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Um conto erótico de Sam
Categoria: Heterossexual
Contém 963 palavras
Data: 24/06/2026 22:39:35
Assuntos: Heterossexual

Eu tenho 21 anos, 1,70 m, corpo atlético de quem malha 4 vezes por semana. No Tinder, coloquei na bio exatamente o que queria: “Homem de 21 buscando mulher 18-40 pra sexo casual em troca de 300 reais. Discrição total. Busco e levo. Só quem topa de verdade.”

Rolou bastante scroll, mas Ana, 27 anos, respondeu rápido. “Topo, mas quero um café antes. Quero ver se bate a química.” As fotos dela já me deixavam louco: cabelos castanhos ondulados, pele morena clara, olhos verdes, corpo bem desenhado com cintura fina, quadris largos e uns seios fartos. Parecia real.

Cheguei primeiro no café em Monte Verde. Quando ela entrou, vestindo um vestido floral leve, meu coração acelerou e meu pau deu uma latejada. Era ainda melhor ao vivo. Conversamos quase uma hora. Ela ria, mexia no cabelo, tocava meu braço de leve. Admitiu que estava nervosa, que nunca tinha feito algo assim, mas que precisava do dinheiro e que eu parecia tranquilo.

— Se em qualquer momento você quiser parar, a gente para — falei sério.

Ela mordeu o lábio, sorriu e disse:

— Vamos.

O chalé que reservei era exatamente como nas fotos: madeira escura, lareira já acesa, vista para as montanhas, hidromassagem na varanda e uma cama enorme. Assim que fechei a porta, o clima mudou. Puxei ela pela cintura e a beijei. O beijo começou devagar, quase tímido, mas logo nossas línguas se enroscaram com vontade. Minhas mãos desceram e apertaram aquela bunda macia por cima do vestido. Ela gemeu baixinho contra minha boca e pressionou o corpo contra o meu. Meu pau de 19 cm já estava duro, marcando a calça.

Tirei o vestido dela devagar, revelando o sutiã preto rendado que mal continha aqueles seios cheios e pesados. Abaixei as alças, libertei eles e desci a boca com fome. Chupei um mamilo rosado devagar, circulando a língua, depois passei pro outro, mordiscando de leve enquanto massageava os dois com as mãos. Ana arqueou as costas, soltando gemidos baixos que iam ficando mais altos. Senti os bicos endurecendo na minha boca.

— Caralho… você sabe o que faz — murmurou ela, respirando rápido.

Levei ela pra cama, tirei a calcinha com a boca e abri suas pernas devagar. A boceta dela estava completamente depilada, inchada, brilhando de tesão e com um cheiro doce e quente que me deixou ainda mais louco. Comecei lambendo bem devagar, da entrada até o clitóris, sentindo o gosto dela. Depois foquei no pontinho, chupando com pressão constante, alternando com lambidas rápidas. Ana se contorcia, segurava minha cabeça, gemia alto. Enfiei dois dedos nela, curvados pra cima, metendo num ritmo firme enquanto chupava o clitóris sem parar. Senti ela apertando meus dedos por dentro, molhada pra caralho. Poucos minutos depois ela gozou forte, tremendo inteira, apertando minha cabeça entre as coxas e soltando um gemido longo e rouco que ecoou no chalé.

Enquanto ela recuperava o fôlego, ofegante, Ana me empurrou de costas e abriu minha calça. Seus olhos arregalaram quando meu pau grosso, veioso e de 19 cm pulou pra fora, latejando.

— Porra… é grande mesmo — sussurrou, passando a língua nos lábios.

Ela pegou com as duas mãos, lambeu da base até a cabeça bem devagar, depois enfiou o máximo que conseguia na boca quente e molhada. Chupava com vontade, girando a língua na cabeça, descendo e subindo enquanto massageava minhas bolas. Saliva escorria pelo meu pau. Eu gemia, segurava o cabelo dela com cuidado, controlando o ritmo pra não gozar cedo. Foi uma das melhores boquetes da minha vida.

Virei ela de quatro na beira da cama. Esfreguei a cabeça grossa do meu pau na boceta molhada dela, provocando, batendo de leve no clitóris. Ana empinava a bunda, desesperada:

— Para de provocar… me fode logo, por favor.

Entrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo ela se abrindo ao meu redor, quente, molhada e apertada pra caralho. Quando estava todo enterrado, dei um tempo pra ela se acostumar, depois comecei a meter com ritmo forte e profundo. Uma mão no quadril dela, a outra puxando o cabelo de leve. O som de pele batendo contra pele enchia o quarto junto com os gemidos dela. Ana empinava mais, pedindo mais fundo, mais rápido. Meti com força, sentindo minhas bolas batendo nela. Troquei o ângulo um pouco e ela gozou de novo, apertando meu pau bem forte por dentro, o corpo inteiro tremendo.

Deitei ela de lado, levantei uma perna dela bem alto e voltei a entrar fundo. Nessa posição conseguia meter ainda mais fundo, beijando o pescoço dela, mordendo de leve o ombro enquanto apertava aqueles seios e beliscava os mamilos. Ana gemia no meu ouvido, arranhava minhas costas, completamente entregue. Sussurrei no ouvido dela:

— Você gosta assim, né? Gostosa pra caralho…

Ela respondeu gemendo meu nome. Gozou pela terceira vez, apertando meu pau ritmicamente.

Por fim, ela subiu em mim. Sentou devagar, sentindo cada centímetro entrar, depois começou a cavalgar. Primeiro devagar, rebolando gostoso, segurando os próprios seios e olhando nos meus olhos. Depois foi aumentando o ritmo, quicando mais rápido, a bunda batendo nas minhas coxas. Eu segurava a cintura dela, ajudando o movimento, subindo o quadril pra encontrar as estocadas. O suor escorria entre os corpos. O prazer foi subindo demais. Apertei a bunda dela com força e gozei forte dentro dela, gemendo alto, jatos quentes enchendo ela. Ana gozou junto, tremendo inteira, cravando as unhas no meu peito.

Ficamos um tempo abraçados, suados, respirando pesado. Ela passou a mão no meu peito e sorriu, ainda com meu pau dentro dela.

— Foi melhor do que eu esperava… de verdade. Você sabe mesmo como foder.

Entreguei os 300 reais. Ela guardou, me deu um beijo demorado e disse que, se eu quisesse repetir, era só chamar.

Saí dali com a sensação de que tinha sido uma noite do caralho.

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