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Os Pés de Carol - A Empregada! Parte FINAL - A Vida e o Destino de Carol!

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Um conto erótico de Senhor Das Cócegas
Categoria: Lésbicas
Contém 3160 palavras
Data: 28/06/2026 23:46:36

A vida de Carol como empregada da senhora Abigail estava cada vez mais dificil de aguentar, cada dia ela se tornava mais submissa a sua senhora, agora depois de assinar um novo contrato depois da sua senhora garantir a cirurgia de risco da mãe e todo tratamento de recuperação, Carol estava cedendo seu cuzinho todos os dias, duas vezes por dia, no inicio do expediente e no final, sempre depois da podolatria e cócegas nos pezinhos.

De manhã cedo após se mijar de tanto rir e ter os pés lambidos e degustados até ficar com as solas ensopadas da saliva de sua chefe dona Abigail, Carol abaixava o short e calcinha, ficava de quatro no sofá e só aguardava, no inicio a patroa prometeu pegar leve, pegou sua cinta peniana, um strapon, uma cinta que prendia na sua cintura e tinha um pênis de silicone que podia ser removido e colocado outros maiores ou menores de acordo com o desejo do usuário. No inicio Abigail começou usando o pênis de 15cm, ela passava um gel de menta tirado da geladeira no pênis de silicone e o enfiada devagarinho até penetrar todo o cuzinho de Carol e depois segurava na cintura da jovem e começava a puxar e enfiar de volta, batendo muito forte o pau da cinta lá dentro, Carol sofreu demais nas primeiras demais com a dor e ardência aumentada por causa do gel de menta:

- AAAAAI... DEVAGAAAR POR FAVOOOR... AAAAAAAAAI... AAAAAAHHHH... AAAAAAI... AAAAAAAAAAAAAAAAAAI... AAAAAAAHHHHHHHHH...

- Calma querida, eu já estou devagar, calma, relaxe, relaxe – era a senhora Abigail falando sempre enquanto martela o pau de silicone no cuzinho da coitada da empregada ali de quatro no sofá.

No final dessa primeira fodida no cuzinho de manhã cedo, Carol calçava as havaianas meladas com a porra da chefe e gel de menta e seguia começando a fazer suas atividades diárias como empregada, mas como sempre, ela mal começava a trabalhar, logo ela solicitada a entregar os pés a chefe que a enchia de cócegas nas solinhas, logo Carol se contorcia no chão, nos tapetes, no sofá, cama ou onde estivesse, gargalhando desesperada com as cócegas que recebia nos pezinhos:

- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... SENHORAAAA PIEDADE... AHAHAHAHA AHAHAHAHAHA... POR FAVOOR... AHAHAHAHAHAHAHA... DEIXE-ME TRABALHAAAR... AHAHAHAHAHAHAHAHA... SOLTA MEUS PÉEES... AHAHAAHAHAHAHAHA...

Sessões de cócegas que já duravam de dez a quinze minutos fácil, as vezes chegando até a imorais vinte minutos, quando a chefe parava de fazer cócegas nos pés da coitada que já estava exausta sem folego e toda mijada, Abigail lambia deliciosamente as solinhas e depois chupava gostoso os dedinhos, quando se satisfazia, calçava as havaianas meladas nos pés da empregada e a mandava trabalhar novamente, essas interrupções aconteciam constantemente durante todo o expediente de dez horas de trabalho das 8:00 as 18:00 todos os dias de segunda à sexta.

No final do expediente após receber cócegas e ter os pezinhos lambidos e chupados, mais uma vez Carol abaixava as roupas e tinha o cuzinho fodido pelo pau de silicone do strapon usado pela chefe, depois que a chefe a fodia gostoso, a liberava para ir para casa finalmente, onde Carol chegava exausta quase desmaiando na sua cama.

