Tudo aconteceu no último final de semana. Uma grande amiga minha resolveu organizar uma daquelas Festas Juninas tradicionais no prédio dela. Como eu amo uma badalação e não nego um bom pretexto para me arrumar, decidi entrar totalmente no clima. Comprei um vestidinho caipira que era uma perdição. Estampado, super acinturado, mas com uma saia rodada curtíssima, que deixava as minhas pernas quase que totalmente para jogo.
Meus amores, quando cheguei lá, bateu um vento e me deu um frio danado naquelas pernas expostas! Mas quem tem disposição não desiste fácil. Corri direto para a barraca dos caldos, peguei um caldinho verde bem quente e emendei com um copo caprichado de quentão para esquentar o corpo. Em poucos minutos, a quarentona aqui já estava aquecida e circulando pelo salão com aquele sorrisinho de quem sabe o impacto que causa.
A festa estava bem familiar, cheia de casais mais velhos e crianças correndo. Eu já estava achando que aquela noite seria mais simples, focada apenas nas comidinhas, quando de repente... o meu radar de novinhos deu aquele forte!
Perto da entrada, vi chegar um casal de moradores super certinhos trazendo o filho a tiracolo. Gente, pensem num espetáculo de 18 aninhos. Ele vestia uma camisa xadrez meio aberta e uma calça jeans, ostentando aquele corpinho magro mas com braços definidos, e uma carinha de tédio de quem foi arrastado pelos pais e não estava com a mínima paciência de estar ali.
Ele estava com os braços cruzados, olhando para o teto, completamente deslocado. Até que... ele girou o pescoço e bateu os olhos em mim.
Foi instantâneo. A postura dele mudou na hora. Os braços se descruzaram, os olhos dele dilataram e ele fixou o olhar no meu decote e na minha saia curtinha com uma intensidade que me fez sorrir de lado na mesma hora. Como uma boa corretora que reconhece um cliente em potencial, aproveitei o momento em que os pais dele se distraíram na mesa de doces, peguei mais um copo de quentão e caminhei calmamente até onde ele estava escorado na pilastra.
“Festa de condomínio é sempre essa animação toda, né?” Brinquei, parando bem perto dele e deixando que ele sentisse o rastro do meu perfume importado misturado ao cheiro da bebida.
O garoto engoliu seco, me olhando de cima a baixo com uma marra deliciosa de quem estava tentando manter a pose, mas estava completamente desestabilizado pela minha presença.
“Pô... agora que você chegou, o ambiente melhorou bem.” Ele respondeu, com a voz meio rouca, soltando um sorriso de lado super abusado e me disse o seu nome. Que vocês sabem que eu não costumo revelar.
Respondi me apresentando também, inclinando o corpo de leve para frente.
O flerte foi ficando pesado em questão de minutos. Entre uma risada e outra, ele me contou que jogava futevôlei e que adorava uma mulher decidida. O garoto estava praticamente babando, com os olhos brilhando de puro desejo, prestando atenção em cada movimento das minhas pernas enquanto o vento insistia em balançar a saia do meu vestido.
Ele me pediu meu contato. Sorri maliciosamente, peguei o celular dele da mão dele com toda a calma do mundo e digitei o meu WhatsApp direto. Pisquei para ele, dei as costas e saí desfilando de volta para a mesa da minha amiga, sentindo o peso do olhar dele cravado na minha bunda a cada passo.
Eu achei que aquilo acabaria ali e ele se tornaria um contatinho para um futuro date. Mas, enquanto a quadrilha ainda estava tocando e os pais dele continuavam distraídos conversando com outro casal, o novinho cruzou o salão fingindo que ia pegar um refrigerante. No meio do caminho, ele passou bem rente a mim e sussurrou no meu ouvido, com aquela voz rouca que me arrepiou inteira. “Me encontra no banheiro em dois minutos ou eu vou ter um troço aqui mesmo.”
