OOiiii, meu nome é Luana e sou muito amiga da Bia, que me convenceu a postar esse conto, já que envolvia todo o nosso grupo de amigas kkkkkk. É meu primeiro conto, então, por favor, tenham paciência comigo kkkkkkk.
Sempre fui muito afeminadinho, até na época em que eu ainda era "menininho" (porque, no fundo, sempre fui bem mulherzinha). Por ser muito baixinho, tenho 1,67 e um corpinho bem feminino, magro, com uma cintura bem acentuada e uma bunda bem redondinha que, por genética (minha mãe é bem coxuda e tem um rabão), acaba tendo um volume bem maior do que se esperaria para um homem. Tenho um cabelo maior, ondulado e escuro e sempre tive uns peitinhos arrebitados. Nunca conseguia me enturmar muito com os meninos, por sempre acabar sendo vítima de piadinhas sobre eu ser "gostosinha", o que me levava a ter só minhas bests mulheres.
Bia e Cellina viraram minhas melhores amigas durante praticamente toda a escola. As duas eram as meninas mais bonitas da escola, mesmo tendo estilos completamente diferentes. Bia era uma cacheada clara, morena, de 1,60, com os cachos MUITO definidos, o que, por si só, já chamava muita atenção dos meninos da sala. Tinha um corpo que, apesar de não chamar atenção pelo tamanho, ganharia todos os prêmios se a competição fosse forma, com uma cinturinha de dar inveja até às modelos da Victoria's Secret, uma bunda bem redondinha e empinada e peitos médios. Já Celina era mais estilo goticazinha rabuda mesmo, bem branquinha, quase com a cor de uma folha A4, olhos verdes, cabelo preto liso e mais ou menos 1,60, com um corpo de rata de academia, com uma bunda que fazia os meninos da escola terem que esconder o pau duro quando ela passava kkkkkkkkk.
Quando acabamos o ensino médio e todos fizemos 18 anos, os pais da Bia, que sempre foram bem abastados financeiramente, quiseram, de presente, alugar uma casa de praia no interior para a gente ir sozinho e convidar nossas amigas para passar 5 dias. Um presente que, para eles, seria tipo o primeiro passo para a independência. E só botaram uma regra: sem convidar meninos (com exceção de mim, é claro, que nunca apresentei uma ameaça na cabeça deles). E, óbvio que, como qualquer adolescente com muito tesão, elas já planejaram como burlar essa regra kkkkkk.
O plano era simples: quando chegássemos na casa, elas iam chamar os homens delas, que só poderiam ficar até o terceiro dia, pois viria uma faxineira da família limpar a casa e, se visse o plano, ia pôr água abaixo. Também planejaram chamar uma menina para mim, que, apesar de eu dizer que eu gostava, era, na verdade, mais eu tentando me encaixar na moda de ter uma ficante na época e também para não ficar sozinho naquela putaria toda kkkk.
Dito e feito. Assim que chegamos na mansão de praia, porque a casa era, de fato, enorme, com os quartos, a sala e a piscina sendo separados, parecendo ser quase casas diferentes, e os pais da Bia ajeitaram tudo para nossa estadia e foram embora, as duas, com muito tesão, já imaginando como iriam dar em todos os cômodos da casa e que iam poder gemer sem parar, já chamaram os meninos e a menina.
Fizemos um pacto para aproveitar esse plano: sem empatar foda. Então, se algum de nós estivesse começando a ficar mais quente na sala, os outros deviam só sair, fingir não ouvir e não ver.
Por uma ordem do destino, a menina que chamaram para mim não conseguiu vir, só tendo vindo os meninos que elas chamaram, Marcos e Pedro. Pedro era alto, forte, branco e com um bigode estilo italiano; era o casal da Bia. Já Marcos era um preto alto com dreads curtos, casal da Celina.
E o resumo dos próximos 3 dias não vou comentar muito, pois uma delas pode querer postar, mas, de forma resumida, muito, muito, muito sexo por parte delas, muito evitamento e, sendo sincero, algumas espiadas minhas kkkakakakakakakakakaakakka.
Até que enfim chegou o terceiro dia e as máquinas de foder foram embora. A empregada chegou e acabamos ficando isolados no mesmo quarto enquanto ela dava uma geral na casa. Nesse momento, apesar de nos últimos 3 dias eu ter ficado mais isolado, algo clicou em mim. Não sei se foi ter ouvido e, às vezes, visto aqueles homens gostosos fodendo de verdade minhas amigas, ou se foram os comentários delas sobre os paus gigantes deles, eu comecei a sentir um pouco... não, na verdade, MUITA inveja delas.
