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AS AVENTURAS DE DANIEL: FACÇÕES RIVAIS, O DOMINADOR DE CU ESTÁ DE VOLTA (EPISÓDIO 21)

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Um conto erótico de Jackson
Categoria: Gay
Contém 4767 palavras
Data: 27/06/2026 16:39:32
🤖 Texto produzido com auxílio de inteligência artificial

Continuação da história…

Ponto de Vista do Alan:

A noite do lançamento do carro novo tinha sido um estalo na minha mente. Eu tinha quebrado três capangas de uma facção rival no braço, mantido o meu trono no crime e, no final, tive a foda mais avassaladora da minha vida com o Daniel em cima daquela mesa de madeira. O surfista de trinta e cinco anos tinha algo que me arrancava o juízo. Pela primeira vez, encontrei um homem que não tinha medo da minha carcaça de mais de cem quilos e que sabia como dominar o meu vício ninfomaníaco no pelo, sem camisinha, me entregando o êxtase que eu precisava.

Mas o passado é um bicho maldito que não morre. Bastava eu fechar os olhos na solidão do meu quarto para os flashes do Murilo voltarem. Aquele desgraçado casado me transformou nisso: um masoquista solitário e dependente da pica dele.

Naquela mesma madrugada, deitado na cama recebi a mensagem dele. Ele estava furioso no interior, sabendo que os rivais tentaram crescer para cima da minha concessionária. Respondi rindo, contando que enchi eles de porrada. O Murilo, com aquela audácia doentia dele, digitou: *"Você fica muito gostoso pagando de valente, Alan. Lembra daquela vez que a gente quebrou uma gangue na esquina e a adrenalina foi tanta que eu te arregacei de quatro no escuro da rua?"* Respondi apenas: *"Bons tempos, caralho"*. Fui dormir com o pau latejando.

No dia seguinte, voltei do almoço e travei na entrada da concessionária. Estacionada na vaga onde o Murilo costumava parar a moto dele, estava uma Ferrari vermelha zero quilômetro. Meu coração deu um solavanco no peito.

— Chefe... tem um cara te esperando na tua sala privativa — o recepcionista falou, com a voz baixa. — Ele entrou feito o dono da porra toda.

Subi as escadas com as pernas pesadas, a adrenalina correndo fria. Abri a porta de madeira maciça. Sentado na minha cadeira de couro, com os pés em cima da mesa e um sorriso cínico nos lábios, estava ele. O Murilo.

— Tô de volta, caralho — ele soltou, a voz grossa ecoando na sala.

— Porra, cara... você por aqui? — respondi, sem fôlego.

O Murilo se levantou. Ele estava monumental. Vestia uma camisa polo preta justa que marcava os braços gigantescos e o peito definido. Ele avançou e me fechou num abraço brutal, daqueles que apertam as costelas até tirar o ar. Ficamos assim por dois minutos, com os peitos colados, sentindo o calor um do outro após meses de distância física.

— Caralho, irmão... você andou puxando ferro pesado lá no interior? Tá maior — comentei, afastando o corpo e passando a minha mão pelos ombros robustos dele, sentindo os músculos rígidos por baixo do tecido.

— Tive que botar o shape pro crime, Alan — ele deu uma risada sacana, os olhos escuros dele descendo direto para o volume da minha calça de terno. — Mas você também tá uma delícia de coroa, hein? Tá mais gostoso desde que eu saí.

Mudamos de assunto antes que eu perdesse o controle do meu próprio rabo ali mesmo. Sentamos para conversar. O Murilo me contou que tinha montado uma rota lucrativa no interior junto com a esposa dele. O meu semblante fechou na hora. Ouvir falar daquela mulher sempre me dava um nojo absurdo. Mas ele percebeu a minha cara e confessou: *"Depois da nossa conversa de madrugada, Alan, eu não consegui dormir. O meu pau ficou estalando com a lembrança do teu rabo. De manhã cedo inventei uma mentira para a minha mulher, disse que você estava sendo ameaçado pelas facções e que eu precisava voltar para a cidade grande para segurar o rojão. Vim voando só para te ver, caralho"*.