Depois de um mês nessa rotina, a mãe de Carol, dona Jacinta, foi liberada do hospital e voltou para casa, mas acompanhada de uma enfermeira particular paga pela senhora Abigail, que alegou que como Carol passava a maior parte do dia fora de casa e sua mãe dona Jacinta ainda não tinha condições de ficar sozinha, logo não tinha condições de ficar cuidando da filha pequena da empregada que continuava morando longe dali na casa de uma irmã da chefe.

A enfermeira ficava o dia todo com a senhora Jacinta, só indo pra casa a noite quando Carol chegava em casa, ela não notou no início, mas à medida que o tempo passava, semana após semana, a sua mãe ficava mais cansada e mais calada e quieta, quase como se algo estivesse a incomodando.

Depois de um mês também, a malvada chefe aumentou o tamanho do pênis da cinta peniana de 15cm para 20cm, o que causou mais dor e a foder ainda mais com o cuzinho da empregada, quando Carol quis reclamar, foi amarrada presa numa cadeira de cócegas e recebeu como castigo cócegas feitas por duas escovas de cabelo bem no meio das solas dos seus pezinhos que foram ensopadas com muito óleo de bebê, eram tantas as cócegas que Carol só gargalhava histérica sem controle:

- AHAUAHAUAHAUAAHAHAHAUAHAAUAHAUAHAUAHAHAHAHAHAAHAHA AHAUAHAUAHAUAHAAHAHAHAAHAHAHAHAAHAHAAUAHAAUAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAUAHAUAHAUAHAAUAHAUAHAHAHA...

Foi uma hora de tortura divida em quatro sessões de quinze minutos de cócegas com as escovas nas solinhas dos pezinhos de Carol que terminou quase desfalecida ali, a chefe a avisou no final:

- Lembre-se do nosso contrato de trabalho, eu tenho direito de a castigar sempre que julgar que está me desobedecendo ou sendo mal criada comigo, você mereceu, agora fique quietinha e volte pro trabalho, caso tenha mais algum questionamento, vamos voltar novamente para a cadeira de cócegas aqui, entendeu?

- NÃAAO POR FAVOOOR NÃAAO! EU ENTENDI, EU VOU TRABALHAR AGORA SENHOR POR FAVOOOR ME SOLTE!

- Boa garota – disse a senhora Jacinta e com um gesto, os seus homens soltaram Carol e ela voltou para o trabalho.

Três meses se passaram desde que a senhora Jacinta começou a comer o cuzinho da empregada Carol, ainda era usado o pênis de 20cm, só que agora uma versão mais grossa que entrada ainda mais dificil rasgando ainda mais tudo lá dentro da empregada que quando estava quase acostumando, tinha que suportar algo ainda mais grosso ou maior.

As cócegas e a podolatria seguiam como de costume em sessões alternadas a quase todo instante durante o expediente de trabalho, Carol mal conseguia trabalhar de tantas interrupções que tinha com a sua chefe pedindo os seus pés.

Quando Carol chegava em casa, a sua mãe a aguardava, mas debilitada, cansada, fraca, parecia que nunca se recuperaria totalmente da cirurgia da cabeça e dos problemas causados pelo acidente, mal sabia ela a verdade cruel que a sua mãe dona Jacinta passava diariamente.

***

De manhã a senhora Jacinta fazia com dificuldade o café da manhã para ela e a filha Carol, então a campanhia tocava e era a enfermeira, a senhorita Eliza, que chegava, assim que Carol se despedia da mãe e saiu de casa, a enfermeira malvada com um largo sorriso no rosto falava:

- Hora do seu tratamento senhora Jacinta!

- ELIZA POR FAVOOR SÓ HOJE ME DEIXE EM PAZ POR FAVOOR!

- Vamos senhora Jacinta, a senhora não vai querer que eu aumente a intensidade, não é?

- NÃAAO POR FAVOOOR NÃAAAO! TUDO BEM, ESTOU INDO!

