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Só Meu e de Lucas

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Da série Cunhada
Um conto erótico de Caio Valença
Categoria: Gay
Contém 1594 palavras
Data: 27/06/2026 00:19:46

Em casa, Rodrigo ficava me perguntando se eu já tinha falado com Lucas. Como estávamos em época de provas, eu desconversava e dizia que estávamos enrolados com as matérias, que deixaríamos isso mais para frente.

A verdade é que eu talvez não quisesse que aquele encontro de nós quatro acontecesse ainda.

Na faculdade, Lucas também pressionava. Queria saber quando rolaria nosso próximo encontro e ainda perguntava sobre minhas aventuras com Camila.

Desde que meus pais começaram a desconfiar, Camila aparecia menos. Isso deixou Rodrigo inquieto, Lucas curioso e eu mais perdido do que antes. Então, às vezes, eu inventava algumas coisas só para ver Lucas excitado. Também dizia que Camila estava enrolada e que, por isso, um próximo encontro ainda demoraria.

Sempre que tinha trabalho em grupo, ficávamos eu, Lucas e Gustavo. Dessa vez, porém, o trabalho era em dupla. Lucas me chamou para fazer com ele, e eu aceitei. Gustavo chamou Aline. Acho que ele tinha uma queda por ela.

Combinei com Lucas que iria para a casa dele no fim de semana, para fazermos o trabalho.

Eu não queria que ele fosse à minha casa. Se fosse, Rodrigo iria querer chamar Camila na mesma hora, e eu não sabia se estava pronto para aquilo.

Quando a aula acabou, na sexta-feira, encaramos metrô, trem, ônibus, trilha, floresta, cipó e caminhada. Ufa. A casa dele era longe.

Cheguei e me joguei no sofá para descansar.

Lucas foi se trocar e preparar alguma coisa para comermos. Eu liguei o videogame e fiquei jogando enquanto isso.

Estava calor naquele dia. Ele voltou sem camisa. Eu nunca tinha reparado muito no corpo dele, mas, daquela vez, olhei com mais atenção. Ele até que tinha um corpo bonito.

Ao me ver jogando videogame, fez quase a mesma pergunta que Camila tinha feito naquele dia.

— Vai ficar só jogando videogame ou vai participar?

Olhei para ele, meio sem entender.

— Oi? Como assim?

Ele riu.

— Você entendeu sim, Caio. Preciso da sua ajuda para preparar alguma coisa para a gente comer.

Fiquei aliviado.

— Ah, tá. Achei que era outra coisa.

Ele ergueu uma sobrancelha.

— Que outra coisa, Caio? Agora eu que não entendi.

— Nada. Só lembrei que já ouvi essa mesma pergunta antes.

O clima mudou um pouco depois disso. Lucas ficou em silêncio por alguns segundos, como se estivesse criando coragem para falar.

— Caio, preciso te confessar uma coisa... Depois daquele dia, toda vez que você me contava suas aventuras, eu ficava me imaginando nelas. E também ficava lembrando do que aconteceu aqui nesse sofá.

Fingi surpresa, mas eu já sabia que aquilo mexia com ele. Então resolvi provocar.

— Você quer sentir de novo?

O rosto dele ficou vermelho. Lucas demorou um pouco para responder.

— Quero. Só não sabia como falar isso. Fiquei com medo de estragar nossa amizade.

— Relaxa, Lucas. A gente já falou de tanta coisa. Temos liberdade um com o outro. Não é uma conversa dessas que vai acabar com nossa amizade.

Ele parecia não saber qual seria o próximo passo. Para quebrar a tensão, chamei-o para jogar um pouco.

— Mas o jogo vai ter uma regra nova — avisei. — Quem perder paga um castigo por um minuto. E vale qualquer castigo.

Lucas entendeu a malícia e se sentou ao meu lado.

Era um jogo de luta. Eu era bom naquele jogo, mas, na primeira rodada, perdi de propósito só para ver o que ele iria propor.

Ele me olhou de canto.

— Vale qualquer coisa mesmo?

— Essa é a regra.

Lucas abriu um sorriso.

— Então quero que você bata uma para mim por um minuto.

Ele colocou a rola para fora e olhou para mim.

— Da outra vez, eu senti a sua. Agora você vai sentir a minha. Esse é o seu castigo. Tenta não perder a próxima, ou vai ser pior.

Fingi hesitar, mas por dentro eu queria aquilo. Peguei no pau dele e comecei a punhetar devagar. Quando deu um minuto, ele avisou, mas eu continuei mais um pouco.

Lucas deixou por alguns segundos, depois segurou minha mão.

— Vamos para a próxima partida. Ainda não quero gozar.

Na rodada seguinte, eu joguei sério e ganhei.

— Agora eu quero que você me chupe.

Lucas não discutiu. Se ajoelhou e fez melhor do que da outra vez. Tentava colocar meu pau inteiro na boca, sugando com vontade. Quando o minuto acabou, parei antes que perdesse o controle.

Na outra partida, ele ganhou. O castigo dele foi direto:

— Agora é sua vez.

Peguei no pau dele e comecei a chupar. Fiz cara de quem estava apenas obedecendo à regra, mas a verdade é que eu estava gostando. Não era só tesão. Tinha algo naquela brincadeira de castigo que mexia comigo. A ideia de receber uma ordem, cumprir e ver Lucas gostando daquilo me deixava mais excitado do que eu esperava.

Ficamos nesse jogo por um tempo. Uma rodada terminava em punheta, outra em chupada, outra em beijo. Quando percebemos, nós dois já estávamos pelados no sofá.

