Quando fui para sala, ainda na porta, fiquei sabendo que o assunto dos meus colegas era a morte de Marcos, o DJ da minha festa. Pelo que entendi ele foi cruelmente assassinado a facadas, teve parte do corpo queimado e cortaram as mãos e o pênis dele fora. Um horror. A teoria era crime passional, por causa do pênis, mas ainda não tinham suspeitos.
Vi Thiago chorando copiosamente e Paulo Henrique consolando ele, do jeito que eu mandei. Assim que entrei na sala, Thiago começou a apontar pra mim e gritar que a culpa era minha.
Thiago gritava, chorava, soluçava e estava difícil de entender. Mandei Paulo acalmar nosso colega pra ele poder explicar porque a culpa era minha.
Vi uma colega ligando para polícia, mas eu estava tranquilo, afinal passei o final de semana com minha namorada e tinha muitas filmagens para provar.
Quando finalmente Thiago se acalmou, ele começou a explicar:
- Sábado você me expulsou da sua casa e eu saí de lá bem chateado. Aí eu lembrei de Marcos e de como foi bom ficar com ele na segunda-feira passada, na sua primeira festa. Eu consegui o número dele com uma amiga e chamei Marcos pra uma festa LGBT que teria naquela mesma noite. Fiz o convite ainda na sua casa. A gente chegou a trocar uns amassos durante a festa, mas eu encontrei um outro contatinho e deixei Marcos lá sozinho na festa. Se eu não tivesse deixado ele sozinho... - Nessa hora Thiago voltou a chorar alto.
- E o que eu tenho com isso? - Perguntei bravo.
- Efeito dominó. Marcos não teria saído de casa em direção a morte se você tivesse ficado comigo no sábado. Uma peça esbarra na outra e derruba tudo. - Thiago falou como se fosse a coisa mais real do mundo.
- Vai pra puta que te pariu, Thiago. Um homem está morto e tu vem com efeito dominó? - Falei quase partindo pra cima dele, mas Paulo me segurou e falou:
- Calma, Davi. Respeita a dor de Thiago! Ele não tem culpa, mas está se sentindo culpado e ainda sofrendo o choque da notícia. - Paulo estava defendendo Thiago e isso era bom pra mim.
- Vai se foder também, Paulo. O cara me acusa do nada e eu tenho que respeitar? - Falei ainda puto.
Enfim, nenhum professor conseguiu dar aula mais naquele dia. Quando Fernando entrou na sala e viu o estado da maioria dos meus colegas de turma, ele simplesmente passou um tema por dupla pra gente ler e apresentar na próxima aula e liberou a turma.
Antes que a gente pudesse sair da sala, dois policiais chegaram, acompanhados de uma funcionária da direção, e conduziram eu e Thiago para delegacia.
Paulo, prontamente disse que iria esperar Thiago na porta da delegacia, eu estava amando o empenho de Paulo Henrique para se aproximar de Thiago.
Pedi para Salomão fazer o mesmo e me esperar, mas ele preferiu ir pra casa e só me buscar quando eu ligasse. Não entendi, mas respeitei.
Até pensei em ligar para meu pai, mas achei melhor não preocupar meu coroa com besteira.
Na delegacia, fui reconhecido assim que entrei. O delegado logo chamou Thiago e eu para sermos ouvidos sobre a investigação.
Thiago fez o mesmo discurso sobre efeito dominó e irritou muito o delegado. Na cabeça de meu colega, aquilo fazia muito sentido.
O delegado me liberou e me pediu desculpas pelo constrangimento. Ter dinheiro e prestígio era muito bom. Antes que eu pudesse sair da sala do delegado, dois advogados entraram na sala mandando eu ficar calado. Eu quase ri da situação.
Meu pai com certeza já estava sabendo de tudo. Salomão iria me pagar por aquilo. Foi complicado fazer todos entenderem a situação. Os advogados queriam que o delegado fizesse tudo novamente na frente deles, mas eu disse que não tinha necessidade.
