Meu nome é Roberto, tenho 46 anos e sou casado há 15 com a Marlene. Mas a verdade é que há quase dois anos eu vivo obcecado por uma única coisa nessa casa: o cuzinho da minha filhada, a Larissa. Ela tem só 19 anos, corpo de academia, pele morena dourada, bundona empinada que balança quando ela chega da faculdade de shortinho jeans. Eu sempre fui um homem normal, mas desde que vi aquele rabo pela primeira vez, algo mudou em mim. Eu me tornei um viciado. Um lambedor de cu profissional. Aqui não pode publicar fotos nos contos, mas vou deixar abaixo, na caixa de comentários os links para você ver e baixar tudo.
Tudo começou num dia comum. Larissa esqueceu o celular na mesa da sala enquanto tomava banho. Eu não resisti. Abri o WhatsApp e vi a conversa com a amiga da faculdade:
“Amiga, juro por Deus… eu fico molhada só de imaginar o pau do meu padrasto me comendo. Ele é tão safado, olha pra minha bunda o tempo todo. Queria que ele me pegasse de jeito…”
Meu pau endureceu na hora. Printtei tudo. Quando ela saiu do banho, de toalha, eu mostrei a tela. Ela ficou vermelha, tremendo.
— Pai… por favor… não conta pra mamãe.
Eu sorri, safado:
— Não vou contar. Mas você vai me mostrar agora o que essa bundinha esconde.
Ela confessou que era virgem. Nunca tinha dado pra ninguém. Mas tinha tesão no padrasto desde os 17. A partir daquele dia, eu comecei meu vício. E o que eu mais amo é o cheiro e o sabor do cuzinho dela depois de um dia inteiro suando.
**O Ritual Diário**
Todo dia, quando ela chega da faculdade por volta das 17h30 e a Marlene ainda está no trabalho, eu espero ansioso. Larissa entra, tira o tênis, e eu já a puxo pra cozinha ou pro quarto dela.
— Vem cá, filha. Deixa o pai cheirar esse cuzinho suado.
Ela ainda acha um pouco nojento no começo, faz careta, mas abre as pernas mesmo assim. Eu ajoelho atrás dela, puxo o shortinho pra baixo junto com a calcinha fio-dental molhada de suor. O cheiro sobe forte: suor, bunda quente, um leve azedinho natural do dia inteiro sentada na cadeira da sala de aula. Eu enfio o nariz bem no meio daquela fenda morna, inspirando fundo.
— Porra, Lari… que delícia esse cheiro de cu suado.
Minha língua sai grossa e eu começo a lamber. Devagar no começo, circulando o anelzinho franzido, sentindo o sabor amargo-azedinho que me deixa louco. Ela geme baixinho, segura na pia:
— Ai pai… isso é nojento… mas não para…
Eu lambo com fome, enfiando a ponta da língua dentro do cuzinho apertado, sentindo ele piscar na minha boca. Chupo, babo, deixo ele brilhando de saliva. Depois viro ela de frente pra mim, sento no chão e faço ela sentar na minha cara. A bundona cobre meu rosto inteiro. Eu como com vontade enquanto ela rebola devagar, esfregando o cu na minha língua.
**A Primeira Foda Anal**
Demorou umas duas semanas até ela entregar o cu de verdade. Eu tinha preparado manteiga na geladeira. Um dia que a Marlene foi visitar a mãe, eu chamei Larissa pro quarto.
— Hoje o pai vai comer esse cuzinho virgem.
Ela estava nervosa, mas molhada. Eu passei manteiga generosamente no pau e no anelzinho dela. Deitei ela de lado, levantei uma perna e encostei a cabeça grossa. Empurrei devagar. O cuzinho dela era absurdamente apertado.
— Ai pai! Tá doendo… tá muito grosso…
— Relaxa, filha. Deixa o pai entrar.
Centímetro por centímetro eu fui enfiando. Quando a cabeça passou, ela soltou um gemido alto. Eu parei, deixei ela acostumar, e continuei. Quando bati o saco inteiro no cu dela, comecei a meter. Devagar no início, depois mais forte. O cuzinho dela apertava meu pau como uma mão quente e molhada. Eu metia e cheirava o pescoço dela, lambia a orelha.
— Gemendo pra mim, vai… diz que é minha putinha.
— Sou sua putinha, pai… mete no meu cu… ai que delícia…
Eu gozei pela primeira vez dentro daquele cuzinho virgem, enchendo de porra quente. Ela gozou só com o cu sendo arrombado, tremendo inteira.
**Os Riscos em Casa**
O perigo tornou tudo mais gostoso. Um sábado fizemos churrasco em casa. A Marlene estava no quintal com os amigos, rindo alto, cerveja na mão. Larissa estava na cozinha, de shortinho branco, ajudando a preparar as carnes. Eu entrei por trás, tranquei a porta rapidinho.
