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CU VIRGEM do FILHO de minha ESPOSA! Fui o primeiro a FODER E GOZAR. Veja fotos nos links

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Um conto erótico de Roberto
Categoria: Gay
Contém 1499 palavras
Data: 24/06/2026 06:37:23

Meu nome é Roberto, tenho 48 anos e sou casado com a Selma há quase seis anos. Ela é uma mulher maravilhosa, dedicada, mas o que ninguém imagina é que, desde o primeiro dia em que vi o filho dela, Felipe, eu senti algo diferente. Felipe tinha só 12 anos na época, mas agora, aos 18 aninhos, ele se transformou em um verdadeiro tesouro proibido. Corpo delicado, pele clara como porcelana, cabelinhos lisos caindo na testa, traços um pouco afeminados que contrastam com a namorada que ele ostenta nas redes sociais. E aquela bundinha... ah, aquela bundinha linda, redondinha, empinada, que balançava sutilmente quando ele andava de sunga na piscina durante os churrascos da família. Aqui não pode publicar fotos nos contos, mas vou deixar abaixo, na caixa de comentários os links para voce ver e baixar tudo.

Eu sempre notei o jeito como ele me olhava. Principalmente nos churrascos. Eu ficava de sunga preta, e meu pau, mesmo mole, marcava um volume impressionante. É grosso, comprido, venoso. Felipe fingia conversar com os primos, mas os olhinhos dele desviavam o tempo todo para aquela região. Eu fingia não perceber, mas por dentro meu sangue fervia de curiosidade. Nunca tinha tido nada com homem na vida. Sou tarado por mulher, adoro foder a Selma, mas a bundinha daquele garoto mexia comigo de um jeito que eu não conseguia explicar.

Até que decidi testar. Semana passada, Selma estava de plantão no hospital — ela é enfermeira e ficaria fora a noite toda. Felipe estava em casa, jogando videogame no quarto. Eu disse que ia sair para resolver umas coisas, mas na verdade fui ao banheiro de hóspedes, o que ele usa quando toma banho. Instalei uma microcâmera pequena, daquelas que cabem na tomada, apontada direto para o box do chuveiro. Deixei ligada no modo gravação e saí. Meu coração batia forte. Se ele descobrisse, eu estava fodido. Mas a curiosidade era maior.

Voltei duas horas depois. Felipe já tinha tomado banho e estava no quarto dele. Fui correndo pro meu notebook, conectei a câmera e baixei o vídeo. As fotos que tirei dos frames principais ainda estão salvas na minha pasta secreta. Quando abri o arquivo... caralho, eu quase gozei ali mesmo.

O vídeo começa com Felipe entrando no banheiro, tirando a roupa devagar. O corpo dele é perfeito: pele lisa, sem um pelo fora do lugar, barriguinha chapada, pinto pequeno e rosado balançando. Ele liga o chuveiro e entra. A água escorre pelo corpo. Ele começa a ensaboar o peito, os braços, desce pras pernas. Mas então vira de costas para a câmera e... puta merda. Aquela bundinha redonda, branca, perfeita, brilhando com a espuma. Ele passa bastante tempo ali, esfregando, abrindo as nádegas com as mãos delicadas. Os dedinhos deslizam no meio, limpando, massageando.

E aí começa o show. Ele apoia uma mão na parede do box, abre mais as pernas e enfia o dedo médio bem devagar no cuzinho rosado. Um gemidinho escapa da boca dele: “Ahhh...”. Ele começa a mexer o dedo, entrando e saindo, devagar no começo, depois mais rápido. A bundinha aperta em volta do dedo, e ele rebola levemente contra a própria mão.

Foi aí que as frases começaram. E que frases, meu Deus. Eu printava tudo, o pau latejando na calça enquanto assistia.

“Roberto... enfia esse dedo grosso no meu cuzinho... por favor...”

“Quero sentir seu pau grande batendo aqui dentro... você é tão grande, padrasto...”

“Me fode, Roberto... tira meu cabaço... eu quero ser sua putinha de bunda...”

“Olha como meu cu tá piscando pra você... ele quer seu pau enorme...”

“Enfia tudo, vai... mesmo que doa... eu aguento por você...”

“Você é o primeiro homem que eu desejo... minha namorada não sabe o quanto eu sonho com seu volume na sunga...”

“Me faz sua mulherzinha... mete forte nesse cu virgem...”

“Quero sentar no seu pau até ele desaparecer inteiro dentro de mim...”

“Ah, Roberto... tá tão gostoso imaginar você me arrombando...”

“Esse cuzinho é seu agora... me usa quando quiser...”

Ele falou pelo menos umas quinze frases assim, cada vez mais safadas, gemendo alto, o dedo entrando e saindo rápido, a outra mão se masturbando. Ele gozou gemendo meu nome baixinho. Eu fiquei impressionado. O garoto era tarado por mim o tempo todo.

Ontem à tarde, Selma saiu para fazer compras. Estávamos só nós dois em casa. Eu chamei Felipe na sala. Ele veio com aquele jeitinho inocente, shortinho folgado e camiseta. Sentei no sofá e mostrei o celular com o vídeo rodando no mudo, mas com as legendas que eu tinha colocado nas frases dele.