Jacinta então seguia sendo levada pela enfermeira para o quartinho dos fundos, onde era deitada numa cama de hospital e lá tinha os pulsos e tornozelos presos com fivelas grossas de couro, então na ponta da cama se sentava de frente para os pés da senhora a enfermeira com um largo sorriso, Eliza abria uma maleta cheia de utensílios de fazer cócegas como penas, pentes, pinceis, canetas, escovas e outros variados itens, todo dia um objeto diferente era usado, naquele dia ela escolhei uma longa pena de pavão e mostrou para a senhora Jacinta ali deitada já desesperada:

- Olhe querida, hoje vamos brincar com essa peninha de pavão, hora de iniciarmos o seu tratamento!

- NAAO ELIZA POR FAVOOR SÓ HOJE DEIXE MEUS PÉES EM PAZ POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... MEU DEUUS ME AJUDAAA... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... – era a senhora Jacinta implorando, quando de repente foi interrompida pela pena de pavão que começou a ser esfregada deslizando na sola do seu pezinho direito.

- Calma querida, é só uma peninha, que risada gostosa como sempre a senhora tem, ria, vamos, ria mais senhora Jacinta! – era a malvada enfermeira Eliza deslizando sem parar a pena de pavão ali alternando entre as solas dos pezinhos da velhinha que gargalhava desesperada:

- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... ELIZAAAAHAHAHAHAAHAH AHAHAHAHAHAHA... ALGUÉEEM ME AJUDEEE... AHAHAHAHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

- Calma querida, são apenas cosquinhas, a senhora precisa rir para ficar bem, para se recuperar, quanto mais rir, melhor, cute cute cute... – era a enfermeira falando e continuando a deslizar a pena de pavão no meio das solas ou entre os dedos dos pés ali da senhora Jacinta que gargalhava histérica:

- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... POOOR FAVOOOR... AHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA… SENHOOOOR ME AJUDAAA… AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA…

Assim, todos os dias de segunda a sexta a empregada fazia cócegas o dia todo de 8 as 18 nos pés da senhora Jacinta e no final a lembrava que ela seria castigada se contasse qualquer coisa a filha Carol, desse modo Jacinta nunca conseguia se recuperar totalmente e continuava a precisar dos cuidados da enfermeira.

Nos fins de semana Carol fazia vídeo chamado e falava com a filha junto da mãe ali, a promessa era que a criança voltasse assim que a mãe dona Jacinta se recuperasse totalmente para cuidar da menina sem precisar de enfermeira, mas isso nunca acontecia e os meses foram se passando e Carol foi ficando cada vez mais distante e ausente da criação da sua filha.

Após seis meses, Carol já tinha o cuzinho fodido com um pênis siliconado de 30cm e 7,5cm de grossura, a chefe Abigail começou a fazer sessões de cócegas extras chantageando a empregada para ceder o cuzinho ainda mais:

- NÃAAO POOOR FAVOOR EU NÃAAO AGUENTOO MAAAAIS... EEI AI NÃAAAAAO... AAHAHAHAAHAAHAHAHAAHAHAHAAHAHAUAHAUAHAHAH AHAHAHAHAAUAHAUAHAHAHAHAHAAHAHA...- era Carol presa numa cadeira de cócegas tendo uma escova de dente elétrica sendo esfregada entre os cantos dos dedinhos dos pezinhos, enquanto ela gargalhava histérica, a sua patroa, a senhora Abigail, falava os novos termos:

- Você concordar com os novos termos que agora cederá o cuzinho não só duas vezes, mas sempre que eu pedir durante o expediente e que a partir de hoje a sua nova jornada de trabalho será das 08:00 as 20:00?

- AHAUAHAAUAAHAHAHAHAAUAHAUAAHAHAHAAHAHAAHAHA... EU NÃAAO AGUENTOOOO... AHAHAUAHAAUAHAHAHAHAAHAHAHA... PAREEEE... AHAUAHAUAHAAHAHAAHAHAHA...

