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Mudanças em uma nova Vida - Parte 2

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Um conto erótico de SissieHipnose
Categoria: Trans
Contém 3619 palavras
Data: 23/06/2026 12:32:36

A história continua e o rapaz está passando por muitas mudanças. O que ele se tornará?

(Essa é uma história de ficção erótica. Todos os personagens e situações dessa história são fictícios e todos personagens tem mais de dezoito anos de idade. Não existem doenças sexualmente transmissíveis de qualquer tipo no universo dessa história.)

sissiehipnose@gmail.com

Estávamos no início de uma aula de ioga quando eu percebi o homem desconhecido alto e musculoso na faixa dos quarenta anos nos observando.

Ele não se demorou em demasiado e depois seguiu para mais longe de nós para uma esteira andadora.

Após algum tempo e ele estava levantando pesos em um aparelho, coisa que Joana nunca nos deixou fazer. A minha atenção foi chamada quando Raquel perguntou, quase sussurrando:

— Quem é ele?

Perceber que alguém havia percebido a minha atenção ao desconhecido me deixou um pouco sem jeito. Apenas indiquei com a cabeça e os ombros que não sabia.

Eu ainda pude ver algumas trocas de aparelhos, antes de Joana encerrar a nossa aula por hoje.

Como sempre seguimos para o vestiário. Olhar os meus colegas nus já deixou de apresentar qualquer novidade a muito tempo.

Não demorou para eu estar sozinho e terminando o meu banho. No geral eu sou o último a finalizar. Às vezes aproveito depois para conversar um pouco com Joana.

Um pouco surpreso eu assisti a entrada no vestiário do homem desconhecido. Sem parecer ligar para a minha presença ele pegou uma mochila num dos armários.

Enquanto ele tirava as suas roupas eu pude ver o seu olhar percorrer a minha direção por um momento. Logo depois ele falou:

— Eu sou Miguel.

Eu desliguei o chuveiro, me sentindo um pouco inseguro. Ele já estava tirando as suas roupas quando eu falei:

— Camile.

Uma parte minha desejou responder César, mas isso me pareceu tão desagradável. Outra parte minha queria ter feito a minha voz soar firme e forte, mas ela me pareceu ainda mais delicada. Por quê isso está nos meus pensamentos?

Ele seguiu para o chuveiro, ao mesmo tempo que eu me afastei em busca das minhas roupas, evitando olhá-lo. Novamente eu pude ouvi-lo:

— Nós poderíamos tomar um café, se você quiser.

A minha visão se voltou para ele por um momento. O seu pinto é grande e a água batendo sobre o seu corpo mexeu comigo de alguma forma estranha.

Me enxuguei com pressa, percebo uma umidade estranha se formar na minha bunda. Enquanto isso respondi:

— Eu não sei.

Me arrependi da resposta imediatamente. Eu deveria ter negado e saído daqui rapidamente, mas me sinto inseguro. Ele insistiu:

— Vamos, tem algum compromisso urgente?

Eu pensei em inventar uma desculpa qualquer. Por quê me sinto tão hesitante? Qualquer pensamento nessa direção é tão incômodo.

Meu olhar percorreu a sua direção novamente por um momento. A espuma escorre pelo seu corpo enquanto ele lava o seu cabelo. Eu visto a minha calcinha rapidamente e depois a minha calça. Eu me sinto incomodado por ele estar vendo a minha calcinha, mas não entendo a razão. Eu respondo olhando para a porta:

— Não tenho, mas…

Rindo ela fala:

— Então combinado, mais dez minutos e termino aqui.

Visto a minha blusa. Depois arrumo rapidamente o cabelo antes de deixar o vestiário sem fazer uma nova maquiagem.

Joana está sentada em um dos aparelhos e mexendo em seu celular. Eu penso em passar rapidamente por ela e deixar o local, mas ela me olha e fala:

— Gostou da aula de hoje?

Eu paro por um momento. Eu poderia responder de forma curta e correr para fora, mas isso seria muito indelicado. Nós geralmente conversamos um pouco, então parei e respondi da forma mais educada possível. Eu queria encurtar a nossa conversa, foi quando ela falou:

— O seu motorista teve um problema e teve que ir embora, mas o Miguel atenciosamente disse que pode levá-lo em casa.

A informação me congelou. Eu poderia facilmente chamar um carro de aplicativo, tenho um pouco de dinheiro comigo. Mas a ideia de negar a gentileza me parece repugnante. Eu só consegui concordar.

Miguel não demorou para deixar o vestiário. Eu posso olhar para os seus músculos bem definidos, mesmo sob uma camiseta. Ao mesmo tempo que ele deu um beijo rápido no rosto de Joana falou:

— Vamos!