Até que ficou claro o que faltava.

Ganhei mais uma partida e falei:

— Quero penetrar você.

O silêncio veio na hora. Nós dois ficaram meio sem saber se aquilo ia acontecer mesmo.

Lucas respirou fundo.

— Eu nunca fiz isso.

— Não precisa fazer se não quiser.

Ele me olhou, ainda nervoso, mas excitado.

— Está tudo muito gostoso. Eu quero tentar.

Pegou uma camisinha, colocou em mim e veio para o meu colo, me beijando. Tentei penetrar daquele jeito, mas não estava entrando. Depois de algumas tentativas, mudamos de posição.

Levantei com ele, virei Lucas de costas, beijei seu pescoço e o debrucei no braço do sofá. Enquanto o tocava, encostei a cabeça do meu pau nele e forcei um pouco, até entrar só a ponta.

Lucas gemeu baixinho. Aquilo me lembrou o motel com Camila.

Parei para deixar ele se acostumar, mas ele estava mais empolgado do que eu imaginava.

— Mete logo tudo de uma vez.

— Tem certeza?

— Tenho. Porque depois eu vou comer você e também não vou ter dó.

Aquilo me deixou ainda mais excitado. Empurrei com força, e ele gemeu alto. Fui penetrando e tocando nele ao mesmo tempo. Quando eu parava, ele mesmo rebolava, como se pedisse mais.

Quando senti que estava perto de gozar, tirei, removi a camisinha e mandei ele ficar de joelhos. Lucas obedeceu. Segurei seu rosto, provoquei, chamei ele de viadinho gostoso e gozei em seu rosto. Ele ainda me chupou para tirar o resto que ficou no meu pau.

Depois se levantou e me beijou. Dessa vez, eu não tive nojo nem hesitação. Beijei de volta, já completamente entregue.

Então ele sorriu.

— Agora é minha vez.

Lucas me colocou na mesma posição em que eu tinha colocado ele. Antes eu tinha feito aquilo como provocação, quase como uma brincadeira, mas agora era diferente. Quando senti as mãos dele na minha cintura, percebi que meu corpo respondeu antes de qualquer pensamento.

Empinei a bunda e provoquei:

— Não para na cabeça. Coloca tudo de uma vez. Você disse que não teria dó.

Ele se empolgou na hora. Encostou e empurrou de uma vez só. Soltei um gemido alto, mais alto do que eu esperava.

— Geme mais, seu viadinho.

Aquilo deveria ter me dado vergonha. Talvez tenha dado. Mas a vergonha veio misturada com uma vontade estranha de obedecer. Eu abaixei mais o corpo no sofá, deixando ele me conduzir.

Lucas segurou minha nuca e me manteve naquela posição, socando cada vez mais forte. A cada investida, eu sentia que perdia um pouco o controle da situação. E o pior era perceber que eu gostava disso.

— Vai, Lucas... vai... me fode gostoso.

As palavras saíram antes que eu conseguisse pensar nelas. Quando percebi o que tinha falado, já era tarde. Ele ouviu, gostou e ficou ainda mais dominante. Deu tapas na minha bunda, me xingou, me segurou com mais firmeza.

Eu só deixei acontecer.

Naquele momento, entendi que tinha algo mudando em mim. Com Camila, eu já tinha sentido aquilo. Mas com Lucas era diferente. Era como se eu não precisasse fingir que estava no controle.

E isso me excitava mais do que eu queria admitir.

Quando ele gozou, fiquei alguns segundos parado, respirando forte, ainda tentando entender o quanto eu tinha gostado daquilo. Depois me virei, tirei a camisinha dele e chupei seu pau. Para minha surpresa, ele endureceu de novo.

Fomos tomar banho juntos. Ali, já estávamos íntimos demais para fingir qualquer coisa. Um tocava o outro, nos beijávamos, nos provocávamos. Acho que ficamos quase uma hora no chuveiro.

Foi então que ouvimos barulho na casa.

Alguém tinha chegado.

A tensão tomou conta do banheiro. Nos trocamos rápido, tentando parecer normais. Quando abrimos a porta, demos de cara com a irmã de Lucas. Ela olhou para nós dois com uma expressão desconfiada, como se tivesse entendido que havia algo estranho, mas não comentou nada.

— Vocês estavam aí dentro esse tempo todo?

Lucas respondeu rápido:

— A gente estava só escovando os dentes.

Ela olhou de um para o outro, segurou o riso e passou por nós sem dizer mais nada.

Passei o fim de semana tentando agir como se nada tivesse acontecido. O problema é que dormíamos no mesmo quarto, e os pais de Lucas não viam malícia nenhuma naquilo. A irmã dele, por outro lado, parecia perceber mais do que falava.

Antes de dormir, ficava nos zoando, perguntando se tínhamos escovado os dentes.

Eu ria junto, mas por dentro sabia que alguma coisa tinha mudado.

Agora eu não dividia segredos apenas com Camila e Rodrigo.

Eu tinha um segredo só meu e de Lucas.

E, pela primeira vez, não sabia se queria contar para alguém.

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Foto de perfil de CaioVCaioVContos: 7Seguidores: 3Seguindo: 0Mensagem Olá, pessoal. Sou um homem casado com uma mulher linda e tenho 36 anos de experiências, histórias e fantasias para compartilhar. Entre lembranças, desejos e imaginação, transformo vivências reais e fictícias em contos sobre paixão, tentação e os caminhos inesperados do desejo. O que é verdade e o que é invenção? Isso deixo para a imaginação do leitor.

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