Caminhamos pelo showroom para eu mostrar o progresso da loja legítima. O Murilo andava com a mãozona espalmada na minha cintura, uma demarcação de posse na frente de todo mundo.

Meus capangas, que fingiam ser mecânicos e vendedores, olhavam de canto de boca com sorrisos cúmplices. No nosso submundo, todo mundo sabia que o Murilo me quebrava de quatro no sigilo; não havia julgamento, a putaria ali era liberada.

— Caralho, chefe Murilo! — um dos meus homens gritou da oficina, rindo alto. — O Alan sentiu tanto a sua falta que passava o dia trancado batendo punheta pensando na tua rola!

O Murilo me olhou de lado, os olhos brilhando de puro sadismo.

— É mesmo, Alan? Pois hoje à noite eu vou cobrar o preço de cada punheta dessa.

Cheguei em casa às dez da noite, completamente esgotado. Tinha passado a tarde carregando fardos de pó e organizando os esconderijos nas picapes da loja, os meus músculos de cinquenta e quatro anos estavam moídos e eu estava ensopado de um suor forte, azedo de esforço físico.

Assim que abri a porta da frente, vi a luz da cozinha acessa. O Murilo estava encostado na pia. Estava sem camisa, exibindo o peitoral malhado, coberto por uma camada leve de suor por causa do calor da noite, e vestindo apenas um shorts de basquete largo. Deu para notar de primeira que ele estava sem cueca; o pau dele fazia um balanço pesado por baixo do pano a cada movimento que ele dava.

— Os caras da oficina me falaram que você passou o dia na correria da carga, Alan — a voz dele veio mansa, apontando para a mesa cheia de caixas de comida japonesa. — Sei que você não comeu nada. Comprei isso para a gente.

O meu coração amoleceu. Ver aquele brutamontes do crime se preocupando com a minha janta me desarmou por completo. Avancei no automático e dei um selinho demorado na boca dele. O Murilo retribuiu, puxando o meu lábio inferior com os dentes. Nos afastamos rápidos, a tensão sexual pós-selinho deixando a cozinha pesada. Ficamos meses longe; a intimidade física estava ali, mas a mente travava no receio de como recomeçar.

Jantamos quase em silêncio. Fui para o banheiro, tomei uma ducha rápida e voltei para a sala vestindo apenas um shorts de moletom cinza, sem camisa, deixando o meu peito largo e maduro exposto.

Peguei uma garrafa de uísque e servi dois copos. Sentamos no sofá de couro.

O Murilo se aproximou devagar. Ele deitou a cabeça pesada dele no meu ombro e começou a fazer um cafuné lento no meu cabelo. Passei o meu braço robusto pelos ombros dele, retribuindo o toque. O calor da pele dele e o movimento dos dedos no meu couro cabeludo foram o gatilho. O pau do Murilo acordou por baixo do shorts de basquete, armando uma tenda imensa. Eu não conseguia mais olhar para a TV; os meus olhos estavam travados no volume da rola dele.

— Vai ficar só encarando o meu pau, Alan? — o Murilo cochichou, a voz rouca colando no meu pescoço, a respiração dele mudando de ritmo. — Tô morrendo de saudade de sentir essa tua boca de puto engolindo a minha pica até o talo.

Nos viramos na mesma hora. O Murilo me prensou no encosto do sofá e cravou a língua na minha boca, um beijo bruto, molhado, cheio de dentes e saliva de quem estava com o tesão acumulado há meses.

Subi no colo dele, ficando por cima, e desci a boca direto para o peitoral dele, chupando os mamilos dele com força, sentindo o gosto salgado da pele malhada. O Murilo soltou um gemido grave, arqueando a coluna no sofá, o corpo inteiro dele arrepiando.

— Vamos para o quarto, caralho... a cama é melhor — resmunguei, a boca babada de tesão.

Arrastamos os corpos para o quarto principal. Joguei o meu shorts no chão e deitei de bruços na cama king-size, empinando a minha bunda de mais para o alto, abrindo as pernas e esperando pelo abate do meu dono. O Murilo veio por trás feito um bicho faminto. Ele desceu a boca direto no meu cu, desferindo lambidas profundas, molhadas, que faziam o meu corpo inteiro tremer no colchão. O desgraçado era casado com uma mulher, mas sabia lamber um cu de macho como ninguém.