Entrei com ele no grande SUV. Ele atenciosamente abriu a porta para eu entrar. O veículo é mais alto do que estou acostumado.

Miguel continuou sendo simpático. Fez algumas vezes comentários sobre ginástica e de como Joana é uma excelente profissional, mas hesitei em conversar muito.

Entramos em um estacionamento. Um manobrista abriu a porta para eu sair do carro e assumiu a direção depois.

Eu andei lado a lado com Miguel. Ele é respeitoso e simpático o tempo todo. Ele chega a me fazer sentir mal por estar me sentindo incomodado com a situação.

Eu tento abandonar a minha fisionomia séria e sorrir mais. Chegamos a uma mesa, ele puxa a cadeira para eu sentar e depois se acomoda na minha frente.

Eu penso em papai. Será que ele se incomodaria por eu estar na companhia de Miguel?

Conversamos mais que no carro. Parte do meu nervosismo com o homem desconhecido foi se dissipando. Mesmo ssi só me senti totalmente relaxado quando ele me deixou em casa.

***

Joana nos apresentou o novo aluno Rui, para ficar no lugar de Tatiana que já não se faz presente fazem duas aulas devido a sua mudança de turma.

Rui é um rapaz magro e um pouco mais baixo que eu. A sua idade deve regular com a nossa. Ele demonstra ser tímido e fica um pouco envergonhado em nos conhecer.

Ele ganha roupas de ginástica iguais às nossas. Ele parece estar um pouco incomodado, mas depois de fazer algumas perguntas tolas para Joana acaba vestindo elas.

Ele parece se incomodar quando chegou o momento de fazer exercícios em duplas, mas felizmente a sua dupla não foi comigo.

Os seus movimentos são mais desajeitados e brutos que os nossos. Ele ainda tem muito a aprender para estar no nosso nível.

Após o treino Rui nos olhou muito durante o banho, quase chegando a incomodar. Em certa altura o seu pênis se tornou ereto e ele tentou disfarçar e saiu rapidamente do chuveiro. Foi uma pena a sua pressa, eu tinha pensado em conversar um pouco com ele depois, para deixá-lo mais à vontade conosco.

Apenas Raquel e eu ainda estávamos sob o chuveiro. Ela desligou o dela e depois o meu. Pegou a minha mão e puxando um pouco falou:

— Vem comigo!

Mesmo sem entender o que ela deseja eu me deixo ser conduzido. Eu penso em me secar, mas ela parece ter outros planos. Eu apenas percebo quais são quando ela me puxa para dentro do reservado.

Eu hesitei por um momento na porta. Já vi isso com os outros muitas vezes. Depois entro e ela fecha a minha porta atrás de mim.

Raquel me abraça com mais força do que o normal. Nossos seios se encostam e depois a sua boca encosta na minha.

Um alarme parece atingir os meus pensamentos. Por um momento penso em me afastar, mas a sensação é tão boa.

A língua de Raquel passa por dentro da minha boca, depois eu faço o mesmo com ela. As suas mãos acariciam um pouco as minhas costas e depois uma de suas mãos tocam o meu peito e nossos lábios se afastam um pouco.

O toque da minha amiga é intenso, mas não bruto. A onda de prazer me faz gemer. O seu olhar retrata luxúria e desejo como eu nunca vi antes. Nos beijamos novamente.

Raquel acaricia a minha bunda. Eu me sinto úmido e tento me afastar um pouco, mas seus braços evitam que isso aconteça. As nossas bocas se deslocam por um momento no qual ela pergunta:

— Nunca brincou com o seu anus?

Eu neguei e ela deve ter percebido a minha expressão um pouco assustado. A sua mão subiu para as minhas costas.

Ainda ficamos algum tempo juntos. A pele de Raquel é muito macia e agradável e os seus toques são quase tão bons quanto os toques de papai no meu corpo. Os dela são mais delicados.

***

Era o primeiro encontro todos juntos fora da academia e longe de Joana. A ideia partiu de Amanda e todos gostaram da ideia, embora Rui foi o último a concordar.

O encontro foi no mesmo café que eu havia visitado alguns dias antes na companhia de Miguel. Joana sugeriu o lugar.

O local é frequentado por pessoas bonitas e bem vestidas. O seu atendimento e as opções são muito bons.

Eu procurei me vestir de forma especial para a ocasião. Fiz uma maquiagem especial e pintei as minhas unhas num tom de roxo que gosto bastante.