Gente, o meu coração deu um pulo. Olhei para os lados, vi que minha amiga estava ocupada fofocando e decidi que a corretora aqui precisava fazer uma vistoria urgente naquele imóvel. Esperei um minuto, fingi que ia retocar o batom e saí de mansinho em direção ao corredor isolado.
Assim que empurrei a porta do banheiro, mal tive tempo de acender a luz. Uma mão firme agarrou a minha cintura e me puxou para dentro com uma força deliciosa, trancando a porta logo em seguida com um estalo que ecoou no ambiente pequeno.
No escuro, iluminados apenas por um feixe de luz que vinha do basculante, ele me prensou contra a parede fria do banheiro. Aquele contraste do azulejo gelado nas minhas pernas expostas com o calor do corpo dele colado ao meu foi de enlouquecer.
“Você me deixou completamente maluco com esse vestidinho.” Ele falou, a respiração super acelerada, olhando fixo para a minha boca.
“É mesmo? Achei que você estivesse entediado com a festa...” Provoquei, mas não consegui terminar a frase.
Ele calou a minha boca com um beijo urgente, faminto, daqueles que só um garoto de 18 anos cheio de testosterona e desejo sabe dar. A boca dele tinha gosto de doce de leite e o beijo era quente, profundo. Minhas mãos foram direto para a nuca dele, puxando os cabelos dele com força, enquanto ele soltava um gemido abafado contra os meus lábios.
O garoto não perdeu tempo. Com as duas mãos na minha cintura, ele subiu o tecido leve do meu vestido caipira, levantando a saia rodada até a minha cintura. Senti as mãos dele, quentes e um pouco trêmulas de ansiedade, espalharem-se pelas minhas coxas nuas, subindo até a minha bunda. Ele me suspendeu de leve, me colando ainda mais contra o corpo dele, e eu pude sentir perfeitamente o tamanho do "problema" que eu tinha arrumado para aquela noite, pulsando duro contra a minha intimidade, mesmo por cima da roupa.
“Meu Deus, você é gostosa demais...” Ele sussurrou entre os beijos, descendo os lábios pelo meu pescoço, mordiscando a minha pele bem onde a pulsação estava a mil por hora, enquanto uma de suas mãos já puxava a lateral da minha calcinha de renda.
Eu estava completamente entregue, sentindo o calor dele apagar qualquer vestígio daquele frio lá de fora. O eco dos nossos gemidos baixinhos e o som dos beijos estalados preenchiam o banheiro isolado, misturando-se bem lá no fundo com o som abafado da música caipira que vinha do salão. A gente estava prestes a transar ali mesmo, de pé contra a parede, quando ouvimos passos pesados e vozes ecoando no corredor.
Paralisamos no mesmo segundo. O moleque segurou o fôlego, com a mão ainda por dentro do meu vestido, colado a mim. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Alguém tentou girar a maçaneta do banheiro, bateu duas vezes na porta e, vendo que estava trancada, soltou um resmungo e continuou andando pelo corredor.
Soltamos o ar juntos, rindo baixinho daquela adrenalina pura. Ele me deu mais um beijo demorado, daqueles de tirar o fôlego, e me olhou com os olhos brilhando de puro desejo e frustração.
Combinamos de nos encontrar no meu carro. Ele saiu primeiro para disfarçar, e eu saí logo depois, com a certeza de que aquela Festa Junina tinha se tornado, oficialmente, a melhor em muitos anos. E o que aconteceu depois naquela garagem...
Eu voltei para o salão com as bochechas coradas e o coração ainda batendo na garganta. Fui até a minha amiga, dei um abraço apertado nela e agradeci pela festa, inventando que o frio tinha me vencido e que eu estava morrendo de sono. Mal sabia ela que eu estava era morta de tesão!
O meu carro, um SUV moderno e bem espaçoso, estava estacionado em uma vaga mais afastada e iluminada por aquela luz amarelada e discreta da garagem. Foram os 5 minutos mais longos da minha vida, batucando os dedos no volante e olhando pelo retrovisor a cada segundo.
