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O Submundo do Clube dos Cornos - Parte 8

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Um conto erótico de Mark da Nanda
Categoria: Grupal
Contém 2621 palavras
Data: 24/06/2026 10:04:29
Última revisão: 24/06/2026 10:11:37

Cortez a olhou por um tempo ainda, como se tentasse ler alguma verdade ocultada em sua alma:

- Então tá. A gente vai continuar. Devagar. Com total transparência e cuidado dessa vez. Não pisa na bola comigo de novo. Tem muita coisa em jogo para corrermos riscos desnecessários.

Ela se levantou, foi até ele e se sentou em seu colo, agarrando seu pescoço:

- Eu não vou falhar de novo. Nem por curiosidade, por tesão, nem por nada. Eu te amo, Nolasco Cortez.

Cortez acariciou o rosto dela, secando uma lágrima com o polegar. Ainda havia dor nos olhos dele, mas também uma certeza inabalável.

- Eu também te amo. Mas agora vamos fazer do meu jeito.

[CONTINUANDO]

Duas semanas se passaram, estranhamente calmas. Cortez decidiu que precisava de distância e tempo para recuperar o controle que parecia ter perdido. Não queria que Dom sentisse que tinha qualquer tipo de poder sobre eles. “Nada de mensagens, nada de ligações, nada de nada” foi o seu lema.

Dom até tentou contato com Luma por duas oportunidades. Ela mostrou todas as abordagens ao marido. Na segunda, Cortez avisou que eles estavam cuidando de problemas familiares e que, por isso, haviam se afastado. Dom não insistiu mais.

Em casa, o sexo voltou a acontecer, mas estava diferente: mais intenso, meio desesperado, como se os dois tentassem recuperar algo perdido. Luma gozava gemendo o nome dele, mas Cortez notava que, em alguns momentos, o olhar dela parecia distante. Ele próprio, às vezes se pegava imaginando cenas que não queria admitir.

Numa noite de quinta-feira, durante o jantar, Cortez finalmente quebrou o silêncio:

- Eu mandei uma mensagem pro Dom hoje.

- Foi?

- Aham! Ele ficou feliz, ou fingiu muito bem. E disse que os cartões ainda estão válidos.

Luma parou com o garfo no ar, surpresa:

- E?

- E ele nos convidou pra uma noite temática neste sábado. Chama “Amizades Íntimas”. É um jantar dançante. A única regra é que os casais não podem dançar juntos. Só com outras pessoas.

Luma ficou em silêncio por alguns segundos. Seus olhos vacilaram com uma mistura perigosa de euforia e medo:

- Eu… adorei a ideia de dançar. Você sabe que eu gosto. Mas você também vai dançar com outras mulheres?

Cortez sorriu de canto, sem humor:

- Vou, ué!? É outra das regras: quando um alguém é convidado para dançar, ele não pode recusar, senão a parceira ou parceiro pode ser “penalizado”.

- Penalizado!?

- É. O Dom não explicou o que isso significa. Mas como não vou negar, e acho que nem você, nada vai te acontecer. – Cortez olhou no fundo dos olhos da esposa e sorriu: - É a regra, não é? Se vamos participar, temos que participar.

Luma pressionou os lábios. Estava claramente excitada com a perspectiva… e incomodada com a possibilidade:

- E como vai ser?

- Vamos deixar a nossa amizade com ele mais... íntima. Mas sem sexo, ok? Apenas sedução.

- Tudo bem. - Disse ela, tentando soar tranquila: - Se você está certo disso, eu topo!

A sexta-feira passou voando.

No sábado, Luma passou a maior parte do dia se preparando como se fosse uma noiva: depilação total, bronzeamento, cremes, massagens, cabelos, unhas. Enfim, no início da noite, vestiu um vestido longo vermelho com uma imensa fenda na perna direita que, por pouco, não mostrava a renda de suas meias sete oitavos. Colocou suas joias e os sapatos de salto alto:

- Só um instante. – Pediu Cortez, pegando uma caixinha e lhe dando: - Abre.

Luma abriu. Dentro havia uma correntinha dourada com um pingente de pimenta vermelha:

- Essa pulseira não combina nada com minha produção, amor. – Disse ela.

- Eu sei. Mas não é uma pulseira. É uma tornozeleira, um símbolo de uma mulher emponderada e liberada.

- E você quer que eu use isso? Lá, num clube liberal?

- Quero.