— Pai… a mamãe tá ali fora!
— Só uma lambidinha, filha. Tô louco pelo seu cu suado de hoje.
Eu ajoelhei rápido atrás dela, puxei o shortinho pra baixo. O cuzinho estava quentinho, com cheiro forte de suor do dia. Enfiei a língua fundo enquanto ela tentava fazer cara de normal, mexendo na salada. Alguém chamou do quintal:
— Larissa, cadê a farofa?
— Tá… tá quase pronta! — respondeu ela, voz tremendo enquanto eu chupava o cu com fome, mão espalmada na bundona.
Eu levantei, passei saliva no pau e enfiei rápido no cuzinho. Meti umas dez vezes forte, bem fundo, enquanto ela mordia o braço pra não gemer alto. Tirei antes de gozar, guardei o pau e saí como se nada tivesse acontecido. O risco de sermos pegos me deixava ainda mais louco.
Outra vez, ela estava de quatro limpando o chão da sala. Eu cheguei por trás, abaixei o short dela e comecei a lamber enquanto a Marlene tomava banho no andar de cima. O barulho da água ajudava a disfarçar os gemidos baixinhos da Larissa.
**As Viagens pra Interior**
Nas viagens pra pousada no interior de Pernambuco, era festa total. A Marlene ficava na piscina o dia inteiro. Eu e Larissa arrumávamos desculpas.
Uma tarde, ela voltou de uma trilha com as amigas, toda suada, shortinho colado na bundona. Entramos no quarto da pousada. Eu nem esperei ela tomar banho.
— Vem cá. Deixa o pai sentir o cheiro dessa caminhada.
Eu a fiz ficar de quatro na cama, cara enfiada no colchão. O cuzinho estava quente, suado, com um gosto mais forte, terroso, delicioso. Lambi como um louco, enfiando a língua fundo, chupando o azedinho. Depois passei bastante manteiga que eu sempre levo na mala.
— Hoje vai ser de frango assado, filha.
Eu deitei de costas, ela sentou de costas pra mim, segurando o pau e descendo devagar no cu. A visão era perfeita: a bundona morena descendo no meu pau grosso, o anelzinho esticado ao máximo. Ela subia e descia, gemendo alto agora que estávamos sozinhos.
— Ai pai… tá tão fundo… tá me arrombando…
Eu segurava as bandas, abrindo bem pra ver meu pau entrando e saindo daquele cuzinho guloso. De repente ela soltou um peidinho quente enquanto eu metia forte. O cheiro subiu, misturado com o suor. Em vez de me incomodar, me deixou mais safado.
— Peida no pau do pai, vai… solta tudo.
Ela rebolava, peidando de leve toda vez que eu batia fundo. O cuzinho dela ficava mais molhado, mais fácil. Eu metia com força, segurando os quadris, até gozar bem fundo, enchendo o intestino dela de porra.
Em outra viagem, na cozinha da pousada enquanto a Marlene nadava, eu a comi rapidinho contra a pia. Manteiga na mão, cuspe, e pau entrando no cu enquanto ela mordia o pano de prato pra não gritar. O risco de alguém entrar deixava a foda ainda mais intensa.
**A Entrega Total**
Hoje em dia ela já se entregou completamente. Sabe que o padrasto é viciado no cuzinho dela e adora isso. Quando chegamos em casa sozinhos, ela mesma tira a roupa, fica de quatro na cama e abre as bandas:
— Vem, pai. Come o cuzinho da sua filhada.
Eu passo horas lambendo, cheirando, enfiando a língua. Depois fodo de todas as formas. De frente pra ela, olhando nos olhos enquanto meu pau some no cu. Ela adora sentar de frente também, bundona quicando no meu colo, peidinhos escapando enquanto goza.
O melhor é quando ela chega da academia. Toda suada, shortinho molhado. Eu sento no sofá, ela tira a roupa na minha frente e senta o cuzinho suado direto na minha boca. Eu devoro, lambendo o suor salgado, o azedinho forte do treino. Depois ela vira de costas, segura as bandas e desce no meu pau. A visão do cu sendo arrombado, brilhando de manteiga e saliva, é a coisa mais linda do mundo.
Eu já gozei dentro daquele cuzinho mais de cem vezes. Sempre com risco, sempre com tesão. A Marlene nunca desconfiou. E Larissa, que antes achava nojento, agora pede:
— Pai, me lambe o cu antes de dormir hoje?
Eu lambo. Sempre lambo. Porque esse cuzinho de 19 anos, suado, quente, apertado e cheiroso virou meu maior vício. E eu não pretendo parar nunca.