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Um conto erótico de Carlos
Categoria: Heterossexual
Contém 5437 palavras
Data: 27/06/2026 00:49:37
Assuntos: Heterossexual

Depois de um tempo naquele clima gostoso, Estefânia levantou da cama animada, foi até o frigobar e pegou mais três bebidas. Assim que fechou a portinha, deu um gritinho empolgado e apontou na direção da hidro, segurando as garrafas pelas pontas dos dedos.

— Bora pra hidro!

Eu e Fran demos risada na mesma hora. Estefânia soltou o roupão pelos ombros sem cerimônia nenhuma e saiu andando completamente à vontade pelo quarto até a hidromassagem, levando as bebidas com ela. A luz baixa do quarto misturada com a iluminação azulada da hidro deixava tudo ainda mais aconchegante.

Tirei meu roupão também e fui logo atrás. A água quente bateu no corpo no instante em que entrei, arrancando um suspiro automático meu. Me sentei ao lado dela, encostando a cabeça para trás enquanto as bolhas da hidro relaxavam o corpo inteiro.

Estefânia abriu uma das bebidas e me entregou.

— Toma aí.

Peguei dando risada.

— Caralho… isso aqui tá bom demais…

Fran apareceu logo depois segurando o próprio roupão ainda fechado no corpo. Antes de entrar na água, ela foi até o controle ao lado da parede de vidro e apertou um dos botões.

Devagar, o teto retrátil começou a se abrir acima da gente com um barulho baixo do motor correndo pelos trilhos. O vidro foi deslizando lentamente, deixando a madrugada aparecer aos poucos sobre nós.

Na mesma hora, uma brisa fresca entrou no quarto, contrastando com o calor da água. O ar frio da madrugada bateu leve no rosto enquanto o céu aparecia inteiro acima da hidro. Lá em cima, o céu estava limpo, escuro e absurdamente bonito. Algumas estrelas ainda brilhavam espalhadas no meio da madrugada silenciosa, cortadas de vez em quando por nuvens finas passando devagar. A iluminação baixa do quarto deixava tudo ainda mais bonito, misturando o vapor da água quente com aquele céu aberto acima da gente.

Fran olhou pra cima com um sorrisinho satisfeito antes de entrar na hidro.

— Eu falei que vocês não iam acreditar nesse quarto…

Ela desceu devagar para dentro da água quente e se acomodou à nossa frente. Estefânia abriu a terceira bebida e entregou pra ela.

Olhei em volta devagar, ainda impressionado.

— Na moral... isso aqui é top demais.

Fran deu uma risada baixa, claramente orgulhosa da escolha.

— O teto aberto deixa tudo melhor. Ainda mais uma hora dessas... olha esse céu .

Fran se recostou, relaxada, e esticou as pernas. Uma ficou apoiada no meu colo e a outra no colo da Estefânia. Enquanto conversávamos e aproveitávamos o momento, nós massageávamos seus pés e suas canelas devagar, aproveitando a água quente e o clima tranquilo da madrugada.

O tempo passou sem que percebêssemos. Entre conversas, risadas e algumas provocações, mais de uma hora se passou dentro da hidro.

Foi então que notei que Estefânia estava me encarando com um olhar carregado de desejo. A mão que não estava massageando a perna de Fran começou a alisar minha coxa com lentidão. Logo ela percebeu que meu pau começou a dar sinal, endurecendo sob a água quente. Ela me deu uma risadinha baixa, cúmplice.

Chegou mais perto e colou o corpo no meu. Seus lábios encontraram os meus num beijo quente, molhado, sem pressa. A língua dela entrou devagar, procurando a minha, dançando com calma enquanto o vapor da hidro subia entre nossos rostos. O gosto de bebida misturado com o calor da boca dela fazia o beijo ficar ainda mais gostoso. Fran ficou alguns minutos apenas olhando, os olhos semicerrados, mordendo o lábio inferior. Depois se aproximou e sentou do meu lado me deixando no meio delas . Eu virei o rosto, deixando Estefânia por um segundo, e puxei Fran com mais firmeza. O beijo com ela foi diferente — mais profundo, mais faminto. Minha mão segurou sua nuca enquanto minha língua entrava com mais vontade, explorando sua boca com urgência. Era um beijo molhado, intenso, quase bruto, cheio de desejo cru, sem delicadeza romântica. Fran gemeu baixinho contra minha boca, retribuindo com a mesma intensidade.

