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Verdade ou Desafio.

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Um conto erótico de Harry J Potter
Categoria: Lésbicas
Contém 4225 palavras
Data: 24/06/2026 19:26:00
🌐 Tradução — fonte original

Verdade ou Desafio.

Era uma noite quente de verão em Hogwarts. Já passava muito do horário de recolher nos dormitórios das meninas da Grifinória, mas as jovens bruxas não estavam muito a fim de dormir ainda. Já vestidas para dormir, as alunas do último ano brincavam e conversavam sobre garotos.

— Já sei! Vamos brincar de verdade ou desafio — disse a irmã Patil, cinco minutos mais nova.

— Ah, eu adoro verdade ou desafio — respondeu a Weasley ruiva.

— Como vocês conseguem pensar nisso quando os exames N.I.E.M. são daqui a apenas uma semana? — objetou Hermione, interrompendo sua leitura de *Transfiguração Avançada*.

— Qual é, Hermione! Não seja estraga-prazeres, só uma rodada! — interveio Padma Patil.

— Aff... Tá bom — suspirou Hermione, fechando abruptamente o livro velho e empoeirado e descendo da cama. — Mas só uma, e depois todas para a cama — acrescentou ela.

— Sim, mamãe — concordou Padma, sarcástica.

As quatro garotas sentaram-se em círculo ao redor de uma garrafa vazia de suco de abóbora.

Gina girou a garrafa no sentido horário com um sorriso animado no rosto. À medida que a garrafa perdia velocidade, Hermione suspirou impaciente, revirando os olhos, apenas para vê-la parar apontando exatamente para ela.

— Ótimo! Eu vou primeiro, assim posso voltar a estudar — convenceu-se ela. — Escolho verdade, não tenho nada a es...

— É verdade que o Vítor Krum convenceu você a fazer um boquete nele na noite do Baile de Inverno?! — Hermione foi interrompida pela pergunta simultânea de Padma e Parvati. Era como se as gêmeas compartilhassem os mesmos pensamentos.

Seguiu-se um breve momento de silêncio enquanto as irmãs curiosas encaravam Hermione com olhos arregalados e sorrisos abertos, como se já soubessem a resposta. Gina reagiu ao silêncio atônito de Hermione com uma breve expiração que soou como uma risada de indignação.

— Sua vaca! Você nunca me contou isso! — a ruiva repreendeu, empurrando a outra bruxa de brincadeira.

— Imagino o que seu irmão diria se soubesse disso — disse Parvati à Weasley, em tom sarcástico. "Chega desse jogo infantil! Não vou mais brincar", declarou finalmente a bruxa, visivelmente sem jeito, enquanto afastava a garrafa.

"Você precisa nos dar uma resposta; caso contrário, nós escolhemos o desafio!", avisou Padma com um sorriso malicioso.

"Está bem! Então podem falar", respondeu Hermione, erguendo o queixo.

Padma aproximou-se do ouvido de Parvati para sussurrar sua ideia para o desafio, e a outra soltou uma risadinha ao ouvi-la.

"Ei, não me deixem de fora", interveio Gina.

"Ah, não se preocupe, você está totalmente envolvida!", disse a gêmea mais velha em tom irônico.

"Nós te desafiamos a beijar a Gina!", disseram as irmãs Patil em uníssono.

"O quê?!... Vocês ficaram loucas?", protestou Hermione.

"Ei! Por que eu? Não sou eu quem está sendo desafiada", concordou Gina.

"Qual é! Não seja tão puritana. É só um beijo", disse a Patil mais nova, aproximando a boca do pescoço da irmã.

"É, é só um beijo inocente", acrescentou a mais velha, virando o rosto para encontrar os lábios da irmã.

"A gente faz isso o tempo todo..." As duas indianas começaram um beijo lento, porém apaixonado. "É divertido...", sussurrou uma delas entre os beijos.

Hermione olhou para Gina com desconforto, e a ruiva retribuiu com uma expressão tímida.

"Acho que podemos... Quer dizer, afinal de contas, é só um beijo", admitiu a garota Weasley.

