Como fiz minha esposa evangélica virar puta parte 21

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 2864 palavras
Data: 03/06/2026 09:34:33

O Felipe caiu de joelhos na grama, com a respiração toda cortada e o peito subindo e descendo, sem conseguir se mexer. O Tizil limpou o pau na toalha que estava jogada no chão e andou até o balde, pegando mais uma cerveja como se nada tivesse acontecido. O rabo e a buceta da Akemi continuavam abertos, babando a porra dos dois direto na lona da cadeira de sol.

A Naty não perdeu tempo. Ela saiu do meu colo, engatinhou até o Felipe na grama e segurou o cabelo dele por trás com força, puxando a cabeça do moleque para trás.

— Abre a boca, que você ainda não terminou o serviço — a ruiva mandou, com a voz bem grossa.

Ela limpou o mel que escorria da própria buceta com os dedos e esfregou na cara do moleque, antes de deitar de quatro bem na frente dele, esfregando a raba gigante de biquíni vermelho na boca dele. O Felipe, mesmo acabado, cravou a língua com vontade no meio das duas bandas da bunda dela, enquanto a Naty gemia alto, olhando para mim e para o Carlos com os olhos verdes pegando fogo.

Eu levantei da cadeira com o pau totalmente duro de novo, latejando por causa do mormaço e de toda aquela sem-vergonhice no quintal. Cheguei por trás do Tizil, que bebia a cerveja olhando a cena, e apontei para a Naty.

— Vai, Carlos, pega ela de novo por trás enquanto o moleque trabalha na frente — falei, sentindo o sangue ferver nas veias.

O Tizil jogou a lata vazia no chão, deu um riso seco e foi direto. Ele segurou a cintura da Naty com as duas mãos, levantou a raba dela e meteu o pau com tudo de uma vez só na buceta encharcada dela. A Naty soltou um grito feio, um ganido que ecoou no muro dos fundos, e começou a quicar com ódio na pica do meu amigo, enquanto continuava esfregando a cara do Felipe na frente.

O barulho de carne batendo com força voltou com tudo no quintal: *plact, plact, plact.* O sol continuava estalando no asfalto, e o cheiro de suor, sexo e cloro tomava conta de tudo ali fora.

O Felipe parou de chupar a naty e grudou na Akemi de novo. A japonesa virou de costas na cadeira de sol, ficando de quatro com aquela bunda empinada cheia de porra escorrendo. O moleque de dezoito anos segurou firme no quadril dela, mirou o pau e afundou com tudo na buceta da japa, recomeçando a socar com ódio. A Akemi gemia alto, jogando a cabeça para trás e arranhando o estofado da cadeira a cada estocada do garoto.

Bem do lado, o Tizil continuava o massacre na Naty. Ele puxou a minha mulher pelas coxas, deitou a ruiva no chão molhado do deck e meteu a pica toda com força na buceta dela. O Carlos socava que nem um animal, bufando e deixando as marcas dos dedos na pele branca da Naty, que gritava e revirava os olhos verdes de tanto tesão.

Eu fiquei parado bem na beira da piscina, pelado, assistindo àquela humilhação completa. Meu pau estava tão duro que chegava a arder, pulsando vermelho no meio do mormaço. Segurei a minha pica com força e comecei a bater uma punheta furiosa, com o braço rápido, sentindo um tesão de corno doentio tomar conta do meu cérebro. Ver o meu amigo de infância arrombando a minha esposa e o meu estagiário de terno amassado detonando a japa bem na minha cara fez o meu sangue ferver. Eu batia a punheta olhando fixo para a raba da Naty balançando com as botadas do Carlos.

No meio daquela loucura, com os dois caras socando sem dó, a Naty e a Akemi esticaram os braços e se puxaram pelos cabelos. Deitadas ali, no meio da porra e do suor, as duas colaram as bocas e começaram a dar um beijo de língua bruto, desesperado, trocando saliva enquanto os quadris delas continuavam levando pancada por trás.

O barulho de carne com carne estava ensurdecedor: *plact, plact, plact*. O quintal era puro cheiro de sacanagem, com as duas mulheres se lambendo inteiras e eu batendo a punheta cada vez mais rápido, prestes a explodir de tanto tesão de ver os dois caras acabando com as nossas mulheres no meio da tarde.

