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O amigo endividado resolve se vingar da esposa recatada. Cap 2

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Um conto erótico de Carlos e Gleice
Categoria: Heterossexual
Contém 2644 palavras
Data: 23/06/2026 18:59:19

Márcio estava em seu carro, frustrado após jogar tudo o que tinha em uma casa de apostas online e perder mais uma vez. Sentia que sua sorte o havia abandonado por completo, mas ela estava prestes a mostrar o contrário de forma inesperada.

Ao olhar pelo retrovisor, viu uma cena que nem ele mesmo poderia imaginar. Um carro estacionava no mesmo estacionamento onde ele estava, e uma pessoa conhecida saia dele. Era Gleice, que cuidadosamente travou as portas do carro com o controle depois de sair do mesmo, e ajeitar o leve vestido que estava usando, que a deixavam ainda mais gostosa do que ela já era.

Gleice caminhava até um carro estacionado no mesmo local. Um rapaz jovem saiu do veículo. Ele aparentava ser pelo menos uns dez anos mais novo que ela — talvez mais. Tinha cabelo descolado, usava óculos escuros e um ar de quem sabia exatamente o que queria.

O rapaz foi até ela. Quando chegaram perto o suficiente, os dois se beijaram. Não era um beijo inocente. Era um beijo carregado de paixão e saudade, como se aqueles corpos não se tocassem há muito tempo.

— Eita… quer dizer então que a santinha Gleice não é tão santa assim? — murmurou Márcio, com um sorriso malicioso se formando no rosto.

Ele sacou o celular discretamente e começou a tirar fotos dos dois praticamente grudados. O rapaz mais jovem desceu a mão até a bunda farta de Gleice, apertando-a com vontade, os dedos afundando na nádega macia enquanto continuavam se beijando com fome. Quando os lábios se separaram, ele abriu a porta do carro e Gleice entrou. O rapaz entrou em seguida e os dois partiram.

Márcio os seguiu com cuidado, cruzando as ruas e a grande avenida de Praia Grande, até chegar a um motel. Ele registrou o exato momento em que o carro deles entrou.

Ficou esperando do lado de fora. Os minutos se arrastavam como uma eternidade, alimentando sua ansiedade. Depois de quase duas horas, o casal finalmente saiu. Márcio os seguiu novamente, mantendo distância segura, até o estacionamento onde o carro parou ao lado do de Gleice.

Ela desceu do carro com o rapaz. Seus olhares se encontraram e ela deslizou o indicador pelo peitoral dele, descendo devagar. Seu cabelo, antes preso em um rabo de cavalo, agora estava solto e bagunçado. O vestidinho branco com estampas de margaridas, que batia levemente acima do joelho, estava amassado. Não havia dúvida: ela havia acabado de foder com outro homem. Márcio registrou tudo.

Após a despedida, cada um seguiu seu caminho. Márcio agora tinha uma verdadeira mina de ouro no celular — provas concretas da traição de Gleice, capazes de destruir o casamento perfeito que ela tinha com Carlos Eduardo.

— Pobre do meu amigo… Enquanto a vagabunda da esposa está sentando num pau mais jovem que o dele, o cara tá lá trabalhando pra sustentar ela e aquele moleque que nem é filho dele de verdade.

Márcio foi para casa, transferiu todas as imagens para um pen drive e imprimiu as fotos em uma papelaria. Com as fotos e o vídeo em mãos, tinha dois caminhos: mandar tudo agora para Carlos e assistir ao circo pegar fogo, ou fazer algo ainda melhor. Ele escolheu a segunda opção.

De volta à residência, Gleice correu para o chuveiro. Deixou a água quente cair sobre seu corpo, relembrando cada momento intenso vivido com o outro homem no motel. Mordeu o próprio lábio enquanto passava as mãos pelo corpo que havia sido usado horas antes. A mão desceu lentamente entre suas pernas, esfregando a buceta ainda sensível, os dedos circulando o clitóris enquanto fechava os olhos e gemia baixinho sob a água quente.

Depois de algum tempo, saiu do banho, enrolou-se na toalha e enxugou o corpo. Ao sair do banheiro, deu de cara com Carlos Eduardo, que havia chegado em casa pelo menos duas horas mais cedo do que ela esperava.

— Oi, meu amor! Você chegou mais cedo… Aconteceu alguma coisa? — perguntou ela, surpresa.

