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Era pra ser só uma recaída

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Um conto erótico de Taiane
Categoria: Heterossexual
Contém 1550 palavras
Data: 27/06/2026 01:00:52

Voltei com meu ex-marido pela segunda vez! A gente não tem jeito, nascemos um para o outro mesmo. Preciso confessar que amo o Rodrigo, de verdade. Hoje vejo que talvez precisássemos desse tempo separados. E, no fim das contas, deu super certo.

Mas quero contar a vocês como voltei a dar pro meu ex-marido. Pois a vida, numa ironia cômica, resolveu colocar o Rodrigo do outro lado desta vez kkk. Isso mesmo, dessa vez o corninho era outro.

Como vocês sabem, eu estava noiva do João. E estávamos indo até bem. Eu gostava dele, ele metia gostoso, só que tinha alguma coisa errada. Parecia que faltava algo. Não sabia explicar o quê.

Um dia, estava no Shopping Metrô Itaquera com o João, fazendo compras. Precisava de umas roupas novas para trabalhar, sapatos e essas coisas.

Até que o João foi bem legal, ajudando a escolher, dando opiniões. Só que, espoleta do jeito que sou, adorava sair do provador descalça, usando um vestidinho mais ousado, só para ver a cara dele, claramente sem jeito. Os homens ao redor nem disfarçavam os olhares. Pareciam prontos para me agarrar ali mesmo, na frente do meu noivo, e eu adorava aquela sensação.

Compras finalizadas, João foi pagar o estacionamento e eu fiquei olhando umas vitrines, distraída. Foi quando o Rodrigo esbarrou em mim no corredor. É ou não é coisa do destino?

Nossa, e ele estava bem. Usava uma camisa polo que caía muito bem, cabelo recém-cortado, barba feita... cheiroso. Parou para falar comigo, perguntou do meu noivo, o que me fez engolir em seco. Ele sabia que eu ia casar.

Apontei para o João lá na fila. Olhei para o Rodrigo e, para quebrar o gelo, elogiei dizendo que ele estava muito bonito. Depois provoquei, falando que, se tivesse se vestido daquele jeito antes, talvez a gente nem tivesse se separado.

Rimos.

Então ele olhou nos meus olhos e disse que sentia minha falta.

Aquilo me deu um aperto no coração danado.

Olhei para a fila. João já estava pagando.

— João está vindo. Ele ainda tem ciúmes de você.

Ele sorriu de um jeito debochado, mas como se nem acreditasse no próprio potencial. Quase beijei ele ali mesmo. Então seus olhos escaparam para algo atrás de mim.

— Compra uma vermelha... você fica linda nessa cor.

Virei para trás e vi, na vitrine, um manequim usando uma camisola vermelha linda, acompanhada de uma calcinha minúscula.

— Você nunca me disse isso.

— Eu era um babaca.

Do nada, nos agarramos. A mão dele veio para a minha nuca, enquanto eu segurava seu rosto. Nossas bocas se encontraram num beijo com gosto de saudade, a intimidade que a gente tinha perdido pareceu voltar de uma vez.

Nos afastamos e ele abriu um sorriso safado. Cafajeste de um jeito que nunca tinha sido. E eu gostei daquilo.

Instantes depois, o João chegou e me pegou rindo sozinha. Por sorte, havia um casal com um golden retriever muito fofo ali perto. Usei o cachorro como desculpa e ficou tudo bem.

Antes de sair, entrei na loja e comprei aquela camisola... a lingerie. Então fomos embora.

No mesmo dia, mandei uma mensagem para ele. Disse que havia adorado revê-lo. Eu estava deitada no sofá enquanto o João assistia ao Vasco perder de novo. De calcinha, com uma blusinha de alcinha e os pezinhos no colo dele, mandei uma fotinha da cena para o Rodrigo só para provocar.

Ele respondeu com uma foto do pau duro.

Nossa, que tesão!

Vocês homens são muito, muito fáceis de enganar. Não se atentam aos detalhes. Se o João tivesse olhado minha bochecha vermelha, a perna balançando de ansiedade e os mamilos durinhos marcando na blusinha, teria percebido que eu estava aprontando.

Na época, embora estivesse noiva, eu já morava com o João. A parte elétrica da casa dele era um caos. O chuveiro queimava toda hora, uma tomada da sala vivia dando choque e a luz da cozinha piscava quando bem entendia.

Bom, depois daquele encontro no shopping, as ideias começaram a borbulhar na minha cabeça. E quando a luz da cozinha resolveu piscar de novo enquanto a gente comia uma pizza, lembrei que o Rodrigo sempre foi um ótimo eletricista.

No sábado, João foi jogar bola, como de costume. Só voltaria depois do almoço. Cerca de uma hora depois que ele saiu, a campainha tocou.

Olhei pela janela, sorri e fui até o portão vestida naquela camisola vermelha transparente. Pés descalços.

— Não está com frio, mulher? — brincou, me olhando com malícia.

Correspondi com um sorriso safado.

