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Sedução: Um preço a pagar (1)

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Um conto erótico de O Bem Amado
Categoria: Heterossexual
Contém 2392 palavras
Data: 25/06/2026 17:14:25

Em um final de tarde de uma sexta-feira pós-expediente estávamos eu e umas amigas reunidas em uma mesa de bar saciando a sede com algumas cervejas bem geladas conversando amenidades, até que uma delas saiu com uma pergunta do tipo saia justa querendo saber quem já havia chifrado o marido e se isso valera a pena; de pronto me fechei em copas incapaz de esconder o constrangimento que a pergunta causou em mim ... tudo isso porque no meu caso o que começou como um ato de assédio desaguou para algo muito mais sério. Enquanto elas tagarelavam a valer se gabando das vezes em que chifraram os maridos numa espécie de "chumbo trocado", minha mente foi tomada por uma enxurrada de memórias inconfessáveis ... então, me vi relembrando o que desejara ter esquecido.

O nome dele era Bruno, meu chefe e amigo do meu marido; eles se conheciam desde a faculdade e sempre tiveram um relacionamento sincero e afetuoso que culminou com ambos vindo a trabalhar juntos na mesma empresa; nessa época eu já era casada com meu marido e conheci Bruno na condição de meu superior procurando separar o joio do trigo, o que algumas vezes não era nada fácil, para manter o relacionamento dentro dos trilhos. Não nego que Bruno era um homem atraente, charmoso com fama de sedutor que meu marido fazia questão de enaltecer como se ele fosse uma espécie de ídolo para os machos de plantão. Durante um bom tempo nosso relacionamento permaneceu nos limites do profissionalismo sem que Bruno procurasse abusar de sua autoridade, mesmo comigo notando alguns olhares inquietantes que me causavam um certo desconforto.

As vezes, em casa nua após um banho, eu me punha a fazer uma autocrítica examinando meu corpo diante do espelho não achando motivos estéticos para serem dignos de atenção; gordinha com curvas, peitos médios um pouquinho caídos, coxas grossas com um mínimo de celulite, barriguinha saliente, cintura marcada e uma bunda que desde sempre levou os homens ao delírio e que segundo meu próprio marido, o motivo de sua atração por mim (isso, é claro, somado a um amor construído através da proximidade). Após esse autoexame eu não era capaz de compreender porque despertava a atenção tanto no meu trabalho como fora dele, o que exigia de mim um comportamento sóbrio e recatado, mesmo não me achando a última bolachinha do pacote, mas sim em respeito ao meu marido e ao meu casamento.

Eu não era muito chegada na prática de exercícios em uma academia, porém desde a adolescência sempre pratiquei ciclismo e por conta disso habituei a ir ao trabalho de bicicleta sendo que um certo dia sofri um pequeno acidente que danificou a minha "magrela", me deixando no meio do caminho em direção à firma; estava eu pensando no que fazer quando ouvi uma buzina chamando minha atenção e logo vi que se tratava de Bruno estacionando sua caminhonete próximo de onde eu estava; vendo a minha situação imediatamente se ofereceu para ajudar colocando a bicicleta na caçamba e correndo em minha direção apontando para o joelho que tinha um pequeno corte cuja profundidade causava um sangramento copioso.

Bruno se ajoelhou segurando minha perna cobrindo o ferimento com um lenço afirmando que precisávamos ir a um pronto-socorro cuidar daquilo; enquanto eu tentava dissuadi-lo da sugestão o toque firme de sua mão provocou um arrepio tão intenso que resultou em uma excitação que fez minha xereca lacrimejar.

Foi uma reação tão inesperada quanto surpreendente que me fez recuar afastando minha perna da mão dele cujo olhar não escondeu a surpresa com meu gesto; mesmo comigo evitando aceitar sua ajuda acabei derrotada dentro do seu carro em direção ao hospital mais próximo; após um exame mais detalhado recebi um curativo e alguns medicamentos preventivos com Bruno não arredando pé de perto de mim demonstrando uma atenção um tanto exagerada. Já no caminho em direção ao trabalho pedi a ele que não contasse nada para meu marido, principalmente com relação ao nosso encontro acidental; Bruno se mostrou desconfortável com meu pedido, porém acabou por aceitá-lo e ao longo do dia contei ao meu marido sobre o acidente evitando os detalhes que considerei desnecessários.

Nos dias que se seguiram ao relembrar do toque da mão de Bruno em minha perna sentia uma efervescência que me deixava alvoroçada e ao mesmo tempo preocupada temendo que aquilo pudesse descambar para algo indesejável ... e infelizmente foi isso que aconteceu em um final de expediente que se prolongou além da conta, quando levei alguns relatórios para Bruno assinar e ele não conteve o ímpeto de me abordar de uma maneira acintosa; depois de fechar a porta de sua sala ele me encurralou no canto oposto confessando que há algum tempo sufocava um desejo que nutria por mim e que não conseguia mais controlar o ímpeto de me beijar e me possuir de todas as maneiras possíveis.