Ele subiu em cima de mim, deitando o peito malhado nas minhas costas, esfregando o pau ereto entre as minhas nádegas. Ele colou a boca na minha orelha e sussurrou com sadismo:

— Caralho, que saudade desse corpo... que tal a gente quebrar as regras como nos velhos tempos? Pede rola, Alan... implora pela pica do teu macho, vai.

— Vai, caralho! Me fode, Murilo! — urrei contra o travesseiro, o meu rabo piscando de desejo. — Enfia essa pica em mim, esse cu é todo seu, porra!

Peguei o tubo de lubrificante no criado-mudo e joguei para trás. O Murilo pegou o frasco, derramou uma quantidade generosa na palma da mão passou no pau. Ele se posicionou e empurrou a rola de uma vez para dentro do meu rabo.

O pau entrou deslizando, mas o Murilo travou o movimento na hora, os olhos dele estreitando no escuro.

— Espera aí... esse teu cuzinho tá entrando fácil demais, Alan... tá bem aberto, caralho. Você andou levando rola de alguém na minha ausência?

O meu coração gelou. Pensei na pica de vinte centímetros do Daniel que tinha me estraçalhado na mesa do escritório no dia anterior.

— Claro que levei, Murilo... — joguei a real, sustentando a marra de submisso bem resolvido. — Eu sou um puto ninfomaníaco, caralho. Não fico sem pica no rabo só porque você foi embora.

O Murilo deu um tapa violento na minha nádega esquerda, o estalo ecoando no quarto.

— Caralho... agora você vai ter a rola do dono de verdade — ele começou a dar estocadas rápidas, profundas, segurando os meus quadris com força de bicho. — Eu gosto assim, de puto safado que assume que é tarado por rola. Espero que o meu substituto tenha cuidado bem desse rabo.

Ele me colocou na posição de quatro, pegou o meu cabelo grisalho com força, puxando a minha cabeça para trás, e começou a desferir palmadas brutais na minha bunda a cada socada de quadril.

— Recebe a pica do teu macho, Alan! o suor dele pingando nas minhas costas.

— Isso, caralho! Me arromba porra! Soca com força! — eu urrava de prazer, entregando o meu corpo por completo ao ritmo destrutivo dele.

O Murilo me virou de frente, na posição de frango assado, puxando as minhas pernas robustas até os meus ombros e voltou a enfiar o membro, deitando o peito dele por cima do meu, colando o pescoço no meu.

— Por que essa bunda tá tão gostosa, Alan? Esse macho que te fodia... ele metia gostoso também? — ele perguntou, o ciúme disfarçado de safadeza.

— Ele me fodia igualzinho a você, Murilo... com o mesmo ódio — gemi, a saliva escorrendo pelo canto da boca.

— Caralho... que delícia saber que o meu puto safado tava sendo bem tratado na minha ausência — ele começou a morder o meu pescoço. — Mas aposto que você também sabe que eu tenho um macho lá no interior para comer o cu dele, né? Você me conhece. Eu não ia aguentar meses sem rasgar um rabo de macho no sigilo.

— eu conheço o teu vício — falei, o quadril dele bombando devagar no meu rabo para matar a saudade. — Me fala como é o cu desse cara que você fode lá.

— É o meu braço direito no comando da rota, Alan... o cara tem o corpo parrudo, do jeito que eu gosto, e o cu dele é um fogo puro, quentinho — o Murilo deu uma estocada profunda, travando o pau lá no fundo. — Mas me fala você... a rola desse parceiro que te comeu aqui em São Paulo... é maior que a minha?

Olhei bem no fundo dos olhos dele e joguei a verdade para moer o ego do meu carrasco:

— É maior sim, Murilo. O cara tem uma tora de vinte centímetros que sabe foder como ninguém.

O Murilo arregalou os olhos, o rosto dele mudando de expressão, o ciúme explodindo na cabeça dele.

— Caralho... isso me dá um tesão do caralho... saber que esse teu cu levou pica grande enquanto eu tava longe — ele voltou a meter com uma violência absurda, me prensando no colchão até nós dois travarmos as pernas e gozarmos juntos em perfeita sincronia. Vários jatos de porra voaram no meu peitoral.