Hermione não disse nada, mas se virou relutantemente na direção de Gina, mantendo o olhar baixo.

Enquanto estavam sentadas em seus joelhos, ambas se inclinaram para frente hesitantes, seus lábios se aproximando lentamente. Hermione ainda olhava para baixo quando Gina decidiu diminuir a distância entre elas e finalmente a beijou.

As irmãs travessas interromperam sua própria interação para testemunhar a cena. "Viu? Não foi tão difícil... foi?" disse uma delas com um olhar malicioso, ainda abraçada à outra.

Hermione estava rígida como uma tábua, com os olhos arregalados, quando a boca de Gina tocou a sua, mas depois de alguns segundos sua expressão preocupada suavizou, ela fechou os olhos e o resto do corpo relaxou também. Os lábios de Granger massageavam ativamente a amiga agora. Isso encorajou a ruiva a estender a língua com a de Hermione.

Quase como se estivessem liberando sentimentos reprimidos, ambas se ajoelharam, pressionando seus corpos um contra o outro. Gina puxou Hermione pela cintura e esta segurou o rosto de Gina com as duas mãos.

As irmãs Patil não podiam acreditar no que viam, pois o beijo não só não parava, como se tornava cada vez mais apaixonado.

Tão embriagadas estavam, enquanto seus lábios se fundiam, que o mundo inteiro desapareceu ao seu redor e suas mãos começaram a explorar por baixo das poucas roupas que vestiam.

"Ehem...!" A interrupção de Padma quebrou o clima sensual. "O que foi isso?" Ela perguntou com um sorriso divertido.

Hermione e Gina se separaram rapidamente, envergonhadas.

"Não foi nada..." disse Hermione, pigarreando. Seus olhos alternavam entre Gina e o chão. "...Era isso que você queria, não é? Agora, para a cama!" Continuou Granger, tentando disfarçar o constrangimento com um tom imperativo.

Weasley permaneceu em silêncio, mas era óbvio que ela também estava lutando com emoções conflitantes.

"Isso aí, meninas! Não pensei que vocês fossem capazes disso", concluiu Parvati, levantando-se para ir para a cama.

"É, isso foi divertido! Com certeza deveríamos fazer de novo!" disse sua irmã.

As bruxas, divididas entre si, foram para suas camas também, sem dizer mais nada, evitando contato visual.

Já passava da meia-noite e Hermione ainda não conseguia dormir, rolando de um lado para o outro da cama, sob os lençóis emaranhados. A jovem bruxa simplesmente não conseguia parar de pensar naquele beijo. Aquele beijo proibido e inebriante a atormentava. "Por que foi tão bom?", ela se perguntava. "Eu preciso de mais... mais dela." Desejos insatisfeitos inundavam a mente e o corpo de Hermione, que não parava de olhar para a cama de Gina, ansiando por mais daquilo.

"Não posso ficar pensando nisso agora! Temos aula amanhã, preciso dormir!", a garota se repreendeu. Mas sua mente simplesmente não conseguia descansar, e aquela noite particularmente quente de verão também não ajudava.

Hermione chutou os lençóis para o lado, numa tentativa de se refrescar.

Nada a cobria, exceto um pequeno shortinho e uma blusa folgada.

Naquele instante, ela percebeu que poderia se enfeitiçar com um feitiço do sono e acabar logo com aquilo. "É isso! Vou dormir bem a noite toda e amanhã tudo isso parecerá apenas um pesadelo!" Hermione pegou sua varinha na mesa de cabeceira...

"Somnium!" A bruxa mais brilhante de sua geração lançou o feitiço, apontando a varinha para o próprio rosto. Um pó roxo se desprendeu da ponta, fazendo-a dormir instantaneamente.

Enquanto isso, do outro lado do quarto, Gina estava deitada na cama, encarando o teto; ela também não conseguia dormir. Ela também pensava naquele beijo, naqueles lábios macios e úmidos e naquela mão quente. Aquela mão que quase chegou lá... "Ah... se as Patil não tivessem nos interrompido..." Ao pensar nisso, ela não conseguiu evitar levar a própria mão para o meio das pernas. "Meu Deus, estou toda molhada", ela percebeu. Gina então olhou para a cama de Hermione, esperando algum sinal, algo que lhe desse uma desculpa para se aproximar.

