Ei gente, Tainá aqui de novo… Falei que ia voltar!!!
Depois de terminar de vez com o Lucas e sentir aquele gostinho de liberdade, decidi que o carnaval de 2026 ia ser o meu carnaval da libertinagem. Combinei com três amigas — a Gabi, a Júlia e a Letícia — e fomos pra Santos. Alugamos um apartamento pequeno, mas bem localizado, a uma quadra do Gonzaguinha, pertinho de um bloco que tava bombando todos os dias.
Primeiro dia foi mais de reconhecimento.
Chegamos de carro no sábado de manhã, fizemos compras, arrumamos o apê, tomamos uma cerveja gelada na varanda e fomos pro=a uma festa que a gente tinha comprado o ingresso. Eu tava com um look mais leve: short jeans, cropped branco e tênis. Dançamos, cantamos, bebemos, mas nada de mais. Beijei um cara aleatório no meio da multidão, mas foi só isso. Voltei pra casa cedo, cansada da viagem ainda, e dormi feito pedra.
O segundo dia já foi diferente. Fomos pra um bloquinho, e tava decidida a me soltar mais.
Antes de entrar no bloquinho, paramos num vendedor que tava do lado de fora do bloco oficial. Ele não tinha credencial, era daqueles que vendem por fora mesmo. Tava com um isopor enorme, vendia copos com gelo, cerveja, vodka, energético. O nome dele era Nicolas.
Não tinha reparado muito nele, mas já vou descrever ele para vocês.
Ele não era super gato, na verdade era bem normal. Negro, uns 1,85m, mas tinha o corpo todo rasgado, nessa hora ele tava de regata, e dava pra ver que os braços eram super definidos. Dava para ver uma cicatriz grande e antiga atravessando as costelas do lado esquerdo. Ele era super educado, chamou a gente de “rainha” e “linda”, sorria bastante, mas sem forçar.
Compramos várias latas e uns dez copos de gelo e ele desejou que a gente se divertisse.
Dentro do bloco eu me soltei de verdade. Beijei três caras diferentes ao longo do dia:
Um moreno alto chamado Pedro, que me chamou para dançar. Ele até que dançava bem e ficou me apertando pela cintura a música inteira até conseguir me beijar.
Um loiro surfista, que nem cheguei a perguntar o nome, que me pegou pela nuca e me deu um beijo bem gostoso que me deixou molhada na hora.
E um moreno tatuado chamado Vini, que era o mais ousado: passou a mão na minha bunda toda, apertou firme e ainda sussurrou no meu ouvido que eu tava “uma delícia de shortinho”. Chegou até a colocar a mão por dentro do shortinho, pegando na minha bunda nua.
Voltei pro apê cansada, suada e com o ego nas alturas, mas sem ter passado dos beijos.
Terceiro dia foi onde tudo aconteceu.
Repetimos a programação. Antes de entrar no bloco, encontramos o Nicolas de novo. Ele sorriu ao me ver: “E aí, rainha? Voltou pra mais gelo?”. Compramos de novo, ele continuou super respeitoso.
Dentro do bloco eu realmente me soltei. Peguei cinco caras diferentes:
Um alto, branquinho, cabelo cacheado. Me beijou encostada na grade, passou a mão por baixo do meu top e apertou meus peitos com vontade.
Um Moreno, forte, jogador de futebol. Dançou atrás de mim quando tava rolando um funk, roçando o pau duro na minha bunda quase a música inteira.
Igor, um amigo meu de anos que encontrei lá por acaso, resolvi dar mole. Ele é loiraço, corpo definido. Me levou pra um canto mais escuro e chupou meu pescoço enquanto enfiava a mão dentro do meu short. Mas não avançamos muito.
Depois peguei um baixinho mas musculoso. Bem safado, ficava sussurrando putaria no meu ouvido e apertando minha bunda com as duas mãos.
E o tesouro do dia, Felipe, era o mais bonito do dia, na verdade da viagem, do mês, de tudo kkkkkkk Me beijou por uns 20 minutos seguidos, daqueles beijos que parecem sexo. Quase transei com ele ali mesmo.