Dormimos grudados, com as peles coladas pelo suor, como um casal de verdade.

No dia seguinte, estávamos na cozinha tomando café da manhã em silêncio, quando o celular do Murilo em cima da mesa começou a tocar numa chamada de vídeo. Era a esposa dele. Atendeu na hora. Vi a tela: a mulher começou a fazer declarações de amor e a dizer que estava com saudades do "maridinho". O Murilo mudou a voz na hora, agindo como o homem de família perfeito, devolvendo as frases românticas.

O meu estômago revirou de nojo e o meu apetite sumiu no mesmo segundo. A ilusão desabou. Lembrei que, por mais que a foda fosse maravilhosa, eu continuava sendo apenas o brinquedo sexual de rodada dele, a diversão de sigilo enquanto a vida real dele pertencia a uma mulher. Para piorar a humilhação, o Murilo virou a tela do celular na minha direção do nada, sem me perguntar se eu queria.

— Olha aqui, amor, o Alan tá aqui comigo tomando café, tá me ajudando a resolver as pendências da firma — o Murilo falou pro celular.

Tentei soar o mais natural possível, mas a falsidade estava estampada no meu rosto.

— Oi... tudo bem? Ele tá ajudando bastante sim — forcei um sorriso falso de doer o maxilar.

— Cuida bem do amor da minha vida, hein, Alan! — a mulher falou do outro lado da tela antes de desligar.

Assim que a chamada caiu, o meu rosto fechou num nível de ódio puro. O Murilo notou a minha desaprovação por ter estragado a calmaria da nossa manhã com a fachada do casamento dele. Levantei da mesa num pulo e peguei as chaves do meu carro.

— Espera aí, Alan, eu vou com você para a concessionária — ele falou, se levantando.

— Pega a porra da Ferrari que você trouxe e vai sozinho, Murilo. Não entra no meu carro — respondi, rústico, batendo a porta da frente com força.

Caminhei até a empresa com o sangue fervendo. Assim que entrei no meu escritório, fui direto para o cofre e peguei uma carreira de pó puro para tentar anestesiar o meu estresse e a minha humilhação. Eu estava farto de ser o capacho daquele homem.

No meio da tarde, eu estava revisando os relatórios de vendas quando a porta do meu escritório abriu. O Murilo entrou com as mãos nos bolsos, tentando fingir demência.

— Por que você tá bravinho de novo, Alan? — ele soltou, cínico.

— Chega, Murilo! — levantei da cadeira, batendo as duas mãos na mesa. — Não vem se fazer de coitado que eu tô puto com você. Fazer aquela palhaçada com a tua mulher logo de manhã cedo... vai se foder, caralho! Eu não sou palhaço de família tradicional.

— Cara, não vem dar uma de otário agora — o Murilo avançou, a voz dele engrossando, a postura de chefe do crime voltando. — Você sabe muito bem que eu sou casado, porra. Eu não vou largar a minha mulher e a minha estrutura para assumir um homem pro mundo. Você aceitou o nosso trato sabendo disso.

— Quer saber? Pega as tuas malas, sai do meu apartamento e vai morar num hotel! — gritei na cara dele. — Você tá cheio da grana da rota do interior, não precisa ficar mendigando teto na minha casa. Some!

O Murilo trancou o maxilar de ódio, me encarou por cinco segundos em silêncio e saiu batendo a porta do escritório com força. Peguei o meu copo de uísque e joguei na parede, o vidro estourando em mil pedaços no carpete. Passei a tarde trancado, fritando de raiva. Quando cheguei em casa à noite, vi que as malas e as roupas dele tinham sumido. Senti um alívio misturado com um vazio desgraçado no peito.

No dia seguinte, fui trabalhar normalmente. O Murilo passou a manhã sem mandar nenhuma mensagem. Mas logo após o almoço, a porta do meu escritório abriu novamente e ele entrou. Ele vinha com um papo furado sobre o refino das drogas e os novos lotes que iam chegar na oficina. Eu conhecia o sujeito: o Murilo não sabia pedir desculpas em palavras; ele usava o assunto de trabalho para ver se a gente voltava a se entender.

