Aviso: Este é o décimo sexto capítulo da saga Putty de Karola...
Antes de prosseguir, leia o Capítulo 15: Armas Orgásmicas!
O carro preto blindado deslizou silenciosamente pelo subsolo do imenso prédio da Alexa Corp, parando com um sussurro hidráulico na garagem privativa. Iza, sem uma palavra ou expressão no rosto, desligou o motor e saiu, abrindo a porta traseira para Alexa descer com sua habitual pose de rainha intocável.
O cheiro já escapava pelas frestas do porta-malas: um fedor acre e úmido de vômito verde gosmento, misturado ao cheiro característico de bile alienígena.
As Soldadas aproximaram-se em formação perfeita. Uma delas abriu o tampo do porta-malas e, lá dentro, Putty estava praticamente submersa em uma poça borbulhante de seu próprio vômito verde fluorescente. O líquido grosso e pegajoso cobria seu corpo nu, a boca ainda aberta em golfadas fracas e intermitentes. Ela tossia e gemia grogue, com o corpo mole, mas a voz saindo rouca e provocadora:
— Ugh... que merda de viagem... vocês podiam ter me dado um assento VIP, suas putas de lata...
As Soldadas a puxaram pelos braços e pernas, arrastando-a para fora como um saco de lixo vivo. Putty pendia entre elas, vomitando mais um jato verde que espirrou no chão e nas botas das Soldadas, mas sem resistência real — ainda atordoada do taser.
Elas a carregaram pelos corredores iluminados por luzes frias até o Laboratório de Bertha, no andar 48, onde o ar já cheirava a antisséptico misturado com suor e fluidos corporais.
Bertha estava à espera, vestindo um jaleco branco encharcado e colado ao seu corpo suado, os peitos grandes balançando sob o tecido transparente, com as auréolas escuras visíveis. Sua equipe de cientistas lésbicas posicionava-se ao redor de mesas cheias de monitores, seringas e aparelhos reluzentes.
Alexa e Iza entraram logo atrás, posicionando-se em uma plataforma elevada de vidro blindado, como espectadoras de um show particular.
— Prronto parra as testes, Mestrra Alexa? — perguntou Bertha, lambendo os lábios, com os olhos brilhando de excitação.
Alexa apenas acenou com a cabeça, cruzando os braços. Iza permaneceu imóvel ao seu lado, mas seus olhos verdes estavam fixos em Putty, com um ódio contido.
A alienígena foi amarrada nua em uma estrutura em forma de X: os braços erguidos e algemados acima da cabeça, as pernas abertas e presas nas extremidades inferiores. Seu corpo perfeito brilhava sob as luzes, com a barriga levemente inchada do vômito anterior, a buceta molhada, e o cu ainda piscando de leve. O vômito verde agora saía em golfadas menores, pingando no chão em poças viscosas.
Um compartimento no teto se abriu com um zumbido mecânico. Um braço robótico grosso desceu, terminando em uma grande luva de boxe vermelha. Sem aviso, aquele braço que mais parecia ter saído de um episódio do Papa-Léguas, socou a barriga de Putty com força moderada. A carne branca balançou como gelatina, mas Putty nem piscou.
— Isso é tudo? — murmurou ela, com a voz ainda grogue.
O braço acelerou: socos cada vez mais fortes, impactos que fariam um humano comum vomitar os órgãos internos. A barriga de Putty ondulava a cada golpe, com a pele esticando e voltando, mas sem hematomas, sem dor visível.
O robô girou o punho, preparando o golpe máximo, e acertou com tudo no estômago.
Putty finalmente reagiu com um risinho:
— Hmm... que coceirinha gostosa...
Ela olhou então diretamente para Bertha:
— Em vez de ficar batendo na minha barriga com essa sucata escrota, por que não manda ela socar com essa força toda na minha buceta? Pelo menos ia ser útil pra alguma coisa.
Iza tremia visivelmente, com um olho piscando de raiva, sua mão apertando a borda da plataforma. Alexa percebeu e deixou escapar um sorrisinho discreto, quase imperceptível, antes de voltar à expressão neutra.
Bertha, excitada demais para se importar, ativou o próximo teste. Do chão, entre as pernas abertas de Putty, emergiu um consolo de borracha negra monstruoso, mais grosso que um braço humano, com veias simuladas pulsando, coberto de lubrificante interno.
Aquele colosso fálico subiu devagar até encostar no cu lambrecado de Putty e, com um empurrão hidráulico, começou a forçar a entrada.
Putty gemeu alto, com seus quadris se movendo instintivamente para frente e pra trás:
— Aaaah... isso sim... entra fundo, seu pau de borracha filho da puta... me arromba todinha!
O consolo avançava com dificuldade inicial, esticando as paredes internas ao limite. Um volume grosso apareceu na barriga de Putty, subindo devagar como uma cobra engolindo sua presa. Ela gozou quase imediatamente, jorrando gosma cremosa que escorria pelo consolo e pingava no chão.
