Meu nome é Ricardo e tenho 18 anos, quase 19. Vim pra cidade vizinha pra fazer cursinho pré-vestibular, tentar Medicina. Meus pais não são ricos, então a grana é contada. Nos primeiros dias fiquei sem lugar fixo, dormindo em pensão barata que mais parecia cativeiro. Minha mãe, preocupada, sugeriu que eu ficasse na casa da irmã dela, Angélica, até resolver minha vida.
Tia Angélica é a caçula da família, dez anos mais nova que minha mãe, casada com Estevão há mais de quinze. Fazia tempo que eu não a via direito — só em Natal e Ano Novo, sempre de longe, com aquele sorriso educado de quem cumprimenta parente. Aceitei a oferta sem pensar duas vezes, e meus tios foram incríveis: não queriam ajuda com comida nem com as contas.
— Fica à vontade, Ricardinho. Essa casa também é sua — Estevão disse, dando um tapa forte nas minhas costas, como se eu fosse um moleque de doze anos.
Como eles nunca tiveram filhos — diziam que era "um problema" da tia Angélica, algo no útero que complicou —, o quarto de hóspedes tava intacto, cheirando a amaciante e com lençóis esticados. Instalei minhas coisas, pouca bagagem, e me senti acolhido.
Nos primeiros dias, tudo era normal. Eu estudava de manhã, voltava pra almoçar, pegava o ônibus de novo à tarde, e à noite jantávamos juntos. Um rotina de família, quase monótona. Até que as coisas começaram a mudar.
Uma semana depois, eu ainda não tinha achado república. Tudo caro ou podre. Estevão insistiu:
— Fica o tempo que precisar, garoto. Não se preocupa.
Mas eu me sentia um intruso. Minha presença ali parecia deslocar alguma coisa. Pra passar o tempo, descobri que meu tio adorava videogame. Ele tinha os dois controles e um PlayStation antigo, e o jogo preferido era Mortal Kombat. As noites viraram batalhas de horas.
A gente se sentava no sofá da sala, eu e ele, e quem perdia passava o controle pra tia Angélica. Ela jogava bem, e a gente foi descobrindo que eu também. Principalmente contra meu tio, que tinha reflexo lento e perdia feio. Ele resmungava, fingia raiva, e jogava o controle no estofado.
— Vou tomar um banho — disse uma noite, depois de perder três seguidas. — Se essa porra de jogo resolver me dar uma trégua.
Ele se levantou e foi. A casa ficou mais silenciosa sem os grunhidos de frustração dele.
Tia Angélica se aproximou, sentando no espaço que ele deixou. Muito perto. O corpo dela colou no meu ombro. Ela tava de short curto e uma regata solta, sem sutiã. Dava pra ver os bicos dos peitos marcando o tecido fino.
— Vamo jogar mais um? — ela perguntou, e a voz saiu mais baixa que o normal.
Engoli seco. — Tá.
Comecei a jogar, mas minha concentração tava toda no calor do corpo dela. O cheiro do perfume doce misturado com o suor leve da pele. O movimento dos peitos quando ela ria. A cada round que eu ganhava, ela me dava tapas no braço, nas coxas, rindo:
— Apelão safado! — E a mão dela ficava ali, pousada na minha perna, os dedos quentes.
Meu pau endureceu. Foi daquele jeito traidor, crescendo devagar na bermuda, pressionando o tecido. Eu tentava me mexer, disfarçar, mas não tinha jeito. E ela parecia sentir, porque o corpo dela ficava cada vez mais perto, a bunda roçando na minha coxa, o braço encostando no meu peito.
Teve um momento em que ela se inclinou pra frente pra bater num combo, e a mão dela escorregou. A palma inteira deslizou por cima do meu pau duro, por cima da bermuda, e ela fingiu que não percebeu. Mas eu vi o canto da boca dela se contrair num sorriso.
— Perdeu, apelão — ela disse, olhando pra tela. — Tá devagar hoje.
Não tava devagar. Tava com o pau duro e a cabeça a milhão.
Continuei jogando, mas o tesão tava no teto. Em uma das comemorações, ela me abraçou. O corpo colado, os peitos esmagando meu peito, a mão descendo pelas minhas costas e apertando minha bunda de leve, como se fosse sem querer. Duração: três, quatro segundos. Tempo suficiente pra eu sentir o cheiro do cabelo dela, o calor da respiração, o corpo macio encostado no meu.
