🚫 Propagandas te atrapalhando? Assine o plano premium por menos de R$3/mês. Saiba mais →

Testamento de Uma Avó Perversa- Capítulo 3

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →
Um conto erótico de Maria, a Avó Perversa
Categoria: Heterossexual
Contém 3920 palavras
Data: 28/06/2026 17:33:14

Bati o cartão magnético na fechadura da cabine e a luz verde acendeu com um bipe curto. O silêncio abafado do corredor do navio foi quebrado apenas pelo som do trinco abrindo. O Miguel vinha logo atrás, a toalha ainda segurada com as duas mãos na altura da cintura, pisando como quem estava entrando em um território proibido.

Antes mesmo que eu empurrasse a porta, a voz dele veio baixa, num sussurro tenso, espremido pelo restinho de coragem que a caipirinha tinha deixado.

— Vó... você acha que é mesmo uma boa ideia? Isso... isso de eu e a Marcelinha?

Girei a maçaneta devagar, segurando o riso que subiu direto do meu estômago. Por dentro, eu gargalhava. O peixe tinha engolido a isca com anzol e tudo. Em poucas horas de conversa na popa do navio, eu tinha conseguido plantar a semente do incesto na cabeça daquele guri puritano, e a mente dele já estava trabalhando no assunto, digerindo a ideia de traçar a própria prima virgem. Agora, o meu único trabalho era mudar o foco. Eu precisava puxar a atenção daquele sangue jovem direto para mim.

Empurrei a porta e entrei na cabine escura, sendo recebida pelo sopro gelado do ar-condicionado. O Miguel entrou logo atrás, e o baque da porta se fechando às nossas costas selou o mundo lá fora.

— É uma boa ideia sim, querido — falei, jogando a minha bolsa de praia em cima da poltrona de canto. Virei-me de frente para ele, mantendo a voz mansa, quase didática. — Mas a Marcelinha é uma menina, não sabe nada da vida. Talvez, para a tua primeira vez, você vá querer alguém mais experiente. Alguém que saiba te guiar

O Miguel piscou o olho, a testa franzindo enquanto a cabeça dele tentava processar o novo palpite.

— Alguém mais velha?... Tipo... a tia Márcia? — ele soltou, a voz falhando no final.

Prendi a respiração por um segundo. Por dentro, precisei admitir o golpe: não era bem na Márcia que eu estava pensando quando falei de experiência. Mas, parando para analisar com frieza, era o caminho mais óbvio para a cabeça dele. A Márcia era a minha filha mais nova, na faixa dos quarenta anos, divorciada e com aquele corpo violento que herdou diretamente de mim. Das minhas duas filhas, ela foi a única que puxou o meu talento de revirar a cabeça dos homens e o mesmo sangue fogoso que corria nas minhas veias.

Olhei bem nos olhos do guri, saboreando o desespero dele diante de mais uma quebra de tabu.

— É... talvez seja melhor — respondi, soltando as palavras devagar, deixando o veneno escorrer.

— Você... você acha que eu tenho chance com ela, vó? — o Miguel perguntou, dando um passo à frente, completamente fisgado. O rosto dele estava vermelho do sol e da bebida, e ele engoliu em seco. — Sei lá, a tia Márcia é um mulherão... Não é muita areia para o meu caminhãozinho não?

— Deixa de ser frouxo, Miguel — retruquei, soltando um riso debochado.

Levei as mãos até a nuca, desfazendo o nó que ele mesmo tinha amarrado no convés. O laço do maiô verde-oliva cedeu. Segurei o tecido contra a frente do meu peito com uma das mãos, enquanto a outra buscava o fecho na lateral do meu quadril.

— A tua tia é tão fogosa quanto eu — continuei, mantendo os olhos cravados nos dele enquanto começava a descascar o maiô do meu corpo, empurrando o pano lycra para baixo. — Se você tiver personalidade, se souber chegar e pegar de jeito... ela nunca vai te dizer não.

O maiô cedeu até a altura da minha cintura, liberando os meus seios fartos e claros de uma vez só no ambiente frio da cabine. A pele do meu colo ainda guardava o mormaço do sol, avermelhada e brilhando de suor e protetor.

