A Casa Vazia
Lucas tinha acabado de completar 22 anos e voltara para casa nas férias da faculdade. A mãe dele, Clara, estava com 41 anos — corpo de quem malhava religiosamente, pele morena clara, seios pesados e firmes, cintura fina e quadril largo que fazia qualquer homem virar a cabeça.
Desde que o pai viajara a trabalho por três meses, a casa parecia menor. O ar estava mais pesado. Clara andava pela sala só de camisola fina de seda, sem sutiã, os mamilos marcando o tecido quando passava perto dele. Lucas tentava não olhar, mas falhava miseravelmente.
Naquela noite quente de verão, Lucas desceu para beber água. A cozinha estava escura, apenas a luz da geladeira iluminando o ambiente. Quando fechou a porta, ela estava lá.
— Não consegue dormir, filho? — perguntou Clara com a voz rouca, encostada no balcão.
A camisola mal cobria a metade das coxas grossas. Lucas engoliu em seco.
— Tá calor demais — murmurou ele.
Clara se aproximou devagar. O cheiro dela — perfume doce misturado com pele quente — invadiu os sentidos dele.
— Você cresceu tanto… — sussurrou ela, passando os dedos no peito nu do filho. — Tá um homem agora.
A mão dela desceu lentamente pelo abdômen definido até parar no cós da cueca. Lucas estava duro desde que a vira. Muito duro.
— Mãe… — a voz dele saiu falhada.
— Shhh. — Clara pressionou o corpo contra o dele. Os seios macios esmagaram contra o peito dele. — Eu sei que você me olha. Eu sinto seu olhar na minha bunda quando eu passo. Você acha que eu não percebo como fica duro quando eu te abraço?
Ela segurou o pau dele por cima da cueca, apertando com firmeza.
— Meu Deus, Lucas… você tá enorme.
Clara se ajoelhou ali mesmo na cozinha. Puxou a cueca para baixo e o pau grosso e latejante saltou para fora, pesado, veias marcadas, cabeça inchada e brilhando de pré-gozo.
— Que delícia… — murmurou ela, olhando com fome.
Sem aviso, Clara engoliu metade do pau do filho na boca quente e molhada. Chupou com vontade, fazendo barulhos obscenos enquanto a saliva escorria pelo queixo. A mão dela massageava as bolas pesadas enquanto a outra masturbava a base que não cabia na boca.
Lucas agarrou o cabelo dela, gemendo baixo.
— Porra, mãe… assim eu vou gozar…
Ela tirou o pau da boca com um estalo molhado e se levantou, tirando a camisola por cima da cabeça. Os seios grandes pularam livres, mamilos escuros e duros. A boceta dela estava depilada, lábios inchados e brilhando de tesão.
Clara se virou de costas, inclinou-se sobre a mesa da cozinha e abriu as pernas.
— Vem, filho. Come a sua mãe. Eu preciso sentir esse pau grosso me abrindo.
Lucas não aguentou mais. Posicionou a cabeça grossa na entrada encharcada e empurrou devagar. A boceta dela era apertada, quente e extremamente molhada. Centímetro por centímetro, ele entrou até as bolas, gemendo alto.
— Ai meu Deus… que delícia — gemeu Clara, empinando mais a bunda. — Me fode, Lucas. Me fode como você sempre quis.
Ele segurou os quadris largos da mãe e começou a meter com força. O som de pele contra pele ecoava na cozinha. Cada estocada fazia os seios dela balançarem pesadamente. Clara gemia sem vergonha, falando safadezas:
— Isso… mete fundo no bucetão da mamãe… você é muito maior que o seu pai… me arromba, filho… me usa.
Lucas acelerou, segurando o cabelo dela como rédea, metendo cada vez mais fundo e mais rápido. A boceta dela apertava o pau dele, escorrendo tesão pelas coxas.
Ele puxou o pau para fora, virou-a de frente e sentou-a na mesa. Abriu bem as pernas dela e meteu novamente, olhando nos olhos enquanto fodia.
— Eu quero gozar dentro, mãe…
— Goza, meu amor. Enche a buceta da sua mãe. Me engravida se quiser… eu sou sua agora.
Lucas deu mais algumas estocadas profundas e explodiu. Jatos grossos e quentes de porra encheram o interior dela enquanto Clara gozava junto, tremendo, unhas cravadas nas costas dele, gritando o nome do filho.
Eles ficaram ali, ofegantes, pau ainda dentro, porra escorrendo pela mesa.
Clara beijou a boca dele com carinho e safadeza ao mesmo tempo.
— Isso foi só o começo, filho. Enquanto seu pai estiver fora… essa casa é nossa.