Aos poucos, sentindo a presença dele ali, fui baixando a minha guarda. Ele se aproximou da minha cadeira de couro, esticou aquelas mãos massivas e segurou o meu rosto com força, me obrigando a olhar para ele. O calor da pele dele me desarmou por completo. Eu odiava o poder que ele tinha sobre mim. Um brutamontes do crime como eu se rendendo por migalhas de afeto de um homem casado.

— Não fica assim com o teu macho, Alan... — ele sussurrou, o hálito roçando no meu cavanhaque. — Você sabe que eu preciso de você para respirar nessa cidade, e você precisa da minha pica. Agora fica de costas e me dá esse cuzão de uma vez.

— Agora não, Murilo... — tentei resistir, olhando para o relógio. — A equipe de marketing do Daniel tá para chegar a qualquer momento para a reunião de briefing.

— Vai me desobedecer agora, porra? — ele rosnou, a voz autoritária fazendo o meu cu piscar de puro tesão num reflexo involuntário.

Eu não conseguia dizer não para aquela voz. Virei de costas na mesma hora, apoiando os meus antebraços na mesa de madeira, ainda vestido com a calça de terno e a camisa social cinza. O Murilo desfez o cinto dele, abriu o zíper, baixou a minha calça até o meio das coxas e se ajoelhou no carpete. Ele enfiou a língua no meu cu com uma violência absurda, babando tudo enquanto batia uma punheta rápida no próprio pau até a rola ficar dura feito uma barra de ferro.

Ele se levantou, me puxou pela cintura com as duas mãos e enfiou o membro de dezenove centímetros direto no meu rabo, transando comigo ainda vestidos de terno. O tesão era surreal. Eu me entregava ao prazer doentio daquela posse, enquanto o Murilo me puxava pelo cabelo grisalho, desferindo estocadas violentas que faziam a mesa de madeira estalar.

*CLIQUE.*

A porta do escritório abriu sem o trinco eletrônico estar trancado. Era o meu recepcionista. O Murilo parou o movimento na hora, mantendo o pau enfiado no meu rabo por baixo das calças amassadas.

— Que porra você quer aqui, caralho?! — o Murilo gritou, virando o rosto com os olhos injetados de ódio.

O recepcionista travou na porta, empalidecendo ao ver a cena explícita de dois chefes de terno colados por trás da mesa.

— Chefe Alan... desculpa... tem um cara ali fora na recepção, o Daniel do marketing... ele disse que tem uma hora marcada com o senhor agora.

— Tá certo, porra! — respondi, a voz trêmula, tentando recuperar o fôlego. — Pede para ele esperar cinco minutos na sala de espera que eu já chamo. Fecha essa porta!

O funcionário bateu a porta correndo. O Murilo deu mais três bombadas rápidas e violentas no meu rabo, despejando o pré-gozo lá dentro, sem qualquer pudor de ter sido pego pelos capangas da concessionária. Para eles, a nossa sacanagem era normal.

Puxei o meu corpo para fora da pica dele e comecei a abotoar a minha calça social com as mãos trêmulas de nervoso.

— É melhor você sair pelos fundos, Murilo... eu tenho que atender o cara agora — falei, ajeitando a gravata, notando que a minha camisa social estava visivelmente molhada de suor nas costas. — Você é um desgraçado, quando quer foder não sabe esperar.

De repente, antes do prazo de cinco minutos acabar, a porta correu. O Daniel entrou na sala com uma pasta de couro na mão.

O silêncio que se instalou na sala foi de morte. O Daniel parou no meio do carpete, os olhos verdes escuros dele arregalados, focando no meu rosto suado, na minha camisa social amassada e no Murilo, que ainda estava fechando o cinto da calça na frente dele. O cheiro de porra, suor e sexo evaporava no ar condicionado da sala. O flagrante foi total. O Daniel ficou com uma cara de total espanto e desapontamento, o ego de alfa dele estalando na hora.

