Olá, meu nome é Pedro. Atualmente estou com 39 anos e minha esposa, Júlia, está com 36. Sou moreno, tenho 1,77 m de altura, peso 80 kg e sou um homem que gosta de se cuidar. A Júlia tem 1,67 m de altura, 55 kg, cabelos castanhos claros e olhos verdes — uma mulher com um corpo lindo e proporcional. Nós dois frequentamos a academia e nos cuidamos; modéstia à parte, somos um casal muito bonito, fiel e cheio de tesão, apesar dos 17 anos juntos e de termos um filho de 7 anos.
Sempre fomos sexualmente muito ativos antes de a Júlia engravidar, mas como era de se esperar, a libido dela diminuiu muito depois que o nosso filho nasceu. Com o passar dos anos, as coisas começaram a melhorar novamente. Voltamos a fantasiar como antigamente e, na maioria das vezes, colocávamos uma terceira pessoa no sexo,tanto homem quanto mulher , mas claro, somente no pensamento; nunca passou pelas nossas cabeças que teríamos coragem de realizar.
Decidimos, de última hora, tirar umas férias neste Carnaval, apenas nós dois, na praia mais próxima, no litoral do Paraná. Alugamos um apartamento pequeno na beira da praia, em Caiobá / Matinhos, onde conseguiríamos ver os shows de Carnaval ou participar na areia sem precisar sair de carro. Deixamos nosso filho com a minha mãe e partimos muito empolgados por estarmos sozinhos depois de muito tempo.
O Imprevisto e o Encontro
Chegamos perto das 14h de sábado e fomos fazer o check-in. Foi aí que fomos informados de que houve um erro na hora da locação e duas pessoas haviam feito o pagamento pelo mesmo apartamento. Ficamos decepcionados, mas decidimos conversar para resolver a situação, pois não havia mais nada na nossa faixa de preço disponível na cidade. Foi nesse momento que conhecemos o outro casal que também tinha pago pelo imóvel.
Vamos chamá-los de Ricardo e Ana, para não expor ninguém. O Ricardo é negro, alto, magro, mas com o corpo definido. A Ana é uma loira espetacular: alta, com silicone e uma bunda enorme, daquelas que não saem da academia. Conversei com o Ricardo sobre o transtorno, ele foi muito simpático, por sinal e decidimos sugerir às nossas esposas a possibilidade de dividir o apartamento para não estragar as férias de ninguém.
A Ana aceitou de primeira, mas a minha esposa ficou preocupada por não conhecer o casal, e com razão, é claro. A Ana chamou a Júlia para conversar um pouquinho e, logo, parecia que já se conheciam há muito tempo. De cara, se deram muito bem, voltaram sorrindo e decidimos dividir o apê.
Arrumamos as roupas e ficou definido que eu e a Júlia ficaríamos na sala, que tinha um sofá-cama, e o Ricardo e a Ana no único quarto, que tinha ar-condicionado. Em seguida, descemos para aproveitar a tarde na praia.
Clima Quente à Beira-Mar
A Júlia tinha comprado dois biquínis, e um deles era muito pequeno. Eu gosto que ela mostre o corpo dela mesmo, mas quando vi a Ana sair do quarto, fiquei maluco: ela usava um biquíni preto tomara que caia e um fio-dental atolado na bunda. Até a Júlia a elogiou:
— Nossa, Ana, a praia vai parar quando você passar!
— Obrigada, Júlia! Você está com um corpo muito bonito também — respondeu ela.
As duas ficaram conversando e sorrindo, e a minha esposa tirando dúvidas sobre o silicone da outra. Vendo aquilo, já comecei a imaginar coisas, e tenho certeza de que o Ricardo também.
Descemos à praia, alugamos cadeiras e uma tenda, e aproveitamos para nos conhecer melhor, já que teríamos que conviver por quatro dias. Conversa vai, conversa vem, algumas cervejas na cabeça e, de repente, parecia que éramos amigos de longa data. Passamos bronzeador nas mulheres e depois eu e o Ricardo fomos para a água.
Conversamos sobre trabalho e sobre a vida, até que percebemos que todos os homens — e até mulheres — que passavam na frente da tenda olhavam para as bundas da Ana e da Júlia, que estavam expostas na areia.
— Os caras estão secando nossas mulheres, hein? — comentou o Ricardo.
