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DP com machos diferentes sempre, na frente do CORNO. e com fotos, que deixo abaixo links

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Um conto erótico de Casada puta
Categoria: Grupal
Contém 1526 palavras
Data: 24/06/2026 05:04:31

Eu, a casada mais puta e devassa do Brasil, acordei naquela manhã de sábado com a buceta já molhada, latejando de tesão puro. O sol entrava pela janela do nosso quarto, iluminando meu corpo curvilíneo, peitos grandes e firmes, bunda empinada que já havia sido comida por dezenas de machos. Meu marido, o corno manso que eu adoro humilhar, ainda dormia ao meu lado, o pauzinho mole e inútil como sempre. Infelizmente aqui não dá para postar as fotos e vídeos, mas deixarei abaixo, na caixa dos comentários.

"Acorda, seu corno inútil", eu sussurrei no ouvido dele, apertando seu saco com força. Ele gemeu, abrindo os olhos. "Hoje vai ser especial. Recebi uma mensagem que vai fazer sua cabecinha de corno explodir."

Fui até o computador e lá estava: um convite de um fã rico para passarmos o fim de semana na chácara dele, isolada no interior. "Traga sua puta esposa. Tenho dois peões fortes trabalhando aqui. Eles querem foder a casada mais puta do Brasil até ela implorar por mais. Seu corno filma tudo."

Meu marido engoliu em seco, mas o pau dele endureceu na hora. "Você vai mesmo?"

Eu ri alto, montando no rosto dele. "Claro que vou, seu corno. Esses peões vão me dar rola de verdade, grossa, dura e sem pena. Você vai assistir, gravar e depois lamber o que sobrar. Agora me come com a língua enquanto eu penso neles."

Enquanto ele lambia minha buceta carnuda e meu cu, eu gemia alto, imaginando as mãos calejadas daqueles trabalhadores me segurando. "Ai, porra... vai ser DP bruto, seco no cu, como eu gosto. Você é só o cameraman, entendeu? O corno babaca que paga as contas e assiste."

**Capítulo 2: A Chegada à Chácara e o Primeiro Contato**

A chácara era um paraíso isolado: árvores altas, piscina, gramado verde e um pátio de tijolos onde o sol batia forte. Os anfitriões nos receberam com sorrisos, mas os dois peões — dois negões musculosos, suados do trabalho, com corpos definidos de tanto cavar e carregar — me olharam como predadores. Um se chamava João, alto, pau marcando a bermuda. O outro, Pedro, mais baixo mas com braços grossos e um olhar safado.

"Porra, é você a casada mais puta do Brasil?", João disse, apertando minha mão e já roçando o corpo. "Vi seus vídeos. Você é a puta que adora corno, né? Seu marido vai filmar enquanto a gente te arromba?"

Eu ri, roçando minha bunda na virilha dele. "Exatamente, peão. Quero rola grossa esticando minha buceta e meu cu ao mesmo tempo. Meu corno aqui adora ver a mulher dele virar putinha de operário."

Pedro cuspiu no chão. "Caralho, que delícia. Olha pra esse corno aí, todo arrumadinho. Vai ficar gravando enquanto a gente goza na boca da tua esposa?"

Meu marido, vermelho de vergonha e tesão, murmurou: "Sim... é pra isso que estou aqui."

"Olha só ele, que corno manso!", eu gritei, rindo. "Ele sabe que o paudinho dele não serve pra nada. Só serve pra limpar porra de macho de verdade."

Os peões riram alto. A tensão sexual no ar era palpável. O cheiro de suor masculino, terra e meu perfume caro se misturava. Meu coração acelerava, a buceta pingando na calcinha.

**Capítulo 3: A Preparação e os Pensamentos Safados**

Subi para me arrumar. Vesti uma lingerie vermelha transparente, salto alto, maquiagem pesada — boca vermelha de puta. No espelho, pensei: "Hoje eu vou me entregar completamente. Esses peões vão me usar como uma vadia barata. Meu marido vai sofrer vendo como machos reais me fazem gozar como nunca."

Desci e encontrei todo mundo no pátio. O sol queimava a pele. João já estava sem camisa, músculos brilhando de suor. Pedro bebia cerveja, olhando pra mim.

"Porra, você tá pedindo pra ser comida", Pedro disse, puxando-me pro colo. Sua mão grande apertou minha bunda com força. "Esse cu aqui vai levar rola seca, né? Como nos seus vídeos."

"Sim, por favor!", eu respondi gemendo. "Quero dor, quero esticar, quero sentir vocês me rasgando. Meu corno vai gravar cada grito."

Meu marido ajustava a câmera, pau duro na calça. "Tem certeza?"

"Cala a boca, corno!", eu berrei. "Você é só o babaca que assiste. Esses machos vão me foder melhor do que você nunca sonhou. Agora senta aí e filma como o corno que você é."

João riu. "Olha o tamanho da rola dele? Deve ser um micropênis. Coitado."

**Capítulo 4: A Ação Inicia — Oral e o Começo do Fogo**

Começamos no pátio de tijolos, ao ar livre. Eu de joelhos, o sol queimando minhas costas. Os dois peões tiraram as bermudas. Duas rolas enormes saltaram: grossas, veiosas, pretas, cabeças brilhando de pré-gozo. O cheiro forte de macho suado me invadiu.

