Olá meus leitores gostosos, aqui é a Carol novamente. Demorou, mas finalmente chegou a segunda parte da história da Luh. Infelizmente meu computador deu pau, e acabei perdendo a continuação que estava bem avançada, por isso acabou atrasando um pouco. Mas prometo não demorar tanto assim pra terminar mais essa trilogia! Fiquem com a continuação, beijinhos, gozem pensando em nós!
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Olá meninos, aqui novamente é a Luh, essa é a segunda parte de como passei a ser uma hot wife por culpa do meu marido. Portanto é importante que vocês leiam essa primeira parte se quiser entender todo o contexto, mas se o objetivo for só gozar com uma boa leitura, podem ler apenas esse mesmo!
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Na manhã seguinte acordei mal, tanto da mente quanto do corpo. O cu ainda latejava e a cabeça não parava de repassar o desastre da noite anterior. Como sempre, Ander já tinha saído para o trabalho, ele levanta pelo menos uma hora antes de mim e deixa o Jr na escola.
Levantei tonta, como se tivesse de ressaca. A cada passo a ardência na bunda me lembrava o que aquele escroto tinha feito comigo. Fui ao banheiro e me olhei no espelho: estava acabada. Cabelo bagunçado, olheiras de choro. Mas quando vi meus peitos foi que levei o maior susto. Os chupões estavam roxos, enormes, marcas claras de quem foi usada como puta.
Fiquei pensando se Ander tinha visto. Ele levanta quando o dia já está claro e sempre acende a luz. Por sorte, quase sempre durmo de barriga para baixo. Mesmo assim, peguei uma base e passei uma camada grossa, depois outra, até disfarçar quase tudo. Não ia dar o gostinho pro Seu Carlos de me ver marcada como propriedade dele.
Me arrumei com raiva, mas mantive o estilo sensual. Não queria deixar aquele velho com sentimento de vitória, de achar que eu só me arrumava pra ele.
Para resumir: Seu Carlos fingiu demência e seguimos como se nada tivesse acontecido. Soube depois de um tempo por uma professora mais velha que ele tinha fama de comer secretárias e depois mandá-las embora. Fiquei com medo, mas me tranquilizei quando ela acabou dizendo que era fofoca de uns 20 anos atrás. Desde que casou com uma delas, a fofoca parou. De lá pra cá, ele nunca mais tocou no assunto comigo. Continuo levando documentos pra ele assinar, mas evito ficar sozinha na sala com ele. Quando acontece, trocamos duas palavras no máximo.
Depois de alguns dias, me recuperei física e mentalmente. Comecei a pensar em outras opções. Pensei no novo professor de educação física, lindo e sarado, mas não queria mais ninguém do trabalho. Pensei no Jorge, meio-irmão do meu marido, 25 anos, fama de comedor. Mas envolver parente em sexo a três não me pareceu inteligente.
Quase desisti e ia mandar meu marido escolher alguém ou pagar um programa. Foi então que descobri algo sobre o William, nosso treinador de vôlei.
William é casado, tem uma bebê de 5 meses e é um Deus Grego: forte, bravo, gostoso pra caralho. Sempre achei ele lindo, mas nunca tinha cogitado porque ele era muito fechado e nunca dava brecha. Até que, num torneio, fiquei sabendo por fofoca que ele saiu do último time porque a esposa descobriu que ele tinha traído com uma das jogadoras. Por isso ficou quase um ano só trabalhando no time profissional da cidade.
Decidi que ia tentar. Dessa vez, ia compartilhar a evolução com meu marido. Assim que ele me desse corda, eu avisaria o Ander.
Nos treinos comecei a investir nisso. Depois de um treino especialmente puxado, resolvi falar com ele. Enquanto as meninas iam pro vestiário, tirei a blusa e fiquei só de top, algo que evitávamos fazer na frente dele:
- Obrigada pelo treino, William. As meninas saíram meio chateadas com suas cobranças, mas eu gosto quando um homem é exigente - falei, olhando nos olhos dele.
- Obrigado, Luh. Faço isso pra vocês evoluírem - respondeu ele, passando a mão no meu braço e mantendo distância.
Ainda fiquei ali falando amenidades sobre o time, mas ele não me deu muita bola.
Na semana seguinte, cheguei mais cedo. Ele estava montando a rede. Entrei na quadra e fui direta:
- Oi, professor. Boa noite! - disse, abraçando-o com força, e ficando na ponta dos pés para lhe dar um beijo no rosto.
- Boa noite, Luh - respondeu ele, retribuindo o abraço apertado.
- Nossa, que abraço gostoso você tem.
- Obrigado, Luiza.
Ele pegou o saco de bolas e o clima esfriou. Entendi o recado, mas não desisti.
A cada treino que passava, eu tentava me insinuar e me aproximar mais, era claro que ele notava, mas estava firme em me ignorar.
Ao final de um treino, demorei de propósito nos vestiários e fui a última a sair. Ele ainda estava arrumando as coisas, mas a esposa e a bebê esperavam por ele na quadra. Me aproximei, cumprimentei os dois e falei:
- Sua bebê é linda. Tem os olhos do pai.