Ele usava uma calça de moletom e uma blusa simples. A calça já denunciava aquele volume gostoso.

Abri o portão e nos abraçamos. Eu toda arrepiadinha.

E não houve ceninhas. Ele encostou a testa na minha e nos beijamos ali mesmo, no portão. Fiz um carinho no rosto dele e, em seguida, me afastei.

— Não te chamei pra isso, viu? — falei, rindo. — Estou noiva... seu safado!

Dei um tapinha no braço dele com aquele sorrisinho nos lábios. Ele entrou. Fui andando na frente dele, quase na ponta dos pés.

Ah, aquele teatro não durou nem um segundo. Quando comecei a falar da tomada da sala, só ouvi a maleta de ferramentas batendo no chão. No instante seguinte, ele me agarrou por trás, me encoxando.

As mãos dele deslizaram por entre as minhas pernas e encontraram minha calcinha já molhada. O safado puxou o tecido e rasgou do jeito que me deixa louca!

Ah, em segundos estávamos pelados na sala. Eu empinada sobre o sofá, ele fodendo minha bocetinha por trás com força. Eu diria que havia raiva ali. Daria tudo para saber o que se passava na cabeça dele. Aposto que estava imaginando o primo dele me comendo e tantos outros safados que ao menos me sarraram na frente dele.

Tirando da minha boceta, ele se abaixou e, abrindo minha bunda, meteu a língua no meu cuzinho como nunca tinha feito antes. Ali quase perdi as forças. Que delícia.

Depois se levantou, ajeitou aquele pau no meu anelzinho e meteu fundo. Sem muito cuidado, mas eu gostei. Gostei daquela violência. A mão dele veio para o meu pescoço, apertando enquanto metia com força. A outra estimulava meu grelinho e ali eu gozei. Um pouco depois ele veio junto.

Ah, ficamos naquela safadeza por umas três horas e meia. Ele me comeu na sala, na cama, por tudo quanto era canto da casa.

Ai, gente, que dia!

E acredita que ainda sobrou tempo para ele resolver os probleminhas da casa?

O João nem percebeu. Nos dias que se seguiram, ficava falando:

— Tá vendo? Não falei que era coisa da Enel?

Tadinho.

Bom, passei a me encontrar com o Rodrigo. Barzinhos, almoços, conversas... até que não dava mais pra continuar com aquela relação.

Terminei com o João.

Coincidentemente, voltei a morar com o Rodrigo no mesmo prédio onde já tínhamos morado uma vez no passado. Só o apartamento era outro. Vivíamos mudando. É a vida de quem mora de aluguel.

Uma coisa curiosa. Sabem qual foi o pedido que o Rodrigo me fez quando estávamos conversando sobre voltar? Pediu para eu esquecer aquela história de gostar de me ver sendo paquerada por outros homens.

Só para lembrar vocês, foi algo que ele mesmo me confessou gostar no passado. O problema nunca foi a paquera. Era a consumação. Ele não suportava me ver de fato nos braços de outro.

E agora, como vocês acham que será? Bom, só para deixar uma prévia de como acho que será. Isso aconteceu na primeira semana morando juntos. Estávamos voltando da feira. Entramos no elevador e seu Osvaldo, o zelador, entrou logo depois. Ele tinha problemas com bebida, e na noite passada havíamos encontrado ele num estado lastimável na portaria.

Embora o cheiro da cachaça estivesse ali, tão cedo, ele não estava bêbado. Ficamos até conversando com ele, dando conselhos. Afinal, era uma boa pessoa. Eu estava encostada na parede do elevador, segurando uma sacola em cada mão, usando um vestido soltinho de malha cinza.

Aí, do nada, o safado soltou:

— A senhora é muito gostosa, dona Taiane.

E veio me beijando. Numa rapidez que me surpreendeu, levantou meu vestido e meteu a mão dentro da minha calcinha. Aquilo mexeu comigo. Sim, eu gostei… e talvez tenha permitido o beijo fácil demais só que num segundo Rodrigo puxou ele e o jogou para o outro lado com força.

Até segurei o Rodrigo. O pobre coitado foi arremessado de um jeito que achei que tinha se machucado feio.

Saímos do elevador com ele xingando e eu tentando acalmar o Rodrigo. Quando entramos em casa, afaguei o rosto dele, tentando acalmá-lo.

Então ele me olhou e começamos a rir e acariciei o pau dele, duro. A boca poderia falar outra coisa, mas seu pau não mentia, ele gostou de ver aquilo. Nos beijamos. Ele me levantou, me colocou sentada na pia da cozinha, puxou minha calcinha num desespero danado e me comeu ali mesmo, bem gostoso.

Ai, gente, estou tão feliz! Já tenho outros momentos a relatar, só me falta tempo. Espero que tenham gostado. Comentem, por favor, adoro comentários que mostram que realmente leram…

Amo brincar de novela, fantasiar no teams… imaginar situações com detalhes, sem pressa… sem ficar fazendo cena de sexo toda hora… sabem? Quem gostar me manda um e-mail taianefantasia@gmail.com

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