*Puta que pariu... tô lascado.* — o pensamento martelou na minha mente, sentindo o suor frio descer pela nuca. *O Daniel vai ficar puto comigo.*

O Murilo, com aquele cinismo de mafioso veterano, deu um passo à frente, esticou a mão e cumprimentou o Daniel com um sorriso de lado.

— Prazer, sou o Murilo, sócio do Alan na distribuidora. Essa parte de marketing digital eu deixo toda nas mãos dele. Já estou de saída. Bom trabalho para vocês.

O Murilo saiu do escritório piscando para mim de lado. Mas antes de fechar a porta, vi no rosto dele que ele tinha sacado tudo: o Murilo percebeu, pelo jeito imponente e pelo físico de surfista trincado do Daniel, que era aquele homem de trinta e cinco anos que estava arrombando o meu cu na ausência dele.

Ficamos apenas nós dois na sala. O climão era insuportável. Aproximei-me para cumprimentar o Daniel com um aperto de mão, mas quando os nossos dedos se tocaram, senti o corpo do surfista rígido, um desconforto absurdo exalando dele. Eu estava numa enrascada em dose dupla.

A reunião seguiu no mais puro profissionalismo mecânico, mas o olhar do Daniel era puro gelo, uma decepção profunda que cortava o meu peito. Assim que ele fechou a pasta para ir embora, eu não aguentei a culpa.

— Espera, Daniel... não vai embora assim — pedi, dando um passo na direção dele. — A gente precisa conversar sobre o que você viu aqui... eu posso explicar...

O Daniel parou perto da porta de vidro, arrumou o paletó cinza dele com uma frieza que me deu um soco no estômago e me olhou bem no fundo dos olhos.

— Não precisa explicar absolutamente nada, Alan. O seu sócio... o seu dono voltou para a cidade, tá bem claro. Eu não vou ficar no meio de vocês dois. Passar bem.

Ele bateu a porta e sumiu pelo corredor. Fiquei paralisado, sem palavras, olhando para o vazio. Percebi que tinha agido exatamente como no passado: sendo o capacho perfeito para as manipulações emocionais do Murilo, abrindo as pernas no primeiro estalo de voz dele e jogando no lixo o homem com quem eu realmente me sentia seguro. Com o Daniel, eu não era um brinquedo de sigilo; eu me sentia homem de verdade, respeitado. Olhei para a mesa de madeira e soltei um rugido de ódio: *"O que é que eu faço, caralho?! Eu quero viver esse amor com o Daniel, mas eu não sei como me livrar dessa maldita dependência emocional que eu tenho pelo Murilo!"*

Ponto de Vista do Murilo:

Desci as escadas da concessionária com as mãos nos bolsos e o sangue fervendo de ciúme. De início, eu achei que o parceiro que o Alan arrumou em São Paulo seria um cara qualquer, mas quando apertei a mão daquele tal de Daniel do marketing... puta que pariu. Senti a energia de macho dominador do surfista na hora. O cara tem trinta e cinco anos, o físico rasgado, os olhos verdes escuros injetados de posse e um porte de alfa que não abaixa a cabeça para ninguém. O tipo perfeito de homem que o Alan gosta para ser destruído.

*Se esse surfista de merda acha que vai continuar usando o rabo do meu puto, ele tá muito enganado.* — pensei, trancando os dentes de raiva enquanto entrava no hotel de luxo onde eu estava hospedado.

Peguei a minha mochila com as minhas armas e voltei para o apartamento do Alan de chave cópia. Assim que joguei as coisas no sofá, o meu celular começou a vibrar numa chamada da minha esposa.

Atendi já preparado para a cobrança.

— Murilo! Você tá fudido! — a voz dela veio num grito histérico de pavor. — Os caras da facção rival descobriram que você viajou para a capital. Eles invadiram os nossos galpões de refino aqui no interior, tomaram todas as rotas e o chefe deles botou a tua cabeça a prêmio por dez mil reais entre os capangas! Se você pisar no interior de novo, eles vão te linchar e queimar o teu corpo! Não volta para cá, caralho!

Desliguei a chamada, sentindo o chão sumir debaixo das minhas botas.

— Puta que pariu... agora a casa caiu de verdade — resmunguei, andando de um lado para o outro na sala de luxo do Alan. — Vou ter que passar uma longa temporada escondido aqui na capital até organizar os meus homens e retomar a rota no chumbo.