Thiago, por outro lado, ficaria detido por mais tempo e responderia outras perguntas. Afinal, a história dele não tinha pé nem cabeça, mas tinham partes sólidas, como Thiago atrair Marcos para um local e depois dispensar Marcos.
Sem contar que eu falei para o delegado que Thiago tinha muito ciúmes de mim e eu tinha dispensado Thiago na sexta-feira e ficado com Marcos. Também contei que não era a primeira vez que eu ficava com Marcos e Thiago sabia, mas na primeira vez Thiago participou da foda e dessa vez eu não tinha deixado.
Thiago passou de louco delirante, para principal suspeito.
Pedi para um dos advogados de meu pai defender Thiago. Eu não acreditava que Thiago tinha cometido um crime daquele porte. Meu pai não gostou de pagar advogado para o cara que me colocou naquela situação, mas eu insisti.
Pra resumir um pouco, meu pai me deu a maior bronca da minha vida por não ter informado a ele. Clara e Rafa também reclamaram comigo. Mas eu achei que a situação era tranquila, afinal o depoimento de Thiago era baseado em efeito dominó.
Estranhei muito Salomão não ter ido para delegacia me buscar, mas como meu pai foi, achei tranquilo.
Meu pai demorou pra desgrudar do meu pé. Ele almoçou comigo, assistiu filme comigo, jogou videogame comigo e jantou comigo. Ele só saiu da minha casa a noite e só foi embora porque não gosta de dormir fora de casa. Eu gosto de receber o carinho de Seu Jorge Pinto, então não reclamei.
Salomão pediu pra dormir na minha cama naquela noite. Eu quase disse não, por causa de todo discurso dele sobre não ser gay e querer se afastar de mim, mas a verdade era que eu queria muito ficar ao lado dele.
Fomos nos deitar por volta das onze da noite. Assim que deitamos, meu colega me abraçou de lado, bem apertado e sussurrou no meu ouvido:
- Eu achei que você seria preso hoje.
- Gente! Quem prende alguém por efeito borboleta? Eu não estava no local, não tenho motivação, tenho álibi sólido ... Seria muita loucura me indiciar sem base. Meu pai é rico e tem muito prestígio nessa cidade.
- Mas a justiça é cega. Ele poderiam nem te deixar falar ... Ou até plantar provas contra você e fazer você assumir as provas.
- Você assiste filme demais. Isso só acontece com pobre e preto. Eu sou rico e branco.
- Isso é verdade.
- Pode ficar tranquilo. Seu coração está batendo muito rápido. Eu tô bem. Achei toda situação muito engraçada.
- Não é por isso que estou assim. Eu tomei uma decisão e de hoje não passa.
- Que decisão? - Perguntei já sabendo.
- Quero transar com você. Matar esse meu desejo antes que seja tarde demais. - Não entendi o tarde demais vindo dele, mas adorei a parte do transar comigo.
- Eu não vou negar e se você ficar de arrependimento depois eu te expulso daqui.
- Eu tô consciente de que eu quero.
Nem deixei ele falar mais nada. Fiquei por cima de Salomão e comecei a beijar aquele pescoço que estava a minha disposição. Ele já estava completamente excitado.
Tomei a iniciativa de beijar a boca dele. Era a primeira que eu tomava a iniciativa de beijar Salomão. Comecei com selinhos rápidos, depois selinhos demorados, depois lambidas nos lábios dele, por último enfiei minha língua na boca dele e começamos a nos beijar bem lentamente.
Salomão apertava minha bunda com força, apesar do beijo ser lento, a pegada era firme.
Eu também estava ficando de pau duro.
Comecei a roçar meu pau no pau duro dele, sem parar de beijar. As mãos de Salomão também não saiam da minha bunda, nem perdiam a intensidade e pressão.
Não sei dizer quanto tempo ficamos nos beijando comigo por cima dele, o tempo parecia não passar quando a gente estava se beijando. Mas sei que em algum momento Salomão nos virou na cama e ficou por cima de mim.