Até que a porta corta-fogo da escada abriu de leve. Era ele, veio andando rápido, olhando para os lados com aquela malícia de menino que sabe que está aprontando. Abri a trava pelo controle e, num piscar de olhos, ele já estava dentro do banco do carona, fechando a porta sem fazer barulho.
“Caralho, achei que eu ia enfartar lá em cima com o meu pai demorando para pegar o elevador.” Ele disse, com um sorriso vitorioso no rosto.
“Pois relaxa, que agora você está em segurança... e em excelente companhia.” Respondi, com a voz mansa.
Meus amores, como vocês bem sabem, tenho experiencia em transar em carros. Sem perder tempo, aproveitei o espaço generoso entre os bancos, passei as minhas pernas por cima do console central e montei direto no colo dele, ficando de frente para aquele rostinho de safado.
O novinho soltou um gemido quando o peso do meu corpo pressionou o quadril dele. A saia do meu vestido caipira subiu totalmente, deixando a minha pele em contato direto com a calça jeans dele. Começamos a nos pegar ali mesmo com uma urgência absurda. O beijo dele veio ainda mais selvagem do que no banheiro. Minhas mãos passeavam por dentro da camisa xadrez dele, arranhando de leve o peito definido do garoto, enquanto as mãos firmes dele apertavam a minha bunda com uma vontade que me deixava completamente sem ar.
O vidro do SUV começou a embaçar em questão de segundos com o calor dos nossos corpos e a respiração forte. O Matheus começou a rebolar o quadril por baixo de mim, me fazendo sentir toda a rigidez dele implorando para sair daquela roupa. O flerte da festa tinha virado uma necessidade física incontrolável. A boca dele desceu pelo meu pescoço, mordendo de leve a minha clavícula, enquanto ele puxava a minha calcinha totalmente para o lado.
“Pelo amor de Deus... eu não vou aguentar só no beijo. Eu preciso meter em vocês agora!” Ele sussurrou, a voz completamente embargada de tesão, já abrindo o cinto da calça com pressa.
Eu também já estava no meu limite, molhada e pulsando de desejo, mas experiência serve para alguma coisa nesta vida, né? Homem quando está no ápice do tesão esquece o mundo, mas a corretora aqui nunca perde o controle da situação.
“Calma, nenezão... a pressa é inimiga da perfeição.” Brinquei, com a respiração ofegante.
Dei um pulinho ágil para fora do colo dele e desci do carro por um segundo, abrindo a porta do carona. Abri o porta-luvas com precisão cirúrgica e puxei de lá uma camisinha que eu sempre deixo guardada para "emergências imobiliárias" como aquela. Olhei para o Matheus, que estava me encarando com os olhos arregalados e o peito subindo e descendo, completamente desesperado com a minha pausa.
Segurei o pacotinho metalizado entre os dentes, dei aquele sorriso que desmonta qualquer garoto de 18 anos e voltei para o meu lugar no colo dele, fechando a porta com o pé.
“Agora sim…” Sussurrei no ouvido dele, rasgando o plástico com as mãos e me preparando para começar o verdadeiro show daquela noite de São João.
O novinho olhou para o pacotinho na minha mão com uma cara de alívio misturada com puro desejo que me deu até um calafrio bom. Com os dedos meio trêmulos pela pressa, ele pegou a camisinha e se protegeu em dois tempos, sem desviar aqueles olhos cor de mel de mim nem por um segundo.
Enquanto ele resolvia isso, eu usei toda a facilidade do espaço do SUV a meu favor. Empurrei o banco do carona totalmente para trás e o reclinei até o limite, deitando o meu corpo macio naquele estofado de couro. O meu vestidinho caipira já estava completamente bagunçado, todo emaranhado na altura da minha cintura, deixando a minha calcinha de renda vermelha totalmente à mostra e as pernas abertas, convidativas, esperando por ele.
O moleque não esperou nenhum segundo convite. Ele veio por cima de mim como um predador, encaixando o corpo dele perfeitamente entre as minhas coxas. A camisa xadrez dele estava toda aberta, revelando aquele peitoral jovem e definido, subindo e descendo com a respiração super curta. Ele jogou a calça jeans para o meio das coxas, deixando exposto exatamente o que precisava estar exposto para aquele momento de puro delírio.