A tarde tava perfeita até que apareceu um ex da Júlia, um playboyzinho insuportável chamado Bruno. O cara começou a encher o saco dela, ficou passando a mão à força, falando alto, criando clima. Quando ele começou a ficar agressivo, eu puxei as meninas pra ir embora.
O Bruno ficou puto, começou a seguir a gente xingando e gritando. Foi aí que o clima azedou de vez.
Bruno tava totalmente descontrolado, gritando com a Júlia, segurando o braço dela com força e chamando ela de tudo quanto era nome. A Júlia já estava quase chorando, a Letícia tentava se meter no meio e eu segurava o celular na mão, pronta pra ligar pra alguém. A multidão passava do nosso lado sem nem ligar, como se fosse normal.
Foi aí que o Nicolas apareceu.
Ele largou o isopor no chão com tudo, sem nem trancar, e veio andando rápido na nossa direção. Não gritou, não fez escândalo. Chegou perto do Bruno com bastante calma e colocou a mão firme no peito dele, afastando ele da Júlia.
“Se liga irmão… elas não querem. Tá na hora de você ir embora”, disse com a voz grave e baixa.
O Bruno tentou responder, todo nervosinho, inflando o peito:
“Quem é você pra se meter, porra? Isso é problema meu com ela—”
Nicolas não levantou a voz. Só deu mais um passo pra frente, ficando cara a cara com ele. Não foi agressivo, mas foi intenso.
Dava pra sentir que se o Bruno não aceitasse, a parada ia ficar feia.
“Eu não vou repetir. Se manda moleque. Se manda!”
Bruno olhou pro Nicolas de cima a baixo, pro tamanho dele, pra cara de quem não tá blefando.
Deu pra ver o momento exato em que o playboyzinho se borrou. Ele murmurou mais alguma coisa, mas recuou, chamando os amigos e saindo andando rápido, olhando pra trás.
A gente ficou em silêncio por um segundo, ainda processando. A Júlia tinha os olhos cheios de lágrimas de raiva e alívio. Eu olhei pro Nicolas, e agradeci.
“Caralho… obrigada”, consegui falar, tava meio nervosa ainda.
Ele só sorriu de canto, e disse algo como “Não foi nada, tá de boa!”
Quando o Nicolas voltou pro isopor, o estrago já tava feito.
Ele olhou pro chão, já meio desesperado. Algumas garrafas de vodka e umas latas de energético tinham sumido. Provavelmente uns oportunistas viram que ele tinha largado tudo pra ajudar a gente e aproveitaram. Dava pra ver que ele ficou puto, mas tentou disfarçar.
“Porra… levaram umas garrafas”, murmurou, quase pra si mesmo.
A gente ficou sem graça pra caralho. A Júlia, ainda meio nervosa, já foi logo falando:
“Deixa que eu te pago tudo o que você perdeu, Nicolas. Sério. Foi culpa nossa, você largou o isopor pra vir defender a gente…”
Ele balançou a cabeça na hora, recusou. Nisso ele até começou a checar uma bolsa que tinha do lado do isopor:
“Deixa quieto, rainha. Vocês não têm culpa de nada. Já tá bom que não levaram o dinheiro.”
Mesmo assim, a gente insistiu e comprou tudo que ainda restava no isopor, as últimas cervejas, energéticos e gelo. Ele até tentou dar um desconto, mas não deixamos.
Foi nesse exato momento que o céu desabou. Começou a chover forte pra porra, aquelas gotas grossas e pesadas, do nada. A gente deu um grito e correu feito louca pra debaixo de um toldo de um barzinho ali perto. Ficamos todas apertadas, rindo de nervoso, cabelo já pingando, a roupa colando no corpo. A tempestade tava daquelas bem fortes, com vento forte, trovão e tudo.
Quando a chuva deu uma acalmada (mas ainda caía bastante), as meninas começaram a ficar agitadas. A Letícia olhou pro celular e falou:
“Tem uma balada ali na rua de trás que tá bombando. Vamos? Tá rolando open bar até as 6h!”
O Nicolas, que tava encostado no muro do lado, sacudiu o celular molhado e fez uma careta:
“Eu precisava carregar essa porra urgente… a bateria tá quase zerada e ainda tenho que trabalhar amanhã cedo.”