Quando meu tio voltou do banho, ela já tinha se afastado. Ele perguntou quem ganhou mais, e ela disse:
— O Ricardinho, claro. Esse moleque joga sujo.
Meu tio olhou pra ela com aquela cara de tarado que eu já conhecia. — Vai tomar seu banho também, amor. Tá suada de tanto jogar.
Ela se levantou, e ele aproveitou pra dar um tapa forte na bunda dela. O som ecoou na sala, e ela riu, um risinho safado. Ele me olhou, sorriu de canto, como quem diz "hoje eu vou comer". Minha tia foi pro banho rebolando, o shortinho marcando a curva da bunda.
Eu fui depois. Tomei banho rápido, me sequei, e fui pro meu quarto tentar dormir. Não consegui.
A casa era antiga, as paredes finas. Eu ouvi quando eles começaram.
Primeiro, o barulho da cama rangendo. Depois, os grunhidos baixos do Estevão. E a voz da tia Angélica, gemendo alto, sem disfarçar:
— Isso… mete gostoso… me fode…
Meu pau ficou duro na hora. Deitei de costas, olhando pro teto escuro, tentando não ouvir. Mas não tinha como. Os sons invadiam o quarto: a carne batendo, os gemidos dela cada vez mais altos, o ritmo aumentando. Eu podia imaginar cada movimento. Ele por cima, ou ela por cima? A buceta dela engolindo o pau dele, as pernas abertas, o corpo suado.
A gota d'água veio quando ela gozou.
— Goza no meu rosto! — ela gritou, a voz rouca, descontrolada. — Quero sentir o gosto de macho!
Aquilo me quebrou. Minha mão desceu sozinha, pegou meu pau duro, e comecei a me masturbar devagar, ouvindo os gemidos dela. Mas não precisei de muito. Aquela imagem — minha tia de cara levantada, a porra escorrendo no rosto dela — foi o bastante. Gozei sem nem acelerar o ritmo, os jatos quentes espirrando na minha barriga, enquanto os sons deles continuavam do outro lado da parede.
Fiquei ali, sujo, tremendo, pensando no que tinha acabado de ouvir.
Desci pra tomar café com a cabeça pesada. Tia Angélica tava na cozinha, sozinha. Meu tio já tinha saído pro trabalho. Ela usava uma camisola curta, branca, quase transparente. O tecido fino marcava os bicos dos peitos, escuros e eriçados. E por baixo, dava pra ver a sombra da buceta depilada.
Ela me viu e sorriu, sem nenhuma vergonha.
— Bom dia, Ricardinho. Dormiu bem?
Engoli o ar. — Mais ou menos.
Ela riu, baixinho. — Desculpa o barulho de ontem. A gente não vai mudar a rotina por causa de visita, né? — Ela me encarou, os olhos azuis brilhando. — Você já é adulto. Sabe como é casal casado. A gente fode, e fode gostoso.
O sangue subiu pro meu rosto. Meu pau latejou dentro da cueca, crescendo rápido. Ela notou. O olhar dela desceu, viu o volume na minha bermuda, e o sorriso dela ficou mais largo.
— Tá tudo bem — ela disse, pegando o café. — Normal.
Continuei ali, parado, com o pau duro e a cara vermelha, enquanto ela passava por mim, a camisola roçando meu braço. O cheiro doce do perfume dela ficou no ar.
Uns dias depois, cheguei mais cedo do cursinho. A aula tinha sido cancelada, e eu resolvi voltar pra casa sem avisar. Abri a porta da sala e congelei.
Eles estavam lá. No sofá.
Estevão sentado, pernas abertas. Tia Angélica em cima, de frente pra ele, a camisola levantada até a cintura. A buceta dela engolindo o pau dele inteiro. Eu via os peitos balançando, a pele suada, o rosto dela contraído de prazer.
Ele não me viu. Tava de olhos fechados, grunhindo baixo.
Ela viu.