"Chupa, puta", João ordenou, segurando minha cabeça.

Eu abri a boca vorazmente, engolindo metade da rola dele. O gosto salgado, o calor pulsante... "Mmmph... que rola gostosa!", gemi entre chupadas. Lambia as bolas pesadas, saliva escorrendo no queixo.

Pedro meteu por trás, batendo o pau na minha cara. "Olha pro corno. Mostra pra ele como chupa rola de verdade."

Virei o rosto pro marido. "Vê isso, seu corno? Olha o tamanho dessas rolas. A sua é um vermezinho. Eu nasci pra ser fodida por paus assim!"

Eles gemiam alto. Eu alternava, chupando um enquanto masturbava o outro. Garganta profunda, engasgando, lágrimas escorrendo mas tesão triplicando. O barulho molhado ecoava. "Gluck gluck... ai que delícia... me usem!"

Meu marido filmava de perto, respirando pesado. "Vocês são enormes..."

"É isso aí, corno!", Pedro zombou. "Enquanto você filma, a gente vai arrombar a buceta e o cu dela. Ela vai virar nossa putinha particular."

**Capítulo 5: O DP Selvagem — Sensações Intensas**

Eles me colocaram no chão sobre uma esteira. João deitou, rola apontando pro céu. Eu montei devagar, sentindo a cabeça grossa abrir minha buceta carnuda. "Aaaahhh porraaa!", gritei, descendo até o fundo. O prazer era avassalador — cheia, esticada, latejando.

"Que buceta apertada e molhada, caralho!", João rosnou, socando pra cima.

Pedro veio por trás. Cuspiu no cu, mas pouco. "Vai seco, como você gosta, né vadia?"

"Sim! Mete tudo, me rasga!", eu berrei.

Ele empurrou. A dor inicial queimou, mas virou prazer insano quando a rola inteira entrou. DP completo. Dois paus enormes me preenchendo, roçando um no outro através da parede fina. Eu tremia, suor escorrendo, peitos balançando.

"Puta que pariu, que delícia!", eu gritava sem parar. "Mais forte! Me fode como uma cadela!"

Pensamentos meus: "Meu Deus, nunca me senti tão mulher, tão puta. Meu marido nunca me deu isso. Ele só assiste enquanto machos reais me dominam."

João apertava meus peitos. "Olha pra esse corno, Pedro. Ele tá com o pau na mão, mas não ousa tocar."

Pedro ria, metendo fundo no cu. "Corno do caralho! Sua mulher tá levando DP de operário e gemendo como uma pornstar. Diz pra ele!"

"Você é um corno patético!", eu gritei entre gemidos. "Olha como eles me enchem! Sua rolinha nunca vai chegar perto disso. Eu amo ser puta deles!"

Os socos eram ritmados, fortes, pele batendo em pele. Suor, cheiro de sexo, gemidos ecoando na chácara. Eu gozei pela primeira vez, jorrando na rola de João, corpo convulsionando. "Aaaaiiiiii gozei porraaa!"

Eles não pararam. Viraram-me de quatro, continuando o DP. Eu olhava pro marido: "Filma meu rosto de safada, corno. Isso é o que você merece."

**Capítulo 6: Mais Posições, Humilhação e Clímax**

Eles me foderam em todas as posições: de lado, de pé contra a parede, eu cavalgando um enquanto chupava o outro. Detalhes sensoriais: o gosto de buceta e cu misturado nas rolas quando eu limpava com a boca; o suor pingando nos meus seios; as mãos calejadas marcando minha pele; o barulho molhado de rola entrando e saindo.

"Mais fundo! Me arromba!", eu implorava.

"Você é uma puta sem vergonha", João dizia. "Casada e aqui levando rola de estranho. Seu corno deve amar isso."

Meu marido: "Eu... amo ver ela feliz."

"Calado, corno!", Pedro gritou, dando tapa na minha bunda. "Diz pra ele que você prefere nossas rolas."

"Eu prefiro sim! Vocês me fodem de verdade. Ele é só um corno limpador de porra!"

O clímax se aproximava. Eles me puseram de joelhos novamente. "Abre a boca, vadia!"

Eu abri, língua pra fora, olhos pidões. Eles bateram as rolas na minha cara. "Goza na minha boca, por favor! Quero engolir tudo!"

Jatos quentes, grossos, abundantes encheram minha boca. Eu engolia, tossia, mas saboreava. "Mmm... gostoso pra caralho..."

Depois, limpei as rolas com a língua, gemendo. "Obrigada, machos. Meu corno, vem lamber o resto."

**Capítulo 7: Depois do Gozo e Reflexões**

Exaustos, deitamos no gramado. Eu entre os dois peões, corpo marcado de chupões e tapas. Meu marido guardava a câmera.

"Que foda incrível", eu disse, beijando os peões. "Vocês me fizeram sentir viva. Corno, você viu? Isso é sexo de verdade."

Eles riram. "Qualquer hora repetimos. Tua buceta e cu são viciantes."

Pensamentos meus: "Eu amo essa vida. Ser devassa, humilhar meu marido e compartilhar com fãs. Isso me faz poderosa."

**Epílogo**

Voltamos pra casa renovados. Eu, a casada mais puta do Brasil, continuo ultrapassando limites com meu corno cúmplice. Ele grava, assiste e limpa. Essa é nossa vida sem restrições.

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