Sem esperar que eu dissesse alguma coisa, Bruno me convidou para tomarmos uma ducha e dentro do box, debaixo do chuveiro ele não se conteve em me abraçar apertado enquanto sua boca caçava a minha. Era quase noite quando saímos do motel e eu tentava argumentar com ele que nosso envolvimento não podia seguir em frente, não apenas por conta de sua amizade com meu marido, mas também porque trabalhávamos na mesma empresa e isso seria constrangedor; mas Bruno permanecia irrascível afirmando que caso eu me recusasse a encontrá-lo mais vezes ele não hesitaria em revelar tudo ao meu marido, segundo a sua versão pouco se importando com as consequências. "Preste bastante atenção no que vou dizer ... você me quer assim como eu te quero, e para mim nada mais importa ... nem emprego, nem a amizade que tenho com seu marido!", arrematou ele assim que estacionou o carro próximo da empresa. Pedalando de volta para casa eu me arrependia do que havia feito e me vi nas mãos de Bruno de uma forma ou de outra ... era meu chefe e melhor amigo do meu marido me chantageando descaradamente.
Entretanto, naquela noite quando meu marido me tocou senti algo diferente ... uma excitação inexplicável que fazia meu corpo arder de tesão; tomei a dianteira tirando a roupa e em seguida despindo meu marido que observava aturtido meu comportamento incomum e mais ainda quando me pus de cócaras diante dele tomando o membro rijo na mão passando a lambê-lo com desmedida sofreguidão; tomei-o na boca executando uma mamada tão veemente que arranquei gemidos enfáticos seguidos de expressões xulas que causaram tal alvoroço em mim que a vulva passou a choramingar e piscar. Ao irmos para a cama no momento em que libertei o macho de minha boca nos colocamos em posição invertida permitindo que eu retomasse a mamada enquanto esfregava minha gruta no rosto dele que retribuiu com beijos e lambidas.
Foi nesse clima carregado de lúxuria que gozei várias vezes sem libertar o membro que mantinha agasalhado em minha boca ora sugando, ora lambendo, ora aprisionando a glande entre os lábios insistindo numa masturbação ainda mais alucinante. Percebendo que ele poderia atingir o clímax antes do esperado interrompi a carícia oral mudando de posição a fim de cavalgar o macho recebendo sua espada dentro de mim; com as mãos apoiadas sobre os ombros ele inclinei o corpo o suficiente para erguer e baixar minha pélvis com o auxílio da cintura golpeando o ventre de meu marido ao mesmo tempo em que minha vulva engolia e cuspia o bruto numa cadência célere e crescente.
Naquela posição gozei mais algumas vezes antes do meu marido capitular em um jorro jateado de esperma encharcando minha gruta saciada; fiz questão de permanecer naquela posição usufruindo da sensação do bruto esmorecendo até o ponto em que bastou um movimento para que ele escorregasse para fora de mim; me deitei ao lado dele olhando para o teto tentando compreender o que motivara minha repentina fúria sexual, mesmo depois de ter trepado com Bruno na tarde daquele dia ... senti uma certa vergonha diante da evidência da traição velada somada com o desvario que acabara de cometer e cheguei a pensar em jogar tudo para o alto revelando ao meu marido a traição que realizara com seu melhor amigo, porém não tive coragem para fazê-lo. Nos dias que se seguiram fiz de tudo para evitar um encontro com Bruno, mesmo quando ele vinha até minha área de trabalho eu me mostrava evasiva escapando de situações que podiam se mostrar constrangedoras; todavia, ele não dava trégua e uma tarde chegou a me seguir de carro esperando uma oportunidade para me abordar; cansada dessa onda de gato e rato, desci da bicicleta em uma praça aguardando que ele viesse até mim.
-De nada adianta você fugir de mim! - preguejou ele enquanto se aproximava - Já disse que não vou desistir de você! É isso ou acabamos com nossas vidas ... a sua! ... a minha! ... e a dele!
Bruno se mostrava agressivo, porém ao ficar de frente para mim seu olhar mudou radicalmente ostentando um ar faiscante que me deixou arrepiada ... e logo estávamos nos beijando apaixonadamente em plena rua pouco importando o que poderia acontecer. Quando dei por mim estávamos novamente em uma suíte de motel nus nos engalfinhando entre beijos e amassos com Bruno não perdendo tempo em me levar para a cama cobrindo meu corpo com o dele já esfregando o membro enrijecido na entrada da minha gruta; ele afundou o membro dentro de mim com apenas uma socada forte e tão profunda que não contive um grito de tesão apertando a cintura de Bruno que iniciou movimentos pélvicos contundentes fazendo o bruto entrar e sair com um ritmo frenético o que me levou a experimentar uma nova sucessão de orgasmos estremecendo meu corpo e arrepiando minha pele.