Ela me viu na porta, os olhos arregalados, o corpo paralisado. Em vez de parar, ela mordeu o lábio. E continuou quicando. Mais devagar, de propósito. O olhar dela grudou no meu enquanto ela rebolava em cima do pau do marido. Ela sorriu. Um sorriso safado, provocador, como se estivesse me filmando com os olhos.
Eu atravessei a sala correndo. Não sei como consegui andar, mas cheguei no meu quarto, fechei a porta, e fui direto pro banheiro.
Tranquei a porta. Baixei a bermuda e a cueca de uma vez. Meu pau tava duro como pedra, latejando, a cabeça vermelha e brilhante.
Comecei a me masturbar com força. Não tinha tempo pra devagar. A imagem da minha tia quicando em cima do meu tio, me olhando, me provocando… Aquilo me enlouquecia. Fechei os olhos e imaginei que era eu no lugar dele. Que era o meu pau que ela tava engolindo. Que era pra mim que ela rebolava.
Gozei rápido, forte. Os jatos saíram com tanta força que espirraram na torneira, no azulejo, até no espelho. Tive que limpar tudo, ainda tremendo de sensibilidade.
Naquele momento, eu tive certeza de uma coisa: eu precisava comer minha tia. Não importava se era certo ou errado. Não importava se eu tava interpretando errado os sinais. Eu precisava sentir a buceta dela, o corpo dela, a boca dela. Precisava.
Mas no fundo, eu sabia que não ia precisar tomar iniciativa. Ela viria até mim.
Uma semana depois, meu pai ligou.
— Filho, achei uma república boa, barata, perto do cursinho. Você e sua mãe vamos dividir, mas você tem que prometer que vai passar em Medicina, hein?
Fiquei feliz. Mas ao mesmo tempo, uma tristeza enorme me apertou o peito. Eu ia sair dali. Sem ter comido minha tia.
No dia da mudança, Estevão me abraçou forte.
— Foi muito bom ter você aqui, garoto. Os jogos foram ótimos.
Tia Angélica veio depois. Me abraçou também, mas de um jeito diferente. O corpo colado no meu, os peitos macios esmagando meu peito, a respiração quente no meu ouvido. A mão dela desceu devagar, apertou minha bunda com força, e ficou ali.
— Pode vir me visitar quando quiser — ela sussurrou. — Você sabe onde eu moro.
Meu coração disparou. Meu tio não viu nada.
Uma semana depois, percebi que algumas roupas tinham ficado na lavanderia deles. Liguei pra casa, e tia Angélica atendeu.
— Pode passar hoje mesmo — ela disse. — Tenho uma surpresa pra você.
Cheguei no horário combinado. Bati na porta, e ela abriu.
Tava vestida com uma roupa de puta. Um baby-doll preto, transparente, que mal cobria os peitos. Por baixo, uma lingerie vermelha de renda, fina, deixando os mamilos e a buceta depilada quase totalmente à mostra. O corpo dela tava cheiroso, limpinho, a pele brilhando com hidratante.
— Seu tio viajou — ela disse, com um sorriso de capetinha. — Fica cinco dias fora. Entra.
Entrei, e ela fechou a porta. Eu tava suado, cabelo bagunçado, cansado do dia. Quando comecei a falar que tava um lixo, ela colocou o dedo na minha boca.
— Shhh. Vai tomar um banho. As próximas horas vão ser intensas.
Fui pro banheiro. Antes de fechar a porta, ela avisou:
— E não bate punheta no chuveiro, hein? Quero a primeira carga toda pra mim.
Meu pau ficou duro na velocidade da luz.
Tomei um banho rápido, caprichado, resistindo à vontade de me masturbar. Me enxuguei, enrolei a toalha na cintura e voltei pra sala.
Ela tava no sofá. Deitada, pernas abertas, dois dedos enfiados na buceta. A mão melada, brilhando. Ela tirou os dedos, levou à boca, e chupou devagar, me olhando.
— Vem cá.
Puxou minha toalha. Meu pau pulou pra fora, duro, latejando.
— Ajoelha — ela mandou. — Chupa a buceta da tia. Até eu gozar.
Eu obedeci. Ajoelhei entre as pernas dela, enfiei a cara na buceta e comecei a lamber. O gosto era forte, doce, salgado, único. Ela segurou minha cabeça, me guiou. Lambi o clitóris, os lábios, enfiei a língua dentro dela, sentindo o calor.