Houve um movimento. Ela não conseguia distinguir o que a outra fazia na escuridão, mas ela estava definitivamente se mexendo.

"Talvez ela esteja tendo um pesadelo; devia ir ver como ela está." A ruiva, tomada pelo desejo, finalmente encontrou uma desculpa para se aproximar. Ela olhou para o outro lado do quarto; as irmãs Patil estavam dormindo, então ela se levantou da cama e caminhou até a amiga.

"Estou caindo!" Hermione entrou em pânico por um segundo com aquela sensação — aquela coisa horrível, como quando você se balança numa cadeira e perde o equilíbrio. A sensação durou apenas um instante, porém, e ela aterrissou em um chão macio e úmido. Tudo estava escuro. "Onde estou?" Ela não conseguia ver nada. Apenas um tênue raio de luz vindo de cima iluminava exatamente onde ela estava; como um holofote de teatro.

Ela olhou para baixo e notou que vestia o uniforme da escola, mas não se lembrava de como tinha ido parar ali. Foi então que percebeu que o chão não era bem um chão; ele estava se movendo! "Isso é... é o Visgo do Diabo!" Hermione lembrava-se bem dele, da época em que procurava a Pedra Filosofal com Harry e Rony.

"Desde que eu fique imóvel e relaxe, ele vai me soltar", disse a bruxa para si mesma enquanto fazia exatamente isso.

Mas as gavinhas continuavam a se enrolar nela. Ela estava sendo lentamente engolida pelas vinhas, que deslizavam por todo o seu corpo. "Não está funcionando!" Hermione não conseguia entender por que a planta continuava a prendê-la. À beira do desespero, a bruxa agitada percebeu que as vinhas não estavam, na verdade, tentando estrangulá-la.

De alguma forma, a planta agressiva parecia interessada em despi-la; ela deslizava por baixo das roupas de Hermione e as arrancava peça por peça. "O que é iss...?" Ela engasgou quando uma das extremidades, semelhante a uma cobra, arrancou sua calcinha e outra penetrou profundamente em seu interior. Era grossa e úmida, com a ponta arredondada.

A bruxa abriu a boca em um gemido mudo enquanto era preenchida; ela sabia que deveria lutar contra aquilo, mas simplesmente não conseguia — a sensação era extasiante e avassaladora. De qualquer forma, havia pouco a fazer; seus braços e pernas estavam completamente imobilizados.

O Visgo do Diabo continuava a acariciar e a penetrar as partes macias e delicadas do corpo de Hermione, que não ofereciam resistência alguma.

A jovem bruxa simplesmente se entregou ao prazer e, ao fazê-lo, lembrou-se do toque de sua amiga: aquele rosto adorável e cheio de sardas a beijando, aquele corpo quente junto ao seu.

"Oh, Gina..." ela gemeu. "Eu quero você..."

Ao se aproximar da cama de Hermione, Gina ficou chocada ao vê-la se tocando. A bruxa, seminuas, de olhos fechados, pernas bem abertas e costas arqueadas, mantinha uma mão sob a calcinha curta, esfregando-se com movimentos lentos, porém profundos, enquanto seu corpo inteiro se contorcia de prazer.

A jovem Weasley paralisou e hesitou por um segundo; sentiu que deveria voltar para sua cama antes que Hermione percebesse sua presença. Mas a cena era tão atraente e hipnotizante que ela não conseguia desviar o olhar; desejava-a intensamente. Foi então que ela ouviu:

"Oh, Gina... Eu quero você!" As palavras que saíam dos lábios de Hermione selaram o momento. Sem hesitar, a garota Weasley, excitada, atendeu ao chamado. Ela caminhou até a ponta da cama, deixou a calcinha cair no chão e subiu nela, engatinhando lentamente ao encontro deles.

