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Conto 1: Quem come calado, come dobrado

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Um conto erótico de Theo Sante
Categoria: Gay
Contém 2408 palavras
Data: 28/06/2026 15:20:34

Meu nome é Theodoro e quando eu tinha por volta de 14 anos de idade, gostava muito de viajar nas férias para a casa dos meus parentes, que moravam em um sítio. Isso geralmente acontecia ao final de cada semestre e eu aproveitava bastante brincando com os meus primos Joel, Antônio, Samuel e Denis. O Samuel e o Antônio tinham 16 anos, o Joel era o mais velho, com 17, e o Denis já tinha quase 15. Eu era o mais novo. Era sempre uma algazarra quando nos juntávamos porque no espaço amplo próximo às casas era perfeito para a gente brincar de esconde-esconde, polícia e ladrão, queimada e futebol. Esse último era meu ponto fraco, então eu não gostava muito. Além disso, o Joel, por ser mais velho, sempre iniciava na escolha dos times e quase sempre me deixava de fora.

Nessa época, lembro que estava passando por algumas mudanças decorrentes da idade, e já havia até comentado sobre isso com o Denis, que era mais próximo a mim e sempre me fazia sentir à vontade para falar de tudo. Porém, eu sempre gostei de algumas brincadeiras mais voltadas para a vida sexual, só que não era de fazer nada muito explícito. Inclusive, fazia pouco tempo que a gente estava jogando videogame e tivemos uma conversa sobre paqueras na escola.

— E aí, Denis, e a escola? — perguntei iniciando a conversa.

— Tá indo bem, Theo. Só o que me pega é Português, — ele respondeu e acrescentou — por mais que eu estude, anote e preste atenção na aula, parece que minha mente não guarda os conteúdos.

— Ah... Sei bem como é. — eu disse — Mas no meu caso, o problema é Matemática.

— Pois você acredita que em Matemática eu até que sou bonzinho?! — ele riu.

— Mentira! Pois eu sou bom em Português, mas com números... — balancei a cabeça em negação.

— Então fechou! — Denis concluiu — Você me ajuda com português e eu te ajudo com matemática.

— Nas férias?! Tem certeza? — perguntei.

— Claro! Senão nas férias, quando? — Ele questionou — A gente só se vê nas férias mesmo. — e então foi possível notar um tom de pesar na fala de Denis.

— Pois trato feito. Até o final das férias, a gente se ajuda — concluí.

Assim, tendo resolvido nossa primeira questão referente à escola, prosseguimos:

— Mas e além dos problemas com as matérias, tem mais alguma novidade da escola? — deixei minha curiosidade falar um pouco. Sempre fui considerado nerd na minha turma, mas nos últimos meses minha atenção se voltou um pouco para quem estava à minha volta. E nisso comecei a me pegar prestando atenção nos meninos da escola. Não que isso fosse novidade para mim, porque antes eu já me sentia diferente em relação a muita coisa. Como por exemplo, o fato de que quando a gente ia jogar futebol, o Joel usava sempre o mesmo shortinho de tecido mole, que marcava bem as coxas e o bumbum dele. O Samuel e o Antônio eram quase da mesma altura que o Joel e também usavam shortinhos, mas só me chamavam atenção quando acontecia deles caírem em campo. Só que isso nunca me prendeu a atenção como agora. Bom, pelo menos não dessa forma. E eu notei que meu corpo expressava algumas reações físicas diante disso, como eu chegar a ficar de pau duro vendo meus primos ou alguns alunos de outras turmas na educação física. Antes, isso ficava só no campo das brincadeirinhas de meninos, mas agora...

— Tem uma menina da minha turma. O nome dela é Micaela. Mas a gente só deu uns beijinhos, nada demais — respondeu Denis. — E você?

— Bom... — comecei a responder quando fui cortado pela minha tia, mãe do Denis, avisando que ia à cidade com o pai dele fazer compras para o almoço. Em seguida, concluí:

— Não sou bonito e nem interessante o suficiente pra essas coisas.

Terminamos a partida, o meu primo se virou de frente para mim, olhou nos meus olhos e disse:

— Theo, você não devia dizer isso. Eu tenho certeza que alguém se interessa por você.

Ouvir isso do Denis me trouxe uma sensação diferente. Diferente do aconchego que eu sempre sentia quando estávamos juntos, como agora, no quarto dele, sentados na cama, jogando videogame. Minha reação foi corar e sorrir envergonhado.

— Que nada, Denis. O que eu tenho que chamaria a atenção de alguém?

— Bom, pra começar, você é inteligente e sabe português — soltei uma gargalhada ouvindo isso e ele me acompanhou.

— Para, porra, é sério!

— Tá, tá bom. Mas se for por isso, você sabe matemática, e aí?

— Você sabe português, se importa com as pessoas...

— Sim, Denis, mas as pessoas não veem a inteligência, né?

— Ih, é verdade.

— Claro que é. Olha pra você. Você é alto, tem a barriga bem sequinha, as pernas definidas...