Enquanto aquele homem me fodia com um entusiasmo voraz eu não conseguia pensar em mais nada senão no prazer que ele me proporcionava sussurrando em meu ouvido frases sedutoras cheias de impetuosidade e também de sinceridade tão convincentes que eu não tinha como resistir e a entrega se tornava ainda mais intensa e luxuriosa. Dessa vez fui eu que pedi para ficar na posição de cachorrinha ao que Bruno aquiesceu adorando a minha iniciativa; ele me fodia com força sem perder a ternura ... não havia como compará-lo ao meu marido, pois eram machos diferentes com pegadas diferentes, porém Bruno sabia como enlouquecer uma mulher e isso era inegável.
Muitas gozadas depois ele anunciou a chegada de seu clímax e imediatamente mudamos de posição com ele deitado de barriga e eu ajoelhada ao seu lado procurando finalizá-lo com uma mamada delirante sentindo sua mão apertando minhas mamas e beliscando meus mamilos; com aquela ferramenta em minha boca não consegui gemer quando ele dedilhou minha buceta provocando uma nova gozada e em troca massageei suas bolas procurando provocar um gozo que sobreveio estupendo e tão avassalador que não fui capaz de contê-lo em minha boca deixando parte dele escorrer sobre o ventre de Bruno que retesava os músculos prendendo meus cabelos entre os dedos, mas sem impor que eu mantivesse seu membro dentro da boca.
Assim que eu engoli parte de seu néctar, Bruno fez questão de me puxar para perto de si possibilitando que nos beijássemos com ele sentindo seu sabor mesclado com minha saliva. Ao cair na real olhando para o relógio fui tomada por um enorme desespero já que passava muito do horário que costumava chegar em casa e comecei a me vestir com gestos atabalhoados sob o olhar de Bruno que parecia se divertir com a situação constrangedora em que eu me encontrava pensando no que diria ao meu marido quando chegasse em casa. No caminho, Bruno não disse uma palavra, porém quando chegamos ao local onde nos separaríamos ele me segurou pelo braço indicando que havia algo a ser dito. "A partir de amanhã seu marido vai passar para o turno da noite, assim teremos muito mais liberdade!", contou ele com tom exultante e ar vitorioso.
Sem responder fiz com que ele largasse meu braço e desci do carro pegando minha bike e pedalando em direção da minha casa; no caminho, tomada por um enorme sentimento de culpa e arrependimento decidi que o melhor a fazer era adotar uma atitude radical que provocaria ferimentos que jamais cicatrizariam ... mas eu sabia que não havia outra escolha. Naquela mesma noite contei tudo para meu marido, não poupando detalhes mesmo que sórdidos.
Na manhã do dia seguinte, bem cedo, eu estava na rodoviária pronta para ir embora; pedi a uma amiga que cuidasse do meu pedido de demissão e me enviasse o valor da rescisão; ao embarcar no ônibus não olhei para trás, pois o que eu estava abandonando não tinha preço, mas não merecia meu arrependimento já que o erro fora feito e dele eu não podia me arrepender. Não deixei pistas nem rastros do meu destino, nem para meu marido e muito menos para Bruno e apenas eu sabia a dor que me fustigava ao escolher esse caminho na vida. Com a ajuda de uma tia materna viajei para sua casa situada em uma cidade localizada em outra região e lá procurei recomeçar minha vida a partir do zero.
Mais de um ano depois recebi a visita de meu marido que viera acompanhado de uma mulher que eu não conhecia; sem rodeios ele disse a que veio com a intenção de formalizar nossa separação para que ele pudesse se unir àquela mulher que conhecera pouco depois da minha partida; suas palavras soavam para mim de uma maneira estranha como se escondessem uma verdade que apenas ele sabia; quando terminou sua narrativa eu me limitei a perguntar como faríamos essa separação e ele sugeriu que fôssemos a um cartório para formalizar o ato. Dois dias depois ele partia acompanhado da tal mulher numa despedida lacônica e sem valor. Agora eu era uma mulher separada e livre ... segui com a vida trabalhando e conquistando um lugar só para mim ... um pequeno apartamento aconchegante com mobiliário minimalista situado em um bairro tranquilo e de boa vizinhança.
Minha vida parecia ter entrado em uma normalidade agradável comigo retomando as pedaladas e até participando de um grupo de ciclistas amadores com os quais me relacionava amigavelmente; eu me sentia tranquila até o dia em que a campainha soou e ao abrir a porta dei com Bruno trazendo nas mãos um ramalhete de rosas vermelhas ostentando um sorriso inquietante. "Demorou muito para eu te encontrar ... e agora você será minha novamente!", afirmou ele com tom exultante enquanto entrava fechando a porta atrás de si; quando dei por mim estávamos nus deitados sobre a minha cama entre beijos e carícias não demorando para Bruno saborear meus mamilos enquanto usava uma das mãos para dedilhar minha buceta que estava muito quente e úmida.