— Não, meu amor. Terminei a inspeção mais cedo do que esperava. Não tem nada de errado nos negócios, graças a Deus estamos sempre prosperando — respondeu Carlos, aproximando-se. Segurou a cintura dela com as duas mãos, encostou o nariz em seu pescoço e inspirou profundamente o perfume de banho. — Está cheirosa, meu amor. Estava se preparando para mim?

— Sim… estava esperando você chegar — mentiu Gleice, desviando o olhar.

Carlos entrou no banheiro para tomar banho enquanto Gleice se trocava. Vestiu uma roupa leve por causa do calor e desceu até a cozinha para preparar o jantar.

Ela sentia um certo remorso pela traição, mas outra parte dela vibrava de tesão. Reviver aquela intensidade, ser fodida com vigor por um homem mais jovem, trazia de volta sensações que só havia experimentado antes do casamento.

Após preparar um jantar simples, os dois foram para a cama. Movido pelo desejo de sentir a esposa cheirosa e macia, Carlos avançou assim que se deitaram. Gleice, deitada de lado de costas para ele, tomou um susto ao sentir o pau duro do marido roçando contra sua bunda por cima da fina camisola.

— Ai, Carlos… o que é isso?

— Eu estou muito duro, meu amor. Preciso te foder agora. Que corpão gostoso você tem…

— Carlos, eu tô cansada, amor…

— Vai negar chamego pro seu marido? Não faz essa maldade não, gostosa — sussurrou ele, beijando seu pescoço enquanto as mãos percorriam o corpo dela.

Com os carinhos insistentes do marido e os beijos quentes em seu pescoço, Gleice acabou cedendo. Virou-se de frente para Carlos e entregou sua boca a ele. O beijo começou lento, quase carinhoso, mas logo ganhou toda a intensidade que o momento pediu. As línguas se encontraram, dançando com desejo intenso de Carlos, mas não podiamos dizer o mesmo de Gleice, não porque ela não desejava o marido, mas pelo cansaço.

Carlos segurou o rosto dela com as duas mãos, aprofundando o beijo enquanto seu corpo pressionava o dela contra o colchão.

Gleice retribuiu, mas seus movimentos estavam um pouco mais lentos, o corpo ainda carregando o cansaço da tarde intensa de sexo com outro homem. Carlos percebeu que ela parecia um pouco mais mole, menos urgente que o habitual, mas atribuiu à rotina do dia e ao calor da cidade. Ignorou o detalhe e continuou.

Ele desceu a mão pela lateral do corpo dela, levantando a camisola fina até a cintura. Seus dedos encontraram a pele macia das coxas e subiram até apertar uma das nádegas fartas. Gleice soltou um gemido baixo contra a boca dele, separando as pernas instintivamente para recebê-lo.

Carlos posicionou-se entre suas coxas, levando seu pau duro contra a bucetinha de sua esposa, roçando contra a entrada já úmida daquela bucetinha. Ele a beijou novamente, mais faminto, enquanto empurrava devagar para dentro. Gleice arqueou o corpo, sentindo-o preencher-la centímetro por centímetro. Ela estava muito mais sensível que o normal, resultado das horas anteriores, mas o gemido que escapou de sua garganta soou verdadeiro o suficiente para Carlos.

— Você ta tão molhada hoje, minha esposa linda... Ta entrando fácil meu pau, vou aproveitar … — murmurou ele, a voz rouca de prazer, começando a se mover em estocadas lentas e profundas.

Gleice abraçou as costas dele, com as unhas cravando de leve na pele enquanto acompanhava o ritmo. Seus quadris subiam com menos força que o normal, o corpo estava respondendo mais por reflexo do que movido por tesão. Carlos notou novamente o cansaço dela, a forma como ela se movimentava contra o corpo dele, pareceu fazer aquilo no automático para satisfaze-lo , mas o tesão falou mais alto. Ele acelerou aos poucos, metendo com mais vontade, fazendo as bolas bater ritmadamente contra ela.

Os seios médios de Gleice balançavam a cada estocada. Carlos abaixou a cabeça e capturou um mamilo com a boca, chupando com gosto enquanto continuava penetrando-a. Gleice gemia mais alto agora, os olhos semicerrados, misturando o prazer do momento com as lembranças recentes que ainda pulsavam entre suas pernas.

— Carlos… — sussurrou ela, a voz entrecortada.

Ele interpretou como excitação. Segurou uma das pernas dela, abrindo-a mais, e aumentou o ritmo. O quarto encheu-se do som molhado dos corpos se chocando e dos gemidos abafados. Gleice estava molhada, escorregadia, quase demais, mas Carlos só conseguia pensar em como ela estava deliciosa.

