Oi, meu nome é Helena, tenho 44 anos e moro num apartamento gostoso na Madalena. Sou casada com Roberto há 22 anos e mãe do Lucas, que hoje faz faculdade. Pra todo mundo eu sou a esposa e mãe exemplar… mas quem me conhece de verdade sabe que eu sou uma puta safada assumida. Meu marido é corno manso e ama tudo isso. O Lucas não faz a menor ideia.
Hoje vou contar pra vocês a história do Mateus, o melhor amigo do meu filho.
Era uma tarde quente de sexta. Lucas tinha saído com a turma. Eu estava sozinha em casa, vestindo só um shortinho de algodão bem justo e uma regatinha fina, sem nada por baixo. O cuzinho estava com aquele cheiro natural forte — tinha voltado da academia mais cedo e não tomei banho de propósito. Adoro quando fica assim.
De repente tocaram a campainha. Era o Mateus, 21 anos, vizinho nosso no condomínio, sarado, alto e um pouco tímido. Veio trazer um livro que o Lucas tinha esquecido.
— Oi tia, o Lucas pediu pra deixar isso aqui.
Eu sorri, fechei a porta atrás dele e passei a chave devagar. Olhei bem nos olhos dele e falei baixinho:
— Que bom que você veio, Mateus… Faz tempo que eu reparo em você. Tão jovem… tão cheiroso… quer ajudar a tia Helena com uma coisa?
Ele ficou sem graça, mas eu já tinha virado de costas, empinando minha bundona grande contra ele. Puxei o shortinho para baixo devagar, revelando a bunda toda suada.
— Você já cheirou a bunda de uma mulher casada, Mateus? — perguntei, segurando a cabeça dele e puxando contra mim.
Ele hesitou. O cheiro natural subiu forte. Eu sabia que estava bem marcadinho, suor do dia misturado com meu cheiro íntimo. Ele respirou fundo e eu senti o corpo dele tremer.
— Cheira mais fundo… Isso, assim… sente o cheiro da mãe do seu amigo.
No começo ele ficou com nojinho, eu vi na cara dele. Mas o pau endureceu rapidinho dentro da bermuda. Eu ri baixinho e empurrei mais.
— Agora lambe… passa a língua bem no meio… isso, chupa esse cuzinho que quase ninguém come.
Mateus obedeceu. A língua quente dele começou a passear, depois entrou. Eu gemia alto, rebolando na cara dele. A câmera escondida na estante estava gravando tudo — meu marido ia pirar quando assistíssemos juntos à noite.
Eu me deitei no tapete da sala, exatamente como na foto que vocês viram. Fiquei de lado, empinei a bunda bem na cara dele e abri as bandas com as mãos.
— Lambe gostoso agora… mete a língua bem fundo. Isso, garoto… você está lambendo o cu da mãe do Lucas.
Ele ficou louco. Cheirava, lambia, babava tudo. Eu sentia o nojo inicial dele virando tesão puro. Pedi pra ele colocar dois dedos enquanto chupava. Meu cuzinho piscava de tesão.
— Agora me fode, Mateus. Quero sentir esse pau jovem arrombando meu rabo.
Ele se ajoelhou atrás de mim, cuspiu no cuzinho e empurrou. Eu soltei um gemido longo quando a cabeça entrou. Dói gostoso… ele foi metendo devagar, depois mais forte. A bundona batia contra ele, o barulho molhado enchendo a sala.
— Isso! Mete tudo! Come o cu da tia Helena!
Eu rebolava, pedia pra ele cheirar minha nuca suada enquanto socava. Ele segurava meus quadris com força, metendo cada vez mais fundo. Eu gozei primeiro, apertando o pau dele com o cuzinho. Pouco depois ele gemeu alto e encheu meu intestino de porra quente.
Quando ele tirou, eu ainda estava com a bunda empinada, porra escorrendo. Virei pra ele, beijei sua boca (com gosto do meu próprio cu) e sussurrei:
— Isso fica nosso segredo, tá? O Lucas nunca pode saber que você comeu a mãe dele.
Mateus saiu do apartamento atordoado, achando que tinha participado de uma traição comum. Ele não imagina que meu marido sabe de tudo, que gravamos tudo e que eu amo ser uma puta.
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Depois desse dia eu fiquei ainda mais viciada. Adoro fazer isso com homens que não me conhecem direito.
Já sentei na cara do entregador de água. Um negão forte que chegou suado. Fiz ele se ajoelhar na cozinha, plantei minha bunda suada do dia inteiro na cara dele e mandei: “Cheira primeiro, depois lambe tudo”. Ele resistiu um pouco por causa do cheiro natural, mas depois enfiou a língua inteira. Fodeu meu cu em pé, segurando minha cintura, enquanto eu pedia pra ele me chamar de puta.
O entregador de pizza também levou. Chegou com as pizzas quentes e saiu com o pau vazio e a boca com gosto do meu rabo. Sentei na cara dele no sofá e fiz ele me limpar com a língua antes de deixar meter.
O encanador que veio consertar a pia passou mais de duas horas aqui. Depois de arrumar o vazamento, eu deitei ele no chão da sala e sentei na cara. “Limpa esse cuzinho suado, vai”. Ele lambeu como louco. Gozei na boca dele e depois deixei ele arrombar meu rabinho.
Com o eletricista foi ainda mais gostoso. Casado, tímido. Fiz ele cheirar minha bunda depois de um dia inteiro trabalhando. Ele ficou com nojinho no começo, mas depois chupava meu cu com tanta fome que eu gozei só com a língua dele. Fodeu meu rabo na varanda, com medo de alguém ver.
E o mais safado de todos: o tio Paulo, amigo do meu marido há mais de 20 anos. Ele acha que está traindo o amigo pelas costas. Não faz a menor ideia que Roberto sabe de tudo e adora. Chamei ele pra “ajudar com um probleminha no quarto”. Terminei de quatro na nossa cama, ele cheirando e lambendo meu cuzinho enquanto eu falava gemendo: “Come a mulher do seu amigo… mete nesse cu que ele quase não usa”.
Todos saem pensando que me comeram escondido. Só eu e meu corno sabemos a verdade: eu amo ser puta, amo o cheiro natural da minha bunda deixando os machos loucos, amo gravar tudo e assistir depois com meu marido.
Se você gostou de me ouvir contar isso… imagina quando eu contar todos os detalhes bem safados de cada um deles. Quer ouvir? Então vem me encontrar nos lugares certos… tem muito mais putaria onde essa veio. Leia nos commentarios onde tem maisss.
Helena