Aquela era uma longa e extensa sessão de cócegas, a senhora Abigail só parou quando a empregada Carol concordou e assinou o novo contrato, deixando a coitada ainda mais submissa e entregue a vontade da sua senhora e chefe Abigail.

Tudo que pode piorar sempre piora, um dia a chefe decidiu que iria jantar na casa da sua empregada e escrava Carol, final do expediente foi junto com a jovem para a sua casa, lá a enfermeira Eliza foi convidada para ficar com elas durante aquela noite, todas arrumadas e jantando juntas, parecia tudo perfeito, até que Eliza se despediu e deixou as três sozinhas na casa, Jacinta ficou na sala assistindo TV enquanto a sua filha mostrava o seu quarto para a chefe que parecia muito simpática e gente boa aos olhos de Jacinta.

Os minutos foram se passando e nada de Carol e a chefe Abigail voltarem do quarto, a senhora Jacinta achou estranho e foi atrás das duas, mas quando chegou na porta do quarto da filha que foi abrindo, pegou a cena terrível – a sua filha Carol estava numa de quatro feito uma cachorrinha na cama, com uma coleira no pescoço com uma corrente sendo presa numa armador de rede ali perto, na boca uma mordaça abafadora com uma bola de borracha a mantendo ocupada aberta e presa com fivela atrás do pescoço, a chefe estava seminua nua usando uma cinta com um enorme pau na cor rosa enfiado no cu da sua filha a comendo, os gemidos abafados e misturados com gritos de dor de Carol eram altos ali mesmo com a mordaça:

- HUMMMM... HUMMMMM... UHUHUHUUUUUUMMMMM... AAAAAHHHHHHH... AAAAAAAAHHHHHHHHHH... HUMMMMMMMM...

- MEUS DEUS O QUE ESTÁ FAZENDO COM A MILHA FILHA SUA LOUCA! SAIA DAI! – entrou desesperada a senhora Jacinta, a patroa e dominadora ali, Abigail, olhou sorrindo e falou:

- SUA FILHA É MINHA PROPRIEDADE SENHORA, ASSIM COMO A SENHORA! SAIA AGORA E AGUARDE LÁ NA SALA, CASO CONTRÁRIO, EU LIGO E A ELIZA VOLTA AGORA PRA CUIDAR DA SENHORA!

- NÃAAAO! NÃAAO LIGUE POR FAVOOOR! FILHA ME DESCULPE... – disse Jacinta e saiu correndo chorando para a sala, mais alguns minutos, Jacinta começou a ouvir as gargalhadas desesperadas da sua filha Carol vindo lá do quarto:

- AHAHAHAHAHAHAHAAHA... AAAI PARAAA POOR FAVOOOR... AHAHAHA AHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA… SENHORA PIEDADEEEE… AHAHAHAAHAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHA…

Foram trinta minutos de gargalhadas sem pausa, depois finalmente Carol veio já vestida novamente e se sentou cansada ao lado da mãe ali no sofá, Abigail sentou no outro sofá a frente das duas, fez uma ligação e em pouco tempo a enfermeira Eliza bateu na porta e entrou, alguns homens de gravata e termo preto com óculos escuros entraram e cercaram Carol e a sua mãe Jacinta ali que se tremia de medo, ela agora entendia que tudo aquilo diário era a patroa da chefe que mandava.

- Eu não esperava que a senhora pegasse o que viu ali no quarto, não hoje, mas como viu, não tem jeito, vou ter que antecipar meus planos, Carol, o contrato que você assinou, esse último, deixa registrado que você e a sua mãe são minhas escravas, as duas agora vão morar comigo em tempo integral, Eliza, minha querida enfermeira particular, ajudará nos cuidados diários da dona Jacinta, vamos para casa agora, amanhã saberão as novas regras! – falou Abigail para o desespero de Carol e a sua mãe Jacinta que já foram se levantando e tentando fugir, mas os fortes homens as seguraram e logo as duas estava sendo carregadas a força para a mansão da senhora Jacinta que caminhava falando calmamente com a enfermeira Eliza:

- Então, como combinado, o triplo do pagamento a partir de amanhã, boa noite Eliza!