Ela agradeceu, mas não pareceu feliz. Dei tchau para o William e disse que via ele na semana que vem como sempre. Eu tenho certeza que ela notou algo, e com certeza vai cobrar o marido e ai eu posso ter uma chance. A minha teoria é que ele vai passar a prestar atenção em mim, já que a mulher vai dizer que eu dou mole pra ele, mulher tem um sexto sentido, nós percebemos olhares, falas, tudo.
Passado mais uma semana, tudo parecia na mesma. Até que percebi ele pegando um pouco mais no meu pé nos treinos. Inclusive um dos treinos era de passe, e quanto mais baixo a gente pega a bola, mais precisa abaixar o corpo junto, porém em geral a gente tem hábito de abaixar só a manchete, e justamente esse era o treino, baixar o corpo junto com os braços.
- Vamos, Luíza! Baixa mais! Tem que pegar a bola lá embaixo.
- Vamos, Luh! Bumbum no chão!
Por duas vezes ele veio até mim, tocou minhas costas e mostrou o movimento. Eu sabia: a esposa tinha falado.
No final do treino, enquanto as meninas foram pro vestiário, fiquei ajudando a recolher as bolas e enrolando até todas irem embora. Ficamos só nós dois na quadra.
- Bom treino hoje, né? Você pegou bem as bolas baixas no final - disse ele, enrolando a rede.
- Foi bem puxado. Você cobrou bastante. As meninas saíram reclamando de novo - respondi, sorrindo.
- Elas precisam melhorar a postura. Você foi uma das que mais evoluiu.
- É? Fico feliz. Gosto quando você cobra forte. Me motiva.
- Você tem um corpo que responde bem ao treino. Bunda firme, coxas fortes… ajuda bastante.
- Você reparou nisso tudo? - perguntei com um sorrisinho.
- Difícil não reparar. Você chama bastante atenção na quadra.
- E você repara em todas as alunas ou só em mim? - provoquei, chegando mais perto.
- Não sou cego, Luiza. E você não tá facilitando as coisas se insinuando.
- Gosto de me insinuar. E gosto mais ainda quando um homem como você nota.
Ele respirou fundo:
- Você é perigosa, sabia?
- Eu? Sou só uma mulher… precisando se divertir um pouco.
- Mulher casada...
- Pois é… que pena, né? Dois adultos casados, suados, sozinhos… e nada pode acontecer.
William riu baixo.
- É foda. Se a gente não fosse casado, a conversa seria bem diferente agora.
- Casado também transa, William… só precisa ter cuidado e querer de verdade.
Ele me encarou por longos segundos. Depois pegou a última bola e disse antes de virar:
- Você vai me complicar, Luiza.
- Eu não quero complicar, William. Eu só quero me aliviar.
- Você tem marido pra isso, mulher. Eu sou fiel à minha esposa.
- Ah, prof… eu não quero marido. Eu quero você.
Avancei, coloquei as mãos no peito dele e fui direta:
- Se você é fiel mesmo, pega suas coisas e vai embora. Se não, vem comigo.
Ele ficou parado uns cinco segundos. Aquilo foi a resposta. Peguei sua mão e puxei até o banheiro masculino.
O lugar era sujo: cheiro forte de xixi, chão molhado. Aquilo me deixou ainda mais excitada, a putaria proibida, o risco, o cheiro de macho.
William me prensou contra a parede e me beijou com fome, língua invadindo minha boca enquanto apertava minha cintura. Puxou meu top para cima e o jogou no chão sujo. Meus peitos pularam livres. Ele gemeu e abaixou a cabeça, mamando com força, sugando, mordendo, alternando entre os dois, deixando-os vermelhos e babados.
- Que peitos deliciosos.
Ele ficou ali lambendo e chupando o bicos do meu peito, depois que ele aproveitou muito, desci a mão, abri o zíper dele e tirei o pau dele pra fora. Era grosso e bonito. Me ajoelhei e enfiei na boca, chupando com vontade, babando tudo. Ele gemia, segurando meu cabelo.
- Vai sua puta, engole tudo esse pau vai, vagabunda... faz tempo que eu percebo que tu quer me dar, não sabe quantas punhetas eu bati pensando nesse momento.
Eu apenas gemia e me segurava pra não engasgar com aquele pau delicioso batendo na minha garganta.
De repente o celular dele tocou. Era a esposa. Ele atendeu, tentando disfarçar:
- Alô… tô no banheiro da quadra… já tô saindo, amor.
Assim que desligou, tentou se afastar. Não deixei. Segurei firme a bunda dele e voltei a chupar com mais força.
- Luh… eu preciso ir…
Tirei o pau da boca e falei:
- Só se você gozar na minha boca. Aí eu te deixo ir.
Ele hesitou uns segundos, depois segurou meu cabelo, puxando pra trás e erguendo minha cabeça. Começou a se masturbar, enquanto eu abria a boca. Ele então gozou forte, enchendo minha boca de porra quente e grossa. Engoli tudo, limpando ele com a língua.
Fiquei me ajeitando e esperei ele sair primeiro. Combinamos que ele me mandaria mensagem quando saísse da rua.