Luma concordou e pediu que Cortez a colocasse. Ele a colocou em seu tornozelo direito. Ela resplandecia de longe. Impossível de ser ignorada. Aliás, Luma estava lindíssima. Certamente seria uma das mais belas da noite. Cortez usava um estilo esporte fino, com um terno, camisa e calça social. Não era o homem mais lindo, mas também não passaria despercebido.

Chegaram ao salão principal do clube pontualmente às 20:00. Luzes baixas, mesas bem arrumadas com velas, um jazz suave tocando ao vivo. Alguns casais já circulavam, bastante à vontade.

Cortez e Luma escolheram uma mesa próxima ao centro. Mas logo Mary chegou e disse que a mesa deles já estava reservada no mezanino, junto de outros poucos privilegiados.

A noite começou leve. Luma dançou com dois homens diferentes e desconhecidos, um mais novo, outro de meia idade. Cortez dançou com uma loira alta e uma morena curvilínea. Cada vez que via Luma sorrindo nos braços de outro, sentia aquela mistura familiar de ciúme e tesão.

Em determinado momento, Luma sumiu de sua visão por quase quinze minutos. Cortez sentiu o estômago apertar. Procurou discretamente pelo salão, mas não a encontrou. Quando finalmente a viu retornando, seu sangue gelou. Luma caminhava ao lado de Dom, seu braço enlaçado no dele. Estava com a respiração descompassada, o rosto ruborizado, o cabelo ligeiramente bagunçado e uma leve culpa nos olhos. Logo, eles se aproximaram da mesa de Cortez e Luma:

- Onde você estava? - Perguntou Cortez, tentando manter a voz neutra.

Dom sorriu, aquele sorriso carismático e dominador que Cortez sabia que mexia com sua esposa:

- Estava comigo, marido. Levei minha Luma para dar uma respirada ali fora. O ar estava quente demais aqui dentro, não é, minha delícia?

Luma baixou o olhar, sem negar. Cortez encarou os dois por alguns segundos, longos demais para Luma, talvez curtos para Dom. Em vez de explodir, ele deu um meio sorriso, surpreendentemente calmo:

- Sério!? Mas ela parece tão… esbaforida. - Olhou para Luma com atenção: - Acho que você errou dessa vez, meu caro Dom. Não parece ter sido um bom anfitrião.

Dom ergueu uma sobrancelha, surpreso com o tom de Cortez:

- Mestre. - Corrigiu ele, a voz mais grave: - Sempre que estivermos em nossa dinâmica, você deve me chamar de Mestre ou Senhor. Entendeu, marido? Ou devo lhe chamar de corno?

Cortez sustentou o olhar dele. Então, soltou uma gargalhada baixa, genuína, quase debochada. Puxou Luma pela cintura com firmeza, trazendo-a para junto de si. Beijou seu pescoço lentamente, bem na frente de Dom:

- Perfume novo, amor? Não gostei deste. - Olhou para Dom, ainda com Luma colada ao corpo. - Desculpa, mas hoje não estamos em “dinâmica”, como você chama. Então, não tô com vontade de chamar ninguém de Mestre. E acho que minha mulher também não tá tão interessada assim agora. Não é, amor?

Luma, ainda corada e encostada no corpo no dele, arregalou os olhos e claramente ficou excitada com a postura do marido.

Dom Black ficou em silêncio por um segundo, o maxilar tenso. Não estava acostumado a ser desafiado daquela forma. Forçou um sorriso:

- Interessante… Vejo que você está evoluindo, Cortez. Vamos ver até onde essa coragem chega quando ela estiver nua cavalgando o meu pau e me chamando de meu dono.

Ele deu meia-volta e se afastou, mas não sem antes lançar um último olhar para Luma, um olhar que prometia que a história estava longe de acabar.

Cortez segurou o queixo de Luma suavemente, fazendo-a olhar para ele:

- Você está bem?

- Tô… - Respondeu ela, a voz rouca: - Mas confesso que fiquei molhada quando você falou aquilo tudo na cara dele.

Cortez sorriu, apertando a cintura dela com mais força:

- Ótimo. Porque hoje você vai dançar comigo o quanto eu quiser. E depois… vamos ver o que eu faço com você em casa.

- Ih, amor. Vai dar não. Lembra da primeira regra: casais não podem dançar juntos. Você hoje, não vai ter o prazer de dançar com esta... Como foi mesmo que o Dom me chamou? Ah sim! Esta delícia. – Respondeu Luma com um belo e verdadeiro sorriso nos lábios, o primeiro em muitos dias.