- Boa noite senhora! – Respondeu Eliza e foi embora.

***

O dia amanheceu e logo Carol e a sua mãe dona Jacinta acordou gargalhando juntas presa lado a lado amarradas estiradas numa grande cama, a beira da cama sentada numa cadeira está a senhora Abigail que está deslizando suas mãos nos pés da mãe e filha ali juntas lado a lado, uma mão fazendo cócegas num pezinho da jovem Carol e a outra num pezinho da senhora Jacinta, as duas gargalham desesperadas ali juntas:

- AHAHAHAHAHAAHHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEE... AHAHAHAHAHA...

- AHAHAHAHAHAHAHA... NOS SOLTEEE… AHAHAHAHA… POR FAVOOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

- Calma queridas, a partir de hoje vocês são minhas em tempo integral, apenas relaxem!

- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PIEDADEEE... AHAHAHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAH...

- AHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEE... AHAHAHAHAHAHA POOOR FAVOOOOR... AHAHAHAHAHAHAHA...

Daquele dia em diante além dos seguranças privados da senhora Abigail, existiam cinco pessoas na mansão, Carol e a sua mãe dona Jacinta que passavam o dia inteiro recebendo cócegas nos pés e tendo os cuzinhos fodidos, a senhora Abigail que comandava as atividades alternando entre filha e mãe e as vezes nas duas ao mesmo tempo, a enfermeira Eliza que ajudava Abigail e uma empregada terceirizada contratada por fora só pra cuidar da casa e da comida enquanto elas estavam ocupadas o dia inteiro com a diversão provindas das duas escravas.

Os dias se passavam lentamente enquanto mãe e filha sofriam ora gargalhando histéricas, ora gemendo e gritando alto enquanto tinham os seus cuzinhos fodidos por Jacinta e sua assistente Eliza:

- AHAHAHAHAHAHAHAHAAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

- AAAAAAAAAHHHHH... OOOOOHHHH... PAREE POOOR FAVOOOR... AAAAAAAHHHHH... HUMMMMMMMM…

Aquela mansão eram um templo de prazer infinito para a senhora Jacinta e a sua assistente Eliza, as gargalhadas, suplicas e gemidos de Carol e sua mãe ecoavam por todos os cômodos da grande casa, os pés de ambas já estavam tão judiados que o mínimo toque se acabavam desesperados com cócegas, com tempo não só os seus cuzinhos, como as suas vaginas ficaram folotes de tão fodidas e arrombadas, o estranho é que todos envelheciam conforme os anos passavam, menos a senhora Jacinta, ela continuava a mesma, uma vez Carol enquanto era carregava por homens para um quarto diferente, viu a Jacinta de joelhos dentro de uma espécie de quarto de adoração, rezando para um altar que tinha uma enorme pena de ouro sobre um suporte.

Nunca mais Carol viu sua filha, com dez anos daquele regime cruel de tortura com cócegas, podolatria e sexo forçado, a sua mãe dona Jacinta foi levada para fora e não voltou mais, segundo Abigail, Jacinta já tinha dado tudo que podia e merecia um descanso, Carol se sentiu aliviada imaginando que sua mãe tinha finalmente ganhado sua liberdade, não imaginava ela a verdade.

Muito longe dali a senhora Jacinta foi entregue num asilo onde um jovem cuidador a dava remédios e lhe torturava com cócegas nos seus pezinhos diariamente como sendo “parte do seu tratamento”, ela sempre gargalhava implorando:

- AHAHAHAHAHAAHA QUERIDOO POR FAVOOOR EU NÃAO AGUENTO MAAAAIS... AHAHAHAHAHAAHAHAAHHAHAAHAHAHAHAHAA PAREEE POR FAVOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHA...