Três minutos depois chegou no WhatsApp:
William: Tudo ok.
Sai da quadra de fininho, torcendo pra não ter mais ninguém ali, já que é último horário de treino.
Cheguei em casa o Ander já estava deitado, mas acordado. Deitei por trás dele, colei meu corpo e falei baixinho no seu ouvido:
- Mamei outro cara hoje.
- O QUE!? COMO ASSIM?
- Isso mesmo que você ouviu. Meia hora atrás eu estava com outro pau na boca.
- Mas você não foi no treino? Ah… era alguém do treino?
- Será, meu amor? Acho que você não adivinha.
- O William não vai ser, ele casado, a filinha acabou de nascer, deve ser alguém que fica assistindo os treinos as vezes, um dos maridos das tuas amigas, tu seria capaz?
- Não sei amor, quem sabe, eu to sendo bem putinha nesses últimos 3 meses, pra alguém eu vou dar, se é solteiro ou marido de amiga já tô pouco me lixando.
Ander já estava agitado. De repente chegou um WhatsApp. Ele perguntou quem era. Virei o celular para ele:
William:
"Tudo ok."
"Quando puder falar, avisa."
Ander leu em voz alta e exclamou:
- Eu não acredito que você tá dando pro William!
- Ainda não tô dando… mas vou dar. O que eu respondo, amor?
Ander pegou o celular, digitou rápido e devolveu:
"Liga, o corno tá dormindo de roncar na sala."
- Amor… você tem certeza que quer ouvir isso? - perguntei, já com a voz trêmula.
- Quero. Faz tempo pra caralho que espero por isso.
William ligou. Atendi no viva-voz.
- Alô!
- Oi… sou eu - falei baixinho.
Ander já estava com a mão na rola, se masturbando devagar.
- Como você tá? Tudo bem?
- Tudo bem sim. E com você? Sua mulher desconfiou?
- Não, só reclamou de ficar esperando. E seu marido?
- Nada. Cheguei e ele já tava dormindo, esse corno. Ainda bem que você me ajudou a aliviar um pouco… mas minha buceta ainda tá pegando fogo. Preciso transar.
- Agora precisamos dar um jeito de te aliviar…
- Claro. Até lá vou ficar pensando só no seu pau na minha boca. Gostoso demais…
- Caralho, Luh… não consigo esquecer você ajoelhada naquele banheiro. Adorei quando você mamou meu pau… boquinha gostosa demais.
- Eu também adorei… Adorei sentir você latejando na minha boca.
Ander punhetava mais rápido.
- Adorei quando você me obrigou a gozar na sua boca. É bem coisa de puta safada.
Ander arregalou os olhos. Eu nunca tinha deixado ele gozar na minha boca. Sorri safada.
- E você não sabe o pior… Estou louca pra fazer o corno beijar minha boca com gosto de porra de outro macho.
Enquanto ele falava qualquer coisa que não prestei atenção, coloquei a língua para fora e chamei Ander com o dedo. Ele negou. Coloquei o telefone no mudo rapidinho:
- Agora, Ander. Se não, eu saio daqui, vou dar pro William de verdade e você nunca mais vai me comer, nunca mais vai saber de nada.
Ele engoliu em seco, se aproximou e começou a beijar, com muita vontade, eu coloquei a língua pra fora e ele começou a chupar como se fosse um pau.
Voltei o som. William continuou falando safadezas: como ia chupar meus pés, subir pelas coxas, comer minha bucetinha molhada. Empurrei a cabeça de Ander pros meus pés e fiz ele chupar meus dedos enquanto eu gemia. Fui obrigando meu corninho a fazer tudo o que o William dizia que ia fazer comigo.
Enquanto isso William descrevia como ia me foder de quatro, como ia me chamar de puta.
Gozei forte, tremendo, gemendo o nome do William no telefone. Ander gozou sem nem se masturbar, gemendo abafado na minha buceta.
Ofegante, falei pro William:
- Você é muito bom… gozei só de me masturbar pensando em você.
- Quando a gente vai se ver de verdade?
- Tô vendo um dia… mas quando eu te chamar, você vem, tá?
- Pode deixar… eu vou.
Desliguei e olhei para Ander, que ainda lambia devagar minha buceta, os olhos brilhando de excitação e humilhação. Ele tentou se aproximar, já com a rola dura.
- Sua piranha safada, olha como tu deixou meu pau, hoje tu não me escapa - disse ele já deitando por cima de mim.
- Não. Não vou dar pra você. Quero guardar todo meu tesão pro William.
- Ahh amor, que sacanagem, vou ficar na vontade até lá? Quando vai ser?
- Não sei ainda manso, mas sossega ai, logo tu vai poder aproveitar.
Conversamos bastante antes de dormir, Ander pediu detalhes, questionou por que aceitei que ele gozasse na minha boca e todos os detalhes, desde quando eu pensei nele e como foi o flerte.
Na noite seguinte, Ander veio me perguntar se eu já sabia quando ia sair com o William, e eu disse que tava programando pra próxima semana, mas que ele não precisava saber quando. Ander como quem não quer nada tentou transar comigo de novo.