— Também percebi, mas acho que estão olhando mais para a sua, com todo o respeito, claro — respondi.
— Ele é maravilhosa sim, Pedro, mas a sua também é.
A partir daí, conversamos sobre nossos casamentos e sobre sexo. Eu disse que estávamos tirando férias juntos para apimentar o casamento após o nascimento do filho. O Ricardo pediu desculpas por estragar nossos planos e contou que eles não tinham filhos ainda, que ambos tinham 30 anos e queriam aproveitar mais a vida a dois primeiro.
— Mesmo não tendo filhos, nós também entramos na rotina e tivemos que melhorar nossa vida sexual. Atualmente, está muito boa, disse ele.
— E o que vocês fizeram? — perguntei.
Meio sem jeito, mas orgulhoso do que ia falar, ele revelou:
— Sexo a três. Chamamos uma amiga da minha esposa, saímos para a balada e depois fomos para o motel.
— Caralho, hein? Que casal maduro!
— Vocês deveriam tentar — sugeriu ele.
Já que estávamos nos abrindo, resolvi falar também:
— Nós fantasiamos sexo a três, e isso melhorou muito as nossas transas, mas sempre ficou só na fantasia mesmo, kkk.
— É assim que tudo começa. Nós já estamos pensando em colocar outro homem agora, mas ainda não achamos a oportunidade.
Nisso, as meninas vieram para a água. A Ana se aproximou do Ricardo e uma onda forte acabou deixando os seios dela expostos na minha frente — que visão! A Júlia veio, me abraçou, me beijou e percebi que ela estava com muito tesão. Virei-a de costas e fiquei massageando o grelo dela debaixo da água, e consegui ver que a Ana também estava estimulando o Ricardo discretamente.
— A Ana me contou umas coisas sobre eles que tenho que te falar — sussurrou a Júlia.
— Acho que sei o que foi.
— Essa conversa me deixou com muito tesão.
Nisso, passou outra onda e, quando a maré baixou, pudemos ver rapidamente o membro do nosso amigo Ricardo: pelo menos 20 centímetros de um pau preto e grosso, do jeito que a Júlia gostava de imaginar nas fantasias.
— Você viu o que eu vi? — perguntou ela.
— Com os meus 16 centímetros você já sofre, agora imagina a Ana — brinquei.
Voltamos para o apê com uísque e energético. Ficamos na varanda, que ficava no quarto da Ana e do Ricardo, para ver o show, beber e dançar. Lá pela meia-noite, eu estava louco para comer a Júlia. Tomamos banho; ela colocou um pijama bem leve, sem nada por baixo, e eu uma bermuda, sem cueca. Estávamos bem à vontade na sala arrumando o sofá-cama, até que o casal veio até nós.
— Com esse calor, como vocês vão dormir sem ar-condicionado? O quarto é grande, é só jogar o colchão no chão e dormir lá também — insistiu a Ana.
Como estávamos loucos para transar sozinhos, dissemos que não. Deitamos na sala, mas realmente não dava para aguentar o calor.
— Acho que deveríamos ter aceitado — comentei com a Júlia.
— Não sei se vou ficar à vontade — respondeu ela.
A Ana saiu do quarto novamente e insistiu para irmos para lá. De fato, o ambiente estava muito melhor, mas ficamos sem privacidade nenhuma. Passamos um bom tempo conversando com o quarto escuro, até que o assunto acabou e ficou um silêncio por alguns segundos.
Eu já estava com o pau roçando na bunda da Júlia e senti ele escorregar para dentro com facilidade; ela já estava completamente molhada de tesão. Notei que ela não tirava os olhos da cama do casal. Quando olhei, dava para ver a silhueta do Ricardo deitado com o pau duro e a Ana o mamando com a bunda empinada para cima, tudo no absoluto silêncio.
Vendo aquilo, a Júlia começou a rebolar na minha pica enquanto eu sussurrava no ouvido dela:
— Está se imaginando no lugar dela, Ju?
Ela apenas balançou a cabeça confirmando e jogou a bunda para trás, deixando escapar um gemido. Nisso, o casal percebeu que também estávamos transando. O tesão tomou conta da Ana, que parou o boquete, ficou de quatro e falou bem alto para escutarmos:
— Vem, negão, e soca com força que eu não aguento mais!
