Ed tinha 30 anos e um corpo levemente atlético, resultado de calistenia e corridas matinais que usava para descarregar o estresse. Mas nada acalmava o fogo que sentia toda vez que Prila passava pelo corredor da empresa.
Prila, 26 anos, era a irmã mais nova da sua ex-mulher. Sua comadre. A mulher que ele não deveria nem olhar duas vezes, mas olhava dois mil.
E mesmo assim, era só nela que ele pensava.
Ela tinha 1,60 com cintura fina, seios médios, pernas gostosas. Mas a bunda... aquela bunda era perfeita. Redonda, empinada, levemente cheia, gostosa dentro das saias ou das calças jeans justas que ela usava no escritório. Ed passava horas imaginando as mãos apertando aquelas nádegas macias, abrindo-as, enterrando o rosto entre elas.
Eles trabalhavam no mesmo andar. Cumprimentavam-se com educação. Prila nunca dava sinais na empresa, com exceção dos olhares na piscina quando ainda eram cunhado e cunhada. Agora era apenas um sorriso educado, um “bom dia, Ed”, nada mais. Isso só piorava o desejo dele.
Numa tarde de sexta, o escritório estava quase vazio. Prila ficou até mais tarde para terminar um relatório. Ed também. Quando ele passou pela sala de impressora, lá estava ela, de costas, inclinada sobre a máquina. A saia preta subiu um pouco, revelando a curva perfeita da bunda, o tecido esticado marcando cada contorno.
Ed sentiu o pau endurecer instantaneamente. Entrou e fechou a porta.
— Precisa de ajuda? — perguntou, a voz rouca.
Prila virou o rosto, surpresa, mas sorriu de leve.
— Ah, oi. Travou de novo. Odeio essa impressora.
Ela se inclinou mais para mexer no papel preso. A bunda empinou ainda mais. Ed não aguentou. Deu dois passos e parou logo atrás dela, o corpo quase tocando o dela.
— Prila... — murmurou.
Ela ficou imóvel. Não se afastou.
Ed deslizou as mãos devagar pela lateral do corpo dela até segurar aquela bunda que deixava ele louco há meses. Apertou com força, sentindo a carne macia transbordar entre os dedos.
— Ed... o que você... — ela começou, mas a voz falhou quando ele pressionou o pau duro contra ela por cima da roupa.
— Eu não aguento mais — disse ele, apertando mais, massageando, abrindo as nádegas por cima do tecido. — Essa bunda me deixa louco todo santo dia. Você não faz ideia do que eu penso em fazer com ela.
Prila estava em choque, soltou um gemido e suspiro baixinho, mas não o afastou. Em vez disso, empinou levemente contra as mãos dele.
Ed subiu a saia dela até a cintura com um movimento brusco. A calcinha preta mal cobria a bunda perfeita. Ele puxou o tecido para o lado e passou dois dedos pela fenda molhada, sentindo que ela já estava encharcada.
— Porra, você tá molhada... — sussurrou, surpreso e excitado.
Ele se ajoelhou atrás dela, o rosto na altura daquela bunda que tanto desejava. Sem dizer nada, afastou as nádegas com as mãos e aproximou a boca. Primeiro, lambeu devagar a boceta inchada, de baixo para cima, saboreando o gosto doce e quente dela. Prila arqueou as costas e soltou um gemido mais longo quando a língua dele encontrou o grelo, circulando-o com pressão firme, sugando levemente.
— Ed... ah não, a gente não pode... — murmurou ela, tremendo.
Ele devorou-a com fome, enfiando a língua entre os lábios molhados, fodendo-a com a boca enquanto uma mão subia para apertar um seio por cima da blusa. Prila rebolava contra o rosto dele, cada vez mais molhada, enquanto Ed tava um tapa em sua bunda branca e gostosa, o mel escorrendo pelo queixo de Ed. Ele alternava entre chupar o clitóris e lamber toda a extensão da boceta, gemendo de prazer contra a carne dela.
Depois, subiu um pouco mais. Abriu aquelas nádegas macias e firmes e passou a língua devagar pelo períneo até chegar ao cuzinho apertado e rosado. Prila soltou um suspiro chocado, mas não protestou. Pelo contrário, empinou mais a bunda contra o rosto dele.