A fala do Miguel travou no meio da boca. O guri tentou puxar o ar, mas o fôlego veio entrecortado, um som rasgado que morreu na garganta dele.

— Mas... mas ela... ela não ia... — ele gaguejou, os olhos grudados na lateral do meu peito exposto, descendo devagar pelo vão que se formava entre os meus seios soltos. A respiração dele mudou no ato, ficando curta, acelerada. — Ela não... acharia... es-estranho, vó?

Eu não respondi. Em vez de continuar de frente, girei o corpo devagar, dando as costas para ele. Joguei o peso do corpo sobre uma das pernas, deixando o quadril largo quebrar bem de lado, e enfiei os polegares sob as laterais do maiô molhado. Com um movimento arrastado, fui empurrando o tecido verde-oliva pelas minhas coxas.

Para arrancar o pano de vez dos calcanhares, curvei o tronco para frente em um ângulo reto, apoiando as palmas das mãos nos joelhos. O movimento jogou a minha bunda para o alto, empinada e farta, exatamente na altura do quadril do Miguel, que continuava parado ali feito uma estátua. Naquela posição, a pele clara das minhas nádegas se abriu, deixando a entrada da minha vulva, úmida pelo calor do maiô e protegida por um tufo de pelos escuros e aparados, apontada quase na direção do rosto dele.

Passei alguns segundos intencionais ali embaixo, fingindo dificuldade para soltar o elástico dos pés, só para dar tempo de o guri absorver o impacto daquela carne madura exposta sem nenhum pudor sob os olhos dele.

Posso não ter mais o corpo firme da Márcia, pensei, sentindo um estalo de vaidade ácida morder o meu estômago, mas pelo jeito esse lombo velho ainda consegue causar um estrago daqueles.

Aprumei o corpo devagar, desenrolando a coluna até ficar ereta de novo. Virei de meio lado, jogando o cabelo úmido por cima do ombro, e olhei para o Miguel. O guri estava com as bochechas completamente vermelhas, o peito atlético subindo e descendo num ritmo frenético, de boca aberta e com os olhos vidrados na marca branca que o sol tinha deixado na minha pele. Fiquei ali, completamente nua na frente dele, com a carne pesada exposta sob a luz fraca da cabine, saboreando cada segundo daquele olhar faminto que queimava a minha pele.

— Bom, eu preciso tirar essa inhaca de cloro do corpo — falei, esticando os braços para trás e prendendo o cabelo num coque improvisado, sem me importar com o fato de que o movimento empinava ainda mais os meus seios na cara dele. — Mas não para de falar não. Continua. Me conta... o que é que tanto te atrai na tua tia Márcia?

O Miguel deu um estalo com a língua, pego totalmente de surpresa. O cérebro dele, já cozido pelo álcool da caipirinha e completamente anestesiado pela visão da minha bunda empinada há poucos segundos, não conseguiu formular uma desculpa ou uma resposta polida. De supetão, com os olhos ainda meio vidrados no vão das minhas coxas, ele soltou:

— A... a bunda. Ela tem um quadril largo... igual ao seu.

Soltei uma gargalhada alta e rouca que ecoou pelas paredes estreitas do quarto. O coitado nem percebeu o quanto tinha se traído. Aquela resposta não era sobre a Márcia; tinha sido totalmente ditada pela performance que eu acabei de dar ali na frente dele. O guri estava projetando o que acabou de ver na tia, fundindo as duas mulheres da família numa coisa só dentro daquela cabeça cheia de hormônios.

— Justo, querido. O quadril é o forte das mulheres da nossa família — comentei com um sorriso de lado, caminhando nua em direção ao box, sentindo os olhos dele colados na minha panturrilha a cada passo.

Puxei a porta do banheiro e apontei para o espaço do box. A engenharia do navio era moderna: o espaço do chuveiro era delimitado por uma parede de vidro temperado que ia até o teto, mas o vidro não era transparente. Era totalmente jateado, com aquele aspecto fosco e esbranquiçado que bloqueava os detalhes da pele, mas que, quando a luz de dentro do box se acendia, funcionava como uma tela de cinema. Qualquer um do lado de fora conseguiria ver a silhueta exata do corpo lá dentro, o contorno das curvas, o movimento das mãos e o desenho de cada rebolada, tudo transformado numa sombra nítida e escura contra o vidro opaco.

