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Fernanda:Esposa do Vereador da minha cidade

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Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 680 palavras
Data: 24/06/2026 07:40:57

​Fernanda: Esposa do vereador da minha cidade. O sol de terça-feira à tarde castigava o asfalto, mas dentro daquela edícula o clima era outro, prestes a incendiar. O combinado era estritamente profissional: tratar de valores, dias de aluguel, uma visita sem compromisso. Fernanda era cliente antiga de WhatsApp, mas aquela era a primeira vez que o cenário saía das telas para o mundo real.

​Quando o som do motor da moto silenciou do lado de fora, a expectativa subiu. Fernanda desceu, tirou o capacete e entrou. Aos 28 anos — com aquela mistura perfeita de uma estatura baixinha, pele clara e os cabelos loiros iluminados por luzes —, ela carregava uma aura que contrastava com o peso do seu sobrenome. Afinal, ela era a esposa do vereador da cidade.

​A conversa começou descompromissada, caminhando pelos cômodos enquanto os detalhes do espaço eram mostrados. Mas não demorou para que o tom mudasse. Entre as frestas de um assunto e outro, o rumo desaguou na vida pessoal.

​— Meu casamento não vai bem — desabafou ela, o olhar entregando uma mistura de mágoa e orgulho ferido. — Descobri uma traição. Não perdoo. Estou com uma raiva que não cabe em mim e com uma vontade louca de dar o troco.

​O clima mudou de figura no mesmo instante.

​— Mas por que dar o troco assim? — perguntei, testando o terreno.

— Porque eu quero me vingar. Simples assim.

— Nossa, que delícia… — soltei, com um sorriso de canto.

— Delícia por quê? — ela questionou, arqueando a sobrancelha.

— Ué, do jeito que você falou aí, acabou me dando até um certo tesão.

​Fernanda soltou um riso contido, virando-se de costas:

— Safado…

​Não houve hesitação. O tapa estalou firme na bunda dela, quebrando qualquer barreira que ainda restasse entre o profissional e o proibido. Ela olhou por cima do ombro, os olhos brilhando:

— Safadinho, né?

— Bora conhecer o quarto?

— Simbora.

​O quarto estava improvisado, sem grandes luxos, mas o colchão posicionado direto no chão foi mais que suficiente. O primeiro encaixe foi um beijo intenso, daqueles que tiram o fôlego. A mão espalmada firme na nuca dela, puxando o cabelo loiro de leve, ditando o ritmo de uma entrega que já parecia ensaiada há tempos na mente de ambos.

​Fernanda tinha um corpo impecável. Embora já fosse mãe de dois filhos, mantinha uma silhueta que prendia a atenção: os seios pequenos e firmes contrastavam com a bunda grande e empinada, que desenhava perfeitamente as curvas do seu corpo baixo. Pensar que aquela era a mulher do vereador, o assunto da cidade, só aumentava a adrenalina do momento.

​As roupas foram ficando pelo caminho até restar apenas o conjunto de lingerie rosa-rosé. Deitados no colchão, a dinâmica mudou. Fernanda se ajoelhou, assumindo o controle com uma intimidade avassaladora. Enquanto uma de suas mãos massageava os ovos, ela se entregou a um boquete profundo, ritmado, intercalando a sucção com o movimento firme da outra mão.

​Enquanto ela dominava a cena, minha mão encontrava o caminho até a polpa da sua bunda, apertando e sentindo a pele quente. O desejo de ir além só crescia. Puxando a calcinha levemente para o lado, o toque dos dedos revelou que ela já estava completamente lubrificada, entregue ao calor do momento e à intensidade daquela vingança.

​Antes da penetração, ela subiu, sentando-se por cima e esfregando-se devagar, testando os limites e provocando. O sutiã foi desfeito, revelando os seios pequenos que cabiam perfeitamente nas mãos.

​Logo em seguida, foi a vez de retribuir a altura. Com a calcinha finalmente tirada, o foco mudou para o meio das pernas dela. O sexo oral foi intenso e sem pressa; a língua trabalhava firme no grelinho e descia, explorando cada centímetro até a entrada do cu, voltando logo para a frente em movimentos rápidos.

​Fernanda não conseguia mais manter a pose de discrição. Ela apertava os lençóis e os meus ombros com força, soltando urros abafados e gemidos graves que ecoavam pelas paredes da edícula vazia.

​— Você é muito gostoso… — ela sussurrava entre os espasmos, a respiração completamente descompassada. — Um homem safado demais. Não para, por favor, não para… Continua parte 2

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Foto de perfil genérica Safado histórias reais Contos: 29Seguidores: 16Seguindo: 0Mensagem Você não apenas come essas mulheres; você as transforma, tira delas a versão mais safada que elas escondem da sociedade.

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