No meio das botadas violentas do Tizil, a Naty virou o rosto na minha direção, com o cabelo ruivo todo grudado no suor da cara e o batom vermelho borrado. Ela bateu o olho em mim parado na beira da piscina, com o braço rápido, batendo aquela punheta furiosa e olhando fixo para a raba dela levando pancada.

Os olhos verdes da minha mulher brilharam com uma malícia doentia quando viram o meu desespero de corno. Ela soltou uma risada debochada, no meio de um gemido curto, e apontou o dedo direto para o meu pau duro.

— Olha lá, Carlos! Olha o Paulo batendo punheta assistindo a gente! — ela gritou, cravando as unhas na perna do Tizil.

Depois, ela olhou bem na minha cara, no meio do impacto seco das estocadas, e soltou o cano de vez:

— Larga essa pica e vem comer a minha buceta agora, Paulo! Vem enfiar tudo na frente enquanto o seu amigo arromba o meu rabo! O cuzinho eu deixo pros comedores de verdade destruírem, mas essa bucetinha aqui é sua! Vem da leitada nela logo, seu corno safado!

O Tizil deu um riso seco, puxando a cintura da Naty com ainda mais ignorância para abrir bem o espaço.

— Vai, Paulo! Entra no meio! Escuta a sua puta chamando! — o Carlos urrou, bufando de tanto cansaço e tesão.

Ouvir a minha própria mulher me esculachar daquele jeito, me chamando de corno e entregando o rabo pro meu amigo de infância enquanto exigia o meu pau na buceta, acabou com o resto do meu juízo. Joguei a punheta para o lado, dei três passos rápidos no deck molhado e me joguei de joelhos na frente dela. Segurei as duas pernas ruivas da Naty, joguei por cima dos meus ombros e enterrei os 19 cm com ódio até o osso na buceta encharcada dela.

— Ahhhhhhh! Entrou tudo! — a Naty deu um berro feio, esticando o pescoço e cravando os dentes no ombro do Felipe, que continuava do lado comendo a Akemi.

O massacre virou um sanduíche de carne ali no chão. O barulho era um desaforo: plact, plact, plact por trás com o Carlos e eu socando com toda a força na frente, dividindo a minha mulher no meio do quintal.

O Felipe continuava no mesmo ritmo com a Akemi na cadeira de sol, os dois se esfregando inteiros no meio do suor e da porra que já manchava o estofado. A japa gemia arrastado, olhando de lado para o chão enquanto o moleque de dezoito anos segurava firme na cintura dela e socava sem parar. O rabo dela brilhava com o reflexo do sol e o metal do plug continuava balançando a cada impacto seco.

No chão do deck, o sanduíche de carne na Naty estava violento. O Tizil mandava ver por trás, enfiando o pau com tudo no cuzinho dela, fazendo a carne estalar alto, enquanto eu castigava a buceta dela na frente com toda a força que eu tinha. A ruiva estava completamente esmagada entre nós dois, com o quadril quicando sem parar e as pernas jogadas por cima dos meus ombros.

— Isso, caralho! Me rasga os dois juntos! — a Naty gritava, com a voz toda rasgada, a boca aberta salivando de tanto tesão enquanto sentia os dois paus entupindo tudo por dentro.

O barulho ali fora era um absurdo: *plact, plact, plact* duplo, um som molhado na frente e o baque seco do Carlos por trás. O Tizil cravava as mãos com força na raba gigante dela, bufando que nem um bicho no mormaço do quintal. Eu olhava bem no fundo dos olhos verdes da minha mulher, vendo ela completamente entregue àquela loucura, rebolando contra a minha pica a cada volta.

A Akemi, mesmo levando as botadas do Felipe, esticou o corpo e colou o rosto no da Naty de novo. As duas começaram a se lamber no meio daquela foda tripla, misturando o suor e a saliva enquanto nós três continuávamos o massacre por baixo.

O limite chegou para todo mundo ao mesmo tempo. A buceta e o rabo da Naty começaram a dar espasmos violentos, esmagando o meu pau e o do Carlos numa pressão surreal.

— Vou gozar, Paulo! Vou gozar, Tizil! Ahhh! — ela berrou, revirando os olhos.

