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Um conto erótico de Sofia e ana Clara
Categoria: Lésbicas
Contém 1721 palavras
Data: 26/06/2026 21:46:02

*(Aqui é Ana Clara, 22 anos, e eu sou Sofia, 19 anos. Vamos contar TUDO em primeira pessoa, alternando nossas vozes, com todos os detalhes sujos, sensoriais e reais da nossa vida. Sem pressa, sem filtro. Prepara o coração e o dedo, porque essa história é de puro tesão entre irmãs.)*

**Ana Clara:**

Meu nome é Ana Clara, tenho 22 anos e trabalho com minha irmã Sofia no pequeno comércio dentro daquela casa amarela aqui em Recife. Ganhamos pouco, o dia é quente, o uniforme gruda no corpo e o suor escorre o dia inteiro. Mas nada disso importa quando eu chego em casa e sei que ela está esperando. Nós sempre fomos muito unidas. Desde pequenas andávamos de mãos dadas pela rua, dormíamos na mesma cama, nos abraçávamos o tempo todo. Os pais acham isso fofo. Eles não imaginam o que acontece quando a porta do nosso quarto tranca.

**Sofia:**

Eu sou Sofia, 19 anos, a caçula. Cheguei correndo do ponto hoje, coração acelerado. Mal entrei em casa e vi Ana Clara ainda de uniforme. Corri e me joguei nos braços dela. Nossos corpos se colaram. Eu enfiei o nariz no pescoço dela e inspirei fundo aquele cheiro de suor do dia inteiro. “Mana... tô morrendo de saudade do teu cheiro natural... Vamos pro quarto agora?” Os pais estavam na sala vendo novela, nem ligaram quando dissemos que íamos tomar banho.

**Ana Clara:**

Trancamos a porta. O coração batia forte. Eu te abracei por trás, mãos subindo pela tua barriga até apertar teus seios por cima da blusa. “Sofi, você tá suada também... Eu passei o dia inteiro pensando no teu cuzinho quente depois do trabalho.” Você virou o rosto e nós nos beijamos. Primeiro devagar, lábios roçando, depois línguas se enroscando, molhadas, famintas. Eu chupava tua língua como se fosse teu clitóris.

**Sofia:**

Eu gemia baixinho na tua boca: “Mana, me beija mais forte... Eu te amo tanto. A gente sempre se amou, mas agora é diferente. Lembra quando começou de verdade?” Enquanto falava, eu tirava tua blusa, revelando teus seios médios com mamilos já duros. Eu desci a boca e comecei a chupar um deles, rodando a língua, mordiscando de leve. Você apertava minha cabeça contra teu peito.

**Ana Clara:**

“Lembro sim, minha putinha. Fazia pouco mais de um ano. Estávamos sozinhas em casa, abraçadas no sofá. Eu senti teu corpo quente colado no meu e não resisti. Te beijei, você correspondeu. Depois eu desci a mão devagar por dentro da tua calcinha e senti tua bucetinha molhada, inchada. Você sussurrou: ‘Dedame, mana... Eu quero sentir teus dedos dentro de mim.’ Eu enfiei um, depois dois, fodendo devagar enquanto te beijava.”

**Sofia:**

Eu me arrepiei toda só de lembrar. “Isso... e eu gozei pela primeira vez na tua mão, tremendo. Depois eu quis te provar também. Tirei tua roupa e cheirei tua buceta suada. Aquele cheirinho azedinho me deixou louca.” Agora, no quarto, eu te empurrei na cama e abri tuas pernas. Teu cheiro subiu forte. Eu aproximei o nariz da tua buceta e inspirei fundo várias vezes. “Hmmm Clara... teu cheiro depois do trabalho é perfeito. Tão íntimo, tão safado.” Passei a língua devagar pelos grandes lábios, saboreando o suor misturado com teu mel.

**Ana Clara:**

Eu segurava tua cabeça, rebolando contra tua boca. “Lambe tudo, Sofi... Come a buceta da tua mana. Enfia a língua dentro.” Você obedeceu, enfiando a língua o máximo possível, depois subiu pra meu cuzinho. Abriu minhas nádegas e mergulhou o rosto ali. O som molhado da tua língua me deixava ainda mais molhada.