— Vou entrar. Pode continuar falando daí do quarto que eu te escuto — avisei, ligando a água quente, que começou a chiar e a soltar as primeiras nuvens de vapor contra o vidro fosco.

Entrei no box e fechei a folha de vidro jateado. A água quente desceu num jato forte, estalando contra as minhas costas e levantando uma névoa espessa de vapor que começou a embaçar o lado de dentro do vidro. Molhei os cabelos, jogando a cabeça para trás, e peguei o sabonete líquido. Através do vidro fosco, a iluminação forte do banheiro projetava a minha silhueta de forma nítida para o quarto; eu sabia que, para o Miguel, eu era uma sombra perfeitamente desenhada, movendo-se no meio do vapor.

— E então, querido? — chamei alto, por cima do barulho da água, enquanto espalhava a espuma pelos meus ombros. — O que estávamos falando da Márcia? Você acha a bunda dela mais bonita que a das meninas da tua faculdade?

Houve um silêncio pesado vindo do quarto. Demorou alguns segundos até que a voz do Miguel viesse, mas não parecia mais a do mesmo rapaz de antes. Estava arrastada, grossa, cortada pelo ritmo de uma respiração que claramente brigava por ar.

— É... — ele começou, a voz falhando no meio da palavra. Ouvi o som dele engolindo em seco, mesmo dali de dentro. — A... as meninas de lá... elas são... são diferentes, vó. Não têm... o mesmo... o mesmo tamanho.

Sorri de lado debaixo do chuveiro, sentindo uma onda de calor que não vinha da água quente. Espalhei a espuma pelo meu colo, fazendo questão de erguer bem os braços e massagear os meus seios devagar, sabendo que o movimento daquela sombra farta e redonda contra o vidro jateado estava cegando o guri do lado de fora.

Olha o estado desse moleque, pensei, uma satisfação ácida e poderosa subindo pelo meu peito, fazendo o meu sangue correr ainda mais rápido. Ele não consegue nem juntar duas palavras. O jogo tá ganho e ele nem percebeu que já tá preso no meu laço.

— Tamanho é importante, Miguel. Homem de verdade gosta de ter onde pegar — provoquei, deslizando as mãos ensaboadas pela minha cintura, descendo pelo desenho largo do meu quadril e massageando as nádegas com movimentos circulares e lentos. Forcei o corpo contra o vidro, deixando a silhueta da minha bunda empinada ainda mais nítida e escura contra o fosco para ele ver de perto. — Mas me conta... você já tentou chegar perto da tua tia alguma vez? Já imaginou como seria encostar a mão nela?

Do outro lado do vidro, o silêncio dele foi quebrado apenas por um arquejo nítido, um suspiro profundo de quem estava com o peito travado. A resposta dele veio em pedaços, completamente desconexa, denunciando que a mente do guri já tinha abandonado a Márcia há muito tempo.

— Eu... eu nunca... — a voz dele sumiu por um instante, rouca, antes de voltar num sussurro trêmulo. — A senhora... se mexe... quer dizer... a tia Márcia... ela... de costas... é... meu Deus...

Ao ouvir aquele "meu Deus" espremido de puro desespero, o meu próprio corpo reagiu. Senti um arrepio forte subir pela minha espinha e a minha vulva pulsar debaixo da água morna. Saber que a minha carne de 55 anos, desgastada pelo tempo e com um tumor escondido na cabeça, tinha o poder de deixar um garoto de vinte anos daquele tamanho completamente perturbado, sem ar e babando do outro lado do vidro, me dava uma sensação de juventude brutal. Era um estalo de vida puro.