Ele veio me beijando, beijou meu pescoço, que ele sabe que eu adoro, enfiou sua língua na minha orelha, depois trocamos um longo beijo, até que ele tentou descer pros meus peitos, foi então que tomei a frente de tudo, empurrei ele pro lado e montei em cima dele. Tirei meu shorts de dormi, ficando só de calcinha. O pau do Ander estava durasso, e apontado bem reto pra cima, quase saindo da cueca, então eu comecei a esfregar minha buceta por cima do pau dele, estava uma delícia, volta e meia eu forçava a cabeça do pau dele pra dentro da minha buceta, mas sempre barrada por seu pijama e minha calcinha.
- Amor, você falou com o nosso amante hoje?
- Não... meu amor... deixei nosso ... amante no vácuo hoje... homem tem que comer na minha mão.
Nossa, eu adorei ele chamando o William de NOSSO AMANTE, aquilo me fez entender que ele seria meu cúmplice pra tudo, e isso era muito interessante.
- Putinha minha, mostra pra mim o que tu quer fazer com ele vai .... não me deixa na mão.
Foi então que eu sai de cima e passei a tirar a cueca dele, o pau dele voou na minha cara, adoro fazer isso. Apenas por curiosidade, o pau do Ander é parecido com o do William em tamanho, mas é mais fino.
Então fiquei acrocada sobre o Ander, o pau dele apontando pra cima, peguei o pau com a mão esquerda e mirei na entrada da minha buceta. Agachei um pouquinho, e deixei a cabeça dele entrar. Ainda segurando o pinto do corno subi um pouquinho, eu sentia o pau dele latejar na minha mão, então agachei de novo e subi, fiz isso umas 4 ou 5 vezes, sempre deixando entrar só a cabecinha, talvez seja a primeira vez na história que só a cabecinha entrou rs.
E eu queria manter assim, deixar só a cabecinha do pau dele entrar, me deixar com tesão e deixar meu corno assim também. Mas não resisti e dei uma sentada gostosa, dei uma mexida e subi. Sentei mais umas duas vezes e rebolei no pau do meu marido. Mas estava firme no proposito de não ir até o fim, depois dessas sentadas levantei e sai correndo rindo pro banheiro do nosso quarto, tranquei a porta pouquíssimo tempo antes de ele chegar na porta.
- Porra amor, que sacanagem, termina o serviço.
- Não corninho, sem sexo pra você, já te dei uma boa colher de chá hoje.
Eu me sentei no chão dentro do box e bati uma siririca, eu não precisei nem pensar em ninguém, apenas me masturbei e gozei muito nos meus dedos. Pensei que eu deveria ter pego meu celular antes, queria ter filmado e mandado pro William, não lembro de ter gozado tanto assim numa siririca. Depois tomei um bom e demorado banho gelado, eu ainda estava com a buceta pegando fogo.
Depois que tudo passou, Ander confessou pra mim que depois que eu me tranquei no banheiro ele se masturbou no quarto mesmo gozando muito numa cueca. Depois enquanto eu tomava banho ele pegou meu celular, e viu que eu tinha sim conversado com o William, e ele ficou bem mal com o que viu na conversa.
Nesse dia conversei o dia inteiro com o William, falamos como faríamos, o que faríamos, trocamos nome de posição, ele perguntou sobre meu passado com outros homens, se eu sempre traía o Ander e no meio da conversa tinha um vídeo meu.
No vídeo eu me filmava com a câmera da selfie, sem a Miriam saber, eu filmei ela também apenas rapidamente. Me levantei da minha mesa, e ainda me filmando fui até o banheiro da secretaria da escola, sentei no vaso do banheiro, baixei as alças do vestido, abri o fecho do sutiã deixando os peitos amostra, e comecei a fazer caretas, quem via o vídeo percebia que eu tava me masturbando bem gostoso, depois mudei a câmera do celular pra câmera frontal, e mostrei me masturbando, o vestido levantado na metade da barriga, a calcinha agachada, e eu com 3 dedos dentro da buceta, que já pingava de tesão. Depois que gozei, voltei a câmera pra mim e mandei um beijo pro William.
Ander me disse que ali foi o momento que ele percebeu que tinha errado em pedir aquilo, que a gente sempre confiamos 100% um no outro, e nunca houve motivo pra desconfiança, mas eu esconder que falei com o amante sendo que não tinha motivos pra aquilo, fez ele perceber que perdeu a esposa pra putaria. Era um dicotomia curiosa, eu sentia a gente mais conectado e ele achava que tinha me perdido. Quando ele me contou isso, eu senti que a culpa era minha por ter escondido as coisas dele.
Durante aquela semana inteira eu e William ficamos se provocando e trocando nudes. Algumas vezes eu escondia do marido pra gerar o sentimento de perigo, em outras eu deixava ele saber ou até ver alguma coisa. Como no dia que entrei no banheiro, liguei o chuveiro e fiz uma ligação de vídeo pro William. Com ele eu fingia estar conversando escondida, olhava sempre pra fora da câmera como se corresse riscos, me mostrei se masturbando e fizemos sexo virtual, enquanto isso o meu corninho assistia tudo de dentro do banheiro, sem aparecer no vídeo claro.