Todos chegaram em horários muito próximos. As roupas de todos são muito bonitas, menos Rui, usando uma camiseta simples e calças jeans sem graça, mas educadamente ninguém falou nada.

A conversa fluiu de forma animada. Em algumas situações eu podia ver rapazes em outras mesas interessados em nós, mas se mantiveram afastados. Rui sempre foi mais calado e distante.

No horário combinado, os motoristas vieram nos buscar. Algumas de nós foram se despedindo e indo embora, foi quando Rui tocou discretamente o meu braço e perguntou:

— Podemos conversar, mais cinco minutos?

Eu sorri com simpatia. Um pequeno atraso não seria um problema e respondi:

— Claro que sim.

Ele demonstra certa insegurança. Olha para os lados como se receasse algo e num tom de voz baixo pergunta:

— O que você consegue lembrar?

A pergunta me deixou um pouco confuso e sem saber exato o que ele quer dizer sorri e perguntei:

— Como assim?

— Da sua vida, antes.

Eu pensei por um momento. Vida de antes não é algo que eu pense a respeito. Rapidamente pensei nas primeiras aulas com Joana. Por um momento me recordei que éramos diferentes. Me lembrei do instituto, mas tudo parece tão confuso. Uma resposta pareceu surgir nos meus pensamentos e falei:

— Nada me parece importante. Treinar com Joana e deixar papai contente é o mais importante.

Ele insistiu:

— Tente, como você era antes?

Eu atendi o seu pedido, mesmo me sentindo incomodado. É difícil seguir pensamentos nessa linha. Uma dor de cabeça leve surgiu e um pouco irritado falei:

— Isso é muito chato.

Beijei rapidamente o seu rosto falando:

— Eu já vou, até amanhã no treino.

Segui em busca do meu transporte.

***

Já no final da aula Joana comentou que vamos entrar em uma nova fase nos nossos novos exercícios. Nos entregou novas sacolas e avisou que poderíamos nos trocar lá mesmo. Percebi que apenas o Rui não ganhou e imaginei que ele poderia ficar chateado.

As roupas novas de ginástica eram diferentes demais, então todos precisaram de ajuda para vesti-las.

Eu conhecia meia calças, embora nunca tinha pensado em usar uma. Tive que vesti-las com cuidado. Joana me ajudou a prendê-las em algo na cintura. Alguém falou:

— Isso parece meia cinta liga.

Alguém riu e eu também, mesmo sem saber o que é isso. O conjunto tem uma calcinha e a parte superior dele me lembra as minhas roupas de dormir. O conjunto é um pouco justo e vai dificultar a realização de exercícios. A calcinha é mais justa e de linhas finas do que estou acostumado.

Olhei para as minhas colegas e por último para Rui. Todas parecemos muito bem nas novas roupas e acho que Rui deve ter ficado chateado, embora ele parece mais nervoso que chateado. Trocávamos impressões e nos olhávamos no espelho e percebi que num ponto mais afastado Joana e Rui pareciam estar travando uma pequena discussão. Ele deve estar realmente chateado por não ter ganho uma peça tão bonita.

Por último Joana nos deu calçados. São mais altos do que já usei e eles têm saltos finos, fiquei em dúvida se poderia andar adequadamente com eles.

Raquel foi a primera a se arriscar, sob um olhar atento e ajuda de Joana. Depois um a um tentamos. O calçado oferece menos equilíbrio e nos faz caminhar de forma diferente.

Antes de irmos embora Joana avisou que já havíamos recebido outros modelos em casa e que deveríamos trazer um deles para a próxima aula.

Indo embora ainda reparei mais um Rui. A sua fisionomia nervosa, talvez preocupada, não melhorou.

***

Em casa papai fez questão de me ver vestindo as minhas novas roupas de ginástica. Experimentei mais de uma para ele ver e dei o meu melhor para caminhar com os novos calçados.

Ele parece estar gostando bastante, embora aparenta estar um pouco nervoso, mas a certa altura precisou ficar algum tempo no banheiro.

Fiquei muito desejoso de chegar a minha próxima aula e eu usar mais a nova roupa.

***

A aula foi de bastante treino em andar com os novos calçados. A forma que nos movimentar usando eles é interessante e Joana corrigiu várias vezes a todos. Apenas Rui se manteve mais distante e seu treino foi diferente.

Já estávamos no que eu achava ser o fim, quando Joana chamou Rui para junto de nós e falou:

— Agora vamos tentar algo novo. Tirem as suas roupas.

Já estivemos nus em frente aos outros infinitas vezes, embora muito menos junto com Rui, então isso não foi um problema. Depois sentamos em roda, Joana se aproximou de Sabrina e tocou o seu diminuto pênis.

