Gustavo entreabriu a porta do banheiro com um movimento rápido e faminto, os olhos escuros ardendo de desejo. Puxou Luiz Felipe pelo braço com força, colando o corpo do namorado contra o seu antes mesmo de fechar a porta. Seus lábios se encontraram num beijo voraz, línguas se entrelaçando, saliva misturando-se enquanto Gustavo mordia levemente o lábio inferior de Luiz Felipe, arrancando um gemido abafado dele.
— Ei, calma... assim vou me molhar todo Murmurou Luiz Felipe, rindo entre beijos, o peito já subindo e descendo acelerado.
— Não seja por isso!
Respondeu Gustavo com a voz rouca, carregada de tesão.
Num gesto fluido e dominador, Gustavo puxou a camisa de Luiz Felipe por cima da cabeça, revelando o tórax definido, os músculos do abdômen contraídos de expectativa. As calças e a cueca foram arrancadas em seguida, caindo molhadas no chão do banheiro. Gustavo empurrou o namorado para debaixo do chuveiro e ligou a água quente, que escorreu em cascata sobre os corpos nus, encharcando os cabelos e fazendo a pele brilhar.
A água quente escorria pelos peitos firmes, pelos mamilos endurecidos e pelo caminho de pelos que descia até o pau de Luiz Felipe, que já começava a inchar visivelmente.
— Nossa, que tesão é esse? O que aconteceu com você?
Perguntou Luiz Felipe, com a voz surpresa e cheia de excitação, enquanto suas mãos deslizavam pelo peito molhado de Gustavo.
— Coisas horríveis... mas não quero falar disso agora — Respondeu Gustavo, os olhos semicerrados de dor e desejo. — Quero tirar aquelas imagens da minha cabeça e substituir por isso aqui.
Gustavo beijou Luiz Felipe novamente, mais profundo, mais possessivo, descendo as mãos pelas costas até apertar a bunda redonda e firme do namorado. Ajoelhou-se devagar na frente dele, a água batendo em suas costas. Cheirou profundamente a virilha molhada, inalando o cheiro masculino de suor e tesão, passando o nariz pelos pentelhos escuros e molhados. Então abocanhou o pau de Luiz Felipe de uma vez, engolindo até a metade com fome, a boca quente e molhada trabalhando com movimentos ritmados, chupando forte, girando a língua na cabeça inchada, sugando as bolas pesadas uma por uma enquanto a mão masturbava o eixo grosso e latejante.
Luiz Felipe jogou a cabeça para trás, gemendo alto, os dedos entrelaçados nos cabelos molhados de Gustavo, puxando-o mais fundo contra sua virilha.
— Porra... que boca gostosa...
Grunhiu, Luiz Felipe enquanto os quadris se moviam involuntariamente, fodendo a garganta do namorado.
Gustavo se levantou, o pau de Luiz Felipe brilhando de saliva e água. Luiz Felipe atacou os mamilos dele, chupando e mordendo enquanto enfiava dois dedos ensaboados no cu apertado de Gustavo, abrindo-o devagar, sentindo o músculo quente pulsar ao redor dos dedos. Virou Gustavo de costas contra a parede azulejada, segurou o pau latejante pela base e empurrou a cabeça grossa contra o anel de músculos. Entrou devagar no começo, depois meteu fundo com uma estocada forte, arrancando um grito rouco de prazer de Gustavo.
Os gemidos ecoaram pelo banheiro e pela casa inteira: peles molhadas batendo, o barulho molhado da foda intensa, respirações ofegantes. Luiz Felipe segurava os quadris de Gustavo com força, metendo fundo e rápido, uma mão masturbando o pau do namorado ao mesmo tempo.
No quarto ao lado, Gurizão ouvia tudo. Sentado na cama, o pau dele ficou duro como pedra dentro da bermuda, latejando dolorosamente enquanto os gemidos do irmão e do cunhado preenchiam o ar. Ele apertou o volume com a mão, mordendo o lábio, dividido entre excitação proibida e incômodo profundo. “Porra, mano... meu irmão...” Pensou, mas o tesão não baixava. Levantou-se irritado, vestiu uma regata e saiu batendo a porta, correndo pela praça para gastar toda aquela energia e tentar abaixar o pau latejante.