Ed deu um beijo lento e profundo. Circulou o anelzinho com a ponta da língua, pressionando, lambendo em movimentos circulares úmidos e lascivos. Depois achatou a língua e lambeu com força de baixo para cima, várias vezes, saboreando o gosto proibido. Ele gemeu alto contra a carne dela, completamente entregue, enquanto enfiava a ponta da língua para dentro do cuzinho apertado, fodendo-o devagar com a boca. Uma das mãos dele massageava o clitóris dela ao mesmo tempo, mantendo-a no limite.
Prila tremia inteira, gemendo sem controle de perna bamba enquanto a boceta apertava os dedos de Ed em um gozo proibido, que nunca deveria acontecer, mas desejado, enquanto apoiava a testa na impressora.
— Isso... assim... porra, Ed... você é louco...
Ele continuou por longos minutos, alternando entre devorar a boceta encharcada e comer aquela bunda perfeita com a língua, abrindo-a com as mãos para ir cada vez mais fundo. Só quando sentiu que ela estava pronta, com seu o pau latejando dolorosamente dentro da calça, levantou.
Ed abaixou a calça, liberando o pau grosso e latejante. Prila virou o rosto, os olhos vidrados de desejo, e ele a puxou para um beijo rápido e sujo, fazendo-a sentir o próprio gosto na língua dele. Há quanto tempo Prila desejava isso? Em qual momento essa vontade chupar ela toda e foder completamente passou a ser recíproco?
Deitou ela no móvel da impressora, as pernas dela em seus ombros e mirou a boceta de Prila. Prila olhava com um misto de descrença, safadeza e arfava de tesão. Tirou as pernas dos ombros e puxou a cintura de Ed junto do seu corpo, ajudando a penetração a vir com tudo. O som enchia a sala, Prila tampava a boca para evitar gemer alto, enquanto a sentia a mão de Ed em seu pescoço, ele por sua vez fodia com vontade, fodia rebolando como se quisesse entrar todo naquele boceta que realmente desejava faz tempo. Ed puxou Prila, e segurando sua nuca, a trouxe para um beijo enquanto a fodia profundamente, em um beijo depravado, selvagem e proibido. Só pra sentir a boceta de Prila apertar seu pau, e ela estremecer ainda no beijo. Prila estava bamba, subjugada aos desejos de Ed.
Virando ela, e agora as pernas de Prila já apoivam no chão, enquanto seu corpo encosta no móvel, expondo para Ed a concretização de sua tara.
Ele vai com o rosto na bunda de Prila uma vez mais. Beija cada extensão daquela raba, sentindo seu cheiro maravilhoso. Enterra o rosto e beija seu cú. Era hora.
Esfregou a cabeça do pau entre as nádegas dela, lambuzando-a com o gozo misturado com saliva. Prila gemeu mais alto quando ele pressionou contra o cuzinho apertado.
— Ed... a gente não pode... — murmurou ela, mas sem esforço nenhum.
— Eu só quero foder essa bunda linda que me atormenta — ele respondeu, segurando os quadris dela com força.
Empurrou devagar. O cuzinho resistiu no começo, mas com a chupada e passando o pau na boceta, lubrificou e forçou a entrada de novo. Prila soltou um gemido agudo quando a cabeça inchada entrou. Ed continuou empurrando e recuando até enterrar metade do pau naquela bunda quente e apertada.
— Caralho... que delícia — grunhiu ele.
Começou a meter com força, vendo aquelas nádegas redondas balançarem a cada estocada. O som de pele contra pele enchia a sala de impressora. Prila se apoiavana mesa, tentando não gemer alto, a bunda empinando para receber mais.
Ed metia fundo, apertando a carne macia, dando tapas que deixavam marcas vermelhas na pele clara. Ele não durou muito. O tesão acumulado de meses explodiu. Segurou a bunda dela aberta e gozou forte dentro do cuzinho, enchendo-a de porra quente.
Prila tremeu, gozando logo depois, apertando o pau dele com o ânus pulsante.
Eles ficaram ali, ofegantes, por alguns segundos. Ed ainda dentro dela, começou a beijar o pescoço dela, e desceu para a bunda, como se estivesse agradecendo pelo presente.
— Isso nunca aconteceu — murmurou Prila, a voz trêmula, enquanto ele via a porra escorrendo da bunda perfeita.
Ed sorriu, puxando a saia dela de volta.
— Claro que não.