Puxei Estefânia de volta. O beijo entre nós três aconteceu naturalmente. Nossas três bocas se encontraram no meio, línguas se tocando, se misturando, quentes e molhadas. Era um beijo triplo desajeitado e deliciosamente obsceno — bocas abertas, respirações misturadas, saliva escorrendo pelos queixos enquanto as línguas se enroscavam sem pudor. O som molhado dos beijos ecoava baixo junto com o borbulhar da hidro.

As mãos não ficaram paradas. Estefânia agarrou meu pau por baixo da água, apertando firme e começando a masturbar devagar, o polegar passando pela cabeça sensível. Ao mesmo tempo, minha mão direita desceu entre as pernas de Fran, dedos abrindo seus lábios e encontrando o clitóris inchado, massageando em círculos lentos e firmes. Minha mão esquerda explorava o corpo de Estefânia, apertando um seio, beliscando o mamilo endurecido.

Fran gemeu dentro do beijo triplo e desceu a mão até minhas bolas, massageando elas com cuidado enquanto Estefânia acelerava um pouco o movimento no meu pau. Nossos corpos se esfregavam, peles quentes e escorregadias. Dedos entravam e saíam devagar, apertavam, estimulavam. A respiração ficava mais pesada, os gemidos mais frequentes, mas ninguém queria apressar — apenas aproveitar aquela pegação intensa, molhada e cheia de desejo.

O ar frio da madrugada contrastava com o calor dos nossos corpos e da água, enquanto o céu estrelado testemunhava tudo em silêncio.

O clima estava gostoso e leve, a pegação estava deliciosa, mas então Fran olhou para Estefânia, depois para mim, e falou com a voz rouca de desejo:

— Vamos pra cama.

Nós três levantamos da hidro. A pele ainda úmida brilhava sob a luz baixa do quarto, e o ar frio da madrugada fazia arrepios subirem pelos braços e coxas. Colocamos os roupões às pressas, o tecido leve grudando em pontos molhados da pele, marcando os contornos dos corpos. Caminhamos até a grande cama king size, o coração já batendo mais forte em expectativa.

Fran deitou primeiro, tirando o roupão com um movimento sensual e jogando-o para o lado. Seus seios balançaram levemente com o movimento. Eu tirei o meu em seguida, o pau já meio duro balançando entre as pernas. Estefânia ficou de pé por um instante, o corpo ainda úmido e reluzente, olhou para mim com um sorrisinho, depois para a maleta de brinquedos sexuais. Voltou o olhar para mim e disse, com a voz manhosa:

— Escolhe alguma coisa pra gente se divertir, gatinho.

Abri a maleta. Havia uma variedade impressionante ali — muito mais brinquedos do que da última vez. Mexi entre vibradores, algemas, plugs e consolos até encontrar um consolo duplo todo colorido de silicone. Peguei também um plug anal transparente, de silicone macio e com base larga, e o tubo de lubrificante. Fechei a maleta e mostrei para elas.

Fran deu uma gargalhada alta e olhou para Estefânia, que também começou a rir.

— Não te falei? — disse Fran, ainda rindo.

Estefânia respondeu entre risos:

— Bem que você falou que ele ia querer comer um cuzinho hoje.

As duas caíram na gargalhada novamente, o som leve e safado enchendo o quarto. Fran olhou para mim, os olhos brilhando:

— Eu falei pra ela, novinho, que você ia querer um cuzinho. Só que hoje não vai ser o meu não.

Estefânia me olhou, deu uma piscadinha provocante e completou:

— Mas vai devagar, viu, seu safado. Eu não estou acostumada a dar o cuzinho.

Eu peguei o plug, abri o lubrificante e apliquei bastante, espalhando generosamente com os dedos até o brinquedo ficar brilhando.

Fran e Estefânia se posicionaram na cama com naturalidade. Estefânia ficou de quatro por cima de Fran, formando um 69 perfeito e obsceno. Fran deitada de costas, pernas bem abertas, e Estefânia arqueada sobre ela, a buceta molhada rente ao rosto da amiga, a bunda empinada e redonda na minha direção. Fran não perdeu tempo: agarrou as coxas de Estefânia com firmeza e começou a chupar sua buceta com fome,

Estefânia soltou um gemido longo e rouco no instante em que sentiu a boca quente. Seu corpo tremeu visivelmente. Eu me posicionei atrás dela, uma mão acariciando sua bunda firme e macia. Pressionei a ponta do plug lubrificado contra seu ânus apertado. Ela ficou tensa imediatamente, os músculos se contraindo.

