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Um conto erótico de Solange
Categoria: Heterossexual
Contém 4661 palavras
Data: 29/06/2026 00:46:50

O barulho da chave girando na fechadura soou como um aviso de perigo. Meus dedos, ainda quentes e formigando pelo toque na carne pesada de Thiago, tremiam enquanto eu tentava alisar a regata e recuperar o ar. Thiago, por outro lado, estava calmo, quase entediado, recostado no sofá com uma postura de rei, o volume na bermuda ainda um pouco marcado, mas estrategicamente escondido pela camisa.

​A porta se abriu e Kevin entrou, o rosto suado, trazendo a sacola de mercado com um maço de cigarros e o latão de cerveja. Assim que cruzou a sala, ele parou bruscamente, sentindo a tensão pesada que pairava no ar. Seus olhos passaram de mim — que estava com o rosto corado e respirando fundo — para o Thiago, que o observava com um desprezo frio.

​— Cheguei... Tá aqui a cerveja e o cigarro — Kevin murmurou, caminhando em direção ao sofá como um cão castigado.

​Thiago não se moveu para pegar nada. Ele apenas apontou com o queixo para a mesinha de centro.

​— Bota aí.

​Kevin colocou as coisas na mesa e tentou recuar para o seu canto. Mas Thiago levantou a mão, um gesto simples que fez meu filho congelar no lugar. O clima no apartamento ficou insuportável. Eu sentia meu coração martelar contra as costelas, o medo misturado a um desejo doentio de ver o quanto o Thiago conseguiria humilhar aquele garoto.

​— O troco, Kevin. — A voz de Thiago saiu calma, mas carregada de uma ameaça que fez Kevin estremecer. — E o resto.

​— O... o resto do quê? — Kevin gaguejou, o olhar perdido entre o chão e o rosto do amigo.

​Thiago deu uma risada seca, sem alegria, e se levantou. Ele era muito maior que o meu filho. Ele caminhou até o Kevin com uma lentidão calculada, como um predador encurralando uma presa que não tem para onde fugir. Quando parou na frente dele, Thiago era pura autoridade.

​— Não se faz de idiota, que eu não sou professor de escola particular. Passa o resto do dinheiro que tu tem no bolso, o cartão de crédito e esse teu celular de playboy. Agora.

​Kevin arregalou os olhos.

— Mas, Thiago, esse celular é meu, eu uso pra faculdade, pro curso...

​Thiago não deixou ele terminar. Ele simplesmente avançou um passo, invadindo o espaço pessoal do Kevin e colocando a mão grande e firme no peito do meu filho, empurrando-o levemente para trás, forçando-o a dar um passo de recuo. A intimidação era física, absoluta.

​— Tu tá me ouvindo ou eu vou ter que desenhar? — Thiago rosnou, a voz descendo uma oitava. — Quem manda nessa casa agora sou eu. O teu celular, o teu dinheiro, a tua vida... a partir de agora, é tudo meu. Se tu quer continuar com alguma coisa, tu vai ter que aprender a me servir direito. Ou tu prefere que eu resolva isso de outro jeito na frente da tua mãe?

​Kevin olhou para mim. Aqueles olhos suplicantes, buscando ajuda, buscando a mãe que ele sempre conheceu. Mas, ao encontrar meus olhos, ele viu algo que o deixou ainda mais apavorado: eu não movi um músculo para defendê-lo. Eu estava ali, em pé, observando, com o coração acelerado, sentindo uma excitação suja ao ver meu próprio filho ser despojado de tudo pelo rapaz que, segundos antes, estava me fazendo tocar em suas partes mais íntimas.

​Kevin, derrotado e sem ter a quem recorrer, começou a esvaziar os bolsos. Ele tirou o iPhone do bolso, a carteira com o resto das notas e até o cartão de crédito. Colocou tudo em cima do sofá, na palma da mão estendida de Thiago.

​Thiago pegou tudo. Jogou o celular no sofá com desdém e guardou o resto na bermuda, bem perto daquele volume enorme que eu ainda conseguia ver a marcação.