— É porque eu jogo futebol, você não gosta — ele retrucou.

— É, eu sei. Então não tem como as meninas não te olharem e quererem te beijar.

Agora foi a vez dele de cair na risada.

— E acho que não só as meninas te querem, viu? — acrescentei.

— Olha, eu nunca prestei atenção nisso, mas...

— Mas...

— Mas a Micaela disse que uma amiga dela contou que um amigo dela vivia me observando mesmo. Bem na hora que eu tava voltando da quadra quando acabava o futsal.

— Olha aí. Eu tô falando.

— Ah, mas você também tem as pernas grossas, a barriga sequinha...

— Aí você tá forçando — respondi sem querer acreditar que ele me observava.

— Forçando nada, cara. Tô falando sério. Tu já se olhou no espelho?

Aquela conversa me animava, mas de uma forma diferente.

— Também tenho certeza que até os meninos da tua escola devem te espiar passando nos corredores.

— Nunca observei.

— Pois comece.

Em seguida, mudamos de assunto e fomos jogar mais videogame.

Depois que os meus tios chegaram, almoçamos e fomos deitar um pouco. Eu me hospedava na casa do Denis quase toda vez que chegava o período de férias. Os pais dele me tratavam como se fossem meus pais. Como o quarto do Denis só tinha uma cama de solteiro, eu podia dormir na sala. Mas a gente sempre colocava o colchão dele e mais um no chão do quarto para conversarmos ou jogarmos até dormir.

Os meus pais confiavam muito nos meus tios. O pai dele era irmão do meu. A mãe do Samuel e do Joel, e a mãe do Antônio eram irmãs do meu pai também. Todos me faziam sentir em casa. Quando a noite caiu, os pais do Denis foram dormir e nós ficamos conversando baixinho depois de mais algumas partidas de videogame. Do quarto dos meus tios não dava para ouvir nada, principalmente depois que eles se trancavam lá. O meu primo também tinha o costume de fechar a porta do quarto.

— Sabe, Theo, aquela nossa conversa de mais cedo, é tudo verdade. Eu te acho bonito e gentil. — Ouvir meu primo dizendo isso me deu um leve calafrio.

— Para de conversar bobagem, Denis — desconversei.

— É sério! E tem mais uma coisa que eu preciso te contar — O tom dele era cauteloso. Parecia que estava prestes a me contar algo sério.

— Pois você sabe como sou curioso. Conte logo.

— Além da Micaela, outra pessoa já me beijou também — continuou.

— Tá vendo? Eu te disse que você é interessante — nessa hora estávamos virados de barriga para cima enquanto conversávamos quase sussurrando. — Quem foi?

— O Tavinho, amigo dela, que tinha um crush em mim.

Fiquei um pouco eufórico pela naturalidade que o meu primo me contou isso, mas agi normalmente. Não queria passar a impressão de que eu não era confiável logo para ele, que era meu confidente. E era uma sensação muito agradável saber que poderia falar com o Denis sobre essas coisas. Ele sabia que eu era inseguro com meu corpo e já havia percebido em algumas brincadeiras entre primos que as meninas não me interessavam sexualmente.

— E como foi? Você gostou?

— Gostei. Inclusive, achei até que foi melhor que o beijo da Micaela — rimos baixinho.

— Pronto. Você já pode se gabar que tem duas pessoas interessadas em você e que você já perdeu o bv e eu não — não falei por mal, mas quando percebi, já havia falado.

— Então é mais uma coisa que eu posso te ajudar.

Não acreditei no que ouvi.

— Como é?! Como assim?!

— Posso tirar o seu bv se você quiser. — Disse ele subitamente. E eu, em um impulso maior ainda, respondi:

— Quero!

E de imediato senti a respiração de Denis ficando mais próxima até que senti o calor do seu corpo. Estávamos ambos sem camisa, só de cueca de dormir. Ele usava uma cueca boxer branca, que marcava o contorno do saco e do pau, e eu não conseguia tirar da memória porque tinha percebido desta vez que fui pra casa dele. Eu usava uma cueca slip vermelha. Não tínhamos vergonha ou pudor um do outro. Tomávamos banho juntos às vezes. Mas das últimas vezes que vim, meus tios pareciam evitar que Denis e eu tivéssemos tanto contato físico, como no banho por exemplo.

Logo que a pele quente do meu primo roçou a minha, meu corpo inteiro se arrepiou. Um arrepio bom. Ele então falou:

— Posso?

— Pode sim — respondi.

Senti seus lábios úmidos e quentes sobre os meus fazendo pressão suavemente. Em seguida, senti sua língua gentilmente pedindo passagem. Correspondi e me deixei levar por aquele momento. Ora, Denis era meu primo, meu amigo, que cresceu comigo e com quem tinha um laço forte. Quem melhor para eu dar meu primeiro beijo?

Ao beijá-lo, meu corpo inteiro estremeceu. Meus mamilos enrijeceram e ficaram bem durinhos. Eu não queria que aquele momento passasse! Mas com um leve estalo, nosso beijo se encerrou e voltamos à posição inicial.

