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Jorjão me transformou em fêmea e não consigo parar

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Um conto erótico de Cdzinha_fêmea
Categoria: Crossdresser
Contém 1791 palavras
Data: 27/06/2026 01:21:58
Última revisão: 27/06/2026 03:28:54

Depois de muito ensaiar, reescrever e deletar, hoje finalmente decidi publicar meu primeiro conto.

Sou um leitor assíduo de contos eróticos aqui. E, de certa forma, os textos de cdzinhas me convenceram a explorar esse universo feminino.

Alerta de spoiler: aquela brincadeira, comum entre os “supostos” machos héteros, é preconceituosa, mas tem uma parcela de verdade: depois que você experimenta ser passiva, é muito difícil parar.

Mas vamos ao que interessa. Fui casado por 15 anos, tenho dois filhos, sou empresário e tenho uma vida estável.

Ao ler os contos sobre ser corno e ver a sua esposa dando pra outro, me despertou um tesão absurdo.

Me masturbava todos os dias imaginando minha mulher de pernas abertas, gozando e dizendo:

- Corninho, olha como esse macho come gostoso”.

Eu tentei colocar esse assunto nas poucas vezes em que fizemos sexo antes da separação. Mas o castelo de areia já tinha se desmanchado.

Foi nesta época que despertei para outra tendência: quase todo o corninho manso, na verdade, é também um adorador de rola.

Eu comecei então a sair com travestis. E quanto mais a vida conjugal gelava, mais o meu tesão por elas esquentava.

No começo era só ativo.Depois comecei a pegar no pau. Algumas vezes depois de começar a chupar e tomar leitinho e gostava sempre das pauzudas.

Fiquei viciado em mamar, mas ainda não tinha coragem de dar.

No entanto, bastou eu ir morar sozinho, em um bairro distante da ex-mulher e filhos, que a putinha reprimida dentro de mim, se revelou em sua plenitude.

Lembro como se fosse hoje: eu já não estava mais me interessando pela figura feminina da mulher trans.

Queria mesmo era experimentar um homem, com barba, pêlo no peito e que fosse meu alfa. Meu desejo como submissa já dava os primeiros sinais.

Tenho 40 anos, 1,70, branco, cabelo castanho, 78 kilos, olhos claros. Nunca tive nenhum trejeito, até porque gostava realmente de mulher.

Não sou nenhum fora de série, mas sei que tenho estilo e um certo borogodó.

Como sempre malhei, tenho coxas grossas e uma raba que, na opinião dos machos, é grande, mas durinha.

Como também pratico natação, sempre fiz depilação completa. Ou seja, uma baixinha, branquinha, lisinha e rosinha. Sim, agora vou contar como nasceu a Bia, uma cdzinha safada e apaixonada por negões, de preferência coroas.

Em pouco tempo, já montei meu enxoval de putinha. Comprei calcinhas (todas fio), mini saia, vestidinhos e, principalmente, scarpins e sandálias de salto agulha. Duas peças são fundamentais para eu me sentir puta: uma calcinha que some dentro da minha cucetinha e salto alto, no mínimo.

Tambem tenho perucas e aprendi a fazer maquiagem. Mas vamos ao que realmente interessa: quando vi aquele homem pela primeira vez como vigia de uma obra, algo me disse, naquele instante, que minha vida iria mudar definitivamente

Sempre que chego em casa, por volta das 19h, gosto de fazer uma caminhada de pelo menos 40 minutos para desligar todos os problemas que o empresário enfrenta.

Mesmo ainda mantendo a pose de macho para amigos e funcionários, eu já usava um shortinho daqueles estilo maratonista, curtinho e com aberturas laterais. Tudo para valorizar minhas coxas, brancas e grossas, que eu hidratava e cuidava todos os dias.

Ou seja, qualquer macho minimamente atento, perceberia que por trás daquela pose de hominho, havia uma puta pronta para se libertar.