​— Bom garoto — Thiago ironizou, dando um tapinha humilhante no rosto do meu filho. — Agora, vai lá pra cozinha, pega um abridor e abre essa cerveja. Traz o copo pra mim e outro pra tua mãe. E vê se não faz barulho, que eu quero silêncio pra pensar no que tu vai fazer agora pra ganhar teu celular de volta.

​Kevin abaixou a cabeça, derrotado, e caminhou em direção à cozinha em silêncio absoluto. Eu continuei parada, sentindo as pernas bambas, vendo o Thiago se sentar novamente no sofá e sinalizar para mim, com um sorriso de predador, que eu deveria me sentar ao seu lado para assistir ao resto da cena.

O silêncio na sala só era quebrado pelo som metálico do abridor de garrafas vindo da cozinha. Kevin estava lá dentro, sendo o criado que Thiago determinou que ele fosse, alheio ao que acontecia na sala.

Thiago, agora dono do celular e da carteira do meu filho, parecia ainda mais relaxado, ocupando quase todo o espaço do sofá. Ele deu dois tapinhas no próprio colo, um gesto cínico e de uma audácia que me fez gelar a espinha.

— Senta aqui, Solange — ele ordenou, a voz saindo baixa, um sussurro carregado de comando. — O teu filho vai demorar um pouco para achar o copo certo. Aproveita que o ambiente tá livre.

Eu travei. Meus instintos de mãe gritavam para eu sair dali, mas o meu corpo — aquele corpo que ele tinha acabado de fazer vibrar com o toque da sua mão na minha coxa — parecia ter vontade própria. Cada célula minha implorava para que eu cedesse. Senti um calor sufocante subir pelo meu peito. Eu tinha 48 anos, uma vida inteira de decência, e ali estava eu, prestes a subir no colo do amigo do meu filho enquanto ele servia cerveja na cozinha.

Caminhei em direção a ele, as pernas pesadas, quase falhando. Quando cheguei perto, Thiago nem esperou. Ele agarrou a minha cintura com uma força surpreendente, me puxando para cima. Senti o impacto do meu corpo contra o dele; o peitoral dele era como uma parede de ferro.

Acomodei-me sobre suas pernas grossas. O contato foi imediato e violento. O volume na bermuda de moletom estava ali, firme, uma protuberância que se encaixou exatamente entre minhas coxas, logo abaixo do meu ventre. Senti a dureza do pau dele pressionando contra a calcinha úmida. O atrito do tecido cinza contra a minha pele, através do short jeans, era torturante.

— Isso... — Thiago murmurou, as mãos grandes descendo pelas minhas costas e repousando com possessividade sobre o meu bumbum. Ele apertou, com força, quase me obrigando a quicar levemente sobre a sua ereção. — Olha como tu encaixa perfeitamente aqui, dona Solange.

Ele começou a esfregar o quadril de forma lenta, um movimento calculado de vai-e-vem que me fez arquear as costas e soltar um suspiro agudo. Eu estava sentada exatamente em cima da ereção dele, sentindo cada centímetro daquele pau gigante através da bermuda. Era uma humilhação gloriosa.

— Tu tá tão molhada que eu consigo sentir o cheiro daqui — ele provocou, com um sorriso canalha no canto dos lábios, enquanto roçava o nariz na curva do meu pescoço. — O teu filho tá lá na cozinha, sendo o bosta de sempre, e tu tá aqui, rebolando em cima do homem que manda na casa dele. Como é que tu se sente sendo minha, hein?

Eu não conseguia formular frases completas. Apenas balancei a cabeça negativamente, perdida na sensação do seu corpo contra o meu. Ele me apertou mais contra si, fazendo o volume entre nossas pernas roçar de forma obscena no meu clitóris.

— Fala... — ele exigiu, dando um tapa estalado e doloroso no meu bumbum, que me fez dar um salto no colo dele.

— Eu me sinto... sua — soltei, a voz trêmula de desejo e vergonha.

Ele riu, um som satisfeito, e me puxou para um beijo bruto, um beijo de dono, enquanto ouvíamos os passos do Kevin voltando da cozinha, trazendo a cerveja gelada. Eu não me movi. Eu não saí do colo. Eu estava rendida, sentindo a ereção dele latejar contra mim, esperando o meu filho entrar na sala para ver a própria mãe, de quase cinquenta anos, acomodada no colo do seu mestre.

