A Primeira Vez com Meu Filho
Eu sou a Katia. 42 anos, divorciada, loira fitness, seios grandes naturais, olhos claros. Sempre li contos e assisti vídeos de incesto online. Era meu segredinho. Mas nunca imaginei viver isso na vida real.
Se vocês quiserem me conhecer meu Instagram é Katia carter mendes ( tudo junto )
Nunca vi malícia no meu filho Gabriel, 18 anos, loiro, olhos claros, magro e lindo. Até aquele dia na praia com ele e minha filha.
Fomos comprar roupas de praia. Gabriel experimentou uma sunga branca bem justa. Quando saiu do provador, meu corpo reagiu antes da cabeça. O tecido branco marcava o volume do pau e das bolas dele de um jeito que me deixou molhada na hora. Senti o clitóris pulsar. “É seu filho”, pensei. Mas não consegui parar de olhar.
Depois eu provei um fio dental preto. Saí e perguntei a opinião dele. Ele corou forte, a sunga branca dele endureceu visivelmente.
— Mãe… você tá linda pra caralho. Meus amigos morrem de vontade de ficar com você.
Na praia, de óculos escuros, vi ele duro na sunga várias vezes. Senti calor entre as pernas e tentei ignorar. À noite, sozinha, li um conto de mãe e filho e me masturbei imaginando que era eu e Gabriel. Gozei forte duas vezes, gemendo o nome dele no travesseiro. A ideia ficou na minha cabeça.
Semanas depois, minha filha foi pro pai. Gabriel ficou comigo. Sugeri praia. Paramos pra beber caipirinha. Chegamos numa praia de nudismo. Fingi surpresa.
— Já que estamos aqui… vamos?
Entramos. Eu tirei tudo primeiro. Seios grandes livres, mamilos duros, buceta depilada. Gabriel olhou, ficou sem graça, o pau endurecendo forte dentro da sunga branca. Ele não tirou. Ficou na sunga mesmo.
— Eu… vou ficar de sunga mesmo — disse, corando.
Eu sorri leve.
— Tá bom, filho.
Entramos na água. Flutuamos pertinho, corpos nus roçando. A conversa foi ficando sensual, natural, esticada.
— Você tá lindo assim, filho. Corpo jovem, pele molhada…
— Mãe, você é perfeita. Seus seios, sua cintura… eu fico olhando sem querer.
A gente ria, bebia, a água batia nos corpos. O tesão subia. Eu olhei pra sunga dele marcando o pau duro.
— Tira a sunga filho.
Ele hesitou, mas concordou.
— Tá bom.
— Te ajudo — falei, me aproximando.
Minha mão resvalou no pau dele por baixo da água. Duro, grosso, quente. Dei uma risadinha leve.
— Acho que tem uma cobra do amor aqui…
Ele riu, surpreso e excitado.
— É… difícil esconder.
— Será que é grande essa cobra?
— É grossa — respondeu brincando, voz rouca.
Eu mordi o lábio inferior forte. Ele percebeu, ficou surpreso. A gente continuou conversando, agora ele completamente pelado na água. O pau dele balançava livre. A conversa foi ficando mais quente.
— Quais histórias você mais gosta de ler, mãe?
— Gosto de corno, de dominação… e de incesto também. Mãe e filho.
Ele respirou fundo.
— Eu também já li… já imaginei muitas coisas.
Não aguentei. Me aproximei, corpos colados na água.
— Você ficaria comigo se eu não fosse sua mãe?
Ele ficou nervoso, tímido, mas balançou a cabeça.
— Sim.
Eu segurei o rosto dele e beijei. Beijo intenso, línguas se enroscando, gemido meu, mão segurando o pau grosso dele debaixo d’água. “Nossa… segurei o pau do meu filho, grosso, médio, latejando. Tava louca de tesão.” Beijos molhados, mãos apertando, seios pressionados no peito dele. A gente ofegava.
— Não dá pra fazer aqui na praia…
— Vamos pro carro?
Saímos rápido. O SUV tinha vidros escuros. Entramos atrás. As toalhas caíram. Eu subi nele, sentei no colo.
Segurei o pau dele, posicionei na entrada da buceta molhada e sentei bem devagarinho.
— Segurei seu pau grosso… comecei a sentar bem devagarinho, sentindo ele entrar tudo em mim, abrindo minha buceta… Aiiii que gostoso, filho… tá me enchendo toda…
Ele gemeu alto, mãos na minha cintura.