Incentivada pelas palavras da amiga e sem perceber que estava dormindo, Weasley mergulhou entre as pernas de Hermione, subindo com lambidas pela parte interna das coxas até chegar à calcinha. "Hmmm... ela tem um cheiro tão bom", pensou a ruiva enquanto afastava gentilmente a mão de Granger e deslizava a peça de roupa molhada para o lado, expondo aquela doce tentação.

Gina percebeu, pela reação da outra bruxa, que sua língua era muito bem-vinda; os gemidos de Hermione ficavam cada vez mais altos, mas a ruiva estava tão absorta na tarefa que não se preocupou se alguém as ouviria, decidindo usar também os dedos para tornar a experiência mais intensa para sua companheira.

"Essa sensação é incrivelmente boa", pensou Hermione, contorcendo o corpo, embriagada de prazer. À medida que a sensação se intensificava, o véu do sonho começava a se dissipar; o feitiço era poderoso, mas seu desejo era ainda mais forte.

"Ai, meu Deus, Gina!" exclamou a jovem bruxa ao acordar e encontrar a cabeça de sua colega entre suas pernas.

"Shhh... boba... Vão nos ouvir", murmurou Gina enquanto massageava o clitóris da amiga com a língua.

Granger nem tentou entender o que estava acontecendo; interrompeu Gina levantando a cabeça dela com as duas mãos e, em seguida, beijou-a apaixonadamente, empurrando-a de volta para a cama enquanto caía por cima dela. O cheiro do perfume doce de Gina em sua pele macia e sardenta, misturado ao gosto de sua própria excitação nos lábios, deixava Hermione louca de desejo. Ela tateou a parte interna das coxas de Weasley com os dedos enquanto descia beijando o pescoço e os seios

claros e delicados da outra. Os dedos da bruxa nascida trouxa ficaram imediatamente molhados, e Gina gemeu, ansiando por mais.

Enquanto saboreava a textura dos mamilos rosados de Gina e esfregava sua intimidade molhada com uma mão, Hermione buscou com a outra a bolsa que estava na mesa de cabeceira. Após algumas tentativas desajeitadas, tateando sem olhar, ela conseguiu localizar a bolsa e deslizou a mão para dentro dela.

Os olhos de Gina se arregalaram ao ver a mão de Hermione tirar um enorme dildo de ponta dupla, em formato de pênis, da pequena bolsa. "Apenas relaxe... confie em mim", sussurrou Hermione no ouvido de Weasley enquanto a ponta grossa e arredondada do brinquedo tocava sua abertura úmida.

Do outro lado do quarto, Padma assustou a irmã ao sacudi-la para acordá-la. "Você está perdendo o show... olha!", sussurrou a gêmea mais velha, agachada ao lado da cama; ela estivera acordada, observando silenciosamente o encontro da colega de quarto o tempo todo. "Meu Deus! Elas estão mandando ver!", respondeu a mais nova, chocada.

Padma mordeu o lábio enquanto observava as colegas de quarto e, então, deslizou lentamente uma das mãos para baixo dos lençóis da irmã.

"Hmm... será que a gente consegue um pouco disso também?", disse Padma com um sorriso malicioso, enquanto sua mão convencia Parvati a fazer o mesmo.

As irmãs Patil tiraram as roupas íntimas e caminharam furtivamente em direção às outras bruxas em meio àquela cena erótica.

O corpo de Gina estremeceu por um instante quando Hermione empurrou lentamente o dildo para dentro dela; ela abriu bem a boca, sem emitir som algum, enquanto os lábios de sua buceta envolviam aquela haste roxa e grossa.

Granger então posicionou a outra extremidade do brinquedo entre as pernas e empurrou até que seus clitóris se tocassem.

"É tão bom...", ofegou Weasley.

"Melhor do que com o Harry?", perguntou Hermione com um sorriso divertido.

"Ah, sim! Muito melhor...", respondeu a ruiva, subindo por cima dela.

A bunda de Ginny batia com força contra a virilha de Hermione; os corpos de ambas estavam conectados pelo pau roxo, produzindo estalos úmidos a cada estocada. Suadas e gemendo, elas pareciam enfeitiçadas, desejando desesperadamente mais uma da outra.

"Hmmm... Safadinha..." A voz da gêmea indiana assustou as amantes.