O beijo continuou por um bom tempo nesse mesmo ritmo. Estava perfeito. Mas eu queria mais, queria sentir Salomão inteiro dentro de mim.
Comecei a tirar a camisa dele, pra ver se Salomão entendia meu recado. Ele entendeu. Ficou completamente pelado e me ajudou a tirar minha roupa. Mas voltou a deitar por cima de mim e me beijar.
Eu quase gozei sentindo o pau quente dele encostar no meu. O pau de Salomão babava muito de tanto tesão.
- Eu não tenho pressa! Vamos aproveitar cada segundo dessa noite. No meu ritmo. - Salomão falou.
Ficamos mais um tempo naquele amasso gostoso até que Salomão saiu de cima de mim, levantou minhas pernas e começou a chupar meu cu.
Aquela barba roçando no meu cu estava me levando a loucura. Tentei me masturbar, mas ele não deixou. Segurou minhas mãos e falou:
- Hoje você vai gozar sem encostar no pau.
- Eu vou morrer de tesão!
- E tem forma melhor de morrer?
Ele não me deixou responder com palavras, apenas com gemidos. Meu colega começou a enfiar os dedos no meu cu bem devagar.
Ele colocava um dedo no meu cu, girava, tirava, colocava dois dedos, girava, tirava novamente, voltava a chupar. Tudo muito devagar, tudo muito profissional. Parecia que ele sabia exatamente o que fazer pra me deixar louco de tesão querendo a rola dele bem fundo.
- Me come logo, por favor! - Supliquei.
- Tenha calma! - Ele falou quase sussurrando.
- Ao menos deixa eu me masturbar. Meu pau tá pingando de tesão. - Voltei a implorar.
- Já disse que não. - Ele falou firme e enfiou três dedos no meu cu, rápido e fundo.
Eu estava nas nuvens com tanto tesão.
Ele ficou enfiando os dedos no meu cu e revezando com um beijo grego intenso e lento.
Não resisti e gozei. Gozei gemendo muito e chamando o nome dele.
Eu ainda estava me recuperando do pós gozo, quando Salomão puxou meu quadril pra cima, mirou o pau na entrada do meu cu e começou a entrar.
Senti cada centímetro daquele pau extremamente grosso invadir meu cu. Salomão gemia grosso e sabia exatamente como meter pra me deixar louco e rebolando no pau dele.
Meu pau nem chegou a amolecer, porque estava muito gostoso sentir o pau dele entrando em mim.
Tentei controlar a entrada, mas ele não deixou.
Salomão foi metendo e tirando com muita paciência até ter todo o pau engolido pelo meu cu.
Assim que entrou tudo, ele girou na cama, nos mudando de posição, sem tirar o pau dele de dentro de mim. Ele ficou deitado de barriga pra cima e eu sentado sobre ele.
Completamente conectados pelo pau dele e meu cu.
Ele me puxou para um beijo longo e falou:
- Agora cavalga, vai. Cavalga nesse cavalo aqui. Mostra tua experiência de putinha na cama.
E foi o que eu fiz. Comecei a subir, descer e rebolar naquela rola. Primeiro devagar, aproveitando pra sentir o pau dele entrando e saindo de mim.
Nossos gemidos se misturavam pelo quarto. Era muito tesão acumulado precisando exalar.
Depois comecei a subir e descer rápido. Aumentando nossos gemidos.
Eu estava quase gozando novamente, quando Salomão falou:
- Para, para. Eu quero gozar te comendo de frango assado enquanto beijo sua boca.
Sai de cima dele, deitei na cama de barriga pra cima e esperei ele meter aquele pau no meu cu novamente.
Salomão veio meter e invadiu meu cu aos poucos novamente. Ele adorava me torturar daquela forma e eu estava adorando também.
Ele se encaixou por completo dentro de mim, deitou sobre mim, retomou os beijos lentos e começou a movimentar o quadril em um entra e sai alucinante de tão gostoso.
