Meu nome é Marcos e sou casado com Luciana há 9 anos. Somos jovens, eu com 37 e ela com 32. Somos do interior de Curitiba. Temos várias fantasias que desejamos realizar, e essa foi, até hoje, uma das experiências mais marcantes que vivemos.
Ela é branca, dona de pernas e de uma bunda maravilhosas, seios lindos e rosados, rosto delicado e uma boca irresistível.
Sempre soube que Luciana despertava algo diferente dentro de mim quando vestia roupas mais curtas. Mas, naquela noite, em Curitiba, percebi que não era só comigo.
Decidimos assistir a um filme em um shopping da cidade. Antes da sessão, paramos em um bar e tomamos umas cervejas para relaxar. Ela vestia um vestido preto justo, sem alças, que valorizava suas curvas e deixava suas pernas em evidência. Era impossível não notar como chamava atenção.
Enquanto caminhávamos pelo corredor do cinema, percebi alguns olhares discretos acompanhando sua passagem. Ela resolveu ir com uma saia muito curta e um decote na blusa, de modo que os seios quase saltavam para fora da roupa. Ela também percebeu. Em vez de demonstrar incômodo, apenas sorriu de canto, segurou minha mão e continuou andando com confiança.
Quando fomos escolher nossos lugares, eu escolhi o final da sala, no canto direito. Entramos na sala e pude perceber dois rapazes do outro lado, no lado esquerdo (acho que eram gays), e um casal no centro da fila. As luzes começaram a se apagar e, antes mesmo dos trailers terminarem, ela se aproximou de mim, encostando o corpo no meu. De vez em quando olhava para a tela, mas logo voltava os olhos para mim, como se soubesse exatamente o efeito que causava.
Minha esposa sabe que, quando eu beijo de língua, fico com uma excitação gostosa e não se fez de rogada. Passou a mão por cima da minha calça e, entre nossos beijos e amassos, já fui sentindo a mãozinha dela me procurando dentro da calça. Eu facilitei um pouco para ela e abri minha calça, onde ela já pôde ver minha excitação em estar ali naquele escurinho. Eu, atento, observava os demais ali dentro; tínhamos uma vista privilegiada por estarmos ao fundo da sala. Em nossa fila, que era a última, não tinha ninguém. Até aí, tudo bem, nada demais acontecia, apenas beijos e carícias.
Voltando a atenção para minha esposa, que já estava punhetando levemente meu pau e beijando meu pescoço, ela dizia que queria chupar o meu pau bem ali no escurinho. Deu uma olhada em volta e foi se abaixando até começar a lamber meu pau. Eu estava me deliciando com a língua da minha esposa e, ao mesmo tempo, atento às outras pessoas. Não queria cortar o clima, pois estava delicioso sentir aquela boquinha começar a me chupar com carinho e sem pressa. Ela colocava meu pau em sua boca, fazia uma leve pressão e ia sugando o que conseguia. Aquilo estava realmente muito bom, confesso. Eu, com uma das mãos, conduzia a chupada dela segurando seus cabelos e, com a outra, acariciava parte de sua bunda. Ela parecia gostar de sentir minha carícia em seu corpo.
Em um dado momento, estava eu em delírio com o oral que minha esposa me fazia, de tão gostoso que estava. Quando voltei a me orientar, percebi que o olhar do casal tinha sua atenção voltada para o que estávamos fazendo. Eu me curvei um pouco e disse para minha esposa que estávamos sendo assistidos. Ela simplesmente balbuciou um “uhumm”, com meu pau ainda em sua boquinha. O cara não dividia a atenção entre o filme e nós; ele ficou encarando o que fazíamos e pude reparar que ele já tinha as mãos por cima do pau. Sua esposa tentava disfarçar, mas olhava mais para nós do que para o filme. Provavelmente estavam sentindo tesão com a cena. Foi quando eles se levantaram, chegaram algumas cadeiras mais próximas de nós e se sentaram novamente, olhando mais de perto. Realmente, eles estavam excitados. Comentei com minha esposa, que apenas continuou mamando gostoso.
Ao se aproximarem, a esposa do casal ficou mais próxima e pude ver como ela estava. Ela usava um vestidinho de alças finas, com decote. Era loira e tinha os traços de uma mulher nova. No máximo, 28 anos.
Eram apenas quatro poltronas de distância entre mim e a mulher do cara. Quando olhei para eles novamente, a esposa do cara estava mamando ele também. Meu pau ficou mais duro ainda. Minha esposa parece que percebeu, parou o boquete e olhou. Ela estava de quatro, com a bunda virada para nós, quase que convidando-nos a nos aproximar. Minha esposa pegou minha mão e a colocou em seus seios. Ficamos ali, ela me masturbando e segurando minha mão sobre seus seios, olhando para o lado aquele lindo rabo de quatro e o cara olhando para a gente. Estávamos sem controle. Minha esposa tirou os dois seios à mostra, claramente para o cara ver… e falou no meu ouvido, me masturbando:
— Quer comer ela? É só chegar que eu coloco teu pau naquela buceta… Quer?
Eu, já ficando louco, falei que queria.
— Eu quero. Pegar aquele rabo na tua frente. Quer que eu coma ela?
-Ela fala: - Quero quero te ver comendo ela.
O cara virou a cabeça para cima e pareceu ter gozado. A mulher continuou chupando ele, e ele se contorceu na poltrona. O filme acabou. Eles rapidamente se levantaram e saíram andando de costas para nós. Fomos direto para casa e transamos várias vezes naquela noite, pensando e falando sobre o que poderia ter acontecido se aquele filme não tivesse acabado.