"Tenho que dizer, Hermione, você realmente me surpreendeu. Nunca imaginei que você curtisse esse tipo de coisa", continuou Padma, que estava de pé ao lado da cama, completamente nua. Surpresa e envergonhada, Ginny saltou de cima da companheira e se cobriu com os lençóis.

"Ah, qual é, não precisa ficar tímida..." disse Parvati, aproximando-se da cena e abraçando a irmã por trás, apoiando o queixo no ombro dela.

"Na verdade, estávamos pensando se podíamos participar", disseram as duas em uníssono.

"Talvez a gente até possa apimentar um pouco as coisas..." sugeriu Padma, sentando-se na beira da cama e inclinando-se em direção a Hermione com a varinha na mão.

Ofegante, ainda corada e suada, Hermione respirou fundo para falar.

"Ah, ah, ah... deixa eu te mostrar", interrompeu a irmã Patil, silenciando gentilmente a outra bruxa antes que ela dissesse qualquer coisa, ao encostar a ponta da varinha na boca de Granger.

Ela então deslizou a varinha lentamente pelo pescoço até o peito de Hermione, aproximando muito a sua boca da dela.

"*Engorgio*." A palavra saiu dos lábios de Padma como um sussurro lascivo. Os seios de Hermione começaram a crescer abruptamente, quase chegando ao tamanho de duas abóboras de Halloween.

"Hmmm, parecem deliciosos", disse Ginny, apalpando de forma brincalhona um dos seios enormes da bruxa, que ainda estava em choque. "Isso pode ser divertido", acrescentou a ruiva em tom encorajador. Hermione continuava confusa, tentando organizar seus sentimentos enquanto examinava as partes novas e pesadas de seu corpo. Parvati subiu na cama com sua própria varinha e pegou o dildo úmido.

"Isso é legal", disse a gêmea após lamber o objeto. "Mas por que se contentar com isso quando você pode ter o de verdade?" concluiu ela, apontando a varinha para a virilha nua da irmã. "Genum Verto" — a vagina de Padma transformou-se instantaneamente em um pênis enorme e um saco escrotal pendurado entre as pernas.

"Ah, você me conhece bem, irmã", disse a mais velha com um sorriso lascivo, enquanto estava ajoelhada e acariciava suavemente seu novo membro.

"Viu só?" Parvati agarrou o pau da irmã e o colocou na boca.

Hermione engoliu o excesso de saliva enquanto observava a cena; eles estavam muito perto de seu rosto. Após alguns movimentos, Parvati tirou o membro totalmente ereto da boca. "Aqui, experimente você..." disse a indiana.

"Eu... eu só..." Granger hesitou por um segundo.

"Vamos lá, você sabe que quer isso", insistiu Parvati, segurando gentilmente a mão de Hermione e levando-a até o saco escrotal de Padma. "Assim..." Hermione massageou o saco, acompanhando o movimento da mão de Parvati.

A bruxa tímida mordeu o lábio inferior enquanto a ponta do pau se aproximava de sua boca; ela percebeu que a mão da indiana não guiava mais seus movimentos — era ela mesma quem fazia. Sua mão deslizou para o corpo do membro e começou a acariciá-lo; ela simplesmente não conseguia mais resistir.

Padma sentiu os lábios macios e úmidos de Hermione envolvendo lentamente seu pau, enquanto a outra olhava para cima com aqueles olhos tímidos.

Mas aquela timidez durou apenas um instante, pois ela logo se soltou, começou a acariciá-lo com mais rapidez e a levá-lo mais fundo na boca. A indiana segurou a nuca de Hermione e a puxou lentamente para mais perto; ela sentiu o fundo da garganta da outra bruxa e a fez engasgar.

Mas isso não desanimou Granger; pelo contrário, pareceu estimulá-la a uma abordagem mais apaixonada, decidida a aproveitar bem seus novos brinquedos.

Ela tirou o pau da boca e empurrou seus seios fartos para cima, envolvendo-o e cobrindo a ponta com os lábios novamente.