Ela fez em Sabrina uma espécie de massagem em Sabrina que parecia ser agradável. Depois ela disse:

— Agora formem duplas, primeiro um faz no outro e daqui a pouco eu aviso para trocarem.

Raquel , a minha companheira preferida de exercícios se juntou rapidamente comigo. Não houve tempo para escolha e as suas mãos suaves tocaram o meu pinto.

A massagem é agradável. Não lembro a última vez que fiz uma massagem assim em mim mesmo, mas é bom ser tocado.

Com certa curiosidade percebemos que o pinto de Rui ficou duro rapidamente. Sabrina parecia estar gostando disso acontecer. Me lembrei que isso já aconteceu com Rui em banhos nos primeiros dias de treino dele.

Rui gemeu um pouco mais alto e algum tipo de creme pegajoso saiu de seu pinto, molhando as mãos de Sabrina que pareceu assustada por um momento.

Eu ainda pensava nisso, quando logo depois Joana pediu a troca de atividade. Raquel soltou o me pênis e eu peguei no dela, que é um pouco maior que o meu. O seu calor é agradável e a sua textura diferente. Comecei a massageá-lo da melhor forma que pude.

Rui não parecia estar contente em estar pegando no membro de Sabrina, bem menor que o dele.

Após algum tempo Joana encerrou a nossa aula e nos mandou para o vestiário.

Antes de eu ir embora, Joana me explicou que homens de verdade gostam de ter os seus pênis acariciados dessa forma e eles ficam eretos. Pensando no que seria um homem de verdade eu pensei em Miguel, que havia visto apenas uma vez, e depois envergonhado pensei em papai e perguntei:

— Papai gostaria disso?

Joana parecia ter se divertido com a pergunta quando respondeu:

— Você terá que perguntar para ele.

Fui embora pensando nisso.

***

Estávamos jantando, quando eu pensei por um momento na aula de ginástica que tive mais cedo.

Eu quero fazer papai sempre feliz e perguntei:

— O seu pênis fica ereto papai?

Ele engasgou e tossiu bastante e isso me assustou. Eu queria ajudá-lo, mas não sabia o que fazer. Felizmente ele voltou ao normal, ainda respirando um pouco acelerado. Depois perguntou:

— Por quê você está me perguntando isso?

Um pouco receoso dele passar mal novamente expliquei:

— Temos um aluno novo, o Rui, e durante um treino o seu pinto ficou duro e durante a sua massagem ele expeliu um líquido estranho do seu pênis. Joana comentou que homens gostam disso.

Pensei em perguntar se papai também gosta e se isso o agradaria, mas optei por aguardar uma manifestação dele. Ele pareceu ser cauteloso ao falar:

— Sim, homens gostam disso.

Ele bebeu um pouco de sua cerveja me olhando, como se esperasse algo. Eu dei uma nova garfada no meu prato e me lembrei que amanhã papai prometeu me levar ao shopping.

***

Papai gosta de manter a sua mão na minha coxa e sobre a minha calça enquanto dirige. Estamos indo ao shopping.

Às vezes eu ainda desequilibro com meus calçados novos que são mais altos que os antigos, mas Joana disse que temos que treinar com eles sempre que possível.

Papai se ofereceu pra me dar apoio e andamos de mãos dadas. A sua mão é grande e quente, então isso é agradável. Ele comentou que gosta de como os sapatos me fazem andar e fiquei contente em saber.

Entramos em uma loja de moda feminina juvenil. Papai comentou que preciso de mais roupas novas.

Papai escolheu algumas peças com a ajuda de um vendedor e eu segui para o vestiário. Percebi que o vendedor, um homem de vinte e poucos anos, me olhou discretamente algumas vezes.

Eu vesti um shorts jeans que papai selecionou. Ele é curto demais e muito justo, deixando a minha coxa bastante exposta. Vesti uma blusa regata que também é pequena expondo muito da minha barriga.

Eu deixei o vestiário para mostrar como eu estava. O vendedor dessa vez não conseguiu disfarçar e me olhou boquiaberto. Depois recuperou a compostura e tentando falar sério falou para papai:

— O senhor tem uma sobrinha muito bonita.

Papai riu com a situação e me pediu para vestir a próxima e me disse que eu fiquei muito bem.

Peguei na minha mão uma mini saia. Eu nunca havia usado uma dessas e igual ao shorts, ela parece pequena.

Papai ficaria muito chateado se eu reclamasse de alguma roupa, então eu a vesti. Demorei um pouco olhando nos espelhos. Algo me incomoda, mas a sensação que papai vai gostar tira isso do meu pensamento e sigo mostrar pra ele também, que gosta bastante.