O barulho dos copos batendo na bandeja de madeira anunciava que Kevin estava voltando. O som da minha própria respiração, ofegante e descompassada, parecia um trovão na sala. Eu estava ali, aninhada no colo do Thiago, sentindo cada músculo do seu corpo, enquanto ele, com uma calma absoluta, mantinha uma mão firme no meu bumbum e a outra acariciando o meu cabelo, como se eu fosse um troféu conquistado.

Kevin entrou na sala. O copo tremeu na bandeja quando ele parou, o olhar congelando na cena à sua frente. Ele viu. Ele viu a mãe, a mulher que ele sempre respeitou e que agora via reduzida a uma boneca nas mãos de um desconhecido, sentada de pernas abertas sobre o colo do amigo.

O rosto do meu filho ficou da cor de papel. Ele abriu a boca, mas nenhum som saiu. O choque era tão grande que ele não conseguia sequer processar o que estava vendo.

Thiago, em vez de se afastar, apenas me segurou com mais força, me encaixando ainda mais contra a sua ereção, exibindo a cena com o orgulho de quem exibe uma conquista. Ele olhou para o Kevin, que parecia um fantasma parado na entrada da sala, e soltou uma gargalhada carregada de desprezo.

— Olha só o que chegou — Thiago disse, a voz cheia de veneno. Ele me olhou nos olhos, com aquele sorriso de quem detém o poder absoluto, e depois se virou para o Kevin com um olhar de puro nojo. — Sai da minha frente, ô aborto. Tu nem deveria ter nascido, esse erro da natureza que tu chama de vida.

Kevin deu um passo para trás, como se tivesse levado um soco no estômago. O copo na bandeja balançou perigosamente.

— Thiago... mãe... — ele sussurrou, a voz trêmula, quebrada, desprovida de qualquer resto de dignidade.

— Não me chama, seu bosta! — Thiago berrou, levantando-se abruptamente comigo no colo. Ele deu um passo em direção ao meu filho, uma montanha de músculos e autoridade. — Eu mandei tu sair da frente! Agora vaza daqui, vai se trancar no teu quarto ou se joga da janela, que eu não quero ver a tua cara de fracassado por aqui. Eu vou comer a tua mãe e eu não quero que nenhum resto de aborto fique atrapalhando a gente.

Eu senti um frio na espinha, mas, ao mesmo tempo, um calor insuportável tomou conta de mim. A brutalidade das palavras, a forma como ele me tratou como um objeto, como uma propriedade, era o ponto final da minha degradação.

Kevin, sem ter um pingo de fibra, sem ter a mínima coragem de me defender ou de enfrentar o Thiago, baixou a cabeça. Ele largou a bandeja no chão — o som do vidro quebrando ecoou pela sala — e, com lágrimas nos olhos, virou as costas e correu em direção ao corredor, batendo a porta do quarto com força logo em seguida.

Thiago me jogou de volta no sofá, mas desta vez de forma bruta. Ele ficou de pé na minha frente, me encarando com os olhos pretos de desejo, a bermuda totalmente marcada, revelando que a ereção dele tinha atingido o limite.

— Viu só, Solange? — ele disse, enquanto começava a desabotoar a própria camisa. — Aquele moleque não serve nem para ser homem, quanto mais para proteger a própria mãe. Agora que a gente tá sozinho, tu vai me mostrar exatamente por que eu decidi não te mandar embora junto com ele.

O som da porta batendo no quarto de Kevin ainda reverberava pelas paredes do apartamento como uma sentença definitiva. O silêncio que se seguiu não era de paz; era um vácuo carregado, uma tensão que parecia estalar no ar como eletricidade estática. Eu estava jogada no sofá, com os cabelos bagunçados e o coração martelando nas têmporas, observando Thiago desabotoar a camisa de time com uma lentidão sádica.