Aquelas palavras me deixaram chocada a ponto de não ser capaz de esboçar uma reação com uma paralisia dominando meu corpo e minha mente; com um olhar faiscante, Bruno fez menção de me beijar e foi nesse momento que saí do estado em que me encontrava empurrando-o o suficiente para que pudesse escapar buscando fugir da sala; todavia Bruno me impediu de fazê-lo segurando meus braços com força enquanto mais uma vez me pressionava contra a parede; eu já não sabia mais o que fazer e um desespero mesclado com desejo tomou conta de mim fazendo com que eu me rendesse ao assédio de Bruno que aproximou seu rosto até nossos lábios se encontrarem em um beijo quente e repleto de lascívia. Durante o beijo senti arrepios percorrendo meu corpo reagindo às mãos de Bruno que me apertava com um sentimento de posse.

Quando finalmente nos desvencilhamos seu olhar ainda era intenso enquanto eu tremelicava tentando retomar o controle do meu corpo; lentamente ele se afastou me libertando do aprisionamento repetindo que me desejada com uma compulsão descontrolada; ainda balbuciando as palavras argumentei que além ser esposa de seu melhor amigo também era sua subordinada impedindo que tivéssemos um envolvimento de qualquer espécie. Ele ficou em silêncio e eu aproveitei para sair da sala; pedalando de volta para casa eu ainda podia sentir o gosto daquele beijo voraz e ao chegar também senti minha calcinha umedecida. Naquela noite busquei uma redenção tomando um longo banho e indo para a cama sem roupa surpreendendo meu marido que ao me ver pelada não conteve o ímpeto de me cobrir com seu corpo selando um beijo veemente.

Sua boca ávida logo encontrou meus mamilos durinhos que foram saboreados com chupadas e mordiscões impondo que eu gemesse baixinho acariciando os cabelos do meu homem; insaciável como sempre ele serpenteou pelo meu corpo até conseguir mergulhar seu rosto entre as minhas pernas com sua língua buscando minha gruta que encontrou quente e muito molhada; as linguadas cheias de tesão não demoraram a surtir em mim o desabrochar de orgasmos ardentes que me deixavam alucinada implorando a ele para que o prazer não tivesse mais fim.

Ele então se colocou de joelhos sobre a cama enquanto eu erguia e flexionava minhas pernas pronta para recebê-lo dentro de mim; a penetração foi de um rompante avassalador impondo que eu gemesse de tesão segurando-o pelas nádegas como querendo impedir que ele saísse de dentro de mim ao mesmo tempo em que permitia que ele iniciasse uma sequência de movimentos febris enfiando e sacando o membro proporcionando uma renovada onda orgásmica que me deixou enlevada e de alguma forma redimida do que acontecera no escritório de Bruno. Pressentindo que o gozo do meu macho estava próximo cruzei minhas pernas em torno de sua cintura acelerando seus movimentos até culminarem em um jorro quente e espesso me preenchendo por completo.

Com ele ainda dentro de mim enlacei seu pescoço com meus braços selando um beijo guloso experimentando uma sensação de plenitude que serenou minha mente. Pela manhã ao acordar me vi sozinha na cama com ele na cozinha preparando nosso desejum matinal; abandonei a bicicleta para acompanhá-lo de carro para o trabalho e assim que chegamos encontramos Bruno que nos cumprimentou à distância com um aceno de mão. Eu e Bruno mantivemos pouco contato ao longo do dia sendo que no fim da tarde meu marido foi embora mais cedo já que eu ainda tinha trabalho a fazer. O ramal soou e ao atender ouvi a voz de Bruno pedindo que eu fosse até sua sala.

Assim que entrei dei com ele esparramado em sua cadeira me fitando com um olhar enigmático se preparando para dizer algo. "Eu não vou sossegar enquanto você não for minha ... nem que pra isso tenha que apelar para minha posição demitindo seu marido!", declarou ele com um tom exasperado de quem se obrigara a proferir aquela ameaça. Fiquei tão alarmada que de início rechacei a ameaça apelando para seu bom senso ... Bruno se manteve firme repetindo as mesmas palavras enquanto eu devolvia a ameça com outra de denunciá-lo por todos os meios. Bruno repeliu minhas palavras ficando de pé e vindo em minha direção afirmando que pouco se importava com as consequências de seu ato desde que obtivesse o que almejava.

"Se eu fizer o que você quer, promete que vai nos deixar em paz?", perguntei com tom hesitante tomada por um estremecimento arrepiante; Bruno parou diante de mim e suspirou enquanto acariciava meu braço intensificando aquela sensação inquietante. Após um breve silêncio ele respondeu afirmativamente emendando que pediria demissão para que nunca mais nos víssemos; com o coração aos pulos me dei por vencida aceitando me entregar a ele exigindo absoluta discrição e sigilo. Bruno aquiesceu detalhando que nos encontraríamos na tarde do dia seguinte em um local próximo do trabalho: ele com a desculpa de ter um compromisso pessoal e eu com a incumbência de executar uma atividade externa.