Putty rebolava os quadris, gemendo putarias sem parar:
— Isso... mais fundo... me enche toda... estoura as minhas pregas, caralho!
O consolo continuou, implacável. Chegou ao estômago, depois ao esôfago. A garganta de Putty inchou visivelmente, com um volume alongado subindo pelo pescoço.
Ela engasgou, seus olhos revirando de prazer, e de repente a ponta saiu pela boca aberta, melada de diarreia pastosa marrom que vazava dos intestinos.
Uma das cientistas exclamou, sem acreditar no que estava vendo:
— Como isso é possível? O consolo atravessou ela do cu até a boca... A anatomia dela não faz sentido nenhum!
Merda líquida e pastosa jorrou da boca de Putty em golfadas grossas, enquanto pelo cu o mesmo fluido escorria em profusão, formando uma poça crescente no chão. O consolo começou a se mover: vai e vem, para cima e para baixo, como um pistão escatológico. A cada estocada, bosta espirrava da boca e do cu com violência, salpicando as cientistas próximas.
Elas conferiam dados nos monitores, com seus corpos nus sob os jalecos abertos sendo atingidos pela chuva marrom. Pingos grossos escorriam pelos seios, barrigas, coxas... algumas lambiam instintivamente os lábios, gemendo baixinho enquanto continuavam a trabalhar. O Laboratório inteiro cheirava a bosta fedida e quente.
Alexa inspirou fundo, com os olhos semicerrados:
— Isso é o cheiro do nosso futuro brilhante se abrindo diante dos nossos olhos!
Bertha piscou, confusa:
— Nossa futurro tem cheirro de merrda???
Iza lançou um olhar assassino para Bertha, que imediatamente se calou e voltou a focar nos testes.
O consolo se recolheu com um som molhado, saindo completamente do corpo de Putty e desaparecendo no chão. A diarreia ainda escorria grossa da boca aberta e do cu arrombado.
Putty, agora totalmente acordada e excitada, desafiou Alexa diretamente:
— E agora, vadia careca? Vai me foder com o quê? Que tal enfiar essa idiota sem vida aí do seu lado na minha buceta? Garanto que consigo fazer ela entrar todinha, inteirinha!
Alexa apertou os lábios com fúria contida. Sem demonstrar, ordenou friamente:
— Iniciem o teste mais pesado. Agora!
Iza apertou as coxas uma contra a outra, e um filete de gozo escorreu por suas pernas. Ela desconfiava, e torcia, que sua mestra a estivesse defendendo.
Uma cientista se aproximou com um supositório grande e brilhante, mas Bertha a interrompeu:
— Nein! Eu mesma fazerr isso!
Bertha arrancou o supositório da mão da assistente e, sem hesitar, enfiou o braço inteiro no cu de Putty, até o cotovelo. Girou, empurrou, enterrou o remédio bem fundo. Quando puxou o braço de volta, estava coberto de pasta marrom. Putty sentiu os efeitos imediatamente: a barriga borbulhando e inchando visivelmente como um balão.
De repente, um jato fortíssimo de diarreia explodiu do cu arrombado, acertando Bertha em cheio na cara. A alemã engoliu uma golfada involuntária, caiu para trás na poça marrom e começou a rir histericamente.
— Que marravilha! Olha só quanto merrda sair da cu desse vadia! E terr uma gosto deliciosa!
O jato continuou, agora saindo também pela boca de Putty, como um chafariz escatológico para cima, espirrando por todo o Laboratório. Merda em profusão chovia sobre as cientistas, Bertha, mesas e equipamentos. Alexa e Iza permaneceram imóveis na plataforma, tomando banho de bosta sem se moverem um centímetro.
Iza não aguentou: aproximou-se de Alexa, e com a língua esticada, lambeu o rosto da mestra, tentando limpar inutilmente a pasta marrom.
Alexa estendeu a mão. Iza a pegou e começou a chupar dedo por dedo, gemendo alto, com gozo descendo pelas pernas e encharcando as meias.
Os equipamentos entraram em curto: faíscas, cheiro de queimado... As algemas de Putty se abriram com um clique! Todos congelaram, preparando-se para o ataque.
Mas Putty apenas sorriu, ainda gorgolejando pasta marrom pela boca e cu:
— Foi divertido, meninas. Como vocês me fizeram gozar bastante hoje... vou deixar pra lá e só vou embora dessa vez. Até a próxima!
Ela se virou, aumentou a pressão do jato de diarreia saindo pelo rabo, e usou-o como se fosse um propulsor de foguete. Voou para frente, atravessando a janela de vidro reforçado do Laboratório em um estrondo, e desaparecendo entre os prédios altos de Gozópolis, deixando um rastro marrom no ar.
Alexa, pela primeira vez genuinamente espantada, piscou devagar:
— Peraí... ela agora sai voando quando caga?
Continua...