Foi aí que eu não pensei duas vezes. Olhei pra ele e soltei:
“Vem pro apê da gente carregar então. Fica aqui do lado, é rapidinho.”
A Letícia me olhou, abriu um sorrisinho safado e já foi enfiando a chave na minha mão.
“Toma a chave, Tainá. Leva ele lá pra carregar o celular. A gente vai indo pra balada… e demora bastante, hein?” — piscou pra mim de um jeito bem óbvio.
Eu senti meu rosto esquentar na hora, mas sorri. Eu juro que não tava com malíci, só queria ajudar ele.
As meninas deram risada, se despediram rápido e já saíram andando debaixo da chuva mesmo, me deixando sozinha com o Nicolas.
Subimos os dois pro apartamento. A gente tava batendo um papo de parceiro mesmo até então, falando o que eu fazia, que morava em SP, como tava curtindo com as meninas, o que cada uma fazia.
Entreguei o carregador pra ele na sala. Enquanto Nicolas procurava uma tomada, eu fiquei ali parada, pingando no chão. A saia de tule dourada toda grudada nas coxas, o topinho colado no corpo, cabelo molhado caindo no rosto.
Eu me sentia NOJENTA, sério, precisava tomar um banho urgente. Mas nem sabia como fazer isso, não queria deixar ele lá sozinho, mas não tinha jeito, eu precisava me limpar e me secar depois:
“Vou tomar um banho, tô toda melada dessa chuva”, falei, rindo sem graça.
“Pode ir tranquila, eu espero aqui” respondeu tranquilo.
Eu hesitei um segundo, ainda sem graça e soltei:
“Você também tá todo molhado… quer tomar banho também? Tem outro banheiro. Depois a gente põe sua roupa pra secar.”
Ele recusou de primeira, coçando a nuca:
“Não precisa não, Tainá. Eu tô acostumado…”
Mas eu insisti, quase empurrando:
“Para de frescura, Nicolas. Você também tá pingando. Sério, vai ser rápido.”
Ele acabou aceitando. Peguei uma camisa larga, que provavelmente era do ex da Letícia e entreguei pra ele.
Fui pro meu quarto, fechei a porta, tirei aquela roupa molhada que tava colada no corpo como uma segunda pele e enrolei uma toalha branca em volta de mim.
Quando saí do quarto pra ir para o banheiro, Nicolas gritou do seu banheiro, perguntando se tinha uma toalha:
"Ahhh, verdade, esqueci... Perai!"
Voltei para o quarto, peguei uma toalha e sai, nisso o Nicolas já tava me esperando no corredor. O olhar dele mudou na hora quando me viu só de toalha.
Desceu devagar do meu rosto pro colo, pros ombros molhados, pras pernas aparecendo embaixo da toalha. Não falou nada, mas o jeito que ele respirou mais fundo entregou tudo.
Tomamos banho separados. Eu entrei primeiro, a água quente caindo gostoso, lavando a chuva e o suor do dia.
Meu coração tava acelerado pra caralho.
Fiquei pensando nele ali do outro lado da parede, aquele corpo rasgado, a cicatriz… saí do banho com a pele quente e saí só de toalha mesmo, cabelo pingando nas costas.
Fui pra sala e me sentei no sofá. Dois minutos depois ele saiu do banheiro. Porra… que visão.
Só de toalha na cintura, água ainda escorrendo pelo peito definido, abdômen marcado, a cicatriz grande aparecendo do lado. Ele tava com uma cara séria, mas os olhos tavam diferentes. Mais escuros. Mais famintos.
Ele sentou do meu lado no sofá. Ficamos trocando bastante ideia, tava chovendo ainda lá fora, então tava um clima legal para ficar em casa.
Eu tava sentada em uma cadeira, apoiando os pés na mesa, ele ainda em pé, conversando comigo.
Vira e mexe me levantava para pegar alguma coisa, ajeitava a toalha.
Até que... A toalha dele começou a subir devagar na frente… e eu não consegui disfarçar o sorriso e nem o olhar.
A gente começou a rir de nervoso, daquele jeito que a tensão sexual tá quase explodindo.
