Oi, meus gatinhos, tudo bem com vocês? Espero que sim! Então, mais uma história quentinha chegando pra vocês, e essa aqui foi especialmente criada a pedido de um VIP muito especial. Ele viveu isso, jura que é real, e me pediu pra escrever do ponto de vista dela, porque ele sempre quis saber o que estava passando na cabeça dessa menina. Então hoje eu vou ser a Carol, a Caroline, e vou contar essa história como se tivesse sido eu. Bem-vindos, espero que curtam muito essa fantasia, e se gostarem, deixa aquele like e manda mensagem pra mim. Vamos lá!
Eu sabia exatamente o que ia acontecer quando ele mandou mensagem.
Não era do tipo de pergunta que deixa dúvida "vem aqui trocar uma ideia" ninguém manda isso numa segunda-feira de manhã sem querer dizer outra coisa. E eu conhecia o João de sobra. Dois anos na mesma sala, dois anos sentada duas fileiras atrás dele, vendo aquele pescoço, aquele jeito de se mexer na cadeira, de esticar o braço pra pegar alguma coisa. Dois anos guardando isso debaixo da língua feito um segredo que doi.
Então quando a notificação chegou e o nome dele apareceu na tela, meu coração fez aquela coisa idiota que coração faz. Disparou.
"Tô em casa, você vem no horário do almoço?"
Eu estava no trabalho, na clínica, organizando a agenda da manhã. Coloquei o celular virado pra baixo na mesa e fiquei olhando pra tela do computador por uns trinta segundos fingindo que precisava pensar. Mas lá no fundo eu já sabia. Já tinha decidido antes mesmo de ele terminar de digitar.
"Tá bom. A que horas?"
"Meio-dia. Você sabe onde é, né?"
Sabia. Claro que sabia.
O almoço começou ao meio-dia, eu saí às doze e dois, disse pra chefe que ia comer fora e voltava até a uma. Fui de ônibus, o coração batendo no ritmo errado o tempo todo. Fui olhando pela janela, tentando me acalmar, tentando parecer normal pra mim mesma. Ajeitei o cabelo umas quatro vezes. Não adiantou nada.
A casa dele era no final de uma rua arborizada, daquelas calmas demais pra uma terça-feira. Eu me lembro do silêncio quando desci do ônibus. Me lembro do sol batendo na calçada. Me lembro de ficar parada no portão uns segundos antes de apertar a campainha, só respirando.
Quando a porta da frente abriu e ele apareceu, aquele idiota bonito com o cabelo ainda bagunçado e uma camiseta velha, alguma coisa dentro de mim afrouxou. Sabe quando você fica tanto tempo com tensão acumulada que quando o momento finalmente chega, o corpo inteiro relaxa de uma vez? Foi isso. Eu sorri. Ele sorriu de volta.
"Oi," ele falou.
"Oi."
E já estava feito.
Entramos, ele fechou a porta, ofereceu suco, eu disse que não precisava. A casa estava quieta do jeito que casas ficam quando só tem uma pessoa dentro, e isso tinha um peso diferente. Não era a mesma pessoa que eu conhecia em sala de aula, espremida entre vinte outros alunos. Era ele, e era eu, e era silêncio.
"Meu quarto é lá no fundo," ele disse, com aquela voz tranquila, como se estivesse dizendo a coisa mais natural do mundo.
Comecei a caminhar pelo corredor. Eu sentia ele atrás de mim, o calor da presença dele. A porta estava aberta, o quarto com luz de janela, cama de casal, cheiro de perfume dele misturado com o ar parado da manhã.
Quando cruzei a porta, foi quando ele me pegou.
Dois braços me envolvendo por trás, as mãos dele encontrando meu corpo antes mesmo que eu processasse o movimento. Ele baixou o rosto, a boca quente no meu pescoço, e eu fechei os olhos no mesmo segundo. Não forcei. Não pensei. Só deixei. Aquela boca no pescoço, os dentes roçando de leve, e as mãos espalmadas nos meus seios por cima da blusa, apertando devagar, sentindo o peso deles, e eu senti um calor subindo pelo peito que não tinha nada de sutil.
Dois anos. Era isso que dois anos faziam.
Eu me virei.
Não sei bem como descrever o beijo que dei nele, porque não foi delicado. Não foi o tipo de beijo de apresentação, de *olá, tudo bem.* Foi o tipo de beijo que você dá quando você guardou coisa demais por tempo demais e o corpo finalmente cobra tudo de uma vez. Peguei ele pela nuca, puxei, e nos beijamos com uma força que me surpreendeu até a mim. Ele respondeu na mesma intensidade, as mãos dele descendo pelas minhas costas, e eu senti que tínhamos saltado vinte páginas de uma vez, pulado toda a parte lenta, e estava tudo bem. Estava mais do que tudo bem.
Quando a gente se separou pra respirar, eu estava com os lábios formigando e os joelhos levemente traidores.
*"Deita," eu falei.
Ele deitou sem questionar.
Eu me ajoelhei na beira da cama, desci o short dele devagar. Ele estava duro, e eu parei um segundo só pra olhar, porque às vezes você quer guardar isso, o momento antes de começar, quando tudo ainda está por acontecer. Depois desci o rosto.