Empurrei devagar. Estefânia soltou um gemido misturado de desconforto e surpresa quando o plug começou a forçar a entrada. Era visível o incômodo — o corpo dela enrijeceu, a respiração travou, um leve tremor nas coxas enquanto o anel apertado resistia à invasão. A sensação era claramente dolorida no começo, um ardor que fazia ela apertar os lençóis com os dedos.

— Ahh... porra... devagar... — gemeu ela, voz entrecortada.

Mas Fran, lá embaixo, intensificou a chupada, sugando seu clitóris com mais força, lambendo com movimentos longos e firmes, enfiando a língua fundo na buceta molhada. O prazer vindo da boca de Fran começou a combater o desconforto. Estefânia empurrou o quadril para trás involuntariamente, dividida entre recuar da dor e buscar mais da língua quente.

Centímetro por centímetro, o plug transparente foi entrando, abrindo seu cuzinho quase virgem. O contraste era intenso: o ardor da penetração anal contra as ondas de prazer da chupada voraz de Fran. Estefânia gemia cada vez mais alto, o corpo suado tremendo, a respiração pesada. Quando o plug finalmente encaixou por completo, ela soltou um gemido longo e trêmulo.

Fran não parou. Chupava com mais fome, sugando o clitóris inchado enquanto dois dedos entravam na buceta dela. Estefânia começou a rebolar devagar, empinando mais a bunda, o plug brilhando entre suas nádegas. O prazer tomou conta. Seus gemidos ficaram mais agudos, o corpo tensionando.

— Ai... assim... não para... — pediu, quase sem voz.

De repente, seu corpo inteiro estremeceu forte. As coxas apertaram a cabeça de Fran, os músculos do abdômen contraíram e ela gozou intensamente, soltando um gemido alto e prolongado que ecoou pelo quarto. O orgasmo foi forte, fazendo seu corpo convulsionar enquanto Fran continuava lambendo, prolongando o prazer. Estefânia tremia, a buceta pulsando, o cuzinho apertando o plug com cada espasmo.

Estefânia ofegante saiu de cima de Fran e deitou de costas na cama, o peito subindo e descendo rapidamente. Seu corpo brilhava de suor e umidade da hidro, os mamilos ainda duros. Ela pegou o consolo duplo colorido com as mãos trêmulas e passou lubrificante generosamente nas duas pontas. Seus dedos deslizavam devagar, espalhando o gel transparente até deixar ambas as extremidades brilhantes, molhadas e escorregadias.

Fran observava tudo com um sorriso safado e faminto, já deitada de frente para ela. As duas se aproximaram no centro da cama grande, virando os corpos até ficarem completamente de frente uma para a outra. Seus olhares se encontraram, intensos e cheios de desejo. Abriram bem as pernas, entrelaçando-as devagar, formando uma tesoura. As bucetas molhadas, inchadas e reluzentes ficaram alinhadas, expostas e quase se tocando, separadas apenas pelo espaço necessário para o brinquedo.

Seus olhos não se desgrudavam. O rosto dela estava corado, a boca entreaberta, respirando rápido e superficial. Fran mordia o lábio inferior, as pupilas dilatadas, o peito subindo e descendo com força. Dava para ver o desejo puro no jeito como elas se encaravam — uma mistura de excitação e urgência.

Eu continuava sentado na poltrona ao lado da cama, recostado confortavelmente, apenas assistindo. Meu pau latejava duro na mão enquanto eu masturbava devagar, sem pressa, aproveitando cada detalhe da cena.

Fran assumiu o controle total. Pegou o consolo duplo com firmeza, posicionando uma das pontas grossas contra a própria buceta molhada. Empurrou devagar e soltou um gemido rouco quando o silicone grosso a preencheu. Depois, com a outra mão, guiou a segunda ponta até a entrada de Estefânia.

— Relaxa... — murmurou Fran, a voz baixa e dominadora.

Estefânia mordeu o lábio inferior quando sentiu a cabeça larga pressionando sua buceta. Dava para ver claramente no rosto dela o efeito do plug anal ainda enfiado fundo no cuzinho — seu corpo ficou tenso por um segundo, as sobrancelhas franziram e ela agarrou o lençol com força.

— Vai mais devagar, por favor... — suplicou Estefânia, o corpo tenso. — Eu estou tão preenchida...

Fran sorriu e começou a mover o consolo com habilidade, empurrando devagar. As duas pontas entravam e saíam ao mesmo tempo nas bucetas delas. A cada movimento, o plug transparente na bunda de Estefânia balançava levemente entre suas nádegas redondas, criando uma visão extremamente pervertida. Estefânia gemia mais grave, mais rouco que Fran. Era nítido que a dupla penetração (consolo + plug) estava mexendo muito mais com ela.