Quando os nossos corpos finalmente se alinharam e aquela pica dele tocou a minha buceta, o mundo lá fora simplesmente sumiu. Ele me olhou nos olhos, segurou os meus dois pulsos acima da minha cabeça contra o banco e, com um gemido rouco que veio do fundo do peito, se enfiou de uma vez dentro de mim.
“Meu Deus…” Eu gemi, fechando os olhos com força enquanto o calor da nossa união fazia o vidro do carro embaçar ainda mais.
O vigor daquele garoto de 18 anos, meus amores, é uma coisa que deveria ser tombada pelo patrimônio público! Ele começou a se movimentar com um ritmo forte, firme, que fazia o SUV balançar de leve na vaga escura da garagem. A experiência da quarentona aqui se uniu à energia pura dele, eu arqueava as costas, prendendo minhas pernas na cintura dele para receber cada investida profunda, sentindo o tecido do meu vestido roçar na pele quente da nossa pegada.
O som dos nossos corpos se chocando e os gemidos ecoando abafados dentro do carro criaram uma atmosfera de pura luxúria. O Matheus cravava os dedos na minha cintura, deixando marcas que eu saberia muito bem como esconder no dia seguinte.
Eu sentia aquela onda de prazer subindo direto das minhas pernas e tomando conta do meu corpo inteiro. Estava quente, delicioso e proibido. Ele acelerou o ritmo, o suor brilhando no peito dele sob a luz fraca do subsolo, me levando direto para o limite de um orgasmo maravilhoso que me fez morder o ombro dele para não gritar o nome daquele novinho na garagem do prédio!
Ele se movimentava com uma força e uma velocidade impressionantes, fazendo a suspensão do SUV trabalhar de verdade. Cada investida dele era profunda, precisa, e me jogava contra o encosto do banco de couro com um impacto delicioso que me deixava completamente sem ar.
Eu cravava as minhas unhas nas costas dele, sentindo os músculos do garoto tensos sob os meus dedos. O calor ali dentro estava sufocante, o suor correndo pelo meio dos meus seios e misturando-se com o dele. A adrenalina de estar na garagem do prédio da minha amiga, com o risco real de algum morador descer para pegar o carro a qualquer momento, deixava tudo mil vezes mais excitante.
Eu tentava de todas as formas manter o controle, mordendo os lábios e enterrando o rosto no pescoço dele para abafar o som, mas o prazer era tanto que alguns gemidos agudos acabavam escapando da minha garganta, ecoando no espaço abafado do carro.
“Você me fode gostoso demais, não para.” Eu disse com a voz completamente distorcida pelo tesão conforme ele acelerava ainda mais o ritmo, me levando direto para o topo do precipício.
Foi aí que o novinho perdeu totalmente a linha de vez. No ápice daquela intensidade, ele cravou os olhos nos meus, subiu uma das mãos firmes até o meu pescoço e apertou com força, me enforcando na medida exata para cortar o meu fôlego sem me machucar, apenas me prendendo contra o banco.
Aquela onda de domínio e a falta de ar repentina foram o gatilho perfeito. A minha visão deu uma leve tremida, o meu quadril travou contra o dele e uma descarga absurda de puro prazer tomou conta do meu corpo inteiro. Eu tive um orgasmo tão violento, tão intenso, que as minhas pernas tremeram inteiras e um gemido rouco e sufocado saiu da minha boca, morrendo direto na palma da mão dele, que logo mudou de posição para abafar o meu grito.
A minha contração estava tão deliciosa e apertada ao redor do pau dele que ele simplesmente não conseguiu parar logo de cara. Sentir a quarentona aqui se desmanchando inteira nos braços dele foi o combustível que faltava para o restinho de juízo daquele garoto sumir de vez. Mesmo já estando no limite, ele continuou.