Quando coloquei ele na boca, ouvi o ar escapar dele, aquele som involuntário que homem faz quando não consegue segurar. Isso me acendeu de um jeito que é difícil de explicar. Tem um poder nisso, sabe? Em ter alguém completamente à sua mercê assim, sentir o corpo dele reagindo a cada movimento que você faz com a língua, com os lábios. Eu fiz aquilo com calma, com vontade. Sem pressa. Chupei ele fundo, enrolei a língua, mantive o ritmo que fazia os músculos das coxas dele contraírem. Ele ficou com a mão no meu cabelo, não forçando, só segurando, e eu sentia o quanto ele estava segurando o fôlego.
Fiquei assim por um bom tempo. Tinha saudade disso antes mesmo de ter feito uma vez. Era estranho e era gostoso ao mesmo tempo.
Quando decidi parar, subi, tirei a blusa, o sutiã, a calça. Fiz isso sem cerimônia, sem teatro. Ele me olhou do jeito que eu queria ser olhada, inteiro, de cima a baixo, demorando nos lugares certos. Meus seios, minha barriga, minha cintura, minha bunda quando me virei brevemente pra tirar a calcinha. Aquele olhar valia alguma coisa.
Voltei pra cama.
"Missionário,"eu disse.
Ele me cobriu, e quando entrou em mim eu abafei um gemido no ombro dele. Estava encharcada, e ainda assim senti cada centímetro entrando, aquela pressão lenta e boa que faz o estômago virar. Ele ficou quieto por um segundo, me deixou me ajustar, e depois começou a se mover.
"Mais forte," eu pedi.
Não precisei repetir.
Ele pegou o ritmo, as mãos me segurando pelos quadris, e eu enrolei as pernas na cintura dele e me deixei levar. Cada pancada mais funda que a anterior, a cama rangendo levemente, minha respiração saindo em partes irregulares. Eu gemia sem querer segurar, porque não tinha por que segurar. Estava só nós dois naquela casa quieta.
Senti o primeiro orgasmo construindo de dentro pra fora, aquela onda começando na barriga e irradiando. Apertei ele com tudo e gozei com um gemido comprido que não foi discreto nem um pouco. E ele não parou. Continuou me fodendo com a mesma intensidade, e eu senti que podia gozar de novo sem sequer descansar entre um e outro.
Foi aí que ele veio também, se enterrou fundo, e eu senti ele pulsando dentro de mim, quente, completo. Fiquei com as pernas enroladas nele, sem querer mover.
Ficamos alguns minutos assim, respirando. Ele beijou minha testa. Eu não esperava isso e não sei bem o que senti.
Mas logo voltamos. Porque quando você tem a tarde inteira, ou pelo menos o almoço inteiro, e um corpo que ainda quer mais, você não desperdiça.
Fomos pra posição de quatro, e dessa vez não tinha nada suave. Ele foi fundo desde o início, as mãos espalmadas nas minhas nádegas, e eu me sustentei na cabeceira da cama e pedi mais. Gozei de novo, com mais força que na primeira vez, aquele tipo de orgasmo que faz você perder o fio de onde está por uns três segundos.
Ele me virou, tentamos de lado, de frente, com minha perna levantada. Cada posição tinha uma sensação diferente, uma profundidade diferente, um ângulo que me pegava de um jeito que eu não esperava.
Perdi a conta de quantas vezes eu vim.
O chuveiro foi ideia dele.
A água estava na temperatura certa, e tinha alguma coisa diferente em transar de pé, com a água quente escorrendo pelos dois, os corpos escorregando um contra o outro. Ele me encostou na parede fria do box e entrou em mim de novo, e eu joguei a cabeça pra trás com a água caindo no rosto. Aquilo tinha uma qualidade diferente das outras vezes, mais lento, mais próximo. Meu peito no peito dele, a respiração misturada com o vapor. Era conexão. Não só físico. Alguma coisa entre os corpos que não precisava de nome.
Quando ele gozou de novo, foi na minha boca, e eu deixei. Levantei o rosto, fechei os olhos, e deixei.
Quando saí da casa dele eram quinze pra uma. Eu estava com o cabelo ainda úmido, a roupa de volta no corpo, as pernas levemente bambas. Voltei andando até o ponto de ônibus com o sol batendo na nuca.
No trabalho, a tarde passou estranha. Eu ficava no meio de uma tarefa e saía do ar por cinco segundos, lembrando de alguma coisa, o peso dele em cima de mim, o som que ele fez na primeira vez que eu o coloquei na boca, a água quente do chuveiro.
Não mandei mensagem pra ele.
Ele não mandou pra mim.
Não sei o que eu esperava. Talvez nada. Talvez só aquilo, um horário de almoço inteiro usado pra ser fodida do jeito certo, por alguém que eu queria faz tempo, e depois cada um seguir em frente carregando aquilo no bolso, quieto.
Às vezes é o suficiente.
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Me chama lá: @velvetcatt no Telegram 😈💋
E aí, meus gatinhos, o que acharam dessa selvageria toda? Ficaram duros ou molhadinhos só de imaginar? Eu sei que sim, porque tô ficando excitada de novo só de escrever isso tudo. Deixa um comentário, me conta o que te deixou mais louco, o que você quer ver nas próximas histórias. Tenho um monte de safadezas pra dividir com vocês. Beijos molhados da sua Cat preferida. Até a próxima!