**Sofia:**

“Teu cuzinho tá tão quente e com cheiro forte hoje... Eu adoro isso. A gente descobriu naqueles sites sobre o prazer de cheirar e lamber a bunda natural, sem banho. Virou nosso vício diário.” Eu lambia em círculos, enfiava a ponta da língua, depois voltava pra tua buceta, alternando. Dois dedos meus entravam na tua bucetinha enquanto eu chupava teu clitóris.

**Ana Clara:**

Eu gozei pela primeira vez, abafando o grito no travesseiro, corpo convulsionando. “Aaaahhh Sofi... tô gozando na tua boca... Bebe tudo!” Meu gozo escorreu pelo teu queixo. Depois eu te virei de quatro, abri tua bundona suada e repeti tudo. Cheirei fundo teu cuzinho, lambi, chupei, dedei tua buceta até você gozar tremendo.

*(Continuamos assim por um bom tempo, nos explorando devagar, relembrando cada passo da nossa iniciação. Os abraços inocentes viraram beijos, os beijos viraram chupadas nos peitos, depois dedadas, depois línguas em todos os buracos. Foi uma evolução natural do nosso amor.)*

**Sofia:**

Depois da primeira onda de gozo, veio o momento que mais amamos: a cenoura. Eu fui até a cozinha rapidinho e peguei uma cenoura bem grande, grossa e fresca. Voltei pro quarto com ela e um pote de manteiga. “Hoje vamos caprichar, mana.” Derreti bastante manteiga e passei generosamente na cenoura, deixando ela brilhante e escorregadia. Passei mais manteiga no teu cuzinho.

**Ana Clara:**

Eu fiquei de quatro na cama, empinando bem a bundona. “Enfia devagar primeiro, Sofi... Quero sentir cada centímetro entrando no meu cu.” Você posicionou a cenoura e foi empurrando. Eu gemia alto, controlando o volume: “Aaaahh... tá abrindo meu cu... Mais fundo... Isso, soca agora!” Você começava a meter com ritmo, tirando quase tudo e enfiando novamente. Minha mão ia pra minha buceta, esfregando o clitóris enquanto você me fodia com a cenoura.

**Sofia:**

Eu metia com vontade, vendo a cenoura desaparecer entre tuas nádegas. “Rebola no pau de cenoura da tua irmã, mana... Tá gostoso?” Tirava de vez em quando, aproximava do nariz e cheirava forte. “Caralho, cheiro de teu cu na cenoura... Manteiga misturada com teu sabor natural... Me deixa louca.” Depois enfiava de novo, mais forte.

**Ana Clara:**

“Agora tira e enfia no teu cu, Sofi. Quero que sinta meu cheiro dentro de você.” Você obedeceu. Virou de quatro do meu lado e eu peguei a mesma cenoura, ainda quente do meu cu, e enfiei no teu. “Tá sentindo? Acabou de sair da minha bunda suada e agora tá te arrombando.” Você gemia alto: “Sim mana... Socaaa! Meu cu tá piscando de tesão... Cheira ela de novo!”

**Sofia:**

A gente alternava várias vezes. Enfiar, tirar, cheirar, lamber a cenoura, passar de um cu pro outro. Nossas mãos não paravam: apertando seios, beliscando mamilos, dedando bucetas. Eu gozei horrores, jorrando na cama: “Tô gozando de novo... A cenoura no cu tá me matando de prazer... Aaaahhh mana!!” Meu corpo tremia inteiro, gozo escorrendo pelas coxas.

**Ana Clara:**

Eu vim logo atrás, gozando com a cenoura enterrada fundo no cu, dedos na buceta. “Eu também, Sofi... Gozando tanto... Olha o tanto de mel saindo...” Ficamos ofegantes, mas ainda não tínhamos terminado.