Duas horas depois, a porta do apartamento abriu. O Alan entrou com a cara trancada de estresse, as chaves na mão. Ele parou na sala e me encarou com ódio.

— Porra, Murilo... eu não tinha falado para você pegar as tuas malas e sumir da minha casa, caralho? O que você tá fazendo aqui ainda? — ele rosnou, tentando pagar de marrento.

O meu ciúme pelo Daniel e o pânico de ter perdido o meu comando no interior se fundiram numa fúria cega. Avancei até o Alan feito um trem desgovernado, encurtando a distância e travando o meu corpo de mais de noventa quilos contra o peitoral dele.

— Você tá de sacanagem com a minha cara agora, Alan?! — gritei, segurando ele pelo colarinho da camisa. — Esqueceu com quem você tá falando, porra? Esqueceu que quem manda nessa porra desse relacionamento sou eu? Você é o meu puto desde que montamos esse império, caralho!

O Alan arregalou os olhos, a carcaça dele travando na hora, a submissão psicológica dele respondendo ao meu comando. Ele ficou calado, engolindo em seco, completamente rendido ao meu tom de voz.

Aproximei a minha boca da orelha dele, sentindo o cheiro do suor do expediente dele misturado com o perfume, e sussurrei com toda a malandragem do crime:

— Você é o meu puto safado, Alan. Mais cedo aquele funcionário de merda interrompeu a foda bem na hora que eu estava socando a minha rola no teu rabo. Eu passei o dia inteiro com o pau estalando de ciúme daquele surfista de merda, esperando o momento de colocar todo o meu leite quente dentro desse teu cuzão.

Senti o corpo do gigante inteiramente arrepiar nos meus braços, os mamilos dele marcando na camisa social. Ele estava totalmente entregue à minha manipulação.

— Agora tira a porra dessa roupa toda e deita naquela cama de barriga para baixo, caralho! Anda! — ordenei, batendo na bunda dele.

O Alan não hesitou. Tirou a calça, desabou na cama de casal e escondeu o rosto no travesseiro, empinando aquele rabo imenso, peludo e maduro para mim. Ver aquele homem daquele tamanho, que comanda uma rede de concessionárias e deita capangas no soco, agindo como um cachorrinho obediente na cama me deu uma descarga de tesão subumana. Minha esposa se opunha a mim no interior, mas aqui, com o Alan, eu era o macho alfa dominador supremo.

Peguei o lubrificante, joguei um monte na minha pica e empurrei de uma vez só no rabo dele, sem camisinha, no pelo.

— Ahhhhhh, Murilo! — o urro dele abafou no travesseiro.

Comecei a dar estocadas brutais, violentas, socando o meu quadril com toda a força contra as nádegas dele. Deitei o meu corpo por cima do dele, ouvindo os gemidos abafados de dor e prazer que ele soltava a cada soco. O meu ciúme do Daniel me fez perder o controle; eu queria marcar o território, queria que o rabo dele lembrasse quem era o dono de verdade.

— Então é aquele surfista de merda que andou te dando rola na minha ausência, Alan?! Fala, caralho! — rosnei no ouvido dele, bombando com ódio.

— É... é ele sim, Murilo... ahhhh... fode o meu cu, vai! Me rasga! — o Alan gemia de tesão no lençol,

completamente escravizado pelo meu ritmo.

Apertei o passo, dando bombadas rápidas que faziam a cama inteira estalar contra a parede, até que o meu pau expandiu ao limite. Dei três estocadas longas, no rabo dele, e gozei litros de porra quente lá dentro, inundando o cu do coroa. O Alan deu um último grito, descarregando a porra dele direto no lençol da cama.

Desabamos lado a lado, os peitos subindo e descendo, completamente ensopados de suor e porra. O Alan se moveu devagar no colchão, passou o braço robusto pelo meu pescoço e me puxou para um abraço apertado, colando o rosto no meu peito. Eu passei a mão no cabelo grisalho dele, sabendo que a mente daquele gigante continuava trancada na minha coleira, mas com o pavor de saber que o Daniel não ia desistir daquele rabo tão fácil.

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