Era uma noite quente de verão quando decidi me aventurar na casa swing mais famosa da cidade. O lugar era discreto por fora, uma mansão antiga com jardins bem cuidados, mas por dentro pulsava com desejos proibidos. Eu, uma mulher de 28 anos, corpo curvilíneo, seios fartos e uma bunda que atraía olhares por onde passava, entrei sozinha, vestindo um vestido curto e justo, sem nada por baixo. Meu coração batia forte de ansiedade e excitação. Eu queria ser usada, ser o centro de prazer de estranhos.
Mal passei pela porta e um casal me abordou. Ele, alto, musculoso, uns 40 anos, com um olhar dominante e um pau que já marcava a calça. Ela, uma loira exuberante de 35, peitos siliconados perfeitos, lábios carnudos e uma vibe safada que me molhou só de olhar. “Você parece perdida, bonequinha”, disse ela, passando a mão na minha cintura. “Quer ser nossa puta esta noite?” Eu assenti, já sentindo a calcinha — que eu nem usava — imaginária encharcar.
“Fui a puta de um casal na casa swing, eles me usaram como boneca sexual.”
Eles me levaram para uma sala privativa, iluminada por luzes vermelhas suaves, com uma cama king size no centro, espelhos nas paredes e teto, e vários brinquedos espalhados: vibradores, plugs, algemas, chicotes leves. O marido, que se apresentou como Marcos, me empurrou contra a parede e me beijou com fome, enfiando a língua fundo enquanto a esposa, Letícia, levantava meu vestido e passava os dedos pela minha buceta já molhada.
“Olha como essa vadia já tá pingando”, sussurrou Letícia, enfiando dois dedos em mim sem aviso. Eu gemi alto, abrindo as pernas. Marcos arrancou meu vestido, deixando-me completamente nua. Meus mamilos estavam duros como pedras. Ele os chupou com força, mordendo de leve, enquanto Letícia se ajoelhava e enfiava a língua na minha boceta, lambendo meu clitóris inchado com maestria.
Eles me jogaram na cama como uma boneca. Letícia prendeu meus pulsos nas algemas presas à cabeceira, abrindo meus braços. Marcos abriu minhas pernas bem abertas, expondo tudo. “Você é nossa boneca agora. Não fala, só geme e aguenta”, ordenou ele. Eu assenti, submissa.
Primeiro, Letícia pegou um vibrador grosso e ligou no máximo, enfiando devagar na minha buceta enquanto chupava meus peitos. Eu me contorcia, o prazer subindo rápido. Marcos tirou a roupa, revelando um pau enorme, veioso, uns 22cm, grosso como meu pulso. Ele esfregou a cabeça na minha boca. “Abre, puta.” Eu abri, e ele enfiou tudo, fodendo minha garganta fundo, fazendo baba escorrer pelos meus queixos.
Enquanto isso, Letícia trocava o vibrador por um plug anal, lubrificando bem e enfiando devagar no meu cuzinho virgem para aquele casal. A dor inicial virou prazer intenso. Eles me viraram de quatro. Marcos meteu o pau na minha buceta de uma vez, esticando-me toda. “Caralho, que boceta apertada e molhada”, grunhiu ele, metendo forte, batendo as bolas no meu clitóris.
Letícia se posicionou na minha frente, abrindo as pernas e puxando minha cabeça para sua buceta depilada e molhada. “Lambe, boneca. Faz sua dona gozar.” Eu obedeci, enfiando a língua fundo, chupando seu clitóris enquanto Marcos me fodia como um animal, segurando meus quadris com força, deixando marcas vermelhas.
Eles me usaram por horas. Trocaram de posição: eu cavalgando Marcos enquanto Letícia sentava no rosto dele e me beijava, apertando meus peitos. Depois, Marcos no meu cu, devagar no começo, depois socando fundo, enquanto Letícia enfiava um dildo duplo na minha buceta, sincronizando os movimentos. Eu gozei incontáveis vezes, o corpo tremendo, suada, baba e porra escorrendo.
Em um momento, eles me levaram para a sala principal, onde outros casais assistiam. Me colocaram no centro de um sofá redondo. Letícia sentou na minha cara, esfregando a buceta molhada enquanto Marcos me fodia de novo na buceta. Outros convidados se aproximaram, mas o casal não deixou ninguém tocar — eu era propriedade deles aquela noite. Apenas assistiam enquanto eu era usada como boneca inflável viva.
Marcos gozou primeiro, enchendo meu cu de porra quente. Letícia gozou na minha boca, jorrando squirt no meu rosto. Depois, me fizeram limpar o pau dele com a boca, chupando até ficar duro novamente. Eles me foderam mais: dupla penetração com o pau dele no cu e o dildo dela na buceta, eu gritando de prazer e dor deliciosa. Meus buracos estavam vermelhos, inchados, escorrendo fluidos.
Em uma sequência longa e intensa, me amarraram em uma cruz de santo andré. Letícia usou um chicote leve nos meus peitos e coxas, marcando levemente, enquanto Marcos me fodia a boca. Depois me soltaram e me fizeram ficar de joelhos, servindo os dois ao mesmo tempo: chupando um enquanto o outro me comia por trás.
A noite virou madrugada. Eles me banharam em porra — gozaram nos meus peitos, rosto, barriga, buceta. Me fizeram andar pela casa com tudo escorrendo, exibindo a puta que eu era. Em outro quarto, com mais brinquedos, Letícia me fodeu com um strap-on enorme enquanto Marcos gravava vídeos no celular, mandando eu olhar para a câmera e dizer: “Sou a puta do casal, usem-me como boneca sexual.”
Eu gozei tantas vezes que perdi a conta. Meu corpo doía de tanto prazer, mas eu queria mais. Eles me usaram em todas as posições imagináveis: missionário com pernas no ombro, de lado, em pé contra a parede, 69 duplo, eu entre os dois corpos suados e quentes.
No final, exausta, deitada na cama entre eles, coberta de suor, porra e meus próprios fluidos, Letícia acariciou meu cabelo: “Boa menina. Você foi a melhor boneca que já tivemos.” Marcos enfiou o pau semi-duro na minha boca uma última vez, me fazendo sugar devagar enquanto Letícia lambia minha buceta inchada com carinho.
Saí da casa swing ao amanhecer, pernas bambas, buracos doloridos e satisfeitos, com o gosto deles na boca e a certeza de que voltaria. Eu era, e sempre seria, a puta perfeita para casais que sabiam usar uma boneca sexual como eu merecia ser usada.