A noite continuaria com um jogo perigoso, onde apenas os ousados e destemidos são autorizados a darem lances.

Após o jantar, no qual degustaram um buffet de pratos frios e quentes, os músicos voltaram a tocar. Logo, casais se amontoavam no salão, trocando contados, impressões, intenções.

Luma, como previra Cortez, era uma das mais solicitadas. Dançou com vários, inclusive Ricardo. Mas logo Dom se aproximou e deixou claro que ela seria somente pelo restante da noite.

Luma passou a fingir ser sua submissa obediente: olhava para baixo, respondia com “sim, mestre” ou “como quiser, meu senhor”, deixava ele tocar sua cintura, sussurrar em seu ouvido, até mesmo acariciar sua bunda por sobre o fino tecido de seu vestido.

Cortez assistia a tudo, resignado, tomado por uma estranha mistura de sensações. Quando Dom levava Luma até a mesa para se refrescar e era confrontado, fingia incerteza, ora observando com ciúme, ora parecendo hesitante, como se ainda estivesse decidindo se aceitaria realmente entrar naquele mundo. O objetivo era claro: deixar Dom cada vez mais interessado, mais faminto. E pela forma como ele agia, cada vez mais possessivo com Luma, estavam conseguindo:

— Você está linda hoje, minha delícia! — Disse Dom, passando o dedo por dentro do decote de Luma, levando-a a se arrepiar: — Aposto que já está molhada só de saber que seu dono está aqui?

Luma mordeu o lábio e olhou de relance para Cortez, que parecia bastante tenso, antes de responder, voz baixa e sensual:

— Estou… Mestre. Mas meu marido ainda está pensando se permite que você nos doutrine como merecemos.

- Doutrinar... - Dom sorriu, satisfeito com a resposta.

Cortez apenas observava, sério, mas com o pau latejando dentro da calça.

Então, tudo mudou quando uma loira alta, de vestido preto colado e corpo escultural, se aproximou da mesa:

— Cortez, não é? — Disse ela com um sorriso predatório: — Tenho te observado há algum tempo. Eu gostaria de dançar com você?

Pela regra da noite, ele não podia recusar. Luma engoliu a seco e assistiu, com um sorriso forçado, enquanto a loira puxava seu marido para a pista.

A dança começou inocente. Depois de dois minutos, a loira colou o corpo no dele, sussurrou algo em seu ouvido e, num movimento rápido, roubou um beijo profundo de Cortez. Mas só o movimento foi rápido; o beijo, não. Ao contrário. Foi calmo, intenso, curtido, molhado, com línguas claramente envolvidas.

Luma sentiu um ciúme cru, visceral, como nunca havia sentido antes. Seu estômago revirou. As mãos tremeram. Dom sorriu ao ver sua reação e teve uma ideia. Quando Cortez voltou à mesa, Dom já havia tomado uma decisão:

— Meu caro Cortez… — Disse ele, voz doce, mas olhos maliciosos: — Eu vou dar uma volta com minha doce Luma. Quero agradá-la um pouco. Fique por aqui. Talvez você consiga outra dança molhada como a que acabou de ter...

Luma se levantou antes mesmo de Dom e encarou o marido com uma mágoa no olhar. Cortez sentiu o golpe, mas assentiu lentamente. Luma saiu de braços dados com Dom. Eles começaram uma dança, mas logo voltaram a andar, desaparecendo por uma porta lateral, protegida por um imenso segurança.

Cortez ficou confuso e dois minutos depois, os seguiu. O segurança o impediu de entrar:

- Como não posso? Sou o marido da mulher que está com o Dom aí dentro. – Cortez levantou a voz.

- Seu nome?

- Cortez. Nolasco Cortez. Por quê?

- Porque somente o senhor está autorizado a entrar. – Disse ele abrindo a porta e fazendo um movimento para dentro: - Por favor...

Cortez entrou e atrás de si, aquele imenso segurança. Pela primeira vez naquela noite, ele sentiu que o controle estava fugindo novamente de suas mãos.