**Sofia:**

Fomos pro banho juntas. Debaixo da água quente continuamos brincando. Eu te encostei na parede, levantei uma de tuas pernas e enfiei a cenoura no teu cu novamente enquanto te chupava. A água escorria pelos nossos corpos suados. Depois você me sentou no vaso e fez o mesmo comigo. Posições diferentes: eu de pé, você ajoelhada; você sentada no meu rosto enquanto eu te dedava e usava a cenoura.

**Ana Clara:**

Saímos do banho ainda com tesão. Os pais ainda estavam na sala. Voltamos pro quarto e continuamos com o leite condensado. Eu derramei bastante nos teus seios fartos. “Seus peitos ficam uma delícia assim, doces e melados.” Chupei devagar, lambendo cada gota, mordendo os mamilos. Você gemia e apertava minha cabeça.

**Sofia:**

Depois veio a parte dos pés. Tirei meus sapatos e meias. Depois de um dia inteiro trabalhando, meus pés estavam com cheiro forte, chulé intenso, suor acumulado. “Cheira, mana... Cheira meu chulé insuportável.” Você aproximou o nariz e inalou fundo várias vezes, gemendo de prazer. “Eu amo esse cheiro, Sofi. Tão forte, tão teu.” Derramei leite condensado nos meus pés e você lambeu tudo, chupando dedinho por dedinho, passando a língua entre eles.

**Ana Clara:**

Eu fiz o mesmo com teus pés. Cheirei profundamente, saboreei o salgado misturado com doce. Depois fomos pra cozinha. Você sentou na mesa, pernas abertas. Eu enfiei a cenoura no teu cu enquanto lambia tua buceta. “Rebola pra mana, putinha... Goza na minha boca de novo.” Você gozou tremendo, segurando na borda da mesa.

**Sofia:**

Na sala, no sofá onde tudo começou, fizemos tesourinha. Bucetas roçando, clitóris se esfregando, seios colados melados de leite condensado. “Eu te amo tanto, Clara... Você é minha tudo.” Gozamos juntas mais uma vez, abafando os gemidos com beijos.

*(E assim seguimos, hora após hora, quando tínhamos tempo. Relembrando cada detalhe da nossa sedução, cada posição nova que inventamos, cada cheiro que nos enlouquece. O ritual diário se repetia: cheirar, lamber, cenoura com manteiga, pés suados, leite condensado, gozos imensos e silenciosos. Nosso amor crescia junto com o tesão.)*

**Ana Clara:**

Nós sabemos que é proibido, que somos irmãs, mas o que sentimos é mais forte que qualquer regra. Moramos com os pais, trabalhamos no comércio da casa amarela, mas nosso quarto é nosso templo de prazer. Todo dia repetimos o ritual: chegamos, trancamos, cheiramos nossos cuzinhos suados, usamos a cenoura com muita manteiga, cheiramos a cenoura, trocamos, gozamos horrores. Depois os pés com chulé forte e leite condensado. É nosso segredo mais gostoso.

**Sofia:**

Agora queremos mais. Estamos participando de Telegram VIP e sites onde casais e pessoas liberais se encontram. Queremos machos sem frescura do Brasil inteiro. Homens que curtam cheiros naturais fortes, que queiram sentir nosso cuzinho suado depois do trabalho, que lambam nossos pés com chulé intenso, que assistam a gente brincando com cenoura e depois participem. Queremos trazer alguém pra casa quando os pais viajarem, ou encontrar em motel. Imagina um cara cheirando nosso cu, enfiando a cenoura junto com a gente, lambendo tudo, nos comendo enquanto nos beijamos. Sem frescura, sem nojo, puro tesão.

**Ana Clara:**

Eu imagino ele assistindo você me foder com a cenoura, depois ele tomando teu lugar. Ou nós duas sentadas no rosto dele, uma com a buceta, outra com o cuzinho. Ou ele derramando leite condensado nos nossos pés e lambendo junto. Estamos prontas pra expandir essa amizade liberal. Se você é esse macho sem frescura, de qualquer lugar do Brasil, nos procura. Vamos realizar todas essas fantasias.

**Sofia:**

Eu te amo pra sempre, mana. Você é minha irmã, minha amante, minha esposa secreta.

**Ana Clara:**

E você é minha vida toda, Sofi. Nossa história só está começando.

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