Na semana seguinte, eu teria uma consulta médica na quarta-feira, mesmo dia do treino. Combinei com o William que eu ia pegar atestado pra tarde inteira e ai poderíamos ter nosso tempo finalmente. Comecei a programar tudo, a primeira coisa era minha depilação a laser, faltava algum tempo ainda pra manutenção, mas resolvi antecipar. Só consegui vaga pra terça as 7:30 da manhã, então conversei com a Miriam pra ela abrir a escola pra mim nesse dia.
Na terça de manhã fiz a depilação, deixei a buceta toda lisinha e mandei uma selfie de cima a baixo pro Ander e pro William ao mesmo tempo:
“Para meu amante me comer bem gostoso pela primeira vez”.
William mandou uma foto da rola em pé: “Não vejo a hora de te encontrar”. Já meu corninho mandou um vídeo no banheiro de casa se masturbando até gozar.
No final do dia, eu tinha unhas marcadas. Fui na minha melhor amiga, e também manicure Camilla que atende na casa dela.
Cheguei lá por volta das 19h. Camilla já me esperava na salinha que ela usa pra atender as clientes. Papo vai, papo vem, ela notou que estava me preparando pra alguma coisa.
- Que cor de unha tu quer hoje amiga?
- Rosa shock bem puta, bem chamativo mesmo.
- Amiga, o que tu ta aprontando hein? Fez laser hoje, agora quer uma cor de puta, ta planejando o que?
- Amo que tu me conhece miga, tô preparando uma tarde de muito sexo, planejo ficar toda assada - disse rindo.
- Ué, depois do que? 11 anos de casada vai fazer o que com o Ander? Ele trabalha em casa, tu tem liberdade pra sair quando quiser do serviço. Filho novo não é, ou o Ander reverteu a vasectomia?
Eu ri, fazendo charme, sem responder. Camilla parou o que tava fazendo e me olhou com cara de desconfiada.
- A não ser que tu… amiga, tu vai dar pra outro cara??
Eu ri mais, mordi o lábio e balancei a cabeça devagar confirmando. Camilla arregalou os olhos.
- Mentira! Luh, sua vadia!
Ela se levantou rapidinho, foi até a porta da sala, olhou pra sala da casa pra ver se o marido dela não tava por perto, encostou a porta e voltou correndo. Sentou de novo e baixou a voz:
- Luh, você vai mesmo trair o Anderson? Conta tudo, pelo amor de Deus!
- Vou sim Cah… mas não sem o consentimento dele.
- Como assim, amiga? Como tu convenceu o Ander a ser corno? Meu Deus, tô há 15 anos vendo a mesma rola, tô louca pra dar uma escapadinha também. Me conta como tu conseguiu isso!
Respirei fundo, sorrindo, e comecei a resumir tudo pra ela. Contei do fetiche do Ander, da insistência dele, só não tive coragem de contar do Seu Carlos, sei lá, mesmo com ela mostrando todo apoio eu fiquei com vergonha da humilhação, não tava pronta ainda pra contar pros outros. Mas contei sobe o William, da putaria que eu estava vivendo, dos nudes, do vídeo que fiz no banheiro da escola, do jeito que o Ander agora pedia pra eu dar pra outro logo, tudo.
Camilla escutava boquiaberta, às vezes parava de pintar minha unha pra me olhar melhor.
- Caralho, amiga… então o Ander realmente gosta disso? Não é só da boca pra fora? Ele fica excitado mesmo?
- Fica pra caralho. Tu tinha que ver amiga, no dia que eu chupei o técnico. Quando eu tava no telefone falando com ele em como a gente ia transar, Ander me chupava com uma voracidade que eu nunca vi.
Camilla riu, balançando a cabeça.
- Que doido… E tu tá gostando?
- Tô amando. Nunca me senti tão puta e tão viva. O William é outro nível… o corpo, o jeito que ele me pegou… tô contando os minutos pra dar pra ele amanhã. Tu sabe bem amiga, a gente quase separou ano passado, eu to mais acessa hoje com 42 anos do que quando era menina nova.
Ela ficou em silêncio um segundo, pintando minhas unhas.
- Amiga… eu preciso muito fazer isso também, eu preciso de uma rola nova, não aguento mais meu marido, já tentei de tudo, e faz quase um ano que é só papai e mamãe.
- Pode deixar. Quando eu me estabilizar nessa vida de puta casada, vou te ajudar. Se eu não convencer o Ander a dar umas indiretas pra ele, a gente da jeito de tu pular a cerca.
Ficamos mais uns vinte minutos conversando baixo, rindo, e eu contando mais detalhes safados e planejando pra logo trazer ela e o marido pra essa vida também. Quando terminei, saí de lá com as unhas rosa bem putas e a sensação de que minha vida tinha mudado de verdade.
Quando cheguei em casa, lembrei o Ander que eu tinha dermatologista no outro dia, e como era no começo da tarde eu viria em casa almoçar com ele e o Jr antes.