Desliguei o registro do chuveiro, cessando o barulho da água. Passei as mãos pelo corpo para tirar o excesso de água e empurrei o vidro jateado, saindo do box no meio daquela nuvem de vapor perfumado. Saí dali nua, com a pele brilhando de água e o colo vermelho do calor. Vi que o Miguel tinha se largado na poltrona de canto, que ficava bem no vão da porta do banheiro, com os olhos arregalados, a boca entreaberta e os braços caídos ao longo do corpo. Ele parecia ter esquecido como se respirava. O guri estava completamente embasbacado, com o olhar fixo nas gotas de água que escorriam entre os meus seios e desciam pela minha barriga.

Peguei a toalha grande de cima da bancada com total calma. Comecei a me enxugar ali mesmo, de frente para ele, sem pressa. Passei o tecido felpudo pelos meus ombros, pelas coxas, e depois curvei o corpo para secar as canelas, deixando a minha bunda empinada bem na direção dele mais uma vez. O olhar dele acompanhava cada movimento, hipnotizado, preso na dança da minha carne molhada.

Terminei, joguei a toalha de lado e peguei o roupão de cetim, vestindo-o sem amarrar a frente de imediato, deixando o meu corpo entreaberto para ele. Aproximei-me devagar, parando bem na frente dele e encurralando o guri contra o encosto do estofado. Olhei para baixo, direto para o meio das pernas dele. O calção de tactel molhado parecia que ia rasgar de tão esticado; a ereção dele era um poste rígido, apontando para cima com força, impossível de disfarçar ali sentado.

​Soltei um riso curto, de canto de boca, encarando aquela cara de menino assustado.

​— Vai ficar aí sentado feito um poste com esse pau duro apontando pra mim ou vai tirar essa roupa cheia de cloro? — disparei bem crua, sem eufemismo nenhum.

O Miguel deu um solavanco, o gogó subindo e descendo numa engolida seca. As bochechas dele pareciam que iam sangrar de tão vermelhas. Ele tentou gaguejar uma desculpa, mas eu o cortei antes que começasse:

​— Tira esse calção logo. Olha o tanto de água que você está deixando nessa poltrona, guri. Vai estragar o estofado do navio e a culpa vai ser minha. Levanta e tira isso logo.

​Hesitante, com as mãos trêmulas de puro nervosismo, o Miguel se levantou devagar, tentando se encolher, e levou os dedos até o cordão do calção de tactel. Ele desamarrou o nó e, num movimento desajeitado, empurrou o tecido pelas coxas até que ele caísse no chão, junto com a cueca molhada.

Quando o pano caiu, a confirmação visual veio na minha cara, e foi o meu verdadeiro troféu.

O bicho dele saltou para fora com violência. Era uma ereção rígida, grossa e volumosa, que latejava ritmadamente com o pulsar do sangue jovem do guri. A pele estava esticada, vermelha de tesão, com a cabeça troncuda e brilhante apontando direto para o meu abdômen. Avaliei aquele tamanho e a força do meu neto com os olhos bem abertos, medindo cada centímetro com um olhar clínico e vulgar, deixando claro para ele que eu sabia exatamente o tamanho do estrago que tinha causado.

— É... — comentei, deixando a minha voz descer bem mansa, enquanto dava um passo para o lado, liberando a entrada do banheiro. — A tua mãe te criou com muito leite e açúcar, guri. Olha o tamanho disso. Agora entra lá e toma o teu banho.

O Miguel nem respondeu. Ele praticamente se jogou para dentro do box do banheiro, desesperado para fugir do meu olhar, puxando a folha de vidro jateado com força para se trancar lá dentro.

Ajeitei o roupão de cetim e me deitei na cama de casal, puxando o lençol macio até a altura da cintura para descansar enquanto o guri terminava o banho. Apoiei as costas nos travesseiros macios, sentindo o corpo relaxar sob o sopro gelado do ar-condicionado da cabine.

Vários minutos se passaram e nada de o Miguel abrir a porta ou desligar o registro. O chiado da água morna batendo nas paredes do box continuava ininterrupto, preenchendo o silêncio do quarto. Estranhei a demora.