Foi uma noite intranquila onde tive que domar uma insônia persistente a fim de não denunciar minha apreensão para meu marido que durante o jantar perguntara mais de uma vez se eu estava me sentindo bem. Quando o dia amanheceu eu estava sonolenta e cansada tomando uma caneca de café para despertar; para minha sorte, meu marido saíra mais cedo para dar conta do trabalho e eu fiquei sozinha sopesando o que estava para acontecer; tomei uma ducha rápida, me vesti e montei na bike pedalando para o trabalho; pouco depois do almoço no qual evitei encontrar meu marido, peguei minha bolsa e rumei para o encontro, sendo que ao chegar dei com Bruno a minha espera. Dentro do carro não trocamos uma palavra sequer e nos dirigimos para um motel que ficava na rodovia. No interior da suíte ele veio até mim, envolveu seus braços e minha cintura e colou seus lábios aos meus selando um novo beijo mais intenso e demorado.

Bruno era de fato um homem sedutor e confesso que seu beijos me envolviam de uma forma que não havia como resistir, e mesmo diante daquela situação de assédio eu não conseguia dominar minha libido que logo emergiu fazendo com que não apenas o beijo mas tudo mais recebesse a merecida retribuição; ele me despiu com lentidão e gentileza passando a acariciar minhas mamas usando a ponta dos dedos para brincar com meus mamilos enquanto nos beijávamos mais uma vez; o contato de sua boca quente e ávida nos mamilos causaram um doce estremecimento que me fez gemer baixinho enquanto ele me conduzia para a cama onde me deitei recebendo seu corpo sobre o meu; Bruno não perdeu tempo em afastar minhas pernas permitindo que ele se colocasse entre elas movimentando-se de tal maneira até que seu membro rijo encontrou o caminho da minha gruta ardente.

Ele arremeteu com cuidado parecendo saborear a penetração com movimentos lentos e cadenciados até obter êxito em preencher minha vulva com seu mastro pulsante; Bruno iniciou então uma sequência de movimentos que ganhavam intensidade e também profundidade não precisando de muito esforço para que eu atingisse um clímax feitos de orgasmos que se sucediam de forma alucinante eivando meus sentidos e turvando minha mente diante de uma experiência sensorial que eu jamais havia desfrutado em toda a minha vida; não nego que gozei como nunca não me furtando de apertar as nádegas do macho num estímulo para que ele prosseguisse me fodendo com todo o ardor.

Naquele ritmo nos beijávamos sem parar com alguns momentos em que Bruno se concentrava em sugar meus mamilos tornando meu êxtase ainda mais delirante e insano; não havia culpa muito menos receio, pois eu havia capitulado diante daquele macho carinhoso cujo desempenho era algo inexplicável, pois a medida em que eu vibrava com as gozadas se sucedendo Bruno se revigorava mantendo o mesmo ritmo alucinante capaz de conceder à parceira a doce sensação de que aquilo não teria mais fim; em dado momento Bruno sacou o bruto me puxando para cima fazendo com que eu mudasse de posição ficando de quatro sobre a cama com ele vindo por trás tornando a encaixar sua vara dentro de mim; os golpes se renovaram acompanhados mais uma onda orgásmica tão avassaladora que meus gemidos se transformaram em gritos escancarando o delírio que sacudia meu corpo impondo que eu balbuciasse súplicas por mais prazer.

Após aquela segunda onda de prazer ele se desvencilhou de mim rodeando meu corpo esfregando suavemente sua pistola em meus lábios pedindo ofegante que eu o finalizasse; sem cerimônia tomei o membro em minha boca desferindo uma mamada eloquente com Bruno acariciando meus cabelos umedecidos pelo suor murmurando ofegante declarações elogiosas carregadas de docilidade; seu clímax sobreveio sem aviso impondo que eu me esforçasse em reter a carga de sêmen em minha boca o que fiz pela primeira vez na vida não hesitando em engoli-la como quem sorve o néctar da luxúria. Pouco depois deitados entre carícias e beijos com nossos corpos suados e exauridos nos fitávamos com olhares lânguidos e alguns sorrisos encabulados.

Foi nesse clima que ele confessou que não tinha intenção de ir embora e que mesmo sabendo do risco de perder um grande amigo não se afastaria de mim exigindo que eu aceitasse uma situação perigosa e constrangedora; ainda estávamos nus sobre a cama da suíte do motel e eu não escondia minha estupefação diante de suas palavras que continham uma enorme carga de sinceridade pondo à prova meu casamento e também meu futuro. (continua)

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