Ele jogou a camiseta de lado, revelando um peitoral escuro, definido e suado, que brilhava sob a luz morna da sala. Seus músculos saltavam a cada movimento, uma máquina de dominação pronta para ser usada. Ele me olhou de cima, com aquele desdém frio que me fazia sentir a coisa mais insignificante do mundo — e, por algum motivo doentio, eu amava aquela sensação.

— Aquele lixo nem teve coragem de olhar nos teus olhos enquanto eu falava que ia te arrombar, Solange — Thiago soltou, a voz rouca, sem um pingo de remorso. Ele caminhou até mim, parando entre as minhas pernas, e forçou o meu queixo para cima com a ponta dos dedos. — Tu viu a cara dele? A cara de um moleque castrado, um aborto fracassado que não serve nem pra proteger a mãe da própria carniça que ele carrega.

Eu não respondi. Minha garganta estava seca. O ar que ele exalava cheirava a testosterona e a uma masculinidade brutal que eu não via há décadas. Ele não esperou por palavras. Com um puxão violento, ele segurou a barra do meu short jeans e o puxou para baixo, junto com a minha calcinha, deixando-me completamente exposta no estofado, com as pernas abertas de forma humilhante.

Thiago nem sequer tirou a bermuda de moletom cinza. Ele apenas desceu o elástico, e o que eu vi me fez prender a respiração. Era um monstro. O pau dele, agora liberto, saltou para fora como uma mola, grosso, latejante, com as veias saltadas e a cabeça arroxeada, pulsando de desejo puro e selvagem. Ele era muito maior do que eu imaginava, um membro impetuoso que parecia ter vida própria.

— Toca — ele rosnou, me empurrando a mão contra a própria ereção.

Eu obedeci, fechando a mão ao redor daquela carne monstruosa. Estava quente como brasa, duro como ferro. A sensação de poder que ele exalava era intoxicante. Thiago não perdeu tempo com carícias ou preliminares baratas. Ele me agarrou pelos cabelos, com força, puxando minha cabeça para trás enquanto me forçava a abrir a boca. Ele queria que eu sentisse o gosto daquela autoridade.

— Isso... abre essa boca e engole o teu mestre, sua vadia de 48 anos — ele ordenou, enterrando o pau na minha garganta sem qualquer aviso.

Foi um choque. Ele era grande demais, fundo demais. Senti o pau dele bater no fundo da minha garganta, forçando-me a engasgar, enquanto lágrimas involuntárias escorriam pelo meu rosto. Não havia espaço para delicadeza. Thiago movia o quadril com força, golpeando a minha boca num ritmo violento, sem se importar se eu estava conseguindo respirar ou não. Ele me tratava como um objeto, como uma peça de carne descartável que ele possuía por direito.

— Tu não passa de uma coroa seca, louca por um pau de verdade pra preencher esse buraco que o teu marido fracassado nunca soube cuidar — ele vociferou, segurando meu rosto com as mãos grandes, golpeando cada vez mais fundo. — Aquele teu filho de merda é a prova de que tu só sabe criar fracassado, mas agora o jogo virou. Tu é minha. Cada buraco teu é meu.

Eu gemia, um som abafado pela penetração oral forçada. A sensação de estar sendo dominada por aquele garoto, que tinha menos da metade da minha idade, me deixava em um estado de transe. A cada estocada, a cada movimento bruto da mão dele nos meus cabelos, eu sentia que o pouco de orgulho que me restava estava sendo enterrado no estofado daquele sofá.

Ele parou de repente, puxando o pau para fora da minha boca com um estalo úmido, deixando-me arquejando, com saliva escorrendo pelo queixo. Ele me virou de bruços no sofá, o rosto enterrado nas almofadas, e agarrou meu quadril com as mãos imensas, deixando marcas nos meus quadris.

— Agora, vira essa bunda gorda pra cá — ele comandou, a voz parecendo um trovão. — Eu quero ver o tamanho da marca que eu vou deixar nesse corpo de velha safada.

Sem qualquer lubrificação além do meu próprio desejo — o que me fazia sentir a dor e o prazer de forma amplificada —, Thiago me penetrou por trás de uma só vez. Foi um rasgo, uma entrada brutal. Senti minha entrada ser esticada ao máximo, a dor aguda misturando-se com um prazer eletrizante que subia pela minha espinha. Ele era enorme, pesado, preenchendo cada milímetro do meu interior, me fazendo gritar enquanto ele não parava de avançar.

