não é só curiosidade. Isso é traição de verdade. Pura e simples. Aliás, se ela escondeu isso, o que mais será que ela esconde de mim?”

Ele parou embaixo de uma árvore, respirando fundo. Sentia raiva, humilhação, ciúme… Sentia-se traído. Mas também sentia aquela maldita excitação doentia que não fazia parte dos planos, e que o enojava.

Porém, outra voz surgia, mais calma, tentando ser justa: “Mas ela parou ontem. No momento em que viu que eu não estava bem, ela se levantou do colo dele e me abraçou. Não hesitou nem por um segundo. Ela poderia ter continuado, poderia ter ido até o fim, mas escolheu parar e me proteger. E hoje… ela confessou tudo. Poderia ter escondido o encontro no shopping, as conversas, os áudios. Mas não escondeu. Ela abriu o jogo.”

Cortez passou a mão no rosto, cansado. Sentou-se num banco de praça do condomínio, vendo os filhos de um casal conhecido brincarem não muito longe: “Ela errou feio. Omitiu, se deixou levar, me expôs a riscos sem eu saber. Mas também foi honesta quando a coisa apertou. Parou na hora certa. E está disposta a tudo agora. Se eu quiser parar, ela para. Se eu quiser continuar, ela vai comigo. Isso ainda vale alguma coisa, não vale?”

Ele ficou quase uma hora ali, pensando, remoendo, pesando o amor que sentia contra a decepção. Quando se levantou, ainda não tinha todas as respostas, mas tinha uma decisão.

Quando Cortez voltou para casa, quase duas horas depois, Luma estava na sala. Sentada no sofá, olhos vermelhos, claramente havia chorado. Assim que ele entrou, ela se levantou rapidamente:

- Amor… você voltou.

- Claro, ué! Eu moro aqui.

Ele fechou a porta devagar, tirou os sapatos e foi até ela. Pousou sua mão em sua cintura e indicou o sofá com um singelo movimento de cabeça. Sentaram-se um de frente para o outro. O silêncio inicial incomodava, mas estranhamente não era pesado:

- Eu pensei bastante, Luma... - Começou ele, a voz mais controlada, mas ainda carregada de emoção: - Pensei em tudo que você me contou...

Luma baixou a cabeça, apertando as próprias mãos:

- Eu sei. Eu errei muito.

- Errou mesmo. - Concordou Cortez, direto: - Você sabe o que está em jogo e poderia ter colocado tudo a perder. A gente, nossos amigos, nosso nome... Tudo! Isso me abalou de verdade, Luma. Me fez questionar se ainda consigo confiar em você.

Ela levantou os olhos marejados. Inclinou a cabeça enquanto olhava o marido:

- Eu entendo... Mas eu consegui parar e mais do que isso, eu me arrependi. De verdade! Olha... Escuta, amor... Se você quiser parar, que eu delete o número dele, que eu bloqueie todo mundo, até a Mary … eu faço. Hoje mesmo. Agora.

Cortez ficou em silêncio por alguns segundos, olhando para ela:

- Mas eu também pensei no outro lado. Você parou ontem. No momento em que percebeu que eu não estava bem, você levantou e parou tudo. Poderia ter continuado, poderia ter ido muito mais longe, mas escolheu me respeitar. E hoje… você poderia ter escondido o encontro no shopping, as mensagens, tudo. Mas não escondeu. Foi doloroso pra você também, eu vi. Isso conta a seu favor.

Luma sorriu um sorriso triste. E uma lágrima desceu por seu rosto, uma de alívio misturado com alguma culpa.

Cortez continuou, a voz mais baixa:

- Eu te amo. Muito. Tenho certeza disso. E por mais que eu esteja magoado e humilhado… eu também acho que a gente consegue superar.

- Quer continuar?

- Quero.

- Mas como?

- Com transparência. Vamos fazer o que havíamos combinado. - Ele respirou fundo antes de continuar: - Mas... Nada de mensagens escondidas. Nada de encontros secretos. Se ele te procurar, você vai me contar. Não vai marcar nada sozinha com ele. Estou exigindo isso! Afinal, não confio nele, nem você deveria.

Luma assentiu rapidamente, os olhos brilhando, cheios de esperança:

- Eu concordo! Faço tudo do jeito que você quiser. Eu juro que não vou mais esconder nada.

Cortez a olhou por um tempo ainda, como se tentasse ler alguma verdade ocultada em sua alma:

- Então tá. A gente vai continuar. Devagar. Com total transparência e cuidado dessa vez. Não pisa na bola comigo de novo. Tem muita coisa em jogo para corrermos riscos desnecessários.

Ela se levantou, foi até ele e se sentou em seu colo, agarrando seu pescoço:

- Eu não vou falhar de novo. Nem por curiosidade, por tesão, nem por nada. Eu te amo, Nolasco Cortez.

Cortez acariciou o rosto dela, secando uma lágrima com o polegar. Ainda havia dor nos olhos dele, mas também uma certeza inabalável.

- Eu também te amo. Mas agora vamos fazer do meu jeito.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 370Seguidores: 749Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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🤣🤣🤣🤣🤣🤣

Cês tão mais perdidos que cego em tiroteio.