Aquela safada gemia alto enquanto o Ricardo a penetrava, olhando em nossa direção e se exibindo. Eu fiz o mesmo: tirei a roupa da Júlia e meti sem dó enquanto assistia à cena. O Ricardo parou um pouco, foi até a varanda, abriu a cortina e a janela, deixando o quarto iluminado pela claridade da rua. Ele voltou e colocou a loira para mamar de novo, deixando a bunda dela voltada para nós de propósito, para exibir aquele bundão.
Minha esposa viu e quis se exibir também. Deitou-se, abriu as pernas e começou a massagear o próprio grelo olhando para o Ricardo enquanto me chupava. Depois, voltamos a transar de quatro até que todos gozassem em suas respectivas parceiras. Que foda maravilhosa!
Depois disso, ficou um silêncio absoluto por uns 5 minutos, até que a Ana e o Ricardo se levantaram sem dizer uma palavra e foram para o banho. Logo em seguida fomos nós. Deitamos e apagamos, de tão bêbados.
No dia seguinte, acordei e a Júlia já estava acordada ao meu lado, com um sorriso no rosto. Ela disse que tinha escutado nossos amigos comentando sobre o sexo bem baixinho na cozinha, para a gente não ouvir.
— Não foi um sonho, né, Ju? — perguntei.
— Não. Você gostou, amor?
Ela me respondeu me beijando e chupando meu pau, mas tivemos que parar porque eles chegaram do mercado. Nos vestimos e fomos tomar café com eles, com um pouco de vergonha e alguns sorrisos disfarçados, mas conseguimos lidar bem com a situação.
Pela manhã, apenas descansamos para curar a ressaca. À tarde, estávamos novos para curtir a praia novamente, e assim fizemos. Ana e Júlia ficaram tomando sol e bebendo cerveja na tenda, enquanto eu e o Ricardo alternávamos entre o mar e a companhia delas. Em uma dessas idas para a água, o assunto da noite anterior naturalmente veio à tona.
— Cara, deixa eu te falar uma coisa — disse o Ricardo. — Minha noite foi top. Transar e ver outro casal bonito foder do nosso lado ficou entre as melhores experiências das nossas vidas.
— Confesso que fiquei um pouco constrangido no começo, mas o tesão foi maior. E a Júlia também gostou, viu?
— Eu notei que ela não tirava os olhos da gente. Ela falou algo?
— Não, mas nem precisa, porque eu sei o motivo de ela ter gostado. Nas nossas fantasias a três, sempre imaginamos homens negros e dotados.
— Hum... Mas será que não chegou a hora de realizar? — instigou ele.
— Estou processando a noite de ontem ainda, vai com calma, garoto, kkkk — respondi, embora estivesse pensando em dizer "sim" na mesma hora.
— A Ana com certeza deve estar falando a mesma coisa para a sua esposa. Conversamos sobre isso pela manhã e ela disse que ia tentar falar com a Júlia sobre apimentar ainda mais esta noite.
— Sério? Bom, vou deixar isso nas mãos da Júlia. Se ela estiver à vontade, eu também estou.
Ele apertou a minha mão e disse:
— Deixa rolar, cara. Se rolar, beleza; se não rolar química, vida que segue. Eu também vou fazer uma coisa nova.
— O que vocês ainda não fizeram?
— Lembra que eu disse que só tinha rolado com uma amiga da Ana? Então... A Ana também quer trazer outro homem. Ela gostou muito de você e não para de falar sobre como se sentiu atraída.
Fiquei com uma ereção na mesma hora ao saber que uma loira daquela queria dar para mim.
Nisso, as meninas vieram para a água. Percebi a Ana e o Ricardo cochichando para não ouvirmos nada, e a Júlia me abraçou, sussurrando no meu ouvido:
— Amor, preciso muito falar com você.
— Pode falar — respondi, já imaginando o assunto.
— A Ana está louca para dar para você, e disse que hoje a noite pode ser ainda melhor. Fiquei com ciúmes, mas ao mesmo tempo, com muito tesão.
— Eu estava falando sobre isso com o Ricardo também. Ele percebeu que você não parava de olhar para ele ontem. Deixa eu te falar: eu sei que você quer dar para ele também.
Ela ficou muda por uns segundos e sorriu:
— Vamos devagar, porque é muita coisa nova para um único final de semana, kkk.