Depois de alguns minutos de metidas firmes e constantes, o prazer dele chegou ao limite. Carlos enterrou o rosto no pescoço dela, acelerando as estocadas curtas e profundas.

— Vou gozar, amor… — avisou, rouco.

Gleice apertou as paredes internas ao redor dele, ajudando-o a chegar lá. Com um gemido longo e grave, Carlos gozou forte dentro dela, com o pau pulsando enquanto jorrava seu gozo quente. Ele continuou se movendo devagar, esvaziando-se completamente, o corpo tremendo de prazer.

Ficou alguns segundos sobre ela, respirando pesado, antes de sair com cuidado e deitar ao seu lado. Puxou Gleice para seus braços, beijando sua testa suada.

— Que delícia, meu amor… Você estava tão molhadinha hoje — comentou ele, satisfeito, sem desconfiar de nada. — Parece que a casa vazia realmente está fazendo bem pra gente.

Gleice apenas sorriu fracamente, aninhando-se no peito dele enquanto tentava recuperar o fôlego. O remorso e o tesão proibido ainda giravam em sua mente, misturados ao calor do corpo do marido.

Gleice se sentia profundamente culpada por estar traindo o marido, mas o proibido a fazia sentir-se mais viva, mais mulher. Era como voltar aos tempos em que não carregava as obrigações da igreja nem da família, quando podia sair, transar com quem quisesse ou até puxar um baseado com a turma do terceiro ano, nos idos dos anos 2000. Agora, era apenas uma dona de casa respeitável, casada com um homem religioso que não gostava de lugares agitados, que apesar de ser fogoso no sexo, não era de muitas aventuras.

No dia seguinte, tudo correu de forma normal. Gleice arrumou a casa, preparou o café da manhã para o marido e atendeu uma ligação carinhosa do filho Samuel. Tudo parecia tranquilo, até que recebeu uma mensagem do amante. Ele queria vê-la novamente e perguntava quando poderiam marcar. Gleice sabia que Carlos viajaria na semana seguinte e ficaria dois dias fora. Respondeu rapidamente, marcando o encontro, e ainda provocou:

“Vou comprar a lingerie mais sexy que você já viu na vida. Uma que nenhum outro homem vai ter o privilégio de ver em mim.”

Ao enviar a mensagem, Gleice mordeu o próprio lábio, imaginando a cara do rapaz quando a visse usando uma calcinha micro fio-dental e um sutiã que mal cobria os mamilos, deixando quase todo o seio à mostra.

Ela foi até uma loja de roupas íntimas no centro da cidade, perto do shopping, e comprou a peça especialmente para o amante. De volta em casa, correu para o banheiro e experimentou a lingerie na frente do espelho. A peça caía perfeitamente em seu corpo: o fio-dental desaparecia entre as nádegas fartas, o sutiã sustentava e realçava os seios médios de forma pecaminosa. Ela sorriu para o próprio reflexo, sentindo um misto de excitação e culpa.

Depois de guardar a lingerie, a campainha tocou, surpreendendo-a. Gleice correu até a porta e, ao abrir, seu rosto se transformou em puro choque.

— Oi, princesa — disse Márcio com um sorriso cínico, com uma mão apoiada no batente enquanto empurrava a porta para entrar.

Gleice o impediu imediatamente.

— Meu marido não está. Portanto, acho que você não tem nada para fazer aqui.

— Mas não é com o seu marido que eu vim falar hoje — respondeu ele, calmo. — Eu vim falar com você, madame. E o assunto é bem sério.

— Se é dinheiro que você veio pedir, pode esquecer! Eu não caio na sua conversa como o meu marido. Se é sobre a sua mãe, como eu disse: traga todos os exames e o laudo que nós custearemos o tratamento dela.

— Não é sobre a minha mãe. Eu vim aqui para você me pedir desculpas.

— Pelo quê? — perguntou Gleice.

— Por ter me destratado quando eu vim pedir ajuda ao seu marido. Não é assim que se trata um grande amigo da família. Eu quero suas desculpas.

— Cai fora, seu inútil! Eu não vou pedir desculpas. Eu falei a verdade. Você é um inútil.

Foi então que Márcio sacou o celular do bolso esquerdo da calça, desbloqueou a tela e mostrou a galeria para Gleice. O que ela viu iniciou seu pesadelo.