Eu observava hipnotizado. O contraste entre as duas era delicioso. Fran parecia no controle, rebolando os quadris com confiança. Estefânia, por outro lado, parecia sobrecarregada de sensações — o rosto vermelho, a boca entreaberta, os olhos semicerrados em uma mistura de prazer e leve incômodo.

Fran acelerou aos poucos, segurando o meio do consolo com uma mão enquanto a outra subia para apertar um dos seios de Estefânia. Os sons molhados e obscenos tomavam conta do quarto: o barulho viscoso do consolo entrando e saindo das duas bucetas, os gemidos cada vez mais altos e o leve ranger da cama.

— Tá gostoso, né? Olha como você tá apertada... — provocou Fran, empurrando o consolo mais fundo.

Estefânia só conseguia gemer em resposta. Seu abdômen contraía visivelmente a cada estocada. O plug anal fazia com que cada movimento do consolo pressionasse contra a parede fina que separava os dois buracos, deixando sua buceta ainda mais sensível. Seus gemidos eram diferentes — mais agudos em alguns momentos, quase sofridos de tão intensos em outros.

Fran enfiou a mão entre os corpos delas e começou a esfregar o clitóris de Estefânia em círculos rápidos enquanto continuava fodendo com o consolo. Isso fez Estefânia arquear as costas, empurrando o quadril para cima involuntariamente. Os seios delas balançavam no ritmo dos movimentos. O cheiro de sexo, suor e lubrificante enchia o ar.

Eu apertava meu pau com mais força na cadeira, respirando pesado, completamente envolvido pela visão. Ver Estefânia sendo dominada pelo prazer duplo era foda demais.

— Ai, caralho... assim... não para... — implorou Estefânia, a voz falhando.

Fran obedeceu. Começou a rebolar os quadris com mais força, fazendo o consolo entrar e sair mais rápido e fundo nas duas. O ritmo ficou urgente, quase brutal. Estefânia tremia inteira, as coxas vibrando, os dedos cravados no lençol.

De repente, seu corpo inteiro tensionou. Ela arqueou as costas violentamente, soltando um gemido longo, rouco e quase desesperado. O orgasmo veio forte. Sua buceta pulsava visivelmente ao redor do consolo, apertando com espasmos intensos, enquanto o plug no cuzinho contraía junto, prolongando tudo. Estefânia convulsionava na cama, as pernas tremendo descontroladas, o rosto contorcido de prazer.

O orgasmo dela foi tão intenso e contagioso que Fran perdeu o controle logo em seguida. Empurrou o consolo bem fundo nas duas e gozou com força, gemendo alto, o corpo se contorcendo enquanto apertava a coxa de Estefânia com força.

As duas ficaram deitadas de costas, pernas ainda abertas e trêmulas, ofegantes e suadas. O consolo duplo ainda parcialmente dentro delas, conectando suas bucetas pulsantes. O quarto parecia mais quente, o ar pesado com o cheiro de sexo.

Eu continuei sentado na poltrona, o coração batendo forte, masturbando devagar enquanto observava as duas recuperando o fôlego. Nenhuma das duas parecia ter pressa de se mexer.

As duas ficaram deitadas de costas por um bom tempo, respirando pesado, os corpos suados e relaxados. Estefânia tinha um braço jogado sobre a barriga de Fran, os olhos semicerrados. O consolo duplo ainda estava parcialmente dentro delas, brilhando de lubrificante e excitação. O quarto estava quente, com cheiro forte de sexo no ar.

Depois de uns minutos, Estefânia soltou um suspiro longo e puxou o consolo devagar de dentro das duas, jogando-o de lado na cama. O plug anal transparente continuava firme no seu cuzinho. Ela se ajeitou de lado, ainda ofegante, recuperando as forças.

Eu me levantei da poltrona, o pau duro latejando. Fui até a cama e segurei Estefânia pela cintura, virando ela gentilmente de quatro. Ela obedeceu, empinando a bunda sem reclamar, embora ainda estivesse sensível. O plug ficava bem visível entre suas nádegas, balançando levemente.

Segurei a base do plug com os dedos e comecei a brincar devagar. Puxei um pouco para fora, até a parte mais larga começar a esticar o anel apertado, depois empurrei de volta devagar. Estefânia soltou um gemido misturado.

— Ahh... devagar... ainda tá sensível... — reclamou ela, a voz rouca.