— Isso, grita! — ele ria, batendo forte no meu bumbum com a palma da mão aberta, o som do impacto ecoando na sala. — Grita bem alto pra aquele seu filho frouxo ouvir lá no quarto o que um homem de verdade faz com a mãe dele! Deixa ele saber que a mãe dele tá sendo comida de todas as formas pelo cara que ele chama de amigo!

Cada estocada dele era uma declaração de posse. Ele era bruto, desajeitado de propósito, tratando meu corpo como se fosse um brinquedo descartável. Ele me batia, me puxava pelos cabelos, me xingava com todas as palavras chulas que o dicionário da rua podia oferecer. Ele me chamava de vadia, de cadela, de carcaça, e cada xingamento parecia se encaixar no meu âmago como uma verdade absoluta.

Eu, Solange, uma mulher que vivia na bolha da classe média, estava ali, entregue, sendo punida e possuída por um garoto que não devia satisfação a ninguém. O atrito era intenso, o suor dele escorria pelo meu dorso, e eu me sentia pequena, insignificante, reduzida a um receptáculo para o prazer dele.

— Tu tá gostando, não tá, sua piranha? — ele rosnou, aumentando o ritmo, as estocadas ficando cada vez mais rápidas e profundas. Ele me segurava pelos ombros, me empurrando contra o estofado a cada golpe. — Tu tá gostando de ser a minha cadela? De ser comida enquanto o teu filho se tranca no quarto com medo?

Eu mal conseguia falar, apenas assentia, implorando silenciosamente por mais. A brutalidade dele não me assustava mais; ela me completava. Ele era a força, eu era a submissão. Ele era o mestre, eu era a escrava.

O clímax veio como uma explosão de violência. Thiago me agarrou pelos cabelos com uma força descomunal, puxando minha cabeça para trás, e despejou toda a sua virilidade dentro de mim em jatos quentes e potentes que eu podia sentir latejar nas paredes do meu ventre. Ele continuou se movendo mesmo depois de gozar, batendo o corpo contra o meu até que ambos estivéssemos exaustos, colados pelo suor e pelo sêmen.

Ele se retirou bruscamente, sem um pingo de carinho, e se jogou de lado no sofá, ofegante. Eu permaneci na mesma posição por longos minutos, com o rosto ainda nas almofadas, sentindo o ar quente do apartamento enquanto o choque e a euforia começavam a se misturar.

Thiago, agora mais calmo, deu um tapa estalado nas minhas costas e apontou para o corredor onde o quarto do Kevin ficava.

— Agora, levanta, limpa essa porra e vai lá no quarto daquele lixo chamar ele. — A voz dele era de um comando gelado. — Manda ele vir aqui buscar o resto da cerveja. E Solange... — ele pausou, me olhando com um sorriso de escárnio. — Não esquece de dizer que foi o dono dele que te comeu.

Eu me levantei, bamba, arrastando-me pelo chão para pegar o short jeans que ele tinha arrancado. Eu não era mais a mesma Solange de minutos atrás. Eu era uma mulher marcada, humilhada e, acima de tudo, completamente viciada naquela autoridade bruta que Thiago exercia sobre mim. Olhei para a porta do quarto do meu filho, sabendo que, a partir de agora, a minha vida e a dele seriam apenas uma extensão da vontade daquele jovem mestre que dominava a nossa casa.

Caminhei em direção ao corredor, sentindo o peso do sêmen escorrendo pelas minhas coxas, carregando a marca da humilhação com o orgulho distorcido de uma cadela que finalmente encontrou o seu dono. O jogo de aulas particulares tinha acabado; ali, naquele apartamento, a única coisa que importava era a lei do mais forte. E Thiago, com seu pau gigante e sua brutalidade absoluta, era a única lei que restava.