Fotos nítidas: ela abraçada ao jovem, beijando-o com paixão, a mão dele apertando sua bunda. Um vídeo do carro entrando e saindo do motel. Outro vídeo dela saindo do carro com o cabelo bagunçado e o vestido amassado. Havia até um áudio em que Márcio conversara com o manobrista, que confirmava a descrição dela entrando no quarto.

Gleice empalideceu, entrando em desespero.

— Não… espera. Você tá enganado, eu não fiz isso…

— Que sem-vergonha, hein, Gleice? — debochou Márcio. — Você gosta de atacar a moral dos outros, mas não consegue enxergar a sua própria? O que a sua igreja vai dizer quando descobrir que você está saindo com um garoto mais novo? O que o seu marido vai falar? Será que ele vai te perdoar? E o seu filho… será que ele vai perdoar a mãe por estar trepando com um cara da idade dele?

— O que você quer? — perguntou Gleice, com desespero nos olhos, tentando pegar o celular, sem sucesso.

Márcio sorriu friamente.

— Escute, Gleice. Eu já disse: quero seu pedido de desculpas. Se ajoelha aí no chão e me peça desculpas.

Sem escolha, engolindo todo o seu orgulho, Gleice se ajoelhou e pediu desculpas, dizendo que havia sido completamente infeliz com tudo o que fizera contra ele.

Márcio sorriu, mas não estava satisfeito. Mandou ela se levantar e provocou:

— Me diz uma coisa, Gleice… Quem é esse cara que tá te comendo? Ele tem idade pra ser seu filho, olha esse rosto de neném.

— Ele… ele é…

— Ele é quem? — pressionou Márcio.

— O nome dele é Marcelo… Ele é amigo do meu filho.

— Minha nossa senhora, Gleice! Já está pegando novinhos agora? Hahaha!

Gleice abaixou a cabeça, humilhada. Levantou-se, recompôs-se e estendeu a mão pedindo o celular de Márcio, para apagar as fotos. Márcio, obviamente, não deixou, e dobrou a aposta:

— Não, eu não vou te dar isso agora. E mesmo que você tome meu celular, eu fiz backup em vários lugares e tem gente de confiança com esse material. Portanto, se você realmente deseja que isso desapareça, terá que fazer o que eu mandar.

Gleice o encarou, angustiada.

— O que você quer?

Márcio não respondeu com palavras. Levou uma das mãos ao cinto, afrouxou-o devagar e desceu o zíper da calça. A peça caiu até a metade das coxas, revelando seu pau grosso e semiereto. Ele segurou o cacete com uma das mãos e começou a punhetar lentamente, olhando-a nos olhos.

— Mas nem fodendo! Você acha mesmo que eu vou fazer algo assim com você? — exclamou Gleice.

— Você vai sim, meu amor. Eu quero uma chupada bem dada e bem gostosa. Se fizer direito, posso te devolver as suas fotos.

— Cai fora! Eu não vou fazer isso.

— Vai tomar no cu, Gleice. Você já ta fazendo com o novinho, chupar minha benga agora ou não, nem fará diferença. Você já é uma adultera. Imagina o que o maridinho fará quando descobrir?

Sem escolha, Gleice se ajoelhou novamente. Pegou o pau dele com uma das mãos e começou a punhetar, encarando o mesmo.

— Se... Se eu chupar, você vai embora? Vai me dar as fotos?

— Hahaha, quem sabe. E ó, uma coisa: Não quero polícia envolvida nisso, não adianta me denunciar. Eu vou preso, e você termina sem casamento, humilhada e seu filho sem concluir a faculdade. E outra, conhecendo o Carlos, ele vai te prejudicar no que ele conseguir. Melhor abrir a sua boquinha e cair matando.

Sem escolha, Gleice acabou abrindo aos poucos a boca. Ao fazer aquilo, ela sabia que estava abrindo as portas de um jogo extremamente perigoso.

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Comentários

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Aliás, esse pnc do Márcio precisava do dinheiro pra ajudar a mãe ou é só um viciado em jogo mesmo?? Pq se for, ele e a vagaba precisam se fuder juntos.

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Quando eu falo que o Mago Kayrosk é o melhor do site não estou mentindo .

Caraca , trair um cara decente e gente boa por uma aventura é osso .

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Eita Kayrosk!!

A arrogância precede a queda e Gleice só tá começando a perder o equilibrio!

Show demais!! Dá~lhe a benga do Marcinho!! (Mago, faz muito tempo que não vejo essa palavra hahaha)

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Carai , essa tirou do fundo do baú mesmo rs

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