Ele ficou branco. “Padrastro... o que é isso? Como você...”

“Calma, Felipe. Eu instalei uma câmera. Queria ver se era impressão minha. Mas você me deseja tanto quanto eu desejo você.”

Ele tentou negar no começo, lágrimas nos olhos, mas depois baixou a cabeça. “Eu... eu tenho medo. Nunca fiz nada com homem. Mas... eu penso nisso o tempo todo.”

Eu segurei a mão dele. “Vai ser nosso segredo. Só entre nós dois. A família nunca vai imaginar. Nem sua mãe, nem sua namorada. Eu quero registrar esse momento. Quero ser o primeiro a tirar seu cabaço.”

Ele hesitou, mas o pauzinho dele já estava marcando no short. “Só close... sem mostrar meu rosto no vídeo, tá bom? E promete que para se eu não aguentar.”

Prometi. Fomos pro quarto de hóspedes. Tranquei a porta. Coloquei o celular na estante, gravando apenas da cintura pra baixo, focando na bundinha dele e no meu pau.

Tirei a roupa dele devagar. Beijei o pescoço, desci as mãos pelas costas até agarrar aquela bundinha macia. “Que delícia, garoto. Essa bunda foi feita pra meu pau.”

Ele tremia. Eu me ajoelhei, abri as nádegas e lambi o cuzinho rosado. Ele soltou um gemido alto: “Ahh, Roberto... isso...”. Chupei, enfiei a língua, deixei ele bem molhado. Depois passei bastante lubrificante — eu tinha comprado escondido.

Deitei ele de quatro na cama, bundinha empinada pra mim. Meu pau estava duro como pedra, cabeça grossa brilhando. Posicionei na entradinha e comecei a pressionar.

“Vai devagar... tá muito grande...” ele pediu, voz tremendo.

Empurrei a cabeça. O cu dele era absurdamente apertado. Ele gritou: “Ai! Tá doendo! Para um pouco!”

Parei, só com a cabeça dentro. O cuzinho dele pulsava em volta, quente pra caralho. Fiquei ali, acariciando as costas dele. “Relaxa, filhote. Respira.”

Depois de um minuto, ele empurrou pra trás levemente. “Mete mais... quero sentir.”

Enfiei mais uns centímetros. Ele gemia de dor e prazer misturados. “Tá ardendo... mas continua... tira meu cabaço...”

Meti mais fundo. O cu dele apertava tanto que parecia que ia esmagar meu pau. Ele choramingava, mãos agarrando o lençol. “Ai, Roberto... tá rasgando meu cu... mas eu quero... mete logo...”

Empurrei até a metade. Ele estava suando, bundinha tremendo. Começou a se masturbar devagar. “Tá gostoso... mas tá doendo muito... assando...”

Eu segurei os quadris delicados e meti mais forte, entrando quase todo. Ele gritou: “Caralho! Tá queimando! Meu cu tá pegando fogo!”

Mas não mandou parar. Pelo contrário. “Mete mais forte... eu aguento... me fode...”

Comecei a estocar devagar, depois mais rápido. O cuzinho dele ia se acostumando, ficando mais quente e molhado. Ele rebolava contra mim, gemendo: “Isso... assim... tá começando a ficar bom... me arromba...”

Aumentei o ritmo. O barulho de pele contra pele enchia o quarto. Ele gritava agora: “Mete mais forte, padrasto! Me faz sua mulherzinha! Esse cu é seu agora!”

Eu metia fundo, vendo meu pau grosso desaparecer naquela bundinha branca e rosada. Ele se masturbava rápido, o corpo todo tremendo. “Tá assando... tá ardendo... mas não para! Mais forte! Me fode como você fode minha mãe!”

Aquilo me deixou louco. Segurei os cabelos lisos dele e meti com força, estocadas longas e profundas. Ele gritava de prazer: “Sim! Assim! Sou sua putinha! O cu vai ser só seu! Enche ele!”

Senti o gozo subindo. Meti o mais fundo possível e gozei forte, enchendo aquele cuzinho virgem de porra quente. Ele gozou ao mesmo tempo, jorrando no lençol, o corpo convulsionando.

Ficamos ali, ofegantes. Meu pau ainda dentro dele, pulsando. Quando tirei, um fio de esperma escorreu do cuzinho arrombado, rosado e inchado.

“Agora você é meu amante de bunda, Felipe. Sempre que sua mãe não estiver, vou te foder. Esse segredo fica só entre nós. Nem a família, nem sua namorada podem imaginar.”

Ele virou o rosto, olhos brilhando. “Sim, padrasto. Eu quero. Meu cu é seu agora.”

Beijei as costas dele e parei a gravação. O vídeo ficou só com os closes: meu pau entrando devagar na bundinha branca, o cuzinho se abrindo, as estocadas, o momento que enchi ele de leite. Perfeito.

Desde ontem, toda vez que olho pra ele na sala, meu pau reage. Nos próximos churrascos, vou ter que disfarçar melhor. Mas agora sei que, por baixo daquela aparência de garoto com namorada, tem uma putinha tarada que sonha com meu pau grosso arrombando seu cuzinho.

E eu vou dar isso pra ele quantas vezes ele quiser.

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