Olá, seus tarados insaciáveis! Aqui quem fala é **a casada mais puta do Brasil**, aquela vadia casada que vive com a buceta pingando e o cu piscando de tesão 24 horas por dia. Hoje é sexta-feira, 26 de junho de 2026, e eu tô o dia inteiro — da manhã até o fim da tarde — online no meu Telegram VIP só esperando vocês. Quero fazer novos amigos, quero contar minhas putarias ao vivo, quero mostrar esse cu grande e guloso em tempo real, quero receber fotos de rola dura de vocês e, quem sabe, marcar uma foda bem safada. Se você é macho de verdade ou corno que gosta de ver a mulher sendo usada, entra agora no Telegram VIP e me chama. Aqui não pode publicar fotos nos contos, mas nos meus outros contos tem os linksss. Eu tô molhada só de imaginar vocês lendo isso enquanto batem punheta pensando em mim sendo arrombada.
Vamos ao que realmente importa, seus pervertidos de plantão. Ontem eu trouxe dois machos de rua pra dentro da minha casa, dois peões gostosos da construção civil que fica logo ali na esquina. Eles estavam suados pra caralho, cheios de poeira, camisa colada no corpo musculoso, aquele cheiro forte de homem trabalhador que me deixa completamente louca. Eu não pensei duas vezes. Mostrei pra eles que sou a maior puta casada que existe neste país e gravei cada segundo com a câmera escondida no quarto pra depois eu poder assistir sozinha, rebolando no sofá enquanto enfio os dedos no cu.
Eu sempre faço isso. A câmera fica ligada o tempo todo. Entrego o cu e a buceta pra entregadores de água, de pizza, motoristas de aplicativo, vizinhos safados, encanadores, eletricistas, pedreiros… qualquer macho que bata na porta ou que eu encontre na rua eu arrasto pro quarto e deixo ele me usar como quiser. Cada foda é única, cada rola tem formato, grossura e cheiro diferente. Eu amo gravar tudo, amo assistir depois e gozar de novo relembrando o quanto fui vadia.
Esses dois peões chegaram por volta das 11h da manhã. Eu tava só de robe curto, sem nada por baixo. Assim que abriram a porta, eu já senti o cheiro forte deles e minha buceta latejou. O mais alto e ousado tinha uns 35 anos, pele morena, braços grossos de tanto carregar peso. O outro era um pouco mais novo, uns 28, mais tímido, mas com um volume enorme no short de trabalho.
— Entrem, meninos. Hoje vocês vão comer a casada mais puta do Brasil — eu disse, já deixando o robe cair no chão.
Meus peitos grandes balançaram, minha buceta carnuda já brilhando de tesão e aquele cu grande, redondo, empinado que vocês estão vendo nas fotos. O ousado passou a mão grossa na minha bunda e apertou forte.
— Caralho, que bunda é essa? Essa casada é uma puta mesmo, hein?
Eu ri safada, rebolando contra a mão dele:
— Isso aí, peão. Eu sou a maior vadia casada que você vai comer na vida. Meu marido é um corno manso que sai cedo pra trabalhar na loja de automóveis e só volta à noite. Enquanto ele tá lá suando pra pagar as contas, eu tô aqui gemendo alto com rola estranha me arrombando. Vocês vão me foder o quanto quiserem hoje. Quero as duas rolas ao mesmo tempo, bem fundo no cu e na buceta.
O tímido ainda estava meio parado, olhando meu corpo nu. Eu me aproximei, ajoelhei na frente dele e baixei o short. O pau dele pulou pra fora, grosso, pesado, meio suado. Eu comecei a chupar devagar, lambendo toda a extensão, enfiando as bolas peludas na boca.
— Hummm… que pau cheiroso… chupo bem gostoso, né? Meu marido tem um pauzinho fino que quase não me satisfaz. Por isso eu traio ele todo dia. Ele é corno e eu adoro isso.
Enquanto eu chupava o tímido, o ousado veio por trás, abriu minhas pernas e enfiou dois dedos na minha buceta molhada. Depois desceu e começou a lamber meu cu. Aquela língua quente passando no meu ânus estufado me fez gemer alto com o pau na boca.
— Lambe meu cu, vai! Chupa esse cuzinho suado de casada. Ele tá piscando pra você, sentindo seu cheiro de macho trabalhador.
O peão enfiou a língua bem fundo, fazendo barulhos molhados. Meu cu soltava aquele cheirinho característico de puta em tesão, forte, marcante, que deixa qualquer homem louco. Eu empinava mais, abrindo as bandas com as duas mãos.
— Isso, come meu cu com a língua! Prepara ele pra receber essa rola grossa. Eu amo sexo anal, sou viciada. Quero sentir meu cu sendo rasgado por vocês dois.
Depois de me deixar bem molhada, o ousado cuspiu na rola dele e encostou na entrada do meu ânus. Eu olhei pra trás, cara de puta:
— Mete tudo de uma vez! Não tem dó não. Eu sou puta, quero sentir dor misturada com prazer. Arromba esse cu grande!
Ele segurou meus quadris e empurrou com força. Puta que pariu! Senti meu cu se abrindo inteiro, queimando, esticando ao máximo. Gritei de tesão:
— Aaaaiii caralho! Que rola grossa! Tá me rasgando o cu! Mais fundo, peão! Fode esse cuzinho guloso da casada!