Ele foi ver o celular dele que tava carregando, eu levantei e encostei a mão no ombro dele, sentindo a pele dele.
Foi o suficiente. Nicolas me olhou por meio segundo, os olhos escuros de desejo, e me puxou com força pra cima dele.
O beijo foi bem bruto. Ele colocava a língua dele pra jogo, enfiando, dançando dentro da minha boca, chupava meus lábios e mordia meu lábio inferior. Eu gemi contra a boca dele, sentindo o pau já duro roçando na minha coxa por baixo da toalha.
De repente ele se levantou um pouco e a toalha dele caiu no chão. O pau dele pulou pra cima, livre: uns 17cm, meio grossinho, bem torto pra cima, veias marcadas e a cabeça inchada brilhando. Latejando forte.
Eu lambi os lábios sem nem pensar e segurei ele com a mão. Tava quente, pesado. Comecei a punhetar devagar, sentindo ele pulsar na palma da minha mão.
“Caralho, Nicolas… que pau gostoso”, sussurrei, olhando pra ele.
Ele soltou um gemido rouco, puxou minha toalha com um puxão só e me deixou completamente pelada. Me pegou pela cintura, me virou e me colocou sentada na mesa da sala, abrindo minhas pernas com as mãos grandes.
Não teve quase preliminar.
Ele vestiu a camisinha rapidinho, segurou o pau e esfregou a cabeça grossa na minha buceta já encharcada, só pra me provocar.
Depois meteu tudo de uma vez.
“Aaaah, porra!”, eu gemi alto, sentindo ele me abrindo inteira.
Ele começou a meter forte, fundo, sem dó. A mesa balançava com as estocadas. Ele segurava minha cintura com as duas mãos, olhando pra baixo, vendo o pau entrar e sair de mim.
“Que buceta apertada, Tainá…”, rosnou, acelerando.
Ele me virou de quatro em cima da mesa, meteu de novo ainda mais fundo, batendo a virilha na minha bunda com força.
Depois me puxou pro sofá, me colocou de lado, levantou uma das minhas pernas e continuou socando. Cada vez que ele entrava tudo, eu soltava um gemidinho agudo.
Eu não aguentei só receber. Empurrei ele pro sofá, subi em cima e sentei devagar no pau dele, sentindo cada centímetro me preenchendo. Como o pau dele era bem torto, roçava em algumas partes, de uma forma que eu nunca tinha sentido antes, foi bem interessante.
Comecei a cavalgar gostoso, rebolando, subindo e descendo enquanto ele apertava meus peitos e chupava meus mamilos com força.
“Assim, safada… senta forte”, ele gemeu, segurando minha bunda e ajudando o movimento.
Depois ele perdeu a paciência, me virou de novo, deitou meu corpo no sofá, segurou minhas duas pernas bem abertas, quase encostando nos meus ombros, e meteu com tudo.
Fundo, rápido, bruto.
O barulho de pele batendo ecoava na sala. Eu tava quase gritando de tanto prazer.
“Vou gozar, Tainá… porra!”
Ele enterrou o pau bem fundo e gozou forte dentro da camisinha, o corpo todo tremendo, grunhindo no meu pescoço.
A gente tava rindo, ainda ofegante e suado, até que Nicolas se levantou pra ir ao banheiro tirar a camisinha.
Logo em seguida eu lembro que ele voltou, com a cara meio pálida:
“Porra, Tainá… estourou”, falou, mostrando o resto da camisinha na mão.
Eu olhei, dei de ombros e sorri:
“Relaxa… eu tomo a pílula do dia seguinte amanhã. Fica tranquilo.”
Ele ficou surpreso com a reação, e pareceu mais aliviado.
Voltamos pra sofá e ficamos os dois completamente pelados, conversando bobagem, rindo da situação louca.
A chuva ainda caía lá fora, e a sala tava com aquele cheiro gostoso de sexo no ar.
Foi aí que ele reparou no bong de vidro em cima da mesinha da Letícia.
“Vocês fumam?” perguntou, com um sorrisinho.
“Faz um tempão que eu não fumo… mas hoje eu topo, se quiser”, respondi.
Logo depois peguei o bong e o isqueiro.
A gente começou a fumar pelados no sofá. Cada tragada deixava o clima mais leve e ao mesmo tempo mais quente.