Era uma quinta-feira, final de tarde. Cheguei em casa, já fui direto trocar de roupa: coloquei uma tanguinha micro (adoro quando cobre só aquele triângulo da marquinha) vermelha, uma camisetinha regata bem justa e o shortinho. As alças da calcinha eu deixava para fora. Se a camiseta subisse cinco centímetros, elas apareciam. E lá fui eu, caminhar. Alguns vizinhos até já me olhavam com aquela cara de lobo mau, mas isso é outra história.

Eu fazia basicamente o mesmo percurso todos os dias. Na frente do condomínio havia um parque, bem cuidado e muito arborizado. Cerca de 15 minutos depois que comecei a caminhar, ao dobrar a esquina eu olhei para o aquele portão de tapumes da obra. Eu já tinha passado ali vários dias, sabia que era um prédio em construção, mas nunca dei a mínima atenção. Até que meus olhos viram ele, a cerca de uns 50 metros. De longe, vi apenas que se tratava de um homem negro, grande (1,90) e idoso, porque o cabelo e a barba eram brancos. Meu cuzinho, que ainda não tinha recebido nada além de algumas roçadas, piscou na hora.

Eu cheguei a ficar com a boca seca, de tão nervosa. Mas naquele instante decidi: chegou a hora de virar fêmea de verdade. Ele estava parado na calçada, fumando um cigarro, com uma camisa social meio surrada, aberta até quase na barriga (que aliás era bem grande). Os pelos grisalhos do peito à mostra. Sem diminuir a passada, puxei o shortinho para cima, deixando ele bem curto e socadinho na minha raba. Comecei a rebolar intencionalmente.

A pouco mais de 20 metros de distância, nossos olhares se cruzaram. Foi um olhar que demorou mais do que o normal. meu corpo todo parecia elétrico. Nunca tinha sentido aquilo. Resolvi fazer o estilo putinha tímida. Abaixei a cabeça e fui caminhando bem devagar, a poucos metros dele, requebrando muito.

A pouco mais de um metro de distância, levantei os olhos e ele estava mexendo na rola por cima da calça. Foi apenas um segundo, mas o que vi me deixou louca e assustada. Era uma coisa gigantesca forçando o tecido daquela calça.

Eu então levante a cabeça e falei pausadamente:

- Boa noite, moço!

Ele respondeu, com uma voz que mais parecia um trovão de tão grave:

- Boa noite, moça. Quer dizer, moço!

Eu segui em frente, rebolando.

Quando estava a pouco mais de 10 metros de distância, olhei pra trás, ele estava vidrado na minha raba, mexendo no pau.

Eu dei um sorriso para ele entender que eu tinha visto e continuei.

A partir daí, eu não consegui pensar em mais nada. só queria dar pra aquele homem.

Cerca de 100 metros depois, decidi:

- Hoje eu serei uma puta de verdade, chegou a hora!

Dei meia volta toda confiante. Ele percebeu e escorou no portão de tapume que dava acesso à construção, com uma pose de predador. A presa estava a caminho.

Fui de cabeça baixa, requebrando como nunca.

Meu coração parecia que iria sair pela boca. Boca, aliás, completamente seca.

Ao chegar na frente dele, diminuí o passo e nos olhamos. Por algum motivo que não sei explicar, me senti poderosa naquele instante. Sabia que ele seria meu.

- Moço, desculpe incomodar, mas é que está muito quente. Eu sou muito branquinho (apontando para minha coxa) e precisava só tomar um copo de água. O senhor não me ajudaria a matar esse calorão? - disse, tocando de leve nos pelos do peito dele.

- Ohhhh mocinha. Quero dizer, mocinho. Me desculpe, é que você realmente parece uma menina de longe. Toda branquinha com esse corpo todo perfeitinho.

- Obrigada (no feminino) moço. Mas eu sou menino, o senhor já percebeu né? - disse, fazendo um biquinho.