Ela gemeu alto, rebolou na minha cara, e gozou.
— Isso… isso… ai, Ricardinho…
Apertei a bunda dela, enfiei a língua mais fundo, e senti o líquido quente escorrer na minha boca.
Mal recuperei o fôlego, ela me empurrou de costas no sofá.
— Minha vez.
Ela desceu, pegou meu pau com a mão, e enfiou na boca. Não teve jeitinho, não teve devagar. Foi boca inteira, fundo, a garganta relaxada, os lábios apertando a base.
Meu corpo arqueou.
A pressão que ela fazia na glande, a mão girando na base, a língua rodando na cabeça… Era um boquete de puta experiente. Ela sabia exatamente onde apertar, quando sugar, como usar a mão e a boca juntas.
Não aguentei dois minutos.
— Tia, vou gozar…
Ela não parou. Pelo contrário, sugou mais forte, a cabeça subindo e descendo rápido, a mão apertando a base. Gozei. Jatos grossos, quentes, enchendo a boca dela. Ela engasgou, engoliu, continuou chupando, me sugando até o fim.
Fiquei tremendo, os olhos meio sem foco.
Ela subiu em mim, sentou na minha cara, e eu lambi a buceta dela de novo. Lambi o rego, o cu, tudo. Minha língua percorria da buceta até o cuzinho, sem parar. O cheiro, o gosto, o calor…
Meu pau endureceu de novo. Ela sentiu, se ajeitou, segurou meu pau e desceu devagar.
A buceta quente, molhada, apertada, engoliu cada centímetro. Ela gemeu quando entrou inteiro.
— Ai, que delícia…
Ela cavalgou. Gostoso. Devagar, depois rápido, rebolando, apertando. Os peitos dela balançavam na minha frente. Eu segurava a cintura, empurrava pra cima, ajudava no ritmo.
Mudamos de posição. Ela de quatro, eu socando forte. Ela por baixo, pernas no meu ombro. Eu por cima, metendo devagar, depois rápido, até ela gritar.
— Isso, Ricardinho! Me fode! Mete gostoso!
— Tia… — eu disse, a voz rouca. — Me dá o cu também.
Ela parou, me olhou por cima do ombro, e sorriu.
— Você quer mesmo?
— Quero.
Ela se ajeitou, empinou a bunda, e disse:
— Pode usar a tia como quiser. Faz o que quiser comigo.
Chupei o cu dela. Lambi, cuspi, lubrifiquei. Enfiei um dedo, depois dois. Ela gemeu, apertando o sofá.
Peguei meu pau, cuspi na mão, passei no cu. Posicionei a cabeça na portinha apertada.
— Vai devagar — ela pediu.
Empurrei. Aos poucos. A cabeça entrou, e ela prendeu a respiração. Continuei empurrando, sentindo o cu apertado engolindo meu pau centímetro por centímetro. Quando entrou inteiro, parei.
Ela soltou o ar.
— Agora pode meter.
Comecei devagar. Depois mais rápido. O som do meu quadril batendo na bunda dela ecoava pela sala. Ela gemia, xingava, pedia mais.
— Fode meu cu! Fode o cu da tia! Isso… soca forte… soca…
Perdi o controle. Metia com força, sem parar, o corpo suado, a respiração ofegante. Eu sentia o cu apertado pulsando em volta do meu pau, os músculos se contraindo.
Gozei junto com ela.
— Tô gozando! — ela gritou. — A tia tá gozando!
Senti o corpo dela tremer, o cu apertar, e gozei. Jatos grossos enchendo o intestino dela, enquanto ela tremia e gemia.
Caí no sofá, exausto.
Ficamos ali, nus, suados, respirando pesado. Ela riu baixinho.
— Sonhei com esse pau grosso desde que você chegou aqui — ela disse.
— E eu sonhava com essa buceta e esse cu todo dia — confessei.
Ela se virou, me beijou. Foi um beijo gostoso, demorado.
O cursinho duraria mais um ano. E a gente combinou: sempre que meu tio viajasse, eu iria visitar. E a gente ia foder. Muito.
E eu sei que vai acontecer de novo. Torçam por nós.