— Aii mãe… sua buceta é tão quente e apertada…
Eu comecei a cavalgar devagar, rebolando, sentindo cada centímetro. Os sons molhados enchiam o carro. Meus seios grandes balançavam. Ele chupou um mamilo com fome.
— Isso filho… chupa o peito da sua mãe. Aiii que delícia… mama mamãe…
Eu cavalgava mais forte, gemendo sem parar.
— Gabriel… meu filho… que pau gostoso… ai ai ai você tá me fodendo tão gostoso…
Tava quase gozando. Falei ofegante:
— Amor… eu não tomo remédio, tá? Tem que gozar fora…
Ele beijou minha boca com desespero, gemendo:
— Aii mãe… tá tão gostoso… não quero parar!
— Não para, filho… eu vou gozar também!
Eu socava mais rápido e forte, rebolando pesado, sentando com tudo. Gozei forte, buceta contraindo no pau dele, e ele gozou junto, jatos quentes enchendo minha buceta. A gente ficou suado, abraçado, rindo nervoso.
— Meu Deus… a gente fez isso de verdade.
— Não conta pra ninguém, mãe.
— Sei, filho. Segredo nosso.
Eu perguntei:
— Você quer fazer mais?
Ele passou a mão nos meus seios suados, olhou nos meus olhos:
— Quero pra caralho.
A gente se beijou. Eu desci, chupei o pau dele, lambendo o gozo misturado, chupando até ficar duro de novo, babando bastante.
— Agora… quero no cuzinho.
Cuspi bastante na mão, passei no pau dele, deixando bem escorregadio. Posicionei o cuzinho apertado na cabeça grossa. Sentei devagar. Fiz uma carinha de dor misturada com sorriso.
— Caramba filho… pau grosso mesmo… tenho que sentar devagar…
Respirei fundo, sorrindo, e fui sentando bem devagarinho, sentindo ele abrir meu cuzinho centímetro por centímetro. Ele respirou fundo, segurou as duas nádegas minhas com as duas mãos, olhando nos meus olhos, olho no olho.
— Meu Deus… nunca comi um cuzinho…
Eu sorri olhando pra ele, começando a cavalgar devagar no cuzinho.
— Então se divirta… enquanto começa a cavalgar com o cuzinho agora pode comer o da mamãe sempre que você quiser.
Comecei a mordiscar e lamber o ouvido dele enquanto cavalgava. Ele segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou fundo, língua na minha boca, enquanto eu cavalgava no cuzinho e ele socava de baixo pra cima. O beijo era intenso, molhado, nossos gemidos misturados.
Enquanto eu cavalgava mais forte no cuzinho dele, o tesão e o proibido tomaram conta de mim. Eu olhei pro nada e fiz o desabafo em voz alta, quase pra quem estivesse lendo:
— Gente… nunca imaginei sentir isso. O proibido, o tesão, o perigo… foi intenso pra caralho. Meu filho com o pau grosso no meu cuzinho… eu cavalgando… meu Deus…
Eu estava quase gozando de novo. Falei ofegante, voz tremendo:
— Filho… eu tô quase gozando… quando for gozar me avisa… quero seu leitinho filho… quero tomar tudo…
Ele gemeu alto, socando mais forte no meu cuzinho.
— Tô gozando mãe… tô gozando!
Eu tirei devagar do cuzinho, desci rápido e caí de boca no pau dele. Olhei nos olhos dele enquanto ele jorrava. O leitinho saiu grosso, quente, branco, gostoso. Engoli a primeira jorrada, mostrei a boca cheia pra ele, com a porra grossa na língua, e engoli tudo, olhando nos olhos dele.
— Leite grosso gostoso pra caralho, filho…
A gente ficou mole, suado, ofegante, abraçado no banco de trás.
— Meu Deus… — eu disse, rindo baixo, ainda tremendo.
— Meu Deus… — ele repetiu, passando a mão no meu cabelo.
A gente ficou ali mais uns minutos, corpos colados, beijinhos leves, sentindo o cheiro de sexo e mar no carro. Depois vestimos as roupas devagar e dirigimos de volta pra casa em silêncio, mas com sorrisos bobos.
Gente, espero que tenham gostado. Foi difícil eu criar coragem pra começar a contar essas histórias. Por favor votem no conto pra me motivar a voltar a contar mais histórias da minha vida pra vocês.