Padma estava extasiada ao ver Hermione se dedicar tanto à tarefa; os seios dela eram tão macios e a sensação era tão boa que ela começou a batê-los vigorosamente contra o membro, enquanto a outra bruxa tentava acompanhar o ritmo, recebendo as estocadas na boca.

Enquanto isso, Gina observava a cena por trás; ajoelhada e mordendo o lábio, ela deslizou lentamente a mão até o clitóris e começou a esfregá-lo. Sua mão foi imediatamente envolvida pela de Parvati, que se aproximou por trás e apalpou um de seus seios com a outra mão.

"Oh, coitadinha, ela também quer um pouco disso, irmã..." disse Parvati, beijando o pescoço de Gina. "Olha... ela está toda molhada, não a deixe esperando", acrescentou a mais nova das Patil, levando os dedos — encharcados pela excitação de Weasley — à própria boca para prová-los. Hermione deslizou a ponta do pau para fora da boca e deu uma longa lambida, descendo até a base e subindo novamente até a ponta, enquanto sorria para Padma.

"Hmm, que delícia... pode ficar com ele, linda..." disse a bruxa mais brilhante de sua geração.

Gina corou e hesitou por um segundo; Parvati interveio, fazendo-a deitar na cama. "Relaxa, querida... você vai gostar disso", tranquilizou a indiana com voz suave. Hermione deitou-se ao lado da amiga para observar bem a cena.

Padma posicionou-se sobre a bruxa ruiva e provocou-a, esfregando a ponta de seu pau grande contra o clitóris de Gina. Após algumas estocadas, ela foi penetrando lentamente a bruxa ansiosa, deslizando centímetro a centímetro até entrar por completo. Estava muito apertado, mas tão molhado que oferecia pouca resistência. A jovem Weasley revirou os olhos e contraiu os dedos dos pés ao sentir a ereção imponente penetrando o fundo de seu corpo.

A luz da alvorada já entrava pelas janelas do quarto enquanto as quatro garotas atingiam o auge de seu encontro lésbico. Seus corpos se fundiam em um quarteto orgásmico; suas peles quentes e suadas derretiam-se ao toque umas das outras. Estavam tão absortas no êxtase que o resto do mundo simplesmente desapareceu ao seu redor; não conseguiam ver nem sentir nada além daquele prazer sexual inebriante que crescia, ansiando pela liberação.

Ginny estava por cima de Padma, cavalgando seu pau vigorosamente. Ao lado delas, Hermione e Parvati lambiam-se mutuamente na posição sessenta e nove.

Por mais que estivessem curtindo as gêmeas Patil, Granger e Weasley ainda estavam fixadas uma na outra; eram atraídas por uma força, uma emoção que ia mais fundo do que imaginavam. Hermione interrompeu sua tarefa e ergueu a cabeça para buscar Ginny — que diminuiu o ritmo das estocadas — ao seu encontro. Elas se beijaram enquanto cavalgavam suas parceiras e, naquele momento, começaram a perceber a intensidade dos sentimentos que nutriam uma pela outra. Não era apenas uma atração apaixonada, mas um amor profundo, reprimido até aquele instante.

Enquanto suas línguas se entrelaçavam, Ginny sentiu algo pressionando suas costas. "N-não aí, Padma..." ela murmurou para Padma enquanto beijava Hermione. "Não estou fazendo nada", respondeu a garota indiana. Ao mesmo tempo, Hermione sentiu algo deslizando por seus cabelos. "O quê...?" Elas interromperam o beijo e se viraram. Os gritos das amantes assustaram as Patil, que pararam o que estavam fazendo e perceberam que estavam sendo cercadas por trepadeiras escuras vindas debaixo da cama.

Parvati entrou em pânico e gritou ao sentir um dos ramos forçando a entrada em seu ânus, penetrando-a profundamente, enquanto outra trepadeira deslizava entre as pernas de Hermione e também penetrava a bruxa desprevenida. A sensação do caule deslizando para dentro dela evocou imediatamente imagens daquele sonho interrompido em sua mente.