Eu repetia o movimento com calma: tirava até quase sair, via o cuzinho se contrair, depois enfiava novamente. Cada vez que a parte mais grossa passava, ela tensionava o corpo e soltava um gemidinho de desconforto. O plug saía brilhando, o cuzinho piscando, avermelhado pelo uso.

— Tá doendo um pouco... — murmurou ela, mas não pediu para parar. Na verdade, empinava mais a bunda toda vez que eu empurrava de volta.

Enquanto eu brincava com o plug, Fran se levantou da cama. Foi até a maleta, abriu e procurou por um instante. Pegou um cintaralho preto com um consolo médio, grosso e bem realista. Colocou o cinto ao redor da cintura, ajustando as tiras com habilidade, e deitou de costas novamente no centro da cama, o pau de silicone apontando para cima.

Estefânia olhou para Fran, sorriu cansada e se posicionou por cima dela. Ficou de quatro sobre o corpo da amiga, alinhou a buceta molhada na ponta do cintaralho e desceu devagar, engolindo o consolo inteiro com um gemido longo. Fran segurou sua cintura, ajudando no movimento.

— Isso... senta gostoso... — disse Fran, olhando para cima.

Estefânia começou a rebolar devagar por cima de Fran, subindo e descendo no consolo. Os seios balançavam no ritmo. Eu me posicionei atrás dela, ainda brincando com o plug. Puxava e empurrava enquanto ela cavalgava Fran, fazendo Estefânia gemer mais alto, dividida entre os dois estímulos.

Depois de alguns minutos, segurei firme a base do plug e puxei devagar até tirar completamente. O cuzinho de Estefânia ficou levemente aberto por um segundo, piscando. Ela soltou um gemido mais agudo.

— Vai devagar, hein... — pediu ela, a voz nervosa.

Peguei uma camisinha, abri a embalagem e coloquei rapidamente no meu pau. Segurei meu pau, passei lubrificante generosamente nele e na sua entrada, e pressionei a cabeça contra o cuzinho ainda relaxado pelo plug. Empurrei devagar. Estefânia ficou tensa, o corpo enrijecendo.

— Ai... tá ardendo... caralho... — reclamou ela, respirando fundo.

Entrei centímetro por centímetro, sentindo o aperto absurdo. O cuzinho dela era quente, apertado e pulsava ao meu redor. Parei no meio, deixando ela se acostumar. Estefânia respirava rápido, agarrando os ombros de Fran.

— Relaxa... tá quase... — murmurei, passando a mão nas costas dela.

Quando ela relaxou um pouco, empurrei o resto até entrar completamente. Estefânia soltou um gemido longo, quase um soluço. Eu comecei a me mover devagar, estocadas curtas e controladas. Enquanto isso, Fran rebolava por baixo, fodendo a buceta dela com o cintaralho no mesmo ritmo.

A sensação era intensa. O cuzinho de Estefânia apertava meu pau a cada movimento. Aos poucos, os gemidos dela mudaram de desconforto para prazer. Ela começou a empinar mais a bunda, pedindo mais fundo.

— Assim... vai... tá ficando bom... — gemeu ela.

Aumentei o ritmo. Metia mais fundo, sentindo o calor apertado me engolir. Fran segurava os seios de Estefânia, chupando um mamilo enquanto continuava fodendo a buceta dela. Estefânia estava completamente cheia — buceta e cu ao mesmo tempo — e o prazer parecia estar tomando conta.

Seus gemidos ficaram mais altos, mais desesperados. O corpo dela tremia entre nós dois. Eu segurava sua cintura com firmeza, metendo com mais força agora, o som das peles se chocando enchendo o quarto.

— Eu vou gozar... ai, porra... eu vou gozar de novo... — avisou ela, quase gritando.

Estefânia gozou com violência. Seu corpo inteiro convulsionou, o cuzinho apertando meu pau em espasmos fortes e ritmados, enquanto a buceta pulsava ao redor do cintaralho de Fran. Ela soltou um gemido longo, rouco e alto, o corpo tremendo descontrolado entre nós. As pernas falharam, e ela quase desabou sobre Fran.

Eu continuei metendo devagar durante o orgasmo, prolongando o prazer dela, sentindo cada contração forte. Fran também gemia por baixo, excitada com a cena.

Estefânia ficou mole depois do orgasmo, respirando com dificuldade, o corpo suado e trêmulo. Eu saí devagar de dentro dela, o cuzinho ainda piscando, vermelho e bem usado.