Meu pau ficou prensado por sua barriga e o contato estava quase me fazendo gozar.
Senti que eu ia gozar pela segunda vez naquela noite. Avisei isso a Salomão entre nossos beijos e gemidos.
Salomão acelerou as metidas sem desfazer o beijo, isso me fez gozar gemendo de tesão.
Meu cu piscou mais forte, apertando o pau de Salomão e fazendo ele urrar de prazer e gozar também.
Ficamos alguns minutos tentando recuperar nosso fôlego, mas ele não saiu de dentro de mim. O pau dele foi amolecendo e sendo expulso do meu cu, junto com muito esperma.
Fomos tomar banho juntos na suíte do meu quarto. Ou melhor, tentamos tomar banho.
Porque ele inventou de querer lavar meu cu e na verdade começou a fazer um beijo grego em mim. Fiquei excitado e pedir pra chupar o pau dele, que estava tão duro quanto o meu.
Fiz o melhor boquete que eu consegui fazer debaixo daquele chuveiro, engoli o pau dele, chupei as bolas, chupei a cabeça, mamei com muita vontade.
Até Salomão me puxar, me virar de costas pra ele e meter no cu sem a menor cerimônia.
Vi estrelas por causa da forma bruta que ele me segurou e enfiou seu pau em mim. Minhas pernas bambiaram e se ele não estivesse me segurando eu iria cair no chão.
Salomão começou a meter desesperadamente e puxou meu rosto pra me beijar enquanto metia em mim.
Aquela pegada era muito mais bruta, diferente da anterior. E eu estava adorando.
Depois de alguns minutos metendo em mim freneticamente, ele tirou o pau de dentro de mim e ordenou:
- Fica de quatro que agora sou eu que vou montar em você, mas vou montar metendo no seu cu.
Eu fiz o que ele mandou imediatamente. Salomão voltou a meter em mim com força e rápido. Nossos gemidos eram altos e cheios de tesão.
Quando ele estava perto de gozar novamente, ele tirou o pau de mim, deitou no chão e mandou eu sentar de frente pra ele.
Assim que eu sentei no pau dele e meu cu engoliu por completo aquela vara de 22 centímetros, Salomão começou a meter em mim como se fosse uma metralhadora e eu tive que apoiar pra não cair de tão forte que ele metia.
Ele também passou a me masturbar enquanto me comia.
Gozamos juntos dessa vez.
O cansaço era gigante. Mas eu deitei em cima dele e voltamos a nos beijar enquanto seu esperma saia do meu cu pela segunda vez naquela noite.
Naquele momento, beijando Salomão, eu me dei conta de uma coisa: eu estava saciado. Eu não sentia uma vontade imensa de foder novamente. O que eu mais queria era continuar nos braços dele e beijando aquela boca, mas não era tesão.
Geralmente eu acabava de gozar e já pensava na próxima foda. Eu tinha um desejo insaciável e precisava foder todos os dias, muitas vezes mais de uma vez por dia e mesmo assim minha cabeça não parava de pensar em sexo.
Eu vivia pensando em quem seria meu próximo alvo sexual e agora eu só queria ficar ali, deitando em cima dele.
Adormecemos daquela forma, no banheiro do meu quarto. Acordamos com o despertador tocando, mas eu decidi não ir para faculdade naquele dia. Precisava realmente de uma boa noite de sono.
Salomão levantou, tomamos banho juntos, trocamos beijos debaixo do chuveiro e ficamos excitados. Mas não transamos. Ele foi para faculdade e eu pra cama. Dormir o sono dos sexualmente saciados++++++++++++++++++++++++++++++------
Temos duas questões para os próximos capítulos:
* Quem matou o DJ Marcos?
* E será que agora finalmente Salomão vai ficar com Davi?
Quem está lendo com atenção já sabe a resposta para essas duas perguntas, as pistas estão todas nos perfis psicológicos de cada personagem.