Meu corpo tava relaxado, mas minha buceta ainda latejava. Depois de umas tragadas, liguei pras meninas no viva-voz. A Letícia atendeu rindo:
“Tá bem agitado aqui… vamos demorar bastante ainda. Tá tudo bem aí?”
“Está tudo ótimo”, respondi, olhando pro Nicolas com um sorrisinho safado.
Desliguei o telefone e já tava molhada de novo. Olhei pro pau dele, que já começava a engrossar só de me ver pelada. Levantei devagar e falei bem manhosa:
“Trouxe umas roupas de carnaval novas… quer ver eu provando pra você?”
Ele mordeu o lábio e respondeu com a voz rouca:
“Claro, traz aí!”
Fui pro quarto e voltei com três looks. Provei o primeiro: um top cropped dourado minúsculo e uma saia de tule curtíssima, quase não tampava minha bunda. Dei uma voltinha devagar na frente dele.
O pau dele já tava meio duro.
Tirei e vesti o segundo: um body dourado aberto na frente, que mal cobria meus peitos e deixava minha buceta quase toda à mostra. Ele já tava passando a mão no pau, se masturbando devagar enquanto me olhava:
"Nossa, acho que você tá gostando, neh?"
Ele pegou e segurou bem firme o pau, e eu falei:
"Pode bater punheta para mim, mas eu tenho mais um para te mostrar."
No terceiro look eu me esforcei pra ser bem puta: um fio dental dourado que entrava todo no meio da bunda e um top que era basicamente duas tiras finas cobrindo só os mamilos.
Quando eu me virei de costas, empinando a bunda pra ele, Nicolas já tava com o pau totalmente duro de novo, latejando.
Eu não aguentei. Fui andando até ele, ajoelhei no chão da sala e segurei aquele pau grosso com as duas mãos.
“Olha como você ficou duro de novo… safado.”
Comecei a chupar com muita vontade. Boquete molhado, barulhento, babando tudo. Descia o máximo que conseguia, subia devagar chupando a cabeça inchada, passava a língua nas veias. Ele gemia rouco, segurando meu cabelo.
Depois de uns dez minutos, percebi uma coisa: toda vez que eu descia pra chupar as bolas dele, ele abria mais as pernas e soltava uns gemidos mais fundos, quase desesperados.
Fui descendo a língua… lambi o períneo devagar, sentindo ele tremer.
E então desci mais ainda.
Passei a língua bem no cuzinho dele dessa vez.
Nicolas soltou um gemido alto:
“Aaaah, caralho… Tainá!”
Eu sorri e continuei. Comecei a chupar o cu dele pra valer!
Fiquei com a língua rodando, pressionando. Nunca tinha feito isso antes, então não sabia exatamente o que fazer, mas tava curtindo ver aquilo
Ele tava louco, abrindo as pernas o máximo possível, segurando minha cabeça contra ele. O pau dele pulsava no ar, babando pré-gozo sem parar.
“Porra… ninguém nunca me chupou assim… continua, vai…”
Até que comecei a pressionar mais e entrar com a língua no cu dele, um pouquinho. Ele tava delirando nessa altura. Comecei até a rir, nunca tinha visto um homem nessa posição, com as pernas abertas, e ainda gemendo.
Não era um gemido feminino, é claro, se não para mim até seria broxante, era um gemido meio respiração ofegante, com a voz dele rouca saindo, tava bem gostoso ver e ouvir.
Nisso até pedi para ele mudar a posição, eu virei ele, deixei ele de costas para mim, quase de 4.
Peguei e comecei a punhetar ele com minha mão, passando o braço por baixo da bunda dele e afundei a minha cara na bunda dele.
O pau dele tá estourando de tão duro.
Eu abria a bunda dele com uma das mãos, enquanto com a outra apertava o pau dele.
Ele pegou e começou a segurar a minha cabeça para ir mais fundo na bunda dele. Foi realmente algo extremo.
Coloquei a minha língua o máximo para fora e fiquei passando de cima para baixo.
Até que ele realmente forçou minha cabeça o máximo e eu entrei com minha língua no cu dele, o máximo que eu podia.