Chegou o dia. Fiquei ansiosa o tempo todo no trabalho. Às 11:30 saí mais cedo, voei pra casa. Ander tinha feito almoço, comi com ele e o Jr. Perto das 13h me tranquei no banheiro do casal pra me produzir. Ander foi deixar o Jr na escola enquanto isso, quando ele voltou, eu já estava pronta.
Eu estava com uma mini saia preta, blusa vermelha, com um decote redondo, mostrando muito os peitos. Maquiagem forte, boca vermelha, cabelo solto e salto alto vermelho. Parecia uma puta de luxo.
O marido quando me viu questionou:
- Vai na dermatologista ou fazer um programa?
Eu respondi com a voz mais puta possível:
- Como você adivinhou meu amor? - Dei uma rodadinha pra ele.
- Amor... vai ser hoje? Não tô acreditando... Com essa produção toda ai eu vou ficar com ciúmes.
- Ahhh nem vem amor, foi você que pediu por isso.
- Eu sei vida, e fico muito feliz que você esteja realizando meu desejo.
Ander se aproximou por trás, rola dura roçando em mim, mordeu minha orelha e disse:
- Amor se conseguir, filmar, fazer um vídeo, foto, por favor, não deixe de fazer.
- Pode deixar meu corninho, farei isso pra você.
Quando eu ia saindo ele ainda falou:
- E ai amor, qual é a sensação de sair pra dar pra outro homem depois de quase 13 anos com o mesmo pau? Já tirou uma casquinha de beijar e chupar outro depois de tanto tempo, agora chegou a vez dos finalmentes.
Aquilo me deu um gelo. Respondi que estava muito ansiosa e desconversei, cortei ele ligando pro William.
- Oi gostoso, ta onde?
- Tô aqui no clube ainda, quando você entrar pra consulta me avisa que vou indo pra lá te esperar.
- Ótimo, tem certeza que da de ser na sua casa?
- Claro, minha esposa ta com a Laurinha na casa da sogra. Ela fica a tarde toda lá.
Assim que desliguei o telefone, me despedi do Ander, e fui pra consulta. Percebi que exagerei no look, quando o motorista do Uber não parava de olhar pra mim pelo retrovisor, mesmo a gente não trocando muitas palavras, e mesmo comigo arrumando a blusa pra diminuir o decote, ele não parou de olhar. Mesmo no consultório, senti alguns olhares nada disfarçados. Quando entrei na consulta mandei uma mensagem pro William vir me buscar, quando sai ele já estava no estacionamento me aguardando, entrei, trocamos um beijo, e fomos direto pra casa dele, conversamos o tempo todo, ele quase não tirou o dedo da minha buceta, em alguns momentos eu coloquei a boca por cima do pau dele, ele até quis tentar tirar, mas não deixei.
- Calma ansioso, tudo no seu tempo - Brinquei com ele.
Chegamos, a garagem ficava nos fundos da casa. Descemos do carro e ele já veio na minha direção me beijando, correspondi com um beijo lascivo, molhado. Paramos por um segundo pra ele abrir a porta, e quando ele veio me beijar novamente, ele me ergueu um pouco do chão, então entrelacei minhas pernas por trás dele, e ele foi me levando para o seu quarto, aquilo era surreal, eu iria transar com meu amante, na cama dele e da sua esposa, eu não sabia que esse nível de perigo poderia excitar tanto. Ele me prensou na parede e me beijava com muita vontade, apertava minha bunda, por baixo da saia.
Ele passou a beijar meu pescoço, eu já estava com a buceta toda melada. Ele então baixou a alça da minha blusa, e começou a beijar o meu colo, babando muito sobe os meus peitos, eu tirei a blusa ficando só com o sutiã de renda a mostra. Ele rapidamente tirou meu sutiã e passou a chupar meus peitos. Mamou com vontade, chupando e mordendo os mamilos enquanto eu gemia alto, sentindo a buceta latejar.
- Isso meu gostoso, mama na sua cachorra, hmmmmm que delícia, que língua gostosa.
Ficamos ali por algum tempo, até que ele me pegou no colo novamente, e me colocou sentada nos pés da cama, me empurrou fazendo cair com o corpo sobre ela e tirou minha saia, se ajoelhou, colocou meus pés sobre seu ombro e começou a lamber minha buceta por cima da calcinha fio dental, ele lambia, mordia, mas não tirava minha calcinha...
- Vai gostoso hmmmmm, mama a sua amante vai, me faz mulher de verdade, chupa minha buceta.
- Ta gostoso né vadia, sente falta de um macho de verdade né?
- Sim meu gostoso, chupa com vontade.
Ele finalmente tirou minha calcinha, e passou a chupar com gosto minha buceta. Ele enfiava o dedo, lingua, depois só passava a língua por fora, ele é muito bom em preliminar. Eu já estava quase gozando, então pedi pra ele pegar meu celular na bolsa, ele não entendeu nada, mas eu insisti. Peguei o celular e mandei ele continuar de onde tinha parado e passei a filmar ele me chupando e enfiando o dedo em minha buceta.
- Vai meu gostoso hmmmm, enfia esse dedo na mamãe vai, me faz mulher de verdadeeeeeeeee!
- Sua puta, ta filmando pra que é? Quer ser descoberta?