Porque, tipo, eu quase nunca conseguia pegar ninguém e, se conseguisse, o que era uma coincidência MUITO, MUITO RARA, era quase um jogo de convencimento digno de um vendedor profissional para alguém ficar comigo. E muitas vezes ainda sentia aquela vibe de ser algo que a pessoa nem queria tanto e aconteceu por falta de opção. Isso tudo por um beijo de alguém que era feio (só essas que eu conseguia convencer), quem dirá sexo. Eu continuava virgem, apesar de todos os meus esforços, enquanto elas, somente de sair na rua ou abrir o Instagram, eram inundadas de mensagens de homens gatos que fariam de tudo para comer elas, e tudo o que elas precisavam fazer para receber uma surra de pica era dizer sim.
A única coisa que me deixava atrás nessa inveja era o fato de serem homens e pirocas desejando elas, algo que eu forçava que não gostava.
Esses eram os pensamentos que passavam pela minha cabeça enquanto todo mundo mexia no celular, deitados no quarto, até que Cellina joga o celular na cabeceira e vira para cima.
Cellina: nossa, Bia, da próxima temos que tomar cuidado com o "tamanho" dos caras que vêm aqui. Marcos quase que me rasgou ontem à noite na piscina, minha buceta tá doendo até agora.
Bia: ai amiga, você fala isso, mas acha que eu não vi você gozando três vezes na piscina ontem? A lição é clara, amiga: grandes doem mais, mas no final são mais gostosos.
Cellina sempre teve esse tesão maior em paus grandes, isso explica um pouco o tipo dela ser caras mais pretos kkkkkkkk.
Eu: é... pelo menos você transou, né? (Falo com um tom de grosseria.)
Cellina: eita... alguém não se divertiu...
Eu: é CLARO que eu não me diverti. É sempre assim, sempre que saímos vocês ficam com vários homens bonitos pra caralho, enquanto eu não consigo pegar NINGUÉM. Eu tento tudo! Sou educado e interessante e, mesmo assim, ninguém se interessa por mim. Eu queria poder ser, sei lá, mais que nem vocês.
Na hora que essa frase sai da minha boca, vejo Bia abrir um sorriso safado e abrir a boca para falar, mas Cellina acaba falando primeiro.
Cellina: é porque, sabe, amigo... tipo... como que eu posso dizer isso... vou exemplificar. Tipo, o Pedro é alto, forte, tem uma pica que marca na calça de longe e tem um jeito de sacana que só de falar já me deixa molhada... e você... você é...
Bia: você é mais pareciDA com a gente.
Ela fala isso fazendo questão de destacar toda vez que se refere a mim no feminino e logo depois se levanta, dando uma dramaticidade a mais para a cena kkkk.
Bia: amiGA, vamos ser sinceras, o problema não é que você tá jogando ruim, é porque você tá jogando o jogo errado. Você faria o mesmo sucesso com a gente se você, sabe... desse em cima dos caras com um pouquinho de maquiagem e umas roupinhas melhores.
Nesse momento entrei em choque total. Apesar de gostar da fantasia de ser uma mulher desejada, meu orgulho de machinho ainda me deixava com o pé muito atrás, mas, antes de eu ter qualquer reação, Cellina abre a boca.
Cellina: é realmente, amiga... se você deixasse a gente te ensinar e te preparar, você ia ficar impressionada com quantos machos iam querer te comer. Falo isso porque peguei algumas vezes o Pedro fitando a sua bunda.
Bia: o Pedro também?? Kkkkkkkkk. O Marcos chegou a perguntar se você era gay porque, nas próprias palavras dele, você era bem gostosinha...
Cellina: é, amiga, deixa a gente te ajeitar para você ver o seu potencial.
Eu estava em choque. Apesar de curioso para tentar, eu ainda estava com um pouco de medo.
Eu: gente kkkk, vocês tão ficando loucas, eu sou hétero.
Quando eu falo isso, elas começam a rir bastante.
Eu: o que foi??!!?
Bia: amiga, por favor, né? Sua bunda é maior que a minha, você foi feita pra dar.
Celina: e a gente percebe, tá, amiga? Não precisa fingir. Nenhum macho de verdade fica olhando mais pro macho que tá comendo a gente do que pra gente dando. E olha pra isso kkkkkkk, você tá com duas gostosas no quarto, de pijaminha curto, e você nem nota isso kkkkkk.