Luigi parou em frente à casa antiga, a fachada desgastada pelo sol, chuva e pelo tempo. Abriu a porta emperrada com um empurrão forte do ombro largo. O ar lá dentro era abafado, cheirando a mofo e abandono.
— Desculpe a bagunça, faz tempo que não vem ninguém aqui.
Disse o quarentão, a voz grave e charmosa, virando-se para Kenji com um sorriso de lado.
— Sem problemas, já entrei em casas piores.
Respondeu Kenji, os olhos percorrendo o corpo musculoso do homem mais velho.
— Kkk, jovem galanteador. Eu duvido muito, mas gosto desse seu jeito simpático.
Riu Luigi, tirando a jaqueta Jeans lentamente ficando apenas de regata.
Luigi foi entrando pelos cômodos e abrindo as janelas uma por uma, deixando o sol dourado da manhã invadir o espaço e o vento fresco circular. Kenji, tentando ajudar, imitou o gesto numa janela mais alta. De repente, algo pequeno se moveu rápido no canto.
Kenji desesperado sai gritando, o corpo inteiro tremendo de pavor. Vem em direção a Luigi
_ O que aconteceu? Tem algum andarilho aí dentro?
Kenji sem pensar, amedrontado abraça Luigi forte e só então percebe que o homem está sem sua regata, com o peito largo e nu. Bem não tão nu assim, adornado por cabelos grisalhos. O cheiro masculino de Luigi misturado com perfume amadeirado, invadiu suas narinas do jovem nissei.
_ Ratos! Tenho pavor de ratos!
Gritou amedrontado Kenji esfregando o rosto no peito cheio de pelos grisalhos densos que desciam até a barriga tanquinho levemente saliente de um homem maduro que ainda se mantinha forte.
— Calma, meu jovem... novo amigo. Não há com o que se preocupar. Eu estou aqui.
murmurou Luigi envolvendo o jovem nissei com os braços fortes, uma mão acariciando os cabelos lisos e pretos dele, a outra descendo pelas costas numa carícia lenta e reconfortante, sentindo o corpo jovem e tenso contra o seu.
Kenji percebeu o calor da pele nua, o peito largo subindo e descendo, e demorou alguns segundos para se afastar, com o rosto corado.
Na rua de trás, Eduardo chega em casa perguntando pelo irmão, a tensão era palpável.
— Ele não estava com você?
Questiona a mãe.
Eduardo tentou explicar, mas a mentira saiu fraca.
_ Estava, é que eu fiquei conversando com a Milena e…
_ Para de mentir Eduardo, seu irmão acabou de ligar. Quero saber o que está acontecendo.
_ O que o Gustavo disse?
Perguntou Eduardo.
_ Quem faz as perguntas somos nós rapaz e você não respondeu sua mãe, então vou te fazer a pergunta novamente. O que está acontecendo e onde está o seu irmão?
O pai, Jorge, e a mãe, Miriam, pressionaram. Eduardo não aguentou a pressão do interrogatório, correu para o quarto e trancou a porta. Jorge correu atrás do filho e bateu forte na porta, tentando abrir e depois com mais força na tentativa de arrombar, mas Miriam o segurou.
— Não Jorge, pare. Melhor todos se acalmarem primeiro… Depois com calma conversaremos, será melhor assim.
Algum tempo depois, Luiz Felipe saiu do banho com os cabelos ainda molhados, o corpo relaxado do sexo intenso, mas o rosto se transformou em pura fúria quando Gustavo após comer o sanduíche contar tudo. Os olhos dele brilharam de raiva cega.
— Vou resolver isso agora.
Rosnou, vestindo a roupa com gestos bruscos.
— Felipe, espera!
Tentou Gustavo, mas era tarde.
Luiz Felipe saiu batendo a porta, dirigindo como um louco até a casa de Eduardo. Chegou gritando o nome do rapaz na rua. Jorge e Miriam abriram a porta, surpresos e tensos, bloqueando a entrada enquanto o jovem namorado de Gustavo exigia explicações, os punhos cerrados e o corpo inteiro vibrando de fúria protetora.
Autor: Mrpr2