"Que diabos...?" murmurou Padma quando uma das gavinhas se enrolou em seu pau e o puxou para fora de Ginny. Ela rapidamente tentou alcançar sua varinha ao lado da cama, mas foi interceptada por mais trepadeiras que prenderam seus braços. "Não... não pode ser! Foi... só um sonho..." disse Hermione, encarando a cena em choque.

"Como assim, um sonho?!" gritou Gina, enquanto era erguida no ar pela planta feroz que profanava seu corpo nu.

"Eu... eu... lancei um feitiço em mim mesma p-para conseguir dormir e então..." gaguejou a bruxa, ainda meio atordoada, enquanto era envolta pelas gavinhas que pressionavam e apertavam seus seios fartos.

"Quer dizer que eu te acordei enquanto você estava sob o efeito de um feitiço de sono?!" disse Gina, desesperada.

"Você não deveria ter feito isso!" repreendeu Padma.

Ao ouvir as palavras de Padma, a bruxa mais brilhante de sua geração lembrou-se do aviso do Professor Flitwick na aula de Feitiços; Padma tinha razão.

"Acho que agora sabemos o porquê..." acrescentou Parvati, com sarcasmo, tentando manter a calma diante das dezenas de cipós que já haviam coberto toda a cama. "É um Visgo do Diabo! É só não se mexer e ele vai nos soltar!" continuou ela.

"Não este visgo..." disse Hermione, com uma expressão preocupada.

"Não este visgo..." sussurrou ela para si mesma.

Quanto mais as garotas se debatiam, mais a armadilha prendia seus corpos, buscando qualquer abertura úmida e macia que pudesse encontrar para sondar a anatomia das bruxas.

Com os braços imobilizados, Hermione assistiu impotente enquanto dois tentáculos se enrolavam em suas pernas, erguendo-as e abrindo-as, enquanto outros dois cipós se entrelaçavam e penetravam profundamente entre elas.

A armadilha não era nada delicada ao penetrar e sair do corpo de Hermione. A jovem bruxa gemia com uma mistura de satisfação e desespero enquanto a planta continuava a profanar seu corpo brutalmente.

Enquanto isso, vários galhos prendiam Gina de bruços, com as nádegas empinadas contra o colchão, enquanto outros tentáculos se estendiam para dentro dela por trás.

O pênis de Padma estava perto do rosto de Gina, sendo acariciado por um tentáculo enrolado. A indiana não conseguiu conter um grito de prazer quando outro cipó a penetrou por trás ao mesmo tempo.

"Eu... eu acho que essa armadilha tem uma... ahh... agenda diferente..." Parvati ofegou entre gemidos. Ela estava ajoelhada em posição submissa enquanto suas duas entradas eram completamente preenchidas pela armadilha.

"S...Sim!... Acho que devemos apenas entrar na brincadeira... hmm", disse Hermione, atingindo o ápice. As bruxas cederam e deixaram a armadilha assumir o controle; pararam de lutar e se entregaram completamente. Conforme as bruxas obedeciam, a armadilha soltou as amarras de seus braços e mãos, o que as garotas usaram para se ajudarem e ajudarem suas parceiras a alcançar um orgasmo conjunto.

Seu medo foi afogado em um êxtase crescente que se tornou cada vez mais profundo e intenso até culminar em um orgasmo.

"Ahh!... Eu... Ahmm!... estou chegando!", gritou Padma.

" Ginny agarrou rapidamente o pênis da bruxa e o colocou na boca para receber toda a carga de seu orgasmo, enquanto ela mesma chegava ao clímax com um grosso galho da armadilha batendo contra seu colo do útero.

O calor e a umidade da língua de Weasley incitaram Padma a explodir dentro de sua boca, o que se provou demais para Ginny suportar, enquanto o sêmen jorrava e escorria por seus lábios. A ruiva continuou acariciando o pênis, no entanto, para extrair cada gota.

Hermione teve seus seios enormes apalpados tanto pela armadilha quanto por Parvati, a irmã Patil, que os apertou com força enquanto ela gozava. Ao mesmo tempo, Hermione agarrou as próprias pernas para puxá-las ainda mais para trás enquanto os ramos trançados e encharcados a violentavam e múltiplos gritos de prazer ecoavam pelo quarto e além.

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