Realmente, as duas tavam com pijamas que mostravam quase tudo, principalmente a Cellina, que o pijama mostrava quase a bunda grande inteira dela, e eu nem tinha percebido até ela falar.
Bia: vai, amiga, deixa a gente pelo menos te arrumar e te dar umas dicas. Você pode confiar na gente, nada vai sair daqui. Se você não gostar, a gente simplesmente para e finge que isso nunca aconteceu.
Ainda tava com o pé meio pra trás, mas essas frases de conforto me deixaram mais à vontade pra tentar...
Eu: ok... o que vocês querem que eu faça?...
As duas dão um salto de felicidade e logo começam a discutir sobre o que vão fazer comigo sem me deixar ouvir. O dia já estava acabando e a empregada já tinha ido embora. Depois de alguns minutos de conversinha entre si, muita animação delas e muita vergonha minha, elas voltam o olhar pra mim e falam em um tom que eu posso ouvir.
Cellina: okkk, eu vou ajeitar a sua roupa e sua maquiagem, e a Bia vai ajeitar uma surpresinha.
Bia: se prepare, meu amor, porque vamos te transformar em uma menininha muito gostosa.
Bia sai do quarto, mas antes me dá uma tapa forte e inesperada na bunda, me fazendo gemer que nem uma putinha kkkkkk. Não consigo nem ter tempo de reagir com vergonha; Celina já me puxa pro banheiro e começa a tirar minha roupa.
Eu: ei!!! Pe-pera aí.
Cellina tira toda a minha roupa, apesar dos meus protestos.
Cellina: por favor, né, Ca... Caio não. Esse nome não serve pra você. A partir de agora é... Luana. Combina com você.
Eu: ei!! Eu continuo sendo hétero, viu! É só um teste.
Cellina: por favor, né, Luana kkkkkk, olha essa pikazinha (tenho apenas 11 cm mesmo duro).
Ela me vira de cara para a parede.
Cellina: você realmente acha que se compara com o Pedro, que tem uma rola de 19 cm, grossa, cheia de veia, com essa... coisinha que você tem aí...
Ela aperta minha bunda bem forte.
Cellina: você foi feita é pra dar, que nem uma putinha, que nem a gente, pra receber rola grossa nessa bunda sua, vadia.
Eu tô vermelho, morrendo de vergonha, mas o tesão já tava bem alto a esse ponto e meu pau já tava tentando ensaiar uma ereção (sempre tive dificuldade em ficar duro). Comecei a me entregar mais, empinando mais a bunda. Acho que a Cellina percebeu.
Cellina: vou te deixar bem gostozinha, destacar essa sua bunda e essa sua cinturinha.
Cellina sai do banheiro e escolhe de olho algumas roupas que estavam na sua mala do quarto e volta. Na hora que eu vejo as roupas, eu gelo: uma calcinha fio dental preta com a parte da frente transparente, com detalhes de coração, uma mini mini saia (era tão curta que dava pra ver a calcinha inteira), que ela usou pra receber os meninos quando chegaram, e um cropped preto tão curto quanto a saia, com um bordado em pedrinha brilhante escrito "delicious" (deliciosa). Apesar do susto, eu nem resisti, já tinha atravessado os limites fazia tempo e eu conseguia ver a malícia nos olhos da Celina. Comecei a vestir a calcinha.
Cellina: EIII! Você tá vestindo a calcinha que nem homem! Tem que vestir sem dobrar o joelho, que nem a mulherzinha que você é, senão nenhum macho vai querer te comer.
Nem pensei duas vezes, já havia aceitado meu papel kkkkk. Empinei minha bunda e, sem dobrar o joelho, vesti a calcinha, a mini saia e o cropped. A Cellina parecia estar se deliciando vendo a transformação. Na hora que me olhei no espelho, gelei. Eu estava linda, de fato uma mulher mesmo. Minha bunda preencheu a saia inteira, deixando a polpa pra fora. Na calcinha, meu pau nem fazia volume e, apesar de ser apertada e fio dental, era muito confortável e uma delícia sentir ela roçando no meu cuzinho. O cropped serviu perfeitamente; meus peitinhos faziam até um volume.
Cellina: nossa... você tá uma gostosa. Você foi feita pra ser puta, amiga. Tá gostando de finalmente estar onde sempre devia estar? Só vou dar uns toquinhos finais...
Eu: é... não é ruim...