O peso do ar no corredor parecia denso como chumbo. Eu estava completamente nua, a pele alva do meu corpo esbelto estava manchada por marcas de dedos e vergões avermelhados, testemunhos silenciosos da brutalidade que acabei de sofrer no sofá. O sêmen dele ainda escorria pelas minhas coxas, uma trilha pegajosa que denunciava exatamente o que eu tinha acabado de fazer. Minhas pernas ainda tremiam, e cada passo era uma lembrança do preenchimento violento que Thiago me impusera.

Cheguei diante da porta do quarto do Kevin. O silêncio lá dentro era absoluto, um silêncio covarde. Minha mão subiu, pesada e hesitante, e dei três batidas secas na madeira.

— Kevin... — minha voz saiu falha, rouca, carregada de um resto de dignidade que eu estava forçada a enterrar. — Abre a porta, filho.

Não houve resposta. Apenas um ruído de respiração abafada lá dentro. Thiago estava sentado no sofá da sala, me observando de longe, com os braços cruzados sobre o peito nu, a postura relaxada de um rei que acabara de ver sua rainha ser reduzida a nada. O olhar dele pesava sobre mim como uma ordem silenciosa.

— Abre essa porra, moleque! — gritei, desta vez com o comando que Thiago me incutira.

A porta se abriu lentamente. Kevin surgiu na penumbra, os olhos vermelhos e inchados, o rosto pálido. Quando ele bateu os olhos em mim — nua, marcada, com o corpo exposto e as provas do prazer alheio escorrendo pelas minhas pernas — o mundo dele pareceu desabar de vez. Ele recuou, tropeçando nos próprios pés, a boca abrindo-se num grito mudo de horror.

— Mãe... o que... o que você fez? — ele balbuciou, as lágrimas escorrendo sem parar.

Eu não pude desviar o olhar. A vergonha que deveria sentir foi substituída por um vazio gélido. Atrás de mim, senti o peso da presença de Thiago se aproximando pelo corredor. Ele parou logo atrás de mim, suas mãos grandes repousando com uma possessividade obscena nos meus ombros, as unhas raspando levemente na minha pele avermelhada.

— O que ela fez, Kevin? — Thiago perguntou, a voz saindo com um deboche cruel e triunfante. Ele deu um passo à frente, empurrando-me levemente para que o meu filho tivesse uma visão ainda melhor da minha submissão. — Ela serviu ao mestre dela, como toda mulher da tua casa deveria fazer.

Thiago deu um empurrão leve nas minhas costas, forçando-me a entrar no quarto do meu filho, onde ele estava trancado. Eu caminhava como uma sonâmbula, sentindo o olhar de Kevin percorrer cada marca no meu corpo.

— Olha bem, moleque — Thiago continuou, a voz agora cortante. — Olha bem pra tua mãe e vê quem é que manda aqui. Ela tava implorando por isso, não tava, Solange? Fala pra ele. Fala pro teu filho como foi gostoso ser comida pelo amigo dele enquanto ele ficava escondido atrás dessa porta de merda.

Eu olhei para o Kevin, que estava encolhido no canto do quarto. Eu sentia cada centímetro da minha carne pulsar, uma mistura de dor residual e a lembrança elétrica do que Thiago fizera.

— Foi... — sussurrei, a voz tremendo, sentindo Thiago apertar meus ombros com mais força, uma ameaça silenciosa. — Foi... muito bom, Kevin. Ele é... ele é o dono agora.

Kevin fechou os olhos com força, cobrindo o rosto com as mãos, soluçando. O meu filho estava destruído, mas o Thiago... Thiago apenas soltou uma gargalhada de pura satisfação, enquanto me puxava para trás, para o corredor, deixando o Kevin sozinho com a imagem da própria mãe, marcada e humilhada, entregue totalmente ao seu novo mestre.

A humilhação era um círculo vicioso, e eu estava presa no centro dele. Thiago não me deixou nem vestir o short. Assim que voltamos para a sala, ele se jogou de volta no sofá, esticando as pernas e me puxando pelo braço com uma força que quase deslocou meu ombro.

— Agora tu vai me mostrar que aprendeu a lição — ele ordenou, o tom de voz frio, mas carregado de uma luxúria predatória. — Sobe aqui. E eu quero ouvir tu falar o que tu pensa desse teu filho inútil.