Eu afundei até o osso na buceta dela e descarreguei um jato grosso e quente, enchendo a minha mulher por completo, enquanto o Carlos, na mesma hora, deu as últimas três estocadas mais brutas e descarregou tudo lá no fundo do cuzinho dela. O Felipe também não aguentou o rojão e destilou todo o estoque na frente da japa.

Puxamos os paus de uma vez e a Naty desabou no deck molhado, bufando igual um cachorro cansado, toda lambuzada de leite por dentro e por fora. O quintal ficou num silêncio pesado, só com o barulho da água da piscina e a nossa respiração cortada, no meio do cheiro de sacanagem que tomava conta de toda a tarde.

Ficamos os três ali caídos no chão da piscina, com o peito subindo e descendo, tentando puxar o ar que parecia sumir no meio daquele mormaço. O Felipe rolou para o lado na grama, com as pernas trêmulas e os olhos fixos no céu, parecendo uma alma penada que tinha acabado de voltar do inferno. O Tizil sentou na borda da piscina, limpando o suor do rosto com a mão e puxando o balde para pegar a última lata de cerveja que ainda restava no gelo.

A Naty continuava deitada de costas no deck molhado, com as pernas abertas e os cabelos ruivos colados na cerâmica. O suco e a porra escorriam pelas coxas dela direto para o ralo da piscina. Ela soltou uma risada curta, aquele deboche de sempre, e limpou a boca com as costas da mão.

— Puta que pariu... vocês me quebraram inteira — ela murmurou, a voz quase sumindo de tão rouca, mas com aquele olhar cínico cravado em mim. — Gostou do estoque da sua putinha, Paulo?

Nem tive forças para responder na hora. Meu pau foi ficando mole devagar, saindo de perto dela, enquanto eu olhava para a cadeira de sol onde a Akemi estava jogada de bruços. A japa estava com as costas cheias de suor, o dragão vermelho brilhando com o reflexo do sol e o plug de metal ainda enfiado no rabo, babando o resto do leite que o moleque tinha deixado nela.

O Carlos deu um gole na cerveja, soltou um arroto alto e olhou para o Felipe jogado no chão.

— Ó o moleque, Paulo! Acho que o estagiário morreu na pista — o Tizil deu risada, chutando de leve o pé do Felipe. — O bicho levou a sério o negócio de trabalhar no pelo.

O Felipe nem se mexeu. Só deu um gemido abafado, cobrindo o rosto com o braço por causa da claridade. O terno dele estava jogado no canto da parede, com a calça social rasgada perto do zíper, destruída na correria da sacanagem.

A Naty se arrastou até a borda e se jogou para dentro da água da piscina de uma vez, fazendo um barulho choco. Ela emergiu limpando o rosto molhado, jogando o cabelo para trás, e olhou para mim com os olhos verdes brilhando de novo, como se a bateria dela nunca descarregasse.

— Vamos levantar desse chão, Paulo. O sol já está mudando de lado e daqui a pouco o Tomás descobre que a santinha dele sumiu com o relatório da faculdade — ela provocou, cruzando os braços na borda. — Quero ver a cara da Helena amanhã quando eu chegar perto do armário dela na faculdade.

Olhei para o relógio na parede da lavanderia: já passava das quatro da tarde. O rastro da putaria estava desenhado por todo o quintal: latas vazias jogadas na grama, toalhas molhadas e o cheiro de sexo pesado misturado com o cloro.

Me levantei com o corpo pesado, sentindo o cansaço cobrando o preço, e dei um chute na cadeira do Felipe.

— Levanta daí, moleque. Junta os teus trapos, limpa essa cara e vai se lavar no banheiro dos fundos. O parquinho por hoje fechou as portas, mas amanhã cedo quero ver você na mesa do escritório digitando aquela partilha sem errar uma linha — ordenei com a voz grossa.

O Felipe levantou igual a um zumbi, catando as roupas no chão com as mãos trêmulas, sem nem conseguir olhar na cara do Tizil ou da Akemi. Ele entrou correndo para a casa, querendo sumir da nossa frente.

O Carlos saiu da água, pegou a toalha e jogou no ombro, olhando para mim com o mesmo sorrisinho malandro de quando a gente era moleque na rua.