Virei o rosto na direção da porta do box e apertei os olhos, concentrando a atenção na folha de vidro jateado. Por causa da luz forte lá de dentro, a silhueta do Miguel estava perfeitamente projetada contra o painel fosco, como uma sombra escura e nítida em uma tela de cinema. Ele estava de costas para o quarto, com a cabeça levemente inclinada para trás sob o jato d'água.

Foi então que notei o movimento.

O ombro direito dele subia e descia num ritmo apressado, repetitivo e constante. O som da água batendo nas costas dele mudava de tom conforme o corpo do guri se movia, misturando-se a um estalo abafado de pele molhada contra pele que reverberava no cubículo. Não havia espaço para dúvidas: trancado ali dentro, imerso no vapor quente que ainda cheirava ao meu sabonete e ao meu perfume, o meu neto estava se masturbando.

A constatação me atingiu como um choque elétrico na boca do estômago, fazendo todo o meu corpo reagir no mesmo instante. Sob o cetim do roupão, os meus mamilos arderam e endureceram imediatamente, espetando o tecido. Senti uma onda de calor violenta descer pelas minhas coxas e a minha vulva pulsar, inundando-se de um mormaço quente e líquido. A imagem daquela sombra jovem, perdendo totalmente o controle por causa do meu corpo, acendeu um tesão brutal e primitivo que eu achei que já tinha esquecido como sentir.

Puxei o cobertor pesado da cama até a altura do peito, cobrindo-me inteira para criar o meu próprio casulo de escuridão. Enfiei a mão direita por baixo do cetim do roupão, descendo pelo ventre até encontrar a minha carne já completamente úmida e sensível.

Olhando fixamente para o movimento ritmado da silhueta dele através do vidro jateado, comecei a me tocar devagar, sincronizando os meus dedos com o balanço dos ombros do guri lá dentro. Cada arfar abafado que vazava por cima do box ditava a velocidade do meu próprio prazer, transformando aquela cabine fechada em um laboratório do nosso pecado silencioso.

Fechei os olhos por alguns segundos, deixando a ponta dos dedos trabalhar na minha carne molhada, mas a imagem da sombra do Miguel contra o vidro jateado continuava queimando atrás das minhas pálpebras. Minha mente, entorpecida pelo calor e pelo prazer que subia em ondas, começou a desenhar com precisão cirúrgica o que estava acontecendo dentro daquele box.

Imaginei a mão grande dele fechada em torno daquele membro enorme que eu tinha acabado de inspecionar. Conseguia quase ver a pele esticada e vermelha correndo sob os dedos do guri, a cabeça troncuda e brilhante vertendo as primeiras gotas de lubrificação sob o jato d'água morna. Só de lembrar do tamanho e da rigidez daquele bicho saltando para fora do calção de tactel, um espasmo forte contraiu a minha parede vaginal, apertando os meus próprios dedos contra o meu clitóris.

Uma lufada de ar quente escapou da minha boca, abafada pelo cobertor. O ritmo da minha mão acelerou, acompanhando o balanço frenético da silhueta dele no banheiro. A imagem na minha cabeça mudou, ficando mais nítida, mais crua. Imaginei aquele pau jovem, pesado e latejante, empurrando e se enterrando sem dó dentro de mim, rasgando a diferença de 35 anos de idade que nos separava como se não fosse nada.

Senti a minha vulva pulsar, completamente encharcada, implorando pelo tranco que só aquele sangue novo conseguiria dar. Pensei em como seria gostoso, daqui a pouco, quando não houvesse mais o vidro nos separando. Imaginei-me abrindo as pernas por cima do peito atlético dele, segurando nos ombros largos do meu neto para ter apoio, e descendo o meu quadril com tudo, sentindo aquela carne quente me preencher por completo. Eu ia montar naquele membro com a autoridade de quem sabe exatamente o que faz, cavalgando sem pressa, ditando o ritmo, enquanto assistia de cima à cara de desespero e prazer do guri se perdendo nos meus olhos.

O estalo molhado dos meus dedos por baixo do roupão de cetim ficou mais alto, misturando-se aos gemidos curtos que o Miguel já não conseguia mais prender lá dentro do banheiro. O prazer foi se acumulando na base do meu ventre, uma pressão violenta e deliciosa que me fez arquear as costas na cama, arrastando os calcanhares contra o lençol. Eu estava completamente entregue ao jogo, gozando junto com a sombra do meu neto, saboreando a certeza de que o corpo daquele menino agora pertencia totalmente a mim.