Eu me ajoelhei sobre ele, sentindo o pau latejante encontrar a entrada novamente. Com um movimento bruto, eu me encaixei, descendo sobre a sua carne monstruosa até o limite. Cada vez que eu cavalgava, o impacto da minha base contra o quadril dele soltava um estalo úmido e audível na sala. Eu estava nua, com o corpo esbelto pintado de vermelho pelas marcas dos seus dedos, e a cada subida e descida, eu me sentia mais desmoralizada e, simultaneamente, mais excitada.

— Mais rápido, Solange! — ele berrou, segurando minhas ancas com tanta força que sabia que deixaria mais hematomas.

Eu comecei a rebolar, cavalgando de forma frenética. A cabeça do pau dele batia fundo no meu colo do útero, um golpe rítmico que me forçava a gritar. E eu gritei. Gritei de dor, gritei de prazer e gritei o veneno que Thiago exigia.

— Eu tenho vergonha! — eu berrava entre um arquejo e outro, balançando os cabelos e sentindo o suor escorrer pelo meu peito. — Tenho vergonha do meu filho! Tenho nojo daquele aborto fracassado!

Thiago ria, um som gutural de satisfação, enquanto me segurava pelos cabelos, forçando minha cabeça para trás.

— Fala mais sobre ele, Solange! Fala o que ele é! — ele me provocou, enfiando a mão no meu cabelo e puxando com força, fazendo meu couro cabeludo arder.

— Ele é um merda! — eu rugia, cavalgando como uma louca, sentindo o atrito do pau gigante esticando cada fibra do meu interior. — Ele não é homem! Ele é igual ao pai dele! Aquele falecido idiota que não servia pra nada! Igual ao pai morto, com aquele pauzinho pequeno e ridículo que nunca me deu prazer!

As palavras saíam da minha boca como vômito, mas eram sentidas. O ódio pelo passado, pela mediocridade da minha vida de casada, explodia em cada estocada. Thiago era o oposto de tudo o que eu tinha conhecido; ele era a força bruta, o tamanho, o comando. O meu falecido marido, com seu membro minúsculo e sua passividade irritante, parecia agora uma piada de mau gosto, uma sombra cinzenta comparada ao gigante que me possuía ali, no meio da sala, enquanto o filho dele se escondia no quarto.

— Ele não tem nada de homem! — eu gritava, já em estado de transe, cavalgando com uma fúria que eu nem sabia que possuía. — Aquele pauzinho pequeno do teu pai não chegava nem perto do que você é, Thiago! Você é o dono dessa casa! Você é o único que merece estar aqui dentro de mim!

Thiago sorria, um sorriso de puro triunfo. Ele me via rebolar, via meus seios fartos balançando violentamente, via a minha nudez manchada pelas suas marcas, e ele se deleitava. Ele me batia no bumbum, cada tapa um convite para eu cavalgar mais fundo, para eu me destruir mais um pouco.

— Isso, sua cadela! — ele rugia, subindo o quadril para encontrar cada estocada minha. — Deixa ele ouvir! Deixa ele saber que o pai dele era um bosta de um pau pequeno e que tu tá aqui cavalgando no tamanho que ele nunca vai ter!

Eu estava em êxtase. A vergonha pelo Kevin tinha se transformado em um combustível negro. Eu cavalgava com o ódio, com a luxúria, com a consciência de que, naquele momento, eu não era mais mãe, não era mais nada além de uma mulher sendo preenchida por um garoto que me humilhava de um jeito que me fazia esquecer quem eu era. O som dos gemidos, os xingamentos contra o meu filho e contra o meu falecido marido, a imagem do meu corpo esbelto e marcado pelo esforço e pela posse do Thiago — tudo aquilo era a minha nova realidade.

Eu cavalguei até não ter mais ar, até sentir o meu ventre ser preenchido por completo pelo sêmen dele pela segunda vez, enquanto ele, com a autoridade de quem não pede, me puxou para baixo e me selou em um beijo imposto, calando meus gritos de humilhação com o gosto da sua própria dominação. Eu era, enfim, a serva perfeita.

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