— Topo tudo o que você estiver com vontade de fazer. Se quiser, é só olhar para mim.
Ela acenou que sim, pegou a minha mão e a colocou dentro do seu biquíni. Fiquei massageando o grelo dela ali mesmo, enquanto ela se retorcia olhando para o Ricardo e para a Ana, que estavam agarradinhos do nosso lado.
A tarde acabou e as mulheres foram para casa enquanto os homens foram comprar bebidas, petiscos . Quando chegamos, notei algo diferente nas meninas. Fui ao banheiro tomar banho e a Júlia me seguiu, toda empolgada:
— Amor, espero que não fique bravo comigo.
— O que você fez?
— Quando chegamos, fui tomar banho e a Ana entrou no banheiro. Sem falar nada, foi tirando a roupa e entrou na ducha comigo.
— Fala logo! — eu já estava quase gozando só de escutar.
— Depois que acabamos, ela me encarou, pegou na minha cintura, me puxou e me deu um beijo cinematográfico. Ficamos uns 5 minutos num amasso gostoso, com aqueles peitos enormes dela me apertando. E ela disse que, se eu quiser mais, sou eu quem tenho que tomar a iniciativa agora.
— Para de brincadeira, você só está falando isso para me deixar com tesão.
— Pode acreditar, aquela maluca me deixou completamente molhada.
Tomamos banho rápido para o outro casal usar o banheiro, já que só tínhamos um. Arrumamos os petiscos e as bebidas na varanda para assistir ao show.
Para resumir, lá pelas 23h o apartamento estava com as luzes todas apagadas, apenas com a claridade da varanda iluminando o quarto. Estávamos só eu e a Júlia na sacada, quando notamos que a Ana e o Ricardo tinham entrado. Olhamos para trás e vimos o Ricardo deitado na cama e a Ana de quatro, mamando o pau dele. Ficamos olhando, sem reação, até que os dois nos encararam e a Ana disse:
— Tem mais espaço na cama se vocês quiserem.
Na mesma hora, fomos nos despindo e deitamos com eles. A cama não era grande, então os corpos se tocavam o tempo todo. Vi a mão da Júlia percorrendo as costas da Ana até chegar à bunda, e a Ana retribuiu o toque. Eu e o Ricardo nos olhamos e sorrimos, sabendo que aquela visão era maravilhosa.
A Ana pegou a mão da Júlia e tentou colocá-la no pau do Ricardo. Antes de fazer, a Júlia me olhou, pedindo permissão com os olhos. Eu disse:
— A partir de agora, tudo o que você quiser fazer, você pode, amor. Nem precisa pedir.
— Te amo! E você também pode fazer o que quiser — respondeu ela.
Como se tivessem combinado antes, a Ana pulou em cima de mim e a Júlia foi mamar o Ricardo. A Ana começou a me chupar com vontade, até as bolas, enquanto a Júlia realizava sua fantasia, lambendo cada centímetro daquele pau preto e me olhando com uma cara de safada. Que tesão!
Em seguida, as duas começaram a cavalgar na gente, com as mãos se tocando. Vi minha esposa gozando no pau do Ricardo — um misto de ciúme e prazer ao ver os olhos dela se revirarem enquanto gemia. O Ricardo começou a se contorcer e gozou em seguida, caindo na cama exausto ao lado dela. A Ana olhou para mim e pediu para eu meter com força porque ela ia gozar. Chegou ao meu ouvido e provocou enquanto cavalgava:
— Gostou de ver o pau preto do meu marido comendo a sua esposa? Goza para mim, vai!
Aquilo me deu o gás final, gozamos juntos e caímos na cama também. Após alguns minutos, fomos para a ducha, um casal por vez. Quando voltamos, a Ana e o Ricardo, ainda pelados na cama, nos esperavam. A Júlia olhou para a Ana, mandou ela deitar e começou a chupá-la, ficando de quatro com a bunda empinada para o lado do Ricardo. Ele, mais que depressa, colocou outro preservativo e meteu com força, dando tapas na bunda da minha esposa.
Fiquei ali olhando e admirando aquela cena de filme pornô, até que a Ana me chamou para transarmos também. Invertemos as posições depois, até que todos gozassem novamente. Já era 1h da manhã quando tomamos banho e desabamos, todos pelados, um casal na cama e o outro no colchão no chão.