Eu estava tão excitada que a manipulação logo operou o resultado esperado comigo desfrutando de uma sequência de orgasmos tão intensos que quase perdi os sentidos. "Estava com saudades de mim, não estava? Dá pra sentir que sim!", dizia Bruno se deliciando em me ver sucumbindo à sua manipulação sendo que eu não tinha forças para responder já que estava a mercê do seu domínio luxuriante. Bruno mesmo se mostrando um pouco impaciente comandou a situação sendo que logo estávamos praticando um meia nove com ele linguando minha gruta de uma maneira magistral oportunizando uma nova sucessão de gozadas que me faziam tremelicar involuntariamente convulsionando meu corpo dominado pela boca ávida e insaciável do macho que sabia alternar as lambidas com longos dedilhados enlouquecedores.
Perdi a conta de quantas vezes Bruno me fez gozar ao mesmo tempo em que seu membro pulsava dentro de minha boca sem dar sinais de arrefecimento sendo que em dado momento ele interrompeu nosso interlúdio tomando posição entre as minhas pernas que cuidei de manter abertas e flexionadas pronta para recebê-lo dentro de mim; Bruno arremeteu com esmero e carinho afundando o bruto pouco a pouco permitindo que ambos experimentássemos uma sensação de luxuriosa cumplicidade.
Ao ver-se afundado dentro de mim, Bruno selou meus lábios com mais beijos seguidos de palavras cheias de sedução envolvente enquanto dava início a movimentos pélvicos cadenciados que foram ganhando ritmo, intensidade e profundidade até culminar em uma foda tão eloquente quanto frenética propiciando que eu usufruísse de uma nova experiência sensorial cuja magnitude não podia ser expressa com palavras ... ou seja, gozei tantas vezes que perdi a conta! E Bruno não dava trégua socando o bruto bem fundo em minha gruta enquanto sugava meus mamilos e algumas vezes proferia palavras e expressões chulas que me deixavam ainda mais excitada. Ele impingiu uma tormenta sexual que esvaía meu corpo e turvava meus sentidos como se apenas o êxtase tivesse alguma relevância naquela situação havendo momentos em que temi sofrer uma perda de consciência repentina como um breve e inexplicável entorpecimento.
Com nossos corpos suados, respirações acentuadas e articulações ardendo diante de tanto esforço, supliquei a Bruno que extravasasse seu gozo libertador dentro de mim e em resposta seu orgasmo eclodiu em jatos de esperma sendo projetados na gruta que ardia em decorrência do atrito provocado pelo membro, mas que não me furtou de um último gozo de alucinada veemência; nossos corpos tremelicavam involuntariamente com arrepios percorrendo nossa pele enquanto permanecíamos engatados com Bruno incapaz de esboçar um mínimo movimento para libertar minha vulva de seu bruto ainda em estado meia bomba. Naquele dia ante tanta energia gasta acabamos adormecendo comigo perdendo a hora para o trabalho e percebendo o incidente liguei para uma amiga pedindo que justificasse minha ausência. "Hum, entendi ... tem macho no seu ninho, né?", comentou ela com tom jocoso antes de encerrar a ligação.
Quando Bruno acordou veio ter comigo na cozinha onde preparei um café bem forte acompanhados por biscoitos amanteigados que era a única guloseima de que dispunha; logo depois do café Bruno pegou minha mão e voltamos para cima da cama onde ele cuidou de se aninhar entre as minhas pernas iniciando um inebriante banho de língua que me conduziu de volta ao império da lascívia dominada pelo macho esfomeado; aquela língua hábil fez um verdadeiro estardalhaço em meu corpo que foi varrido por uma nova e delirante onda orgásmica me levando a um estado de submissão implorando com voz entrecortada que ele não parasse de me fazer uma fêmea satisfeita.
Após esse delicioso sexo oral, Bruno que ainda se mostrava insatisfeito me fez ficar de quatro vindo a me penetrar por trás começando com pinceladas na gruta antes de preenchê-la com o bruto enrijecido passando a desferir vigorosas socadas que de imediato me fizeram gozar várias vezes entre gritinhos histéricos e gemidos alucinados; algumas vezes ele aproveitava para estapear minhas nádegas e em outra dava beliscões divertindo-se com meus resmungos excitados me chamando de sua cadela depravada. E mais uma vez finalizamos com ele me banhando com seu sêmen quente e espesso ... muitas fodas depois me dei por vencida caindo em um sono profundo.
Ao acordar estava sozinha na cama com o quarto imerso em uma penumbra que denunciava a noite substituindo o dia; sobre a mesa da cozinha um bilhete: "Foi um dia estupendo, mas acho que não temos motivos para prosseguir. Eu e seu ex-marido continuamos amigos. Te desejo sorte e felicidade!", dizia a mensagem, que eu li sentindo um inexplicável alívio ... a sedução cobrou seu preço e eu paguei por ela.