- Quem sabe? Adoro esse perigo, só continua chupando a mamãe vai.
Enquanto ele me mamava, troquei pra câmera de selfie filmar minha cara e peitos de fora, fiz sinal de chifre pra câmera e voltei a filmar o William.
Ele enfiava dois dedos lá dentro, e depois chupava os próprios dedos, ele ia e voltava com os dedos, e as vezes me lambia ao mesmo tempo que enfiava os dedos, eu cheguei a gozar enquanto ele me masturbava.
Ele então resolveu que era minha vez, puxou meu cabelo com tudo e disse:
- Agora é sua vez sua puta, me chupa.
Ele pegou o celular de mim e começou a me filmar
- Vai sua puta, chupa teu macho vai.
Eu fiz toda uma cena, arrumei o cabelo, me agachei, tirei sua calça e sua cueca, o pau dele estava duro como rocha. Fiquei alisando com a mão, passava na cara, tudo isso olhando pra câmera de vez em quando. Fiquei um tempo brincando, lambendo o meio do pau, as bolas, indo até a cabeça, mas sem colocar diretamente na boca. Até que comecei a mamar de vez.
- Vai sua piranha, mama seu macho comedor vai, aquele corno não serve pra nada!
- Hummmmmmm...
Eu chupava com gosto, lambia a cabeça, voltava a lamber o pau, depois chupava as bolas dele a todo tempo olhando como uma puta pra câmera.
- Hmm..... que pau gostoso, não vejo a hora desse pau delicioso vir pra dentro de mim seu puto.
- Me chupa sua vadia gostosa.
Eu fiquei mamando ele e acelerei a chupada e a punheta quando percebi que ele tava quase gozando, até que ele explodiu em gozo pra dentro da minha boca, parte escorreu e caiu pelo chão do quarto, mas a maior parte eu consegui engolir, mas claro, antes eu mostrei a boca gozada pra câmera. Ele desligou a câmera e me puxou me dando um beijo bem gostoso, nossa, que homem foda e sem frescura.
Ele me botou em cima da cama, se deitou por cima de mim e começou a me beijar novamente, o pau que mal tinha amolecido, já tava duro de novo, ele colocou a camisinha e me comeu num papai e mamãe muito gostoso.
- Vai sua puta, geme pro teu macho vai!
- Aiiii William, fode tua jogadora vai, faz a mamãe aqui de cadela hummmmmm que delícia!
- Cachorra gostosa.
- Hummmmmm me fode me meu macho, me faz mulher vai me faz gozar de novo.
Eu gozei uma duas vezes enquanto ele me fodia, mas ele não, e estava insaciável, eu quase desfalecida e ele me virou me colocou de quatro e meteu fundo.
- Ai seu puto, fode essa buceta, vai gostoso.
- Toma sua vadia.
Ele me fodia com força, enquanto segurava meus peitos com a mão, as vezes colocava a mão na minha boca, pescoço, me puxava com força.
- Humpf, humpf, puta gostosa, nunca comi uma cadela tão gostosa como tu Luiza.
- Hmmmmm que delícia ser sua cachorraaaaaa...
- Putinha safada, que saudades de comer uma mulher casada, ninguém transa como vocês, casadas mal comidas!
Ele me fodeu até gozar gostoso e encher a camisinha. Caímos desmaidos na cama. Deitei minha cabeça no seu peito, e ficamos ali se alisando, sentindo o momento, curtindo um ao outro.
- A próxima vez vai ser na sua casa...
- Quem disse que vai ter uma próxima vez?
- Duvido que você fez tudo o que fez pra chamar a minha atenção, pra transarmos só uma vez.
- Convencido...
- Eu to falando sério Luh, dessa vez eu corri o risco, a próxima vai ser você...
- A próxima... vai ser agora seu puto gostoso.
Comecei a beijar o peitoral dele, como é gostoso beijar um peito musculoso de homem, fui descendo pela barriga dele, até chegar no pau que já tava duro novamente, voltei a chupar aquela rola gostosa. Lambi tudo que pude, passava a língua de cima a baixo como um sorvete, tentava colocar tudo na boca novamente, até que ele me puxou pelo cabelo e me obrigou a beijar ele, enquanto o gosto do pau dele estava na minha boca ele continuava me beijando. Ai ele me empurrava de novo pro seu pau e começava tudo de novo, eu me deliciava no seu pau, e depois de um tempo ele me puxava pelos cabelos, e me dava um beijo de língua bem bruto. Isso rolou por umas 4 ou 5 vezes.
Depois, me deitei por cima dele e comecei a beijar ele, e esfregar minha bucetinha no seu pau, sem camisinha mesmo, deixava ele roçar o pau por cima da minha buceta, ou seja, é como se só a base tivesse quase entrando, mas a cabeça ficava pra fora.
- Cuidado, não posso ser pai de novo.
- E nem eu posso engravidar, o corno é vasectomizado.
- Mas ta tão gostoso sua puta gostosa...
- Como esta seu check-up?
- Em dia Luh, é nula a chances de estar com uma DST, mas não qu...
