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Na locadora - Daniela

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Um conto erótico de Júnior Paulista
Categoria: Heterossexual
Contém 1928 palavras
Data: 23/06/2026 15:34:18

Olá, leitor(a). Mais um conto do Júnior.

Nos idos anos 2000, a tecnologia avançava a passos largos, mas de forma mais lenta do que hoje. O auge eram os DVD's, que proporcionavam filmes de maior qualidade e duração.

Lá em casa, como já dito algumas vezes, as amarras religiosas impediam a aquisição de televisão, não pelo aparelho em sim, mas porque novelas (principalmente) eram coisas do capeta. Assistir a elas poderia trazer a realidade da família brasileira (conflitos, tentações, traições, etc) para dentro do nosso lar.

Mas, conseguimos convencer meu pai a comprar um DVD para o computador, sob a justificativa de poder instalar e rodar jogos que vinham nesse tipo de mídia. Com o tempo o equipamento ficou mais barato e ele mandou instalar. Já tínhamos um monitor de LCD de 17 polegadas, grande para a época, devido aos jogos. Na época meu irmão e eu jogávamos muito Counter Strike (CS, como era mais conhecido o jogo de tiro), e meu pai tinha comprado um computador com placa de vídeo e o monitor maior para que tivéssemos uma experiência melhor de jogo.

Depois de muito insistir, minha mãe liberou eu e meu irmão para irmos à locadora alugar 2 filmes para o final de semana. Só poderia ser comédia ou aventura, ação também. Não me lembro dos títulos, mas alugamos e trouxemos para casa. Foi um final de semana de êxtase, com direito a pipoca e refrigerante, assistindo comédia e dando risadas. Até minha mãe participou, e riu muito.

Acontece que na locadora também tinha uma seção reservada para filmes adultos. Eu nem ousava entrar na sala "restrita", com uma placa bem grande de "proibida a entrada de menores de 18 anos" em vermelho, colada na porta. Morria de vontade, mas seria impossível ver um filme adulto em casa.

A locadora era uma empresa do pai de Marina e de Daniela, aquelas da festa de final de ano do CCAA (relatada aqui na Casa dos Contos, leia no meu perfil). Uma bela segunda-feira de sol, vou eu em minha bike devolver os DVD's. Entro na locadora e vejo Daniela, que abre um sorriso.

— Oi, Júnior. Quanto tempo!

— Oi Dani, como vai? Faz mesmo - disse eu, entregando os dois DVD's para ela conferir.

Ela abriu a caixa, viu que não tinha riscos, colocou no leitor, o vídeo abriu. Ela retirou, guardou e repetiu o procedimento com o outro. Depois, guardou ambos embaixo do balcão, e deu baixa no sistema, liberando os filmes para a próxima locação.

— Tá trabalhando aqui? - perguntei.

— Não, meu pai é o dono, você sabe.

— Sei sim.

— Estou cobrindo a falta de uma funcionária, que ficou doente. Filha do dono, sabe como é, trabalha de graça - e riu.

— Pois é, tem vantagens e desvantagens - eu ri também.

— E aí, aquela aventura gostosa? Precisamos repetir - ela disse.

— Nem me fala, gostei muito!

— Precisamos combinar. Você vai começar a alugar filmes aqui?

— De vez em quando, se tiver grana e minha mãe deixar - respondi. A locação era R$ 3,00 por filme, por sexta, sábado e domingo, devendo devolver na segunda até 14:00.

— Apareça aí, sempre que der - me jogou um beijo, por cima do balcão. Eu fui embora de pau duro. Não via possibilidades de aventura com Dani. Eu não podia ficar saindo muito de casa, e nem tinha como ficar muito tempo fora quando saía. Seria difícil.

Continuamos a alugar filmes lá. Dani nunca estava, eram sempre duas funcionárias, tanto na sexta quanto na segunda.

Até que veio o dia da aventura. Meu irmão e eu nos revezávamos para ir devolver os filmes. Não era tão longe, mas de bicicleta, cheio de subida, normalmente ia só um de nós. E foi meu dia de devolver o filme. Cheguei na locadora pouco antes das 14:00. Eles não eram tão rigorosos, bastava devolver o filme na segunda que não eram cobradas multas. Para meu espanto a locadora estava fechada. Pensei: "ué, feriado hoje?" Toquei o interfone existente e aguardei. Passado uns 5 minutos vi alguém vindo em direção à porta, que se abriu após a chave virar na fechadura.