— Meu irmão, o terremoto passou e levou tudo — o Tizil falou, batendo no meu ombro suado. — Amanhã a gente continua essa conversa. Vou levar a japa lá para dentro antes que ela durma aqui mesmo na lona.

A Akemi levantou da cadeira devagar, travando um pouco as pernas por causa do plug anal que continuava incomodando o rabo dela de um jeito gostoso, pegou o biquíni e entrou atrás do marido, rebolando aquela bunda loira e cheia de marcas.

Fiquei só eu e a Naty na piscina. A ruiva veio caminhando até mim por dentro da água, segurou a minha cintura por trás e colou o corpo molhado nas minhas costas, me dando uma mordida de leve no pescoço.

— Terça-feira inesquecível, Paulinho... — ela sussurrou no meu ouvido. — Mas não esquece de olhar o direct. Vai que a professora mandou mais algum relatório do Tomás para a diretoria.

O Felipe sumiu para o banheiro dos fundos e o Tizil entrou para o quarto com a Akemi, deixando a sala e o quintal no silêncio. A Naty saiu da piscina, escorrendo água pelo corpo todo, e deitou na cadeira de sol que tinha ficado vazia, jogando a cabeça para trás com os olhos fechados.

Eu peguei o celular que estava em cima da mesa de plástico para ver a hora. Já passava das quatro e meia. Na tela, não tinha nenhuma mensagem nova, só o aviso de que a bateria estava acabando. Olhei para a Naty e ela nem se mexeu, completamente largada, com a respiração mais calma agora.

— Vou tomar um banho e tirar esse bicho do corpo — falei, chutando uma lata vazia que estava no caminho.

— Vai lá, Paulo. Deixa eu aqui mais cinco minutos que minhas pernas estão parecendo borracha — a Naty respondeu, sem abrir os olhos, com a voz bem rouca.

Entre na casa e o corredor estava com o rastro do perfume doce da Helena misturado com o cheiro de sabonete que o Felipe usou. O moleque já tinha saído do banheiro e estava sentado no sofá da sala, com o terno todo amassado de volta no corpo, olhando pro chão com a cara mais lavada de sem-graça do mundo. No que eu passei, ele deu um sobressalto.

— Doutor Paulo... eu já vou indo para a rodoviária — ele gaguejou, ajeitando a mochila nas costas. — O senhor precisa que eu passe no escritório amanhã cedo?

— Às oito horas quero você na sua mesa, Felipe. E bico calado sobre tudo o que aconteceu aqui dentro. Se o seu tio Tomás desconfiar de um fio de cabelo, você já sabe o final da história — avisei, com a voz grossa, sem parar o passo.

— Pode deixar, Doutor. Até amanhã — ele disse, abrindo a porta da frente bem devagar e sumindo pela calçada.

Subi as escadas e entrei no banheiro da suíte. O chão ainda estava todo molhado da água que transbordou da hidromassagem quando eu estava com a Helena. Liguei o chuveiro no quente e entrei debaixo da água, deixando o cansaço do dia escorrer pelo ralo. Meu corpo inteiro cobrava o preço de tudo o que tinha rolado desde cedo.

Enquanto eu me ensaboava, ouvi a porta do quarto bater. A Naty entrou no banheiro logo depois, tirando o biquíni vermelho molhado e jogando direto no cesto de roupa suja. Ela entrou no box comigo, encostou as costas no azulejo e deixou a água do chuveiro cair direto no rosto, lavando o resto de suor e de bagunça.

— O Carlos e a japa já capotaram no quarto de hóspedes — ela falou, limpando os olhos com a mão. — O Tizil disse que só acorda amanhã para tomar café.

— É o melhor que eles fazem. O dia hoje foi pesado para todo mundo — respondi, puxando a ruiva pela cintura por trás e colando o corpo nela debaixo da água.

A Naty jogou a cabeça para trás no meu ombro, soltando um suspiro longo. O clima de sacanagem na casa tinha dado trégua, substituído pelo cansaço bruto de uma terça-feira que tinha mudado o rumo de todo mundo ali dentro. Saímos do banho, nos secamos com a mesma toalha e deitamos na cama de casal, pegando no sono antes mesmo de o sol sumir por completo da janela.

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