Apesar de falar isso, o corpo me traía e falava a verdade. Fiquei empinando a bunda no espelho, impressionado com como aquela saia caiu bem em mim. Realmente parecia que eu fui feita para aquilo. Celina pegou as maquiagens dela e fez uma maquiagem rápida em mim: um blush, um batom rosa clarinho e uma sombra rosa clarinha. E o que já estava bom ficou perfeito. Celina me tirou do banheiro e me levou para a sala, onde Bia estava abrindo um vinho. Quando Bia me viu, logo falou:
Bia: meu Deus do céu... estávamos certas. VOCÊ FICOU PERFEITA, muito melhor que aquelas suas roupas de homem. Sua bunda ficou perfeitaa, e seu pintinho nem marca na calcinha kkkkk, que fofo, é uma mulherzinha mesmo. Já consigo imaginar você de quatro, os machos vão ir à loucura.
Cellina: NÉ? A bunda dela tá uma delícia nessa mini saia. A partir de agora, sem roupas de homem feias pra você durante a viagem.
Eu: quê? E eu vou usar só essa roupa?
Bia: claro que não, né? A gente vai te vestir como suas irmãs mais velhas. Agora vamos ter um papo calcinha pra te ensinar a como ser uma boa menina.
Cellina: menina não, boa vadia.
Começamos a beber e conversar, mas principalmente beber. Elas pareciam estar fazendo complô para eu beber mais e ficaram falando muita putaria. Quanto mais me embebedavam, mais falavam coisas sobre homens, porque sabiam que eu ia aceitar mais, até que chegaram aos assuntos mais "sérios", de acordo com elas kkkk, como chupar um pau, que se ele gozasse na minha boca eu deveria sempre engolir, e que, quando eu fosse dar meu cuzinho, eu deveria ficar com a bunda empinada sempre, até que, quando eu já tava bem, bem bêbada, a Bia falou:
Bia: agora que você já tá bem putinha, você tem que perder o cabacinho desse cuzinho com um cara bem pauzudo pra ele te arrombar bem gostoso.
Eu: o queeee??? (Eu realmente estava muito bêbada e já estava bem à vontade.) Nemmmm, se um homem do tamanho do pau do Pedro for foder meu cu eu vou morrer, véi. Nem fudendo que eu deixo.
Cellina: calma, putinha, mal começou e já quer estar nesse nível? Vamos treinar muito esse cuzinho antes de você dar pra um pauzudo de verdade.
Eu: treinar? Como assim treinar?
Bia: treinar essa bunda pra receber pau, né!
Eu: kkkkkkkkk e como isso funcionaria?
Minha cara de calma quebra quando a Bia tira um plug anal de metal com um coraçãozinho roxo na ponta. Saio do sofá para tentar fugir, mas, por conta da bebida, caio no chão. Cellina rapidamente sobe em cima das minhas costas e eu, que não sou muito forte, perco todos os movimentos da parte superior. Bia rapidamente se abaixa e nem se dá ao trabalho de tirar a saia, de tão curta. Ela só puxa minha calcinha pro lado. Eu começo a espernear desesperado.
Bia: calmaaa, amiga, eu usei antes de dar pro Marcos, é bem gostosinho.
Cellina: é, amiga, e já vou falar logo pra você: o Pedro falou que está aqui por perto e, se você não se comportar, ele que vai vir aqui alargar seu cuzinho.
Diante dessa ameaça, desisti de resistir.
Bia: agora simmm, você vai ver que é muito bom, amiga. Seu cuzinho rosinha vai se acostumar rapidinho.
Ela enfia e, no momento que para de falar, de imediato já sinto a dor e começo a choramingar e reclamar.
Cellina: calma, putinha, já já melhora.
Bia começa a tirar e enfiar o plug enquanto dá tapas na minha bunda, e devagarinho a dor vai virando prazer, e começo a rebolar.
Bia: sabia que essa raba não ia decepcionar.
Cellina segura meu cabelo, puxando minha cabeça pra cima, forçando eu a não conseguir esconder meus gemidos, até que Bia começa a enfiar ainda mais rápido. Não consigo me conter e acabo gozando muito.
Cellina: agora sim você é uma menininha de verdade, gozando levando no cuzinho.
Depois disso, todas nós estávamos mortas. Tomamos banho juntas e a Bia me deu uma camisolinha bem transparente pra dormir. O resto da viagem foi bem tranquilo, com as meninas me vestindo de menininha todo dia. Cheguei até a pegar marquinha no rabinho.
Enfim, amores, espero que tenham gostado da história. Deu muito trabalho pra escrever kkkkkkkkkk. Tomara que tenham gostado bastante. Beijosss e até as continuações.