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Fernanda:Esposa do Vereador Parte 2

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Um conto erótico de Comedor
Categoria: Heterossexual
Contém 698 palavras
Data: 25/06/2026 06:57:59

​Parte 2 Esposa do vereador. A atmosfera dentro daquela edícula já estava densa, carregada com o cheiro de suor e desejo. Quando afastei a calcinha rosa-rosé de lado e comecei a chupar aquela buceta com força, Fernanda perdeu completamente a pose. Ela estava totalmente entregue, extremamente lubrificada, melando os meus dedos e a minha boca. Cada movimento da minha língua fazia o corpo dela dar um solavanco no colchão.

​O clima estava perfeito, mas quando fiz o movimento para pegar a camisinha na carteira, ela segurou a minha mão. O olhar dela era puro fogo.

​— Por favor, não coloca não — pediu, com a voz meio rascante.

— Não, mas é perigoso, Fernanda — ponderei, tentando manter um mínimo de razão.

— Não, eu me cuido, toma aqui o controle — ela insistiu, colando o corpo no meu. — Eu tenho alergia a camisinha e, de verdade… eu quero te sentir por dentro. Pele na pele.

​A hesitação durou segundos. Antes que eu pudesse formular outro argumento, ela tomou a iniciativa. Segurou o meu pau com firmeza e mandou:

​— Deita aí.

​Eu deitei. Fernanda se posicionou por cima, alinhou a cabeça do meu pau e, sem pressa, deu aquela sentada firme, forte, deixando o peso do corpo descer até o talo. A sensação do calor dela, direto, me deixou completamente maluco. Ela ajeitou os joelhos no colchão e começou a cavalgar. Ia para cima, ia para baixo, em um ritmo frenético que fazia a buceta dela sugar tudo. Para não gozar logo de cara ali, de bobeira, tive que travar o maxilar e começar a pensar em qualquer outra coisa — futebol, boletos, qualquer assunto que me segurasse —, porque o aperto dela era um absurdo.

​Ela continuou ali por um bom tempo, cavalgando e gemendo alto, até que jogou a cabeça para trás e sussurrou:

— Eu não vou aguentar muito tempo… vou acabar gozando!

​Percebendo que o meu limite também estava no talo, segurei a cintura dela e a tirei de cima antes da hora. Deitei a Fernanda de costas no colchão, tirei o pau todo para fora e, devagar, encaixei tudo de novo lá no fundo, sentindo cada dobra dela se moldar em mim.

​— Agora deixa eu te dar muito amor — sussurrei, cara a cara. — Vamos bem devagarzinho.

​Comecei o vai e vem bem lento. Dava para sentir a buceta dela contraindo, apertando o meu pau a cada estocada. Ela sussurrava que estava maluquinha de tesão por estar sentindo tudo daquele jeito, tão real. Conforme a intimidade aumentava, o ritmo mudou. Comecei a bater mais forte, o som dos nossos corpos se chocando ecoando no quarto, e aproximei a boca do ouvido dela para soltar a safadeza que estava presa na garganta:

​— E aí, está gostoso, minha casadinha?

— Tá… — ela gemeu, apertando os meus ombros.

— Hoje eu vou comer a mulher do vereador, a casadinha mais safada dessa cidade. Sabe o que é pior? Eu votei nele, mas hoje eu estou votando é dentro da esposa dele.

​Fernanda deu uma risada abafada, misturada com um gemido de protesto:

— Para de falar isso, seu safado!

— Você não gosta? — perguntei, dando uma estocada mais funda.

— Não… eu não gosto.

— Não gosta? Então por que essa buceta está toda úmida, toda melada? Ela está te entregando todinha, Fernanda.

​— Ai, continua, continua… — ela implorou, jogando a cabeça para o lado.

​Aproveitei o embalo e passei a bater ainda mais forte, sentindo o fundo da buceta dela. A cada impacto, ela se animava mais, subindo o quadril para receber o golpe. O jogo mental estava cobrando o seu preço, e eu queria cravar aquela bandeira por completo. Passei a língua de leve por dentro do ouvido dela, deixando o corpo dela todo arrepiado, e mandei a pergunta fatal:

​— Fala a verdade… Aquele corno daquele vereador te come gostoso igual eu? A pica dele é igual a minha, grossa assim, de 18 centímetros, que te preenche todinha por dentro?

​Fernanda travou as pernas ao redor da minha cintura, completamente desestruturada pela provocação.

​— Não, velho… — ela desabafou, soltando o ar com força. — Só você me come gostoso. Aquele corno não tem uma pica dessa… Ai, por favor, para de falar assim, se não eu vou gozar agora! Continua parte 3 final

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Foto de perfil genérica Safado histórias reais Contos: 30Seguidores: 17Seguindo: 0Mensagem Você não apenas come essas mulheres; você as transforma, tira delas a versão mais safada que elas escondem da sociedade.

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