Ele puxou o ar com força, segurou o meu quadril com as duas mãos, cravando os dedos na minha pele com uma firmeza absurda, e voltou a me dar mais uma sequência de estocadas brutas e profundas. Aquilo foi o ápice do delírio. Eu ainda estava no meio do tremor do meu próprio orgasmo, com a sensibilidade à flor da pele, e cada movimento dele me fazia ver estrelas.
Eu perdi completamente a postura. Agarrei os cabelos da nuca dele, puxando a cabeça dele para perto, e comecei a implorar baixinho, com a voz completamente arranhada de tanto tesão:
“Isso... continua, não para... me fode, vai... fode mais... vai com tudo, meu amor, goza para mim!”
Ouvir aquilo da boca de uma mulher experiente como eu foi o xeque-mate para o novinho. Os olhos dele dilataram de um jeito selvagem. Ele inclinou o corpo um pouco mais para frente, me prensando ainda mais contra o couro do banco do SUV, e deu as últimas cinco investidas mais rápidas, violentas e profundas de toda a noite.
O som dos nossos corpos se chocando naquele ritmo frenético ecoou abafado e forte dentro do carro. No último segundo, ele cravou os dentes no meu ombro para não gritar, soltou um gemido cavernoso que vibrou direto no meu peito e descarregou todo o vigor e a energia dos seus 18 anos com uma força absurda direto na camisinha.
O corpo dele tensionou inteiro por alguns segundos, rígido, enquanto ele despejava tudo o que tinha, para logo em seguida desabar por cima de mim, com a testa apoiada no meu pescoço, a respiração tão forte e ofegante que o peito dele subia e descia como se tivesse corrido uma maratona.
Depois que o turbilhão passou, o silêncio no interior do carro foi quebrado apenas pelo som das nossas respirações tentando voltar ao ritmo normal. Olhamos um para a cara do outro. Eu, com o batom completamente borrado e o vestido caipira todo amassado. Ele, com o cabelo bagunçado e aquela cara de menino que acabou de realizar o maior sonho da vida. Não aguentamos, caímos na risada juntos, um riso cúmplice e gostoso, misturado com a adrenalina que ainda corria nas veias.
“Cara…” Ele respirou fundo, passando a mão pelo rosto, ainda sem acreditar no que tinha acabado de acontecer. “Você é simplesmente espetacular.”
O espaço do SUV ajudou na hora da arrumação. Ele se afastou com cuidado para tirar a camisinha. Peguei o preservativo da mão dele com toda a naturalidade do mundo, dei um nó firme e devolvi para o garoto.
“Toma aqui, nenezão. Faz o favor de jogar isso no lixo da garagem quando sair, para não deixar pistas.”
Ele sorriu de lado, achando graça da minha praticidade, e guardou o embrulho na mão enquanto terminava de fechar o zíper da calça jeans e abotoar a camisa xadrez. Eu ajeitei a saia do meu vestidinho, passei a mão nos cabelos para dar uma ordem no caos e me mudei de volta para o banco do motorista.
Antes de abrir a porta do carona, o Matheus se inclinou na minha direção. O olhar dele mudou, perdendo aquela marra de antes e demonstrando um carinho genuíno. Ele segurou o meu rosto com as duas mãos e me deu um último beijo, dessa vez mais calmo, lento, com gosto de quero mais, deixando claro que aquela noite tinha marcado o garoto de vez.
“Não vai esquecer de mim, hein?” Ele disse, com o rosto bem próximo ao meu.
“Impossível esquecer com essa energia toda.” Respondi, olhando bem nos olhos dele. “Agora vai lá. E ó... me manda uma mensagem depois, combinado?”
“Pode ter certeza que eu vou mandar.” Ele garantiu, abrindo a porta do carro com cuidado.
Ele saltou do carro, olhou para os lados para garantir que a garagem continuava deserta e começou a caminhar em direção aos elevadores. Antes de ele sumir pela porta corta-fogo, olhei pelo retrovisor, peguei o olhar dele de volta e dei aquela piscada de olho fatal, cheia de promessas.
