Capítulo 8: A Armadilha de André
Duas semanas após o churrasco, Antonela anunciou que viajaria novamente a trabalho; três dias em Curitiba para uma reunião da empresa, algo sobre a implementaçãode um novo sistema, ou algo assim. André viu nisso a oportunidade perfeita para virar o jogo de sedução com a sogra safada. Até então, Cláudia sempre ditava o ritmo: ela escolhia o momento, o lugar, o risco. Agora ele queria mostrar que também sabia jogar e armou sua jogada.
Assim que levou Antonela ao aeroporto Leidy Lopes e centificou se de que ela havia embarcado e o avião decolado, André mandou uma mensagem para Cláudia:
“Sogrinha, Antonela acabou de viajar. Preciso de uma ajuda sua aqui em casa com uma coisa importante. Pode passar aqui por volta das 15h? Só você e eu. Beijo.” após a mensagem mandou uma foto do seu pau duro em visualização única.
Cláudia leu a mensagem, viu a foto e sorriu para o celular. Sabia exatamente o que ele queria. Respondeu curto:
“Claro, seu safado. Chego aí às 15h. Beijinhos sujos da sogrinha puta.” escolheu a dedo detre as centenas de fotos dela uma para mandar, por fim escolheu uma das que mais gostava, nua de costas para o espelho focando o enorme rabo plugado, um.plug de metal com uma pedra vermelha em formato de coração aparecendo enterrado em sua bunda.
André ficou louco vendo aquela foto, ainda no carro mandou mensagens para outras pessoas e foi trabalhar, porém na hora do almoço já estava em casa preparando tudo.
A tarde chegou, ela se arrumou com cuidado: saia lápis preta justa que marcava a bunda chamativa, calcinha minuscula preta de renda, plug anal inserido, blusa branca de seda fina sem sutiã (mamilos marcando o tecido), salto alto, batom vermelho escuro perfume chamativo, um que seu marido odiava, segundo ele tinha cheiro de puta e exatamentepor isso ela gostava. Chamou um carro de Aplicativo, sentou-se provocante no banco traseiro do carro, abrindo as pernas deliberadamente fingindo não ver o motorista olhar constántemente pelo retrovisor. Chegou na casa de André e Antonela pontualmente às 15h, já toda molhada de tesão, tocou a campainha. Ele abriu a porta de bermuda e regata.
“Boa tarde sogrinha” comprimento ele com um sorriso safado no canto da boca, “ Tá linda assim, vestida de puta” Cláudia sorriu e entrou, rebolando sutilmente pelo corredor. André fechou a porta, trancou com chave. Sem rodeios, puxou ela pela cintura e a beijou com fome, língua invadindo a boca dela. Cláudia correspondeu, mãos já descendo para apertar o volume na bermuda dele.
“Você tá com pressa hoje, hein?”, murmurou ela contra os lábios dele. “Quer foder a sogrinha puta né?”
“Você não faz ideia”, respondeu André, guiando ela escada acima direto para o quarto do casal, para a cama que dividia com Antonela. “ quero foder você inteira hoje”
Cláudia riu baixo, já levantando a saia para mostrar a micro calcinha de renda já humida e plug anal. “Então vem… me fode como você gosta.” provocou “Me fode como uma puta vagabunda”
André a empurrou de bruços na cama, saia levantada até a cintura. Puxou a calcinha que se rasgou quase por completo, beijou suas nádegas e retirou o plug devagar observando seu cu piscar de tesão, abriu a bunda dela e começou a lamber o cu rosado, babando, lambendo, enfiando o língua no seu anel, encaixou dois dedos devagar, abrindo caminho. Cláudia gemeu alto, empinando mais.
“Isso… abre meu cu…” gemeu empinando a bumda, “quero sentir você inteiro aí dentro.” Pediu, Cláudia adorava sexo anal, desde a adolescência, fazia a festa dos primos na fazenda da família, todos comeram seu cu ao menos uma vez naquela época, porém, Rubens não ligava, e por vezes, mesmo com ela pedindo ele se negava.
Ele baixou a bermuda de forma apressada, pau duro e grosso pulsando. Cuspiu mais uma vez na entrada, encaixou a cabeça e empurrou devagar. Cláudia arqueou as costas, gemendo rouco ao sentir a invasão.
“Ahhh… devagar… me abre todinha…” pediu já no controle da situação, segurando a bunda aberta. “depois mete forte…”
André obedeceu no começo, entrando centímetro por centímetro, sentindo o anel apertado ceder. Quando estava todo dentro, parou um segundo sentindo a buceta molhada dela em contato com seu saco, se apoiou o melhor possível na cama e começou a meter primeiro com movimentos lentos subindo quase até o pau sair todo do rabo dela e depois voltando a empurrar até o fundo, tirando e entrando, cada vez mais rápido e com mais força, batendo fundo, mãos apoiadas firmemente no colchão, usava todo peso do corpo para arremeter sobre ela, ele entrava e saia com movimentos fortes e rápidos do jeito que ela gostava de ser usada.
Cláudia gemia alto, sem se importar com vizinhos; a casa era isolada, janelas fechadas. “Fode o cu da sogrinha vadia… mais forte…” pedia quase gritando de tesão e prazer, “me faz gozar assim seu safado…”
Então ele parou, quase como desafiando ela, tirou o pau do cuzão dela que ficou todo aberto, piscando. Cláudia olhou pra trás brava estava prestes a protestar quando de uma só vez ele a penetrou na buceta encharcada e ela apenas gemeu de prazer, desta vez ele não começou devagar, entrou na sua xota como se quisesse rasga lá, forte fundo sem pedir licença, a cabeça do pau batendo no útero dela. Nova parada sem aviso e André voltou ao rabo da coroa vadia.
O ritmo ficou selvagem. André batia com força, o som de pele contra pele ecoando no quarto. Cláudia enfiou a mão entre as pernas, esfregando o clitóris furiosamente enquanto era sodomizada. Gozou primeiro, corpo convulsionando, cu apertando em espasmos em volta do pau dele.
“Você é uma puta safada mesmo… adora dar o cu pro genro…” André não parou. Continuou metendo, suado, grunhindo.
“E você adora foder a sogrinha … vai… me enche o cu…” Cláudia ria entre gemidos.
Ele acelerou ainda mais, bolas batendo contra a bunda dela, até que gozou forte, jatos quentes enchendo o interior do cu dela. Ficou enterrado até o fim, pulsando, xingando e grunhindo baixo.
Quando saiu devagar, porra branca escorreu do cu aberto, pingando pelas coxas dela. “Delícia, arrombou todo o cuzinho da sogrinha puta” Cláudia virou-se de lado, sorriso safado, ainda ofegante, “agora me limpa com a boca, como bom menino que vc é.”
André ajoelhou na cama, lambeu o cu escorrendo, provando o próprio gozo misturado ao gosto dela. Cláudia gemeu de novo, dedos no clitóris se tocando delirante. Foi nesse momento que ela percebeu.
Luiz nu pau duro, celular na mão como se fotografasse, Cláudia de lado na cama, saia amassada, cu escorrendo porra, André lambendo entre as nádegas dela.
Luiz sorriu lento, olhos brilhando de tesão e surpresa.
“Mas minha sogrinha é mesmo uma puta safada…”