A pilha de roupas para experimentar é grande.

***

Eu já ando com habilidade com sapatos de salto, no começo eles causavam um pouco de dor, mas após alguns dias de treino se tornaram confortáveis.

A nova fase da academia mudou bastante. Além da mudança em nossas roupas de ginástica, os treinos são diferentes. Além de andar, tivemos aulas de como sentar e levantar, como arrumar adequadamente a disposição em uma mesa de jantar, como falar e comer com delicadeza, além de outros. Eu procuro aprender tudo com dedicação.

As nossas roupas também estão nitidamente em mudanças. No começo eu usava as minhas roupas mais curtas apenas para agradar papai, mas hoje eu adoro elas e gosto quando outros me observam com elas.

O treino de hoje já havia finalizado quando Joana me chamou para conversar, enquanto os outros estavam no vestiário. Eu lamentei, pois pretendia chamar Raquel para o reservado se ele não fosse ocupado antes.

Joana comentou:

— Eu gostaria tanto que o Rui usasse as mesmas roupas que vocês logo, mas o caso dele é um pouco diferente.

O Rui está geralmente mais calado e distante de nós. É visível que não gosta de muitos de nossos treinos. Lembro dele ficar bastante aborrecido a primeira vez que ele não expeliu o seu creme durante uma massagem peniana, mas pareceu aceitar isso melhor da segunda vez. Com dúvidas perguntei:

— Como assim, ele é um caso diferente?

Joana ficou séria por um momento e depoi pareceu forçar uma fisionomia descontraída e falou:

— Esqueça isso, mas eu gostaria que ele aumentasse a interação com vocês. Pode me ajudar a esse respeito?

Ela ainda comentou dicar do que eu poderia fazer para me inteirar mais com ele. Já estávamos finalizando a conversa e as minhas companheiras já tinham ido embora quando ela falou:

— Não se esqueça o quanto os homens gostam de ter os seus pênis massageados.

Eu segui para o vestiário pensando nisso.

***

Eu gosto da minha rotina noturna antes de dormir.

É importante remover toda a maquiagem com cuidado. Depois vou escovar e passar os meus cremes de cabelo e corporais, isso deixa a minha pele sempre macia.

Eu tenho muitas roupas de dormir. Papai as chama de lingerie às vezes. Algumas delas até são parecidas com as roupas de ginástica. Eu escolhi e vesti umas delas.

Papai já estava deitado e lendo algo no celular. Eu já estava para colocar a minha vitamina na boca e deitar ao seu lado, quando desisti, sentei-me na cama e sorrindo perguntei:

— Você gostaria que eu massageasse o seu pênis, papai?

Ele me olhou com uma visível surpresa e o seu celular caiu de suas mãos sobre a cama. A sua voz, sempre firme, chegou a ser um pouco insegura quando ela afastou as cobertas dizendo:

— Sim, sim… eu gostaria muito.

Ele abaixou a sua calça de pijama e eu peguei o seu pinto. Ele é muito maior que o de todos na aula.

Estranhei os primeiros movimentos devido ao seu tamanho, mas fui recordando das várias dicas sobre isso nas aulas. Achei engraçado que aos poucos ele foi se tornando mais rígido em minha mão. Papai passou a conter seus gemidos.

O pinto de papai se tornou bastante duro e grande. Foi quando ele berrou um gemido mais alto e começou a expelir grandes quantidades de creme nas minhas mãos.

Ele tirou as minhas mãos do seu pinto que amoleceu um pouco e depois e balbuciou:

— Você está muito bem preparada, faria até uma estátua ficar dura.

Fui ao banheiro de papai para me limpar. Quando voltei ele já parecia estar cochilando. Tomei a minha vitamina e me acomodei ao seu lado.

***

Continua…

Comentários, sugestões, ideias ou críticas são sempre bem vindos. Pode me escrever por aqui ou no e-mail sissiehipnose@gmail.com. Não sou pagante e não recebo mensagens internas no site.

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Foto de perfil de SissieHipnoseSissieHipnoseContos: 98Seguidores: 103Seguindo: 3Mensagem Trabalho com tecnologia da informação e sou escritor amador nas horas vagas. Adoro contos envolvendo tecnologias diversas, feminização (principalmente forçada), mulheres dominantes, lavagem cerebral, controle mental e ficção científica. Obrigado a todos que acompanham e comentam meus contos. Se quiser conversar ou trocar ideias o meu e-mail se encontra na maioria dos meus contos.

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