Estefânia, ainda ofegante e com as pernas trêmulas, saiu de cima de Fran e caiu de lado na cama, deitando de barriga para cima. Seu corpo brilhava intensamente sob a luz baixa do quarto, o peito subindo e descendo rápido enquanto ela tentava recuperar o fôlego. Um brilho fino de suor cobria sua pele, e ela mantinha os olhos semicerrados, um sorrisinho satisfeito nos lábios entreabertos.

Fran, também respirando pesado, sentou-se devagar na cama. Com um movimento preguiçoso e sensual, tirou o cintaralho da cintura, soltando as tiras e jogando-o de lado na cama, perto dos outros brinquedos espalhados. Seu corpo nu estava marcado pelo esforço, os seios arfando, a buceta inchada e brilhante de excitação.

Eu não consegui esperar muito. Levantei da beira da cama, peguei outra camisinha na maleta, abri a embalagem com os dentes e rolei rapidamente pelo meu pau latejante. Fran me olhou com aquele sorriso safado e cansado ao mesmo tempo, mordendo o lábio inferior.

Segurei suas pernas com firmeza e virei seu corpo de lado, de costas para mim. Deitei atrás dela na posição de conchinha, encaixando meu peito nas costas dela, sentindo o calor da sua pele suada contra a minha. Levantei uma de suas pernas com o braço, abri espaço e alinhei a cabeça do pau na entrada molhada. Empurrei devagar, sentindo sua buceta quente e escorregadia me engolir centímetro por centímetro até entrar completamente.

— Hmm... assim... bem fundo... — gemeu Fran, empinando a bunda contra mim.

Comecei a meter com estocadas firmes e ritmadas, uma mão segurando seu seio e apertando o mamilo entre os dedos, a outra segurando firme sua cintura. A posição permitia sentir cada detalhe: o corpo dela colado no meu, o cheiro de sexo misturado ao perfume dela, o som molhado do meu pau entrando e saindo. Fran rebolava devagar contra mim, sincronizando os movimentos, gemendo baixinho toda vez que eu batia fundo.

Eu beijava seu pescoço e ombro, mordiscando de leve enquanto acelerava aos poucos. O quarto estava tomado pelos sons obscenos — pele contra pele, respirações ofegantes e os gemidos roucos dela.

Depois de alguns minutos, puxei Fran com cuidado e virei seu corpo de barriga para cima. Subi por cima dela, abrindo bem suas pernas e me encaixando entre elas. Olhei nos seus olhos enquanto alinhava o pau novamente e empurrava para dentro com uma estocada mais forte. Fran soltou um gemido alto, cravando as unhas nas minhas costas.

Apoiei os antebraços ao lado da cabeça dela e comecei a foder com mais intensidade, o quadril batendo ritmado contra o dela. Os seios de Fran balançavam a cada estocada, os mamilos roçando no meu peito. Ela levantava o quadril para encontrar minhas investidas, as coxas apertando minha cintura.

— Mais forte... não para... — pediu ela, a voz rouca e urgente, os olhos vidrados de prazer.

Acelerei o ritmo, metendo fundo e rápido. O som das nossas peles se chocando ficava cada vez mais alto. Fran começou a tremer, o corpo tensionando por baixo de mim. Sua buceta apertava meu pau com força, pulsando. De repente, ela arqueou as costas, cravou as unhas mais fundo nas minhas costas e gozou com um gemido longo e trêmulo, o corpo inteiro convulsionando enquanto sua buceta me massageava em espasmos intensos.

Eu continuei metendo devagar durante o orgasmo dela, prolongando cada onda de prazer, sentindo suas contrações fortes ao meu redor. Quando senti que estava chegando no meu limite, saí de dentro dela, tirei a camisinha rapidamente e segurei meu pau latejante.

Gozei forte sobre ela. Jatos grossos e quentes caíram na barriga dela, subindo até os seios, pintando sua pele suada. Estefânia, que observava tudo de lado, se aproximou com um olhar faminto. Ela baixou o rosto e começou a lamber lentamente a porra da barriga de Fran, recolhendo os jatos grossos com a língua. Depois subiu até os seios, lambendo tudo com calma e prazer. Quando juntou uma boa quantidade na boca, Estefânia subiu até o rosto de Fran e a beijou profundamente, dividindo o esperma entre as duas num beijo molhado e obsceno. Fran retribuiu, gemendo baixinho enquanto trocavam minha porra na boca.

Fran ficou ofegante, deitada de costas, o peito ainda subindo e descendo rapidamente enquanto tentava recuperar o fôlego. Estefânia deitou do nosso lado, também exausta, o corpo relaxado e brilhando de suor. Eu caí na cama entre elas, ofegante, o coração batendo forte no peito.