- Você se importa de entrar comigo e pegar a água lá dentro. Eu sou vigia aqui da obra, e tenho uma geladeira lá no meu quartinho. Aliás, meu nome é Jorge, mas todos me chamam de Jorgão - falou pegando minha mão. Meus dedinhos finos desapareceram naquela mão, de pele áspera e dedos muito grossos.

- Prazer, Jorjão. Eu sou o Bê, deixando a mão bem solta.

- O senhor é muito gentil, claro que aceito seu convite, será um prazer - disse, piscando e sorrindo.

O clima de sedução já estava liberado.

Esse apelido é Bê de Bebê? - perguntou, gargalhando logo em seguida.

Fiquei vermelha, mas tasquei:

- Pode ser o que o senhor quiser.

Ele parou, me pegou pelo braço, ainda de forma educada, e disse:

- Vamos Bê, vai na frente para que eu possa te guiar.

- O senhor manda, eu obedeço.

O pau dele, digo, a jiboia que habitava entre as pernas dele, estava pronta para o bote. Era assustador imaginar o que tinha ali.

Passei por ele, dando uma leve tocada com o antebraço no pau dele, e comecei a caminhar bem devagar, com ele quase bufando no meu cangote.

Passamos por dois blocos de apartamentos, até chegarmos a uma espécie de pequena casa, ao lado do contêiner da administração da obra.

Bebê, quero dizer, Be, o barraco é bem simples, só to avisando, porque uma princesinha como você pode estranhar.

- Aieee Jorjão, paraaaaaaaa, de me chamar assim. eu sou homem e ri também.

Ao abrir o cadeado, nossos corpos já estavam praticamente colados.

Era uma única peça, com um uma cama grande, uma geladeira, um fogão, uma pequena pia e uma portinha que deveria ser o banheiro.

- Nossa, é tudo organizadinho. Sua mulher vive aqui com o senhor também? joguei verde.

- Não bebê, eu sou viúvo, tenho 62 anos. Os filhos já estão casados, então pra não ficar sozinho em casa, eu voltei a trabalhar.

.- Então quer dizer que você vive sozinho aqui?

Sim,, falou aproximando o rosto do meu

- Tadinhoooooo. Se precisar de qualquer coisa, me pede. Você é um homem tão....., falei aproximando meu corpo, tão, tão, tão. Ai, você ta me deixando nervosa, digo, nervoso. kkk

- Calma bebe, primeiro tome a sua água. Senta ali na beiradinha da cama, que vou pegar o seu copo.

- Ai Jorgaãoooo, já falaram que sua voz deve deixar as mulheres loucas?

- Já falaram sim, mas o que realmente deixa elas malucas é isso aqui. Após pegar o copo de água na geladeira, ele virou-se a pouco mais de dois metros de distância e abriu a calça. O que saltou dali literalmente me fez rever o plano de dar naquele dia.

Nada menos do que 28 centímetros, muito grosso, mas muito grosso, veiudo e com uma cabeça que parecia um cogumelo.

Eu travei, sem saber o que falar. Mas meu corpo tinha feito a escolha.

- Sabe Be, é muito difícil achar uma mulher que tenha coragem de encarar, na bucetinha. Imagina então no cuzinho. Então eu prefiro muito mais um cuzinho de viadinho, que acaba dando um jeito e conseguem colocar tudo na raba.

Eu sentada na cama, olhando aquela anaconda a pouco mais de um metro da minha boca, ainda falei:

- Nossa Jorgaoooo (bem dengosa) seu pau é gigante. Guarda isso, por favor.

Com o pau completamente duro, ele veio se aproximando.

- Pega nele meu bebê, eu sei que você quer.

Ele pegou minha mão e colocou em torno da cabeça. Eu estava entregue e não resisti. Minha boca salivava.

A primeira parte já está muito longa, então prometo detalhar no próximo o que aconteceu. Por ser meu primeiro conto, peço que as críticas, se possível, sejam colaborativas. Beijos da Bia

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