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O Cortez está numa merda 💩💩💩 que faz gosto e agora depois de ser humilhado, colocado em uma posição humilhante perante esse tal de DOM, qual será o próximo passo que ele vai dar? Perdeu todo o respeito que tinha diante dos comedores e eu nem sei o que se passa na cabeça do Mark para resolver esse pepino.

A mulher queria apenas sentir prazer e ter uma PHODA com o Dom e sair dalí cheia de porra, botando porra por cima e por baixo, e o marido? E ela quer saber de porra de marido, o marido que se foda.

É assim que estou vendo até agora.

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Concordo com o hemp. Já escrevi muito a respeito.

Ele nunca estará no controle pq essa não é a dinâmica desenhada para o casal. O próprio dom deixou isso bem claro.

Mais uma vez é o fetiche falando mais que a razão...isso se não citar as coisas chatas psicológicas que disse anteriormente.

Esse argumento que o próprio cara utilizou tem muitos furos...a esposa parar depois de ver a fisionomia do marido era o mínimo.

A pergunta que fica é qual o respeito que ela terá e tem pelo marido??!

Ela fez tudo isso escondido e manipulando sabendo que é errado...mas fez.. por causa do isso trouxe para ela...se sentir desejada, gozar como nunca...após ser comida, a melhor foda da vida.

O dim vai se sujeitar às regras e combinados do casal??? Se querem tentar pq precisa ser com ele. A amiga não e desse mundo, pq não introduzir os dois com calma e segurança??!

Veja que estou tentando não retomar o é essencial para mim...e

Já falei muito anteriormente.

Mas...vamo ver o que vem pela frente

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Eita Mark!!

To parecendo aqueles "Joões Bobos" de Postos de Combustíveis!!

Fantastico esse capitulo!

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Sei não mas dessa vez fiquei com um pé atrás com a Luma. Na rela Cortez pareceu concordar em continuar só pra da corda pra ela se enforcar.

Falando psicologicamente a cabeça do Cortez deve tá uma merda. Porra um dia antes ele se humilha, é humilhado pelo DB no outro descobre que foi enganado e perde a confiança e pior se sente traído pela pessoa que ama. Na vida real ele teria sérios problemas psicológicos e no lugar de continuar se testando devia se tratar

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Na vida real isso PODERIA CUUSAR sérios problemas psicológicos****

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Ótimo conto! Apenas uma coisa me deixou incomodado. Tudo bem que ele perdoe ela, mas deixar que essa coisa continue com um cara que conspirou que aliciou a mulher dele, isso pra mim não é natural não soa natural mas como é um conto vamos em frente.abraço

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Pois é comeu disse no comentário anterior,. Luma não fez pensando no casal, fez pensando somente nela e no seu prazer, em como ela se sentiu viva,como nunca havia sentido na vida, ela fez pior do q.eu imaginava, não foram só msg, ela se encontrou o comedor sem o marido saber, se tudo q ela fez nao for considerado traição, aí eu já não sei mais o q realmente é.trair, Luma foi traíra, manipuladora, mentirosa, egoísta, e só parou o q estava fazendo na casa de.swing por medo de perder seu casamento e não por estar preocupada com o marido, mas como eu disse Cortez é um corno enrustido, mas vai acabar aceitando as galhadas e Luma enfim vai conseguir ser puta de vários, isso se ela já não for, pois depois de tudo q ela fez não dá pra confiar em mais nada do q ela diga, Luma não cometeu erros, ela fez escolhas,e em todas as escolhas q fez seu marido era excluido, enganado e manipulado, da pra acreditar q ela realmente ame o Cortez? Ela só contou a verdade depois q deu merda, e não foi por arrependimento, mas por.medo dele descobrir depois e as coisas desandarem de uma vez, infelizmente o fato dela ter parado na casa de swing e de ter contado tudo a ele no dia seguinte, não anula e nem diminui o q ela fez pelas costas dele, não vejo mais como confiar nela novamente,o q ela fez só mostra falta de respeito e cumplicidade com seu marido e seu casamento, deu mais valor ao tesão de dar pra outro do q ao seu próprio marido

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Vamos ver... Mas estou "por enquanto" decepcionado com o personagem "Cortez"!!!

O cara em nenhum momento demonstrou estar incomodado pela submissão que sofreu!!!

Qualquer outro homem Hetero, não adepto, praticante do liberalismo, pelo menos é o que ele é até agora, eu acho!!! Não aceitaria submissão tão passivelmente!!!

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Chega!!!

Mark ta parecendo o Ronaldinho Gaucho, dando um drible mais bonito que o outro na gente.

Vou para o tudo ou nada...

DOM é o vilão, ele tem algum tipo de interesse no Cortez. Ele ta gastando muito tempo e energia. Ainda tem o capanga Ricardo e Mary!

Vamos teorizar companheiros!!

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Aos fofoqueiros de plantão.

Estão vendo ? O dom picareta vendeu uma ilusão pra esposa dizendo que o marido era bom mas não dava oque a esposa precisa.

E na volta do banheiro quando a esposa foi incisa em dar atenção ao marido pesou na balança.

Doda 1 x 0 FUCDC

Ah e só pra não passar batido , senhora Nanda , só pq Vc me deu o apelido de clô te desejo comer pão de queijo feito por uma paranaense rs

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