- Segundo a sua medicação senhora, ainda não cumprimos a sua cota diária de cócegas que foram especificadas pelo doutor para serem nos seus pés! – disse o jovem cuidador ali, Jacinta estava usando uma camisa de força e deitada sobre uma cama com os pés presos com fivelas e recebendo cócegas sem fim em mais um longo dia no asilo...

- AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... ALGUÉEM ME AJUDAAAAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

Nunca mais ninguém viu a senhora Jacinta.

***

Depois que a sua mãe Jacinta foi levada embora, Carol ficou sozinha na mansão sendo judiada diariamente quase vinte e quatro horas por dia pela senhora Abigail, a enfermeira Eliza tinha sido dispensava, uma empregada terceirizada continuava a arrumar a casa e preparar a comida enquanto a malvada chefe passava o dia todo se deliciando ora lambendo e chupando os pezinhos gostosos de Carol, ora aterrorizando a pobre com cócegas quase infinitas nas solinhas lisinhas e não achando pouco, com frequência no meio das duas vezes, comendo o cuzinho e a buceta da empregada escrava, usando cinta peniana com enormes paus de silicone que só faltavam atravessar Carol de tão grandes e grossos.

Sobre a sua filha, dona Jacinta informou para Carol não se preocupar, informando que a jovem cresceu bem e foi adotada por uma família rica e com o tempo se tornou uma excelente médica no futuro.

Às vezes algumas oportunidades são armadilhas, o caso de Carol era uma dessas vezes, anos e mais anos foram se passando e Carol continuou ali dentro da mansão sendo fodida e tendo os pezinhos de tamanho 38 com solinhas lisinhas e rosadas sendo degustadas e torturadas com cócegas e mais cócegas, suas gargalhadas eram música para a sua senhora:

- AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAAHAHAAHAHA... SENHOORAAA EU NÃAAO AGUENTOOO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... PAREEE POOOR FAVOOOOR... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA...

No ápice das sessões, enquanto Carol recebia o máximo de cócegas nos seus pés, um plug anal eletrônico vibrava lá dentro do seu cuzinho e uma esfera estimuladora de metal esquentava e vibrava dentro da sua bucetinha, tudo ao mesmo tempo fazendo Carol revirar os olhos de prazer e desespero com as sensações em conjunto com as cócegas nos seus pés:

- AHAHAHAAAHAHAHA... AAAAAAHHHHH... AHAUAHAUAAHAHAHAAHAHA AHAHAHAAAAHHHHHH... HUMMMMM... UHUHUHUHUHUHUHUHU... AHAHAHAAHAHAAAAAAAAHHHHHHHHH... AAAAHHH... AHAHAHAHA...

- Isso querida, gema, grite, gargalhe, faça tudo ao mesmo tempo, ainda temos pelos menos uns vinte anos para eu te dispensar antes de você parar de me render tudo isso – falou a senhora Jacinta ali, naquele ano Carol estava com 47 anos, faziam mais de vinte anos que a coitada estava trancada na mansão sendo massacrada dia e noite pela sua senhora, aquela era a vida de Carol...

Uma vida de muito prazer e cócegas...

- AHAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... SENHOR ME LEVAAA... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... ALGUÉEM ME AJUDAAAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHA...

FIM!

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Foto de perfil de SenhorDasCocegasSenhorDasCocegasContos: 121Seguidores: 41Seguindo: 51Mensagem Sou um Podolatra e Dominador Tickler! Meus contos são sobre mulheres de Pezinhos belos sendo adorados e torturados com muitas cócegas, além de Podolatria e um pouco de sexo gostoso de vez em quando. Contato por e-mail: cocegasinsanas@gmail.com

Comentários

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Uma delícia de conto ficaria melhor ainda se Eliza virasse escrava de cócegas seria possível um conto aonde a torturada vira escrava ficaria mais perfeitos que já são os cintos ansioso pelo próximo conto 😍❤️

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