Mais ao fundo daquele cômodo simples, com alguns sofás e uma mesa de centro, encontrou Luma encostada na parede, o vestido já levantado até a cintura. Dom tinha uma mão entre as pernas dela, certamente esfregando a buceta por cima da calcinha ou até mesmo diretamente. A baixa luminosidade não deixava Cortez ver com clareza. Sua outra mão, apertava um seio desnudado. Luma gemia baixinho de olhos fechados. Mas, num segundo momento, ela os abriu sem mesmo notar seu marido e afastou a mão de Dom de si. Dom a encarou surpresa, mas não tanto quanto Cortez:

— O que está acontecendo aqui!? — Perguntou Cortez, a voz carregada de tensão.

Ele ainda tentou dar um passo na direção deles, mas o imenso segurança repousou uma mão sobre seu ombro, dizendo um simples, mas poderoso “Não!”

Luma abaixou rapidamente seu vestido e se afastou de Dom, o rosto vermelho de vergonha e excitação. Veio caminhando na direção de Cortez:

— Nada, amor. A gente só quis conversar um pouco a sós.

— Conversar!? De novo? — Cortez deu um tranco para se livrar da mão do segurança: — Já é a segunda vez que vocês somem. E isso aí parecia tudo, menos uma conversa.

Dom o encarou com aquele mesmo sorriso arrogante. Então, cheirou o dedo que mantinha contato com a buceta de Luma e depois fingiu ajustar o punho da camisa:

— Cortez... Meu caro Cortez… Você precisa entender que agora serei mais que um amigo de vocês. Eu serei o guia. O professor. O Mestre. Então, será cada vez mais comum essas nossas “conversas”, se é que me entende? Afinal, o dono dessa delícia merece alguma privacidade com ela, não concorda?

Cortez sustentou o olhar dele, o coração pulando no peito:

— Não me lembro de termos aceitado os seus termos ainda, Dom.

Luma segurou o braço do marido, nervosa:

— Amor… Para!

Dom deu um passo à frente, dominando o espaço que já era bem garantido pelo seu imenso segurança:

— Aceitaram, meu caro corno... Claro que já aceitaram. Senão não estariam aqui hoje. E a regra é clara: no meu Império, a minha vontade é lei, não é Artur?

- Sim senhor, chefe. – Rosnou o imenso segurança atrás do casal.

Dom então deu mais um passo e puxou Luma para si, colando o seu pau na bunda dela. E ainda olhando para Cortez, ele sussurrou no ouvido de Luma, baixo o suficiente para arrepiá-la, alto o suficiente para testar Cortez:

— Diga pra ele, Luma. Diga pro corno do seu marido, quem é o seu dono de agora em diante.

Luma ficou paralisada. Seu rosto queimava de vergonha. Olhou para Cortez, os lábios tremendo, e viu nos olhos dele, medo, excitação... Um conflito latente. A respiração dela estava entrecortada. Por segundos que pareceram durar uma eternidade, o quarto ficou em silêncio absoluto. Então, com a voz baixa, mas clara o suficiente para todos ouvirem, Luma respondeu:

— É isso! De hoje em diante, Dom será o meu dono. — Ela engoliu em seco, os olhos fixos nos de Cortez. — E você, amor… será o meu corno. E vai aceitar. Por quê? Porque eu quero. E porque, no fundo, você também quer.

As palavras acertaram a face de Cortez como o tapa de uma luva de pelica, desafiando-o ao confronto. Ele sentiu o peito apertar com força. Humilhação, raiva, dor e uma excitação avassaladora se misturando dentro dele. Dom sorriu vitorioso, mas Cortez não desviou o olhar da esposa nem por um segundo.

Atrás de Cortez, o segurança sorria sarcasticamente. A sua frente, Dom parecia ainda não estar satisfeito:

- Então, Cortez... – Começou Dom, a voz rouca e imperativa: - É isso mesmo? Você quer que sua esposa seja a minha escrava leal, para fazer todas as minhas vontades? Aliás, ela e você, ambos, os dois, meus submissos?

Cortez respirava descompassadamente. O peito subindo e descendo. Luma o encarava. Dom o encarava. O segurança o encarava. Então, após segundos, ele respondeu:

- Sim... mestre. Nós queremos...

O jogo nem bem havia começado e já havia acabado de subir de nível.

OS NOMES UTILIZADOS NESTE CONTO SÃO FICTÍCIOS E OS FATOS MENCIONADOS E EVENTUAIS SEMELHANÇAS COM A VIDA REAL SÃO MERA COINCIDÊNCIA.