Ficamos os três ali por um bom tempo, em silêncio, apenas recuperando as forças. O ar do quarto estava quente, carregado com o cheiro de sexo, suor e lubrificante. Aos poucos, as respirações foram se acalmando. Risadas baixas e preguiçosas começaram a surgir entre nós, o clima voltando a ficar leve e gostoso.

— Vamos tomar um banho... — murmurou Fran, a voz rouca.

Nós três nos levantamos com dificuldade, as pernas ainda fracas. Fomos para o banheiro amplo, ainda brincando e rindo baixo. A água quente do chuveiro caiu sobre nossos corpos, lavando o suor e o resto da noite. Ficamos ali um bom tempo, ensaboando uns aos outros sem pressa, trocando beijos leves e carinhos preguiçosos, o clima leve e íntimo.

Depois do banho, saímos enrolados em roupões macios. Apagamos as luzes do quarto, deixando apenas a iluminação suave que vinha de fora pela janela aberta. Deitamos na cama grande. Eu fiquei no meio, Fran se encaixou na minha frente, de conchinha, e Estefânia se aninhou atrás de mim, o braço passando por cima da minha cintura.

Ficamos conversando baixinho por mais um tempo, as vozes sonolentas, rindo de bobagens da noite. Até que Fran foi a primeira a apagar, a respiração ficando lenta e profunda contra o meu peito.

Eu e Estefânia continuamos conversando baixinho por mais alguns minutos. Ela olhou por cima do meu ombro para o relógio digital no criado-mudo.

— Caralho... já são quase quatro da manhã — sussurrou ela, com um tom surpreso e divertido.

Senti o corpo dela relaxando contra minhas costas. Dei um beijo leve no ombro de Fran, que dormia profundamente, e outro para trás, no braço de Estefânia. O cansaço finalmente tomou conta. O silêncio da madrugada, o som distante da hidro ainda ligada e o calor dos corpos ao meu lado me fizeram pegar no sono logo depois.

Acordei algumas horas depois, ainda sonolento, com o corpo pesado e satisfeito. Olhei para os lados e vi que Fran ainda dormia profundamente, o rosto sereno afundado no travesseiro, a respiração lenta e tranquila. Quando virei para o outro lado, Estefânia não estava mais na cama.

Peguei o celular e vi que já eram quase 11h da manhã. Levantei devagar, esticando o corpo, e olhei na direção da hidro. Estefânia estava lá, relaxando com os olhos fechados, a cabeça apoiada na borda e o corpo parcialmente submerso na água borbulhante.

Fui até o banheiro, tomei um banho rápido e escovei os dentes. Ela nem percebeu minha presença. Voltei para o quarto, coloquei uma bermuda leve e caminhei até a hidro. Entrei na água quente com cuidado, mas mesmo assim o movimento chamou a atenção dela.

Estefânia abriu os olhos de repente, assustada.

— Ai, que susto, gatinho! — disse ela, levando a mão ao peito, mas logo abrindo um sorriso preguiçoso.

Eu dei risada e me posicionei ao lado dela, a água quente envolvendo meu corpo. Estefânia se aproximou, passou o braço ao redor do meu pescoço e me deu um beijo lento e carinhoso nos lábios.

— Bom dia... — murmurou ela contra minha boca.

— Bom dia, gostosa — respondi, sorrindo.

Ficamos ali, conversando baixinho para não acordar Fran. O teto retrátil estava totalmente aberto, e o sol da manhã entrava forte e dourado, iluminando toda a hidro e o quarto. A luz natural batia na água, criando reflexos brilhantes que dançavam nas paredes e nos nossos corpos. A visão durante o dia era completamente diferente da madrugada anterior: o céu azul e limpo, algumas nuvens fofas passando devagar, o verde das árvores ao redor aparecendo ao longe. Era bonito de um jeito calmo e vibrante, bem diferente do céu escuro e estrelado da noite, mas igualmente encantador.

Estefânia encostou a cabeça no meu ombro, traçando círculos preguiçosos com o dedo no meu peito debaixo da água. O clima era leve, íntimo e gostoso — aquele tipo de manhã preguiçosa depois de uma noite intensa.

Depois de um tempo, Fran também acordou. Ela se espreguiçou na cama, olhou para o lado e nos viu os dois conversando na hidro. Abriu um sorriso preguiçoso e falou, com a voz ainda rouca de sono, mas alta o suficiente para chegar até nós:

— Bom dia, meus lindos!