— Oi! Estamos fechados hoje - era Daniela, com um sorriso amarelo no rosto. Ela vestia short de lycra apertado e uma blusa tomara que caia, cabelos jogados sobre o ombro.

— É feriado hoje? - perguntei.

— Sim, aniversário da cidade - respondeu ela.

— Nossa, nem me liguei. Tá, eu volto amanhã então - disse eu, montando na bicicleta para vir embora.

Ela me segurou pelo braço e sussurrou:

— Entra, devolve o DVD pra mim. Eu dou baixa pra você não ter que voltar amanhã.

— Tá bom - disse eu, abrindo o cadeado para amarrar a bicicleta na placa em frente à loja.

— Leva a bike lá pra dentro hoje, assim ninguém vai saber que tem gente aqui.

— Ué, qual o problema? - perguntei.

— A loja tá fechada. Se tiver uma bike aqui vou ter que abrir para outros clientes. Entra logo!

Entrei e coloquei a bike encostada no balcão. Coloquei a sacola de DVD's em cima do balcão e olhei para ela, esperando que ela fosse ligar o computador e verificar as mídias. No entanto fui surpreendido por um beijo de língua, que me pegou desprevenido. Suspirei, surpreso, caí na real, e retribuí. Que delícia!

— Você tá louca, Dani? A gente deve estar aparecendo nas filmagens!! - a loja tinha circuito integrado de câmeras de segurança.

— Cala a boca. Só aproveita! - e repetiu o beijo, mais intenso. O tesão era muito! Beijei-a como nunca. Apertava seus seios, sua bunda.

— Meu pau tá latejando! - falei, arfando.

— Venha comigo, vamos para um lugar seguro - disse ela, me pegando pela mão, na semi-escuridão do interior da loja, que estava toda apagada.

Ela me levou até a sala dos filmes adultos, abriu a porta com a chave. Entramos e ela trancou por dentro. A sala tinha uma luz amarela meio fraca, um ventilador, um banco estofado e uma TV com aparelho de DVD. Assim o cliente poderia dar uma olhada no filme que estaria levando para casa. Essa mesma sistemática tinha do lado dos filmes comuns. A sala tinha um cheiro de sexo (ou seria coisa da minha cabeça?). A TV estava ligada, em uma cena que uma loira estava sendo comida no cu por um negão.

— O pessoal vem aqui assistir filme pornô? - perguntei.

— É mais homem, talvez uns 95%, mas tem algumas mulheres que vem também.

— E deixam a TV ligada assim? - perguntei.

— Não, Júnior, era eu que estava aqui escondida, assistindo. Eu estava quase gozando quando você tocou o interfone. Vi que era você e resolvi abrir.

Então tudo ficou claro para mim... eu estava ali no momento certo! Não houve palavras. Puxei a blusa dela para cima, ela estava sem sutiã. Mamei aqueles peitos maravilhosos. Em seguida abaixei o short dela, revelando uma calcinha molhada. Aquela mulher estava ali se acabando na siririca! Abaixei minha calça, tirei minha cueca e me aproximei, pau em riste!

Nos beijamos intensamente, meu pau tocando a buceta dela. Pedi para ela se sentar no banco estofado e dei o meu pau para ela chupar.

— Chupa minha rola, não é grande e nem grossa como desse negão aí, mas é o que você tem hoje!

Ela agarrou meu pau, apertando com força. Puxou-me pelo pau em direção à sua boca e seus lábios me envolveram. De início um toque suave, para no próximo segundo parecer que estava chupando o único pau do universo. Ela chupava vorazmente. Eu gritei, instintivamente!

— Para, Dani, paaaaraaa!!!

E ela parou, olhando para mim, sedenta.

— Quase gozei! Você é muito boa nisso! Caralho! Deita aí na porra desse banco.

Ela se deitou, expondo a buceta, que escorreu e marcou o tecido. Abaixei-me, abri bem as pernas dela e chupei com sofreguidão. Era viciante, não deveria acabar, tinha que ser eterno! Afastei a boca, inseri dois dedos, e fiz o movimento de "vem cá", acertando o ponto G dela.