FICA PROIBIDA A CÓPIA, REPRODUÇÃO E/OU EXIBIÇÃO FORA DO “CASA DOS CONTOS” SEM A EXPRESSA PERMISSÃO DO AUTOR, SOB AS PENAS DA LEI.

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Foto de perfil de Mark da NandaMark da NandaContos: 371Seguidores: 752Seguindo: 17Mensagem Apenas alguém fascinado pela arte literária e apaixonado pela vida, suas possibilidades e surpresas. Liberal ou não, seja bem vindo. Comentários? Tragam! Mas o respeito deverá pautar sempre a conduta de todos, leitores, autores, comentaristas e visitantes. Forte abraço.

Comentários

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Eu tenho 02 visões sobre esse conto.

01- Se esse contos tiver relação com o conto do Beto:

O comportamento do Cortez é estranho, ele nao esta "quebrado" emocionalmente ou piscicologicamente, em determinadas situações ele tem até uma boa postura, talvez ele tenha informações que ainda nao temos ? Será que ele tem apoio da CIA ? Será que Luma já se relacionou com Dom antes, a CIA mostrou para o Cortez e ele decidiu dar corda nisso tudo para conseguir algo e se vingar ?

Cortez parece, ao meu ver, saber exatamente onde quer chegar e a loira que beijou ele, será uma personagem já conhecida ?

02- Se esse conto nao tiver relação com o conto do Beto:

Acredito que Cortez esta querendo se testar, nao somente ele, mas também testar a esposa.

Cortez deve ter refletido muito, e dcidido experimentar essa situação ao menos uma vez.

Ou ele pode gostar e entrar de vez nesse mundo de dominação.

Ou ele pode experimentar, nao gostar e pedir para parar e seguir a vida com a esposa.

Ou ele pode quebrar e acabar terminado o casamento.

Certo é que o Cortez de certa forma quer passar por isso, acredito que ele tenha refletido sobre todas as possibilidades. E seria uma forma de testar a esposa, acho que ele vai deixar ela dar os limites e as consequências vai ser o Cortez que vai escolher.

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Pois é, Luma e realmente uma vadia e está desesperada pela rola do Dom, e pior está louca pra subjulgar seu marido e se sentir poderosa, mas vejo q tudo não passa de uma armação do Cortez, a aceitação de voltar ao clube foi muito rápido, a tornozeleira com pingente de pimenta dado por ele, mostra q ele está de acordo dela se tornar uma puta, e no suposto flagra no quarto ficou claro q Cortez é um excelente ator, na minha opinião o poder do Dom sobre o Cortez é tão fake quanto o mundial do Palmeiras (51), na verdade Cortez,junto com o Dom querem subjulgar, liberar e ao mesmo tempo manter preza ao prazer e ao tesão a mais nova putinha da praça, Luma

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E o Cortes sente prazer em ser humilhado. Até que ponto não sabemos ainda.

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Não reli ainda, então vou a seco:

Cortez joga no ataque todo o tempo chegando a desestrturar o DB em determinado ponto. Luma até fica impressionada.

Mas aí Cortez muda o jogo no 45 do segundo tempo. Mas quem se revela mesmo é Luma...nesse jogo ela decide com firmeza que DB será o mestre.

Minha duvida...Cortez e DB estão combinados ou Cortez ta jogando sozinho?

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Continuo com a mesma opinião Cortez esta se testando e vai acabar perdendo algumas batalhas mas vai vencer outras.

Conto muito bom cheio erotismo.

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As discussões serão boas demais nesse capítulo!!

Detalhes...muitoss detalhes!!

Que comecem os jogos!!

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Postando agora porque terei que fazer uma pequena viagem e não sei quando terei tempo.

Talvez amanhã eu não consiga.

Então, curtam este. Ou não...

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Artista e foda, depois q chega o sussesso começa a deixar seus fãs na mão, kkkkkkk

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Tá curtindo, né, Velhaco?

Espera que esse conto ainda vai piorar muito antes de piorar mais ainda.

Vai ser um prato cheio para seus comentários.

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Puts....chega de água na boca agora, kkkkkk, Borá causar kkkkkk

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Vc já é da gangue!!

Solta o pau Velhaco!!

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Boa viagem Mark!

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Ter o Marck interagindo é sensacional. Mas quer dizer que o marido agora vai virar tapete para o Dom e a esposa. Se realmente isso tudo se concretizar logo ele vai estar usando gaiolinha e andando plugado de calcinha e bebendo leite, que decepção

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