— Obrigado, primo — não sei por que agradeci.

— Para com isso, primo, — respondeu ele — não precisa agradecer.

— Mesmo assim — corei. Fizemos uma breve pausa e ele rompeu o silêncio:

— E aí, gostou? — quis saber.

— Gostei sim.

— É sério. Gostou?

— Gostei muito. Mas... E você?

Nesse momento, Denis segurou minha mão e colocou por cima da sua cueca, me fazendo sentir todo o volume do seu pau, que estava completamente duro.

— Isso responde a sua pergunta?

Então, tomado por um ímpeto, afastei o cós da cueca dele e coloquei a mão por dentro da sua cueca. Já vi isso em alguns vídeos que os meus colegas de escola vez ou outra assistiam no recreio em seus celulares e tinha curiosidade de fazer.

— Porra, primo, assim minha pica não vai baixar nem tão cedo.

— Então agora é a hora de eu te retribuir o favor.

Num movimento rápido, me debrucei em um cotovelo e arrastei a cueca do meu primo para baixo. Nisso, o pau dele saltou para fora da cueca.

A situação escalou depressa e eu me percebi completamente excitado olhando a pica do Denis. Devia ter uns 17 centímetros de comprimento e uns 5 centímetros de circunferência. Quase um pau adulto. Lindo. Jamais vou me esquecer. A cabeça em tom bege, o corpo branquinho e na base alguns poucos pêlos, mostrando que o meu primo aparava. O saco dele era no mesmo tom que a glande e estava completamente liso.

Aquele cheiro diferente, aquele líquido viscoso que saía do pau do meu primo enquanto eu massageava a cabeça dele levemente... Comecei a ficar duro também e o tesão tomou de conta por completo quando aproximei o rosto e passei a ponta da língua na baba que a pica soltava.

— Ah... Primo... Põe na boca, vai — pediu Denis.

— Posso?

— É todo seu. Mama essa pica, vai primo.

Assim, eu comecei a chupar a cabeça do pau do Denis. Fazia alguns meses que ele havia feito uma cirurgia peniana para retirar o excesso de pele. Então seu pau ainda estava de certa forma sensível ao toque. Quando fechei a metade da pica na boca, o meu primo soltou um gemido apertado e abafado.

— Continua, por favor, não para não. — pediu ele.

Senti o quadril de Denis se mexendo devagar, enquanto seu pau adentrava um pouco mais na minha boca. O sabor do líquido viscoso que soltava estava mais forte e cada vez vinha mais líquido. Eu não parava de chupar e engolir aquela babinha saborosa. Tinha um sabor levemente salgado e chupar estava me fazendo soltar o mesmo líquido.

De repente, meu primo segurou gentilmente minha cabeça e começou a fazer movimentos de vai e vem. Eu correspondi com os mesmos movimentos com a cabeça. Ele acelerou me fazendo quase engasgar, eu descia e subia com a boca no seu pau babão, até que Denis mordeu o travesseiro para abafar um gemido arrastado e grave:

— Isso caralho...

Nessa hora, eu senti doze jatos de um líquido quente e igualmente baboso e viscoso na minha boca. Nos primeiros três jatos, eu já fui engolindo e sentindo o sabor daquilo. Era adocicado, quente e causava um leve pigarro quando comecei engolir. Com isso, eu que além de mamar a pica do Denis, também estava batendo uma, jorrei meu próprio esperma por toda minha barriga. Em seguida, terminei de limpar toda a extensão da pica do Denis com a minha língua, ao que seu corpo dava leves espasmos de sensibilidade ao toque. Também aproveitei para limpar meu corpo, retirando porções do meu próprio gozo e colocando na boca para engolir e deixar tudo limpo. Quando terminei, guardei meu pau já mole e a pica do meu primo de volta na cueca e perguntei a ele orgulhoso:

— Gostou?

— Caralho, onde tu aprendeu a fazer isso? — perguntou meu primo.

— Ah... Eu não sei, só fui fazendo em você e pronto — respondi orgulhoso e acrescentei: — Que pica gostosa, hein primo!

— Tu achou? — ele riu. — Pode pedir mais se quiser — ofereceu.

— Não me ofereça que eu aceito, hein! — rimos.

— Primo, posso te pedir mais uma coisa?

— Pode sim — respondi.

— A gente pode manter isso como um segredo nosso? — ele pede gentilmente. — Não que eu tenha vergonha ou nada disso. Eu só quero viver esse momento primeiro e depois a gente pensa se é preciso contar a alguém.

— Eu já ia te dizer isso, primo. Não precisa a gente contar pra ninguém. Tá tudo certo.

— Valeu primo! Tu sabe que pode contar comigo pra qualquer coisa, né?

— Claro, primo. E tu sabe que pode contar comigo também.

Nos demos boa noite e não demoramos a pegar no sono. Concordei com Denis em não contarmos nada da nossa noite para ninguém. Tanto porque ninguém precisava saber, como porque acreditava no ditado que “quem come calado, come dobrado”.

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