O terceiro dia começou e acordamos todos felizes, sem pudor nenhum. A Júlia e a Ana se beijavam a toda hora e andavam pela casa apenas de lingerie. Elas foram ao mercado comprar coisas para o almoço, e eu e o Ricardo ficamos um tempo sozinhos conversando sobre como a experiência tinha sido fantástica e como poderíamos fechá-la com chave de ouro, já que iríamos embora no dia seguinte. Tive uma ideia:
— Ricardo, o que você acha de eu ficar sozinho com a Ana e você sozinho com a Júlia? Você topa?
— Acho que vai rolar um pouco de ciúme, mas o tesão vai ser maior. Tenho certeza de que a Ana vai topar.
— Vou falar com a Júlia.
As meninas chegaram, almoçamos e falei com a minha esposa em particular sobre a novidade. Para a minha surpresa, ela ficou superempolgada — que safada! Combinamos que eu e a Ana iríamos para a praia juntos, enquanto o Ricardo ficaria com a Júlia no apartamento. Depois, trocaríamos.
Eu e a Ana saímos de mãos dadas como um casal. Olhei para cima e vi a Júlia na sacada com o Ricardo atrás dela. Fiquei um pouco nervoso, mas a Ana me tranquilizou:
— Fica tranquilo. Eles vão se divertir e nós também.
Chegando à praia, ficamos na tenda como dois namorados excitados, trocando beijos e carinhos discretos. De repente, meu celular vibrou: era a Júlia mandando mensagem. Abri rapidamente e, para a minha surpresa, era um vídeo mostrando apenas a boca dela mamando o Ricardo. Logo em seguida, outro vídeo feito por ele, comendo ela de quatro, batendo na bunda dela e a chamando de "minha puta". Eu e a Ana, vendo aquilo na praia, ficamos malucos de excitação. Ela pegou no meu pau, que já estava duro, e disse:
— Falei para você que o Ricardo ia cuidar bem da sua esposa.
Na hora combinada, a Júlia e o Ricardo apareceram na praia juntos e bem íntimos, e eu e a Ana subimos para o apartamento. Ela nem fechou a porta direito e já me jogou na cama, me dando um banho de língua. Desceu até o meu pau e disse:
— Goza para mim, meu macho. Vou engolir tudo e depois vou te chupar até ficar duro de novo.
Dito e feito: gozei na boca dela, ela engoliu tudo sem tirar os lábios e continuou chupando até endurecer novamente. Chupei aquela loira até ela gozar na minha cara e metemos por um bom tempo, até que ela pegou um lubrificante e pediu:
— Come meu cu gostoso... Vai ser a primeira vez que vou dar para outra pessoa além do Ricardo.
Eu não praticava sexo anal há muito tempo, então caprichei, já que ela era acostumada. Meti com tanta força que ela começou a pedir:
— Me dá leite no meu cuzinho, vai...
Ela começou a contrair a musculatura, uma sensação maravilhosa, e eu gozei como nunca. Tomamos um banho juntos e voltamos para a praia. Chegando lá, encontrei o Ricardo na água com a minha esposa na frente dele, com certeza estavam transando debaixo da água. Eu e a Ana entramos e fizemos o mesmo. Passamos o resto do dia na praia com as esposas trocadas, algo extremamente excitante e diferente.
À noite, no apartamento, pedimos algo para comer e decidimos não beber, porque pegaríamos a estrada cedo no dia seguinte. Mesmo em tom de despedida, passamos a noite dormindo os quatro juntos com os dois colchões no chão, mas sem muita pegação, apenas curtindo a companhia.
Pela manhã, bem descansados, nos despedimos e trocamos contatos. Na estrada, eu e a Júlia ficamos em silêncio por um tempo, assimilando tudo o que tinha acontecido, até que tocamos no assunto, demos muita risada e vimos o quanto isso nos uniu ainda mais como casal.
Voltamos à nossa rotina normal, mas combinamos de nunca mais deixar o sexo esfriar. Sempre que transamos, lembramos daquele Carnaval e gozamos muito. Quanto aos nossos novos amigos, embora a gente ainda se fale por mensagens, ainda não bateu a agenda para nos encontrarmos novamente.
O relato é longo, mas tentei contar todos os detalhes sem deixar nada importante de fora. Espero que tenham gostado!