Eu e Estefânia retribuímos o sorriso quase ao mesmo tempo:

— Bom dia!

Fran levantou da cama, ainda completamente nua, e foi para o banheiro. Uns vinte minutos depois, voltou com o cabelo úmido do banho e entrou na hidro com a gente. Primeiro foi até Estefânia, deu um selinho carinhoso nela, depois veio até mim e fez o mesmo, demorando um segundinho a mais nos meus lábios.

Sentou-se de frente para nós dois, a água batendo na altura dos seios, e perguntou com um sorrisinho:

— E aí, dormiram bem?

Estefânia deu uma risada leve e respondeu:

— Sim. Dormi perfeitamente bem. E olha que eu não sou de dormir bem, hein.

Eu apenas acenei com a cabeça, concordando, com um sorriso no rosto.

Continuamos conversando tranquilamente, o sol da manhã entrando forte pelo teto retrátil aberto, iluminando a água e criando reflexos dourados ao nosso redor. Até que Estefânia se mexeu para ajustar a posição e soltou um gemidinho baixo:

— Ai...

Fran deu uma risadinha maliciosa:

— O que foi, minha linda?

Estefânia olhou para ela com uma expressão irônica e divertida:

— Você ainda pergunta? — respondeu, rindo. — Eu não tô conseguindo ficar sentada direito por culpa de vocês dois.

Eu caí na risada junto com elas. Fran apontou para mim, fingindo inocência:

— Gatinho, eu sabia que você ia querer comer um cuzinho. Por isso já avisei ela que dessa vez era ela, porque da outra vez tinha sido eu.

— Bom, eu não forcei ninguém — respondi, dando de ombros, rindo.

Estefânia balançou a cabeça, fingindo revolta:

— Traíra...

Nós três começamos a rir alto, o clima leve e cheio de zoação. Fran não perdeu a oportunidade:

— Ah, mas não vem falar que você não gostou, não. De nós três, você foi a que mais aproveitou. Foi a que mais gozou ontem.

Estefânia deu um sorriso satisfeito, quase orgulhoso, e admitiu:

— Não falei que não gostei. Porque eu amei... Só tá um pouco dolorido agora.

Fran riu e completou, provocadora:

— Relaxa, daqui uns três dias passa.

— Daqui três dias? — repetiu Estefânia, fingindo choque. — Você é louca!

A zoação com Estefânia continuou até mais ou menos meio-dia. Risadas, provocações, lembranças da noite anterior e muito carinho. O clima estava gostoso, leve e divertido.

Até que Fran colocou a mão na barriga e reclamou:

— Ai, tô com fome. Vou pedir alguma coisa.

Ela saiu da hidro, enrolou uma toalha no corpo e foi até o telefone do quarto fazer o pedido. Alguns minutos depois, a comida chegou. Nós três saímos da hidro, ainda brincando e rindo, prontos para comer.

Comemos e, depois, nos deitamos na cama para descansar. Estefânia ficou mexendo no celular enquanto Fran acabou pegando no sono novamente. Eu também cochilei por um tempo.

Quando acordei, vi que Estefânia havia deixado o celular na mesinha de cabeceira. Ela olhou para mim, sorriu e se aproximou. Logo começamos a trocar carinhos e aproveitar aqueles últimos momentos juntos. Pouco depois, Fran acordou e se juntou a nós. O clima voltou a ficar leve, romântico e cheio de cumplicidade, encerrando a tarde de forma especial.

Mais tarde, tomamos banho, arrumamos nossas coisas e fomos embora, já com o sol começando a se pôr no horizonte.

Antes de cada um seguir seu caminho, passamos em um shopping. Fizemos algumas compras, caminhamos pelos corredores sem muita pressa e aproveitamos para assistir a um filme no cinema.

Quando a noite já estava avançando, elas me levaram para casa. Na frente do prédio, nos despedimos com abraços e beijos.

— Foi incrível — disse Fran.

— Concordo — respondeu Estefânia com um sorriso.

— Temos que repetir qualquer dia desses.

Ficamos mais alguns instantes conversando antes de elas entrarem no carro.

Observei enquanto se afastavam e, só então, subi para o apartamento. Quando fechei a porta atrás de mim, fiquei alguns segundos em silêncio, revivendo mentalmente tudo o que tinha acontecido naquela noite.

Eu estava cansado, mas era aquele tipo de cansaço bom, acompanhado de uma sensação tranquila e de lembranças que certamente ficariam comigo por muito tempo.

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