— Puta que pariu! GOZEI!!! - gritou ela, fechando as pernas e apertando minha cabeça com força, prendendo-me ali. Quase fiquei sem respirar, até que ela me soltou.

— E aí, Dani, tá gostando? Melhor que bater siririca pra esse negão?

— Porra! Pra caralho! Me come, vai, não aguento mais.

— Não tenho camisinha!

— Coloca logo aí, só não gozar dentro!

Não me fiz de rogado. Coloquei o pau duríssimo na buceta dela. Com a enterrada repentina ela gozou. Chacoalhou as pernas. Puxou-me para um beijo, dessa vez apaixonado, sem pressa, eu com meu pau dentro dela, por cima dela no banco. Comecei a mexer novamente, após um ou dois minutos parado. Iniciei lento, depois fui aumentando a amplitude e velocidade dos movimentos, até que metia vigorosamente. Seus peitos balançavam para cima e para baixo, ela gemia baixo.

— Se eu continuar vou gozar! - anunciei.

— NÃO!!! PARA!!! Para!! - pediu ela. Eu parei.

— Que foi, Dani? Não vou gozar dentro! - protestei.

— Come meu rabo! Tô precisando! - disse ela.

— Mas nem tem lubrificante! - falei.

— Quer mais do que meu mel? Lambuza teu pau e meu cu e fode logo! Enterra esse mastro em mim! - pediu. O mastro a que ela se referia era de 14 cm, por dois dedos de grossura. Não era um baita instrumento, mas eu estava aprendendo a usar com técnica.

Lambuzei o cu dela com saliva e seus fluidos. Meti meu pau na buceta dela até molhar bem e coloquei na porta do anel dela. Encostei e ela forçou para trás. Entrou com dificuldade. Meu pau latejava de tesão! Ela forçou mais, eu quase gozei, mas me segurei, e meu pau entrou até o talo. Queria comer um cu, nunca tinha tido a experiência, precisava apreciar e saborear ao máximo esse momento.

— Calma, Dani, se você continuar eu vou gozar. Fica parada um pouco.

Ela estava de 4, ajoelhada com uma perna em cima do banco e a outra esticada. Quando falei isso, ela se levantou, com meu pau dentro, e eu a abracei, segurando os peitos dela. Desci a mão pela barriga e encontrei o grelo dela, que apertei, fazendo-a gemer e estremecer.

— Pelo amor de Deus, me come! - implorou.

Eu cedi, e comecei a estocar aquele cu apertado. Ela estava muito excitada, então meu pau deslizava fácil, mesmo usando só a lubrificação natural. Eu a comia com força, meu saco batendo na bunda dela. Até que anunciei:

— Vou gozar!

Nem bem terminei de falar ela estremeceu inteira, suas pernas bambearam e eu tive que segurá-la. Em seguida jorrei intensamente dentro dela. Saí de dentro e sentei-a no meu colo. Nos beijamos, apaixonados.

Ela pegou uma caixa de lenço umedecido e me deu. Nos limpamos ali, nos vestimos. Ela abriu a porta. Peguei minha bike, nos beijamos e ela abriu a porta da loja. Eu saí, pedalando leve, pensando no que tinha acabado de acontecer.

Quando cheguei em casa minha mãe viu que eu não tinha a sacola de DVD's na mão:

— Ué, a loja tava aberta? Esqueci do feriado de hoje...

— Não, mãe, mas a filha do dono, a Daniela, estava lá. Ela abriu a porta pra mim quando eu toquei o interfone, e consegui devolver os filmes. Ela falou que poderia devolver amanhã, mas que como eu era conhecido ela iria devolver pra mim no sistema. Aí demorou porque o computador travou, mas deu certo. Não estamos devendo nada lá.

— Ah, que bom. Pode ir pro banho, que você tá suado. Obrigado, filho. - e me deu um beijo.

Eu fui pro banho e bati uma, gozando novamente, lembrando da aventura recente.

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Foto de perfil genéricaJúnior Paulista Contos: 23Seguidores: 4Seguindo: 0Mensagem Um autor que escreve contos que representam desejos reprimidos, ou que questionam tabus, predefinições sexuais, psíquicas, etc. O objetivo do autor é levar o leitor a se deliciar mas também se questionar.

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