Antes de ele terminar de falar, coloquei meu dedo em sua boca, e comecei subir um pouco mais o corpo e encaixei a cabeça do pau dele no meu cuzinho
- Come o cu da mamãe como seu cachorro.
- Mulher, você é uma delícia mesmo.
Então bem devagarzinho, ele foi me ajustando na posição de frango assado e foi empurrando seu pau contra meu cu, apesar da experiência com o Seu Carlos, ele ainda estava muito apertadinho. Eu estava de costas na cama, com os pés por sobe o ombro dele, a gente ficou olho no olho, William bem devagar começou a ir até o fim com o seu pau, a gente ficou se encarando em silêncio, aos poucos ele conseguia iniciar o movimento de ir e vir, e eu me controlava pra não ficar gemendo muito. Foi um experiência muito gostosa, por alguns minutos ele ficou socando o meu cu, não com força, mas bem ritmado, me encarando. Eu com o maior esforço do mundo só o olhava com desejo, mas evitando gemer...
- Vai meu amante gostoso, come a mamãe aqui vai meu macho...
- Vamos minha puta gostosa!
- Hmm.... vai William, me fode vai...
Aos poucos a velocidade ia aumentando, aquele pau delicioso ritmado dentro de mim, me fazia se sentir nas alturas. Até que tudo foi interrompido pelo som do meu celular tocando.
- Meu marido, CORNO tem que atrapalhar tudo né?
- Deixa tocar Luh...
Eu queria atender, mas com certeza o William ia pedir pra por no viva voz, e tinha medo do Ander entregar que sabia tudo, então apertei o botão de liga/desliga, ele deixa o celular tocando no mudo.
- Corno chato, não fode e quer empatar minha foda.
- Se ele ligar de novo atende, eu fico quietinho.
- Fica mesmo gostoso? Se você estragar meu casamento, eu estrago o seu viu?
- Eu já estraguei seu casamento, tenho certeza que depois de uma foda dessa, transar com o seu corninho nunca mais vai ser a mesma coisa...
Eu não neguei, mas a gente trocou um beijo gostosos enquanto o pau dele ainda tava enterrado no meu cu, segundos depois o telefone toca de novo.
- Gato, não fala nada por favor - Implorei - Oi vida, tudo bem?
- Oi amor, ta na consulta ainda?
Quando fui responder, William deu uma aumentada no ritmo.
- Hmm - gemi disfarçadamente e com cara de assustada pro William - não amor, aproveitei pra vir na academia, já que faltei ontem.
Fiz cara de brava pro William.
- Ah bom, você não falou nada, mas você levou roupa?
- Na verdade eu tinha uma muda aqui no guarda volumeeee hm.... - William estava acelerando muito, então olhei pra ele e falei apenas com os lábios "Para filho da puta"
- Ta fazendo algum exercício agora amor? - Perguntou Ander se fazendo de desconfiado
- Cadeira extensora amorrrrr, a instrutora aqui ta pegando no meu pé - Ai o William deu várias estocadas bem forte, e eu dei umas gemidas bem contida - hm..., hm... hm...
- Ta bom meu amor, vou desligar, te espero em casa meu anjo.
- Beijos amor.
Fingi desligar o celular, mas apenas bloquei ele e joguei de cabeça pra baixo em cima da cama, e soltei um gemido bem alto
- HCORNO CHATO.
- Chifrudo empata foda do caralho - disse William - Mas vem cá Luh, seu corninho é muito inocente né? Será que ele caiu nessa de academia? Zero barulho de aparelho no fundo...
- NOSSO CORNINHO - corrigi e falei bem alto pra ter certeza que o Ander ia escutar - com certeza acreditou, esse corno come na minha mão, se eu falar ele acredita.
- Ótimo, então vai ser mais fácil fazer na casa de vocês, se ele ver algo é só dizer que é aula particular de vôlei.
- É uma boa ideia cachorro - respondei rindo - Agora esquece nosso corninho e continua comendo meu cu vai meu amor, come o cu da mamãe aqui, mostra quem manda vai.
William então veio me beijar de novo, aproveitei pra puxar o celular mais pra perto
- Hm..... vai William, come meu cu vai vai... HMMMMM que delícia me arromba...
- Vai puta, toma sua cachorra, vou te devolver toda arrombada pro teu macho!
- Hm.... ai que delícia...
- Vou gozarEnche meu cu de gozo vai .....
Nossa que delícia, William encheu muito meu cu de porra. Porém quando vimos a hora já era perto das 18h, além de termos treino ele disse que tinha que buscar a esposa. Pensei em tomar um banho na casa dele, deixar vestígios pra esposa dele saber que ele é um traidor, mas não, a Geovana não tem nada a ver com minha vingança contra todos os homens. Então resolvi ir suja de porra e sexo pra casa.
- Quer se limpar? Só cuida pra não deixar nada pra trás - disse o William enquanto terminava de arrumar a cama.
- Não, chego em casa vou direto pro banho, não se preocupa.
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E é isso meus gatinhos, foi assim que eu finalmente dei pra outro. Logo eu conto como essa história continuou, e se finalmente eu realizei o sonho do meu corninho de fazermos um ménage!