Ficou assim alguns minutos, comecei a dar tapas na bunda dele, apertei o saco dele também. Ele tava quase gozando só com essa loucura. Ele tava tremendo, quase sem conseguir falar direito:
“Porra, Tainá… que delícia… caralho… eu vou ficar louco!”
De repente ele se levantou, me puxou pelos cabelos com firmeza e falou com a voz grossa, quase animal:
“Eu preciso te comer agora.”
Eu tava encharcada. Olhei pra ele com cara de safada e respondi:
“Então me fode logo!"
Ele foi buscar a carteira dele, mas assim que ele voltou eu falei:
"Vem sem camisinha mesmo. Foda-se, a outra já estourou mesmo. Eu tomo a pílula amanhã.”
Ele não pensou duas vezes. Me jogou no sofá de quatro, abriu minha bunda com as duas mãos e meteu tudo de uma vez no pelo. O gemido que eu soltei foi alto pra caralho.
Ele começou a socar forte, fundo, segurando minha cintura com força.
“Que buceta gostosa… tá me apertando todinho”, rosnava ele, dando tapas na minha bunda.
Me virou de frente, colocou minhas pernas em cima dos ombros dele e meteu ainda mais fundo, olhando nos meus olhos enquanto me arrombava.
Depois me levantou, me prensou contra a parede e me fodeu assim, de pé, meu corpo subindo e descendo no pau dele. Eu tava gemendo sem controle, unhas cravadas nas costas dele.
Ele me colocou de quatro no chão da sala, segurou meu cabelo como rédea e meteu com tudo, rápido e bruto. Eu sentia o pau dele latejando dentro de mim, batendo fundo.
No final, ele me virou de novo, ajoelhou entre minhas pernas abertas e começou a bater uma punheta rápida, olhando pra mim toda suada e marcada.
“Vou gozar… onde você quer?”
“Nos meus peitos e na barriga”, respondi, apertando meus peitos pra ele.
Ele soltou um gemido longo e gozou forte. Jatos grossos e quentes acertaram meus peitos, escorrendo pela barriga, um pouco até no meu queixo. Fiquei toda melada da porra dele.
A gente ficou uns segundos recuperando o fôlego, rindo sem acreditar no que tinha rolado.
Depois fomos tomar banho juntos. Ele me ensaboou com calma, passando as mãos grandes nos meus peitos, na bunda, entre as pernas.
Eu lavei o pau dele, que ainda tava meio duro. A gente se beijava devagar embaixo da água, rindo da loucura toda.
Quando saímos do banheiro, pelados e ainda molhados, a surpresa:
A Letícia tinha voltado mais cedo da balada. Só ela.
Ela tava parada na sala, com uma cara de choque que rapidamente virou gargalhada. Olhou pra mim (toda marcada de chupão, cabelo bagunçado, corpo ainda vermelho), olhou pro Nicolas pelado com o pau balançando, e caiu na risada alta.
“Caralho, Tainá! Eu falei pra demorar, mas não pra tanto assim!”
Eu comecei a rir junto, sem nem tentar me cobrir.
O Nicolas ficou morrendo de vergonha no começo, tentando tampar o pau com as mãos, mas logo ele também riu da situação.
Ele se trocou rapidinho, pegou o celular já carregado, e eu desci com ele até a portaria do prédio. Antes de ir embora, ele me deu um beijo demorado e um tapinha na minha bunda:
“Foi uma das melhores noites da minha vida, Rainha.”
Voltei toda orgulhosa e satisfeita.
Foi, sem dúvida, uma das noites mais loucas e safadas da minha vida, até porque ele era um completo estranho, e por isso mesmo queria compartilhar com vocês!
Rolou mais uma aventura no carnaval, prometo contar tudo aqui se vocês quiserem. Sem filtro, como sempre.
Mas o que pega mesma gente, é que um mês atrás, agora em Maio, rolou o meu primeiro Ménage.
EXATAMENTE. Ménage! Me deixem ai nos comentários se vocês querem que eu continue contando as minhas aventuras, porque já faz algum tempo que não venho aqui. Mas como essa história do carnaval foi bem doida, não queria deixar de contar.
Beijos, Tainá. 😈