Enquanto ele metia no cu, eu subi no pau do tímido, que já estava deitado na cama. Enfiei tudo na buceta de uma vez e comecei a quicar. Agora sim: dupla penetração completa. Duas rolas enormes entrando e saindo ao mesmo tempo, buceta e cu sendo arrombados juntos. Meu corpo suado entre dois machos fedorentos, sujos da obra, me usando como uma vadia barata.
— Olha essa puta rebolando! — gritava o de baixo. — Rebola gostoso nesse pau, sua corna!
Eu rebolava com força, sentindo as duas rolas se esfregando lá dentro, só separadas por uma fininha parede de carne. Meu cu apertava forte, piscando, sugando a rola.
— Eu sou a casada mais puta do Brasil! — gritava eu entre gemidos. — Meu marido é um corno manso! Ele trabalha o dia todo pra eu poder dar esse cu pra todo mundo! Fode mais forte, seus peões! Me quebra toda! Quero sentir essas rolas batendo no fundo do meu cu e da minha buceta!
Eles metiam com vontade, dando tapas estalados na minha bunda grande. Ploc! Ploc! Ploc! O barulho enchia o quarto. Meu cu tava cada vez mais aberto, soltando pumzinhos de tesão, aquele cheiro forte de sexo anal se espalhando.
— Sente o cheiro do meu cu arrombado? — eu provocava. — É cheiro de puta em putaria. Lambe ele depois, quero sentir sua língua no meu buraco estufado.
Eles me viraram de quatro na cama, exatamente na posição da primeira foto que vocês viram. Eu com o rosto enfiado no colchão, o cu empinado bem alto, aquele rabo enorme balançando. Um metia na buceta, o outro no cu, alternando, às vezes os dois juntos. Eu gritava sem parar:
— Mais forte! Arromba meu cu! Eu amo levar no cu! Meu marido nunca me fode assim! Ele é corno manso e eu traio ele na casa dele!
A sessão durou mais de duas horas. Eles me foderam em todas as posições possíveis. De lado, com uma perna bem levantada, o cu totalmente exposto recebendo estocadas profundas e lentas. Depois eu sentei no pau de um de frente, quicando enquanto o outro enfiava no cu por trás. Eu chupava os dois paus, lambia as bolas suadas, pedia pra eles me xingarem de tudo quanto é nome.
— Chama de corna! Diz que meu marido é um corno que paga pra eu dar o cu!
— Sua corna safada! Seu marido é um manso filho da puta que sustenta sua putaria!
Eu gozei várias vezes. Gozei com rola no cu, gozei com rola na boca engasgando, gozei quando eles me fizeram cheirar meu próprio cu nas mãos sujas deles. O cheiro forte me deixava ainda mais louca.
No final, quando senti que os dois estavam no limite, eu me ajoelhei no chão como a puta experiente que sou. Abri a boca bem grande, língua pra fora, olhos pidões de vadia.
— Goza tudo na minha boca, peões! Quero o leitinho quente misturado. Quero engolir o gosto da minha buceta e do meu cu junto com a porra de vocês!
Eles urraram como animais no cio. O primeiro jorrou um gozo grosso e quente direto na minha língua. O segundo enfiou a rola até o fundo da garganta e gozou também. Eu engoli tudo, lambi os paus limpinhos, chupei até a última gota, mostrando pra câmera como sou sem limites.
— Hummm… que porra deliciosa! Misturada com o sabor do meu cu arrombado. Eu amo isso, sou viciada em porra!
Depois da foda, eles ainda ficaram um pouco descansando. Eu fiquei de quatro na cama, mostrando o cu arrombado pra câmera. O buraco estava vermelho, aberto, piscando, brilhando de porra e lubrificação natural. Eu enfiei três dedos e abri pra eles verem:
— Olha o estrago que vocês fizeram no cu da casada. Amanhã vou trazer mais machos pra continuar arrombando.
Eles riram, me chamaram de vadia insaciável, me deram uns tapas na bunda e foram embora. Eu fiquei lá, nua, toda gozada, com o cheiro de sexo no ar, feliz da vida sabendo que meu corno manso ia chegar em casa sem imaginar nada. Ou talvez desconfiando… isso só me deixa mais molhada.
Essa sou eu: a casada mais puta do Brasil. Não tenho limites. Amo trair, amo dar o cu, amo sentir rola grossa me rasgando enquanto meu marido trabalha. Hoje, 26 de junho, tô o dia todo no Telegram VIP esperando vocês. Quero novos amigos, quero suruba, quero gravar mais vídeos, quero ler os comentários safados de vocês.
Quero trazer três ou quatro machos da próxima vez. Quero fazer uma festa com amiga minha também. Quero que vocês me contem suas fantasias enquanto eu mostro esse cu grande nas fotos.
Vai lá, bate uma punheta bem gostosa lendo esse conto de novo. Olha as fotos anexadas: meu corpo sendo usado, meu cu empinado, minha cara de puta satisfeita. Isso é só o começo de muitas putarias que eu vou contar pra vocês.
Um beijo molhado, cheio de porra e cheiro de cu,
**A Casada Mais Puta do Brasil**