O chiado da água cessou. O silêncio que se instalou na cabine foi como um estalo no meu ouvido, me trazendo de volta com uma urgência desesperada. O Miguel tinha desligado o registro. Através do vidro jateado, a silhueta dele se mexeu, esticando o braço para alcançar a toalha.

Entrei em pânico por um segundo. Minha mão por baixo do cobertor acelerou o ritmo de forma frenética, os dedos esfregando a carne inchada e ensopada com uma força quase dolorosa. Eu precisava daquele ápice antes que ele cruzasse a porta do banheiro. Minha respiração ficou curtíssima, as pernas tremeram sob o lençol e, num espasmo violento que me fez morder o lábio inferior para não gritar, o orgasmo desabou no centro do meu ventre. Minha vulva contraiu várias vezes em ondas de um calor absurdo.

Puxei a mão rápido debaixo da roupa, limpando-a discretamente na lateral do lençol, e forcei o meu corpo a relaxar contra os travesseiros, tentando controlar a arfada do meu peito que ainda subia e descia desregulada.

A folha de vidro correu. O Miguel saiu do box no meio de um resto de fumaça perfumada, praticamente correndo. Ele estava com a toalha grande do navio amarrada na cintura de qualquer jeito, mas o pano estava visivelmente armado para a frente, esticado como uma barraca. A ereção do guri persistia, teimosa, mesmo depois de ele ter se esfolado lá dentro sob a água. Ele evitou olhar direto para mim, com as bochechas ainda em brasa e o cabelo molhado pingando no peito.

Quando ele finalmente tomou coragem de erguer os olhos e me viu deitada, inteiramente coberta pelo edredom grosso até a altura do peito, ele franziu a testa por trás das lentes dos óculos, claramente confuso.

— Uai, vó... tá com frio? — ele perguntou, a voz ainda meio rouca, estranhando o cobertor em pleno Nordeste com o ar-condicionado no mínimo.

Olhei para a cara de bobo dele, sentindo o rastro do meu próprio gozo ainda latejar gostoso entre as minhas pernas, e soltei um riso frouxo, de canto de boca.

— Não, querido... Pelo contrário.

O Miguel continuou parado no meio da cabine, piscando os olhos, sem entender absolutamente nada do que aquela resposta significava, totalmente perdido no mistério das mulheres da nossa família.

​♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡♡

👀 Você realmente acha que a avó foi a primeira de Miguel?

​O conto que você acabou de ler é apenas uma engrenagem do universo "O Mundo é Meu!". A verdadeira origem desse vício familiar, os primeiros volumes da história e o relato cru de como o Miguel perdeu a virgindade com a madrasta estão publicados no meu perfil do Privacy.

​Assinando meu perfil, você garante acesso imediato aos primeiros volumes da história, incluindo:

• ​Saga Principal

• ​O Mundo é Meu! – Amor em Família: Prólogo

• ​O Mundo é Meu! – Amor em Família: Vol. I – A Madrasta

• ​Série Derivada

• ​A Madrasta – Volume I: Quem Planta Colhe

• ​A Madrasta – Volume II: Paixão Desenfreada

• ​A Madrasta – Volume III: Desejo Por Um Fio

• ​A Madrasta – Volume IV: Em Nome do Pai

​Descubra nos primeiros volumes como o Miguel perdeu a virgindade com a própria madrasta e conheça as outras mulheres da família que moldaram o apetite desse guri. O conteúdo é totalmente explícito e sem censura.

​🔥 [EXPLORE O INÍCIO DE TUDO AGORA]

​👉 Acesse agora: privacy.com.br/profile/allan_grey_escritor

Curta uma leitura sem interrupções.
Conheça o plano sem propagandas (R$36/ano — menos de R$3/mês) →
Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Allan Grey a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Cansado destas propagandas? Assine por R$36/ano e navegue sem anúncios →