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Leozinho Putinho Submisso – O trabalho da faculdade

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Um conto erótico de Galadriew
Categoria: Gay
Contém 2190 palavras
Data: 29/06/2026 04:14:40
Assuntos: Gay

Depois daquela manhã em que Alex me pegou lambendo a porra do loirinho no chão do quarto, ele soube que tinha me quebrado de vez. Ele passou os dias seguintes me manipulando com carinho misturado a crueldade. Me mandava ficar chupando o pau dele por horas enquanto ele ficava scrollando no Tinder e no Grindr conversando as maiores atrocidades com caras que ele fazia questão de me mostrar e falar coisas tipo:

- Se liga só nesse putinho aqui, ta doido pra vir engasgar na minha pica.

E me mostrava fotos dos garotos em várias posições se exibindo pra ele, vídeos que eles mandavam se tocando falando que estavam imaginando o Alex lá, e até mesmo áudios de alguns que sabiam que ele namorava e ficavam me xingando falando que eu era otário e que não dava conta da pica do macho que tinha em casa.

Em certo dia, eu estava chupando ele e ele me mostrou um vídeo de um dos caras que ele conversava onde ele estava amarrado de costas com os braços e pernas abertas e dois caras ficavam revezando o cuzinho dele, um metia e quando ele tirava o outro enfiava, e eles faziam isso numa velocidade que me deixou muito excitado e eu acabei gozando no pé do Alex, isso deixou ele furioso.

- Seu merdinha! - Ele disse. - Quem deixou você gozar seu filho da puta? E ainda me melou com essa porra nojenta de corno manso.

Eu fiquei chateado com o jeito que ele falou, pedi desculpas mas falei pra ele não falar assim comigo. E ele respondeu:

- Não fala assim comigo é o caralho, limpa essa porra aí.

E então ele me fez ajoelhar e lamber os pés dele inteiro até limpar cada gota da minha própria porra.

No dia seguinte ele apareceu com uma cage, uma gaiolinha rosa pra colocar no pênis e falou que era pra eu usar todos os dias, e que ele ia ficar com a chave. A partir daí ele me deixava sem gozar por dias, me fazia dormir no sofá e só me dava atenção pra me mandar ficar chupando ele. Com o tempo ele parou de me foder tanto e usava só a minha boquinha como depósito enquanto ficava pensando em outros garotos, conversando putaria com eles, e de consolação eu ganhava o leite dele que as vezes era ralo por ele já ter gozado naquele dia, mas quando ele não comia ninguém antes de eu chegar em casa, eu percebia que o leite dele era bem grosso e farto, e isso me deixava feliz, pensar que naquele dia ele podia ter sido só meu.

Mas isso tudo mudou quando uma professora da faculdade passou um trabalho em dupla e meu colega teve que ir lá em casa pra gente resolver o que faria. Matheus era meu colega de turma, branquinho, pele clarinha quase rosada, cabelo bem preto liso, com olhos azuis profundos, bem cuidado, rosto bonito com traços finos e um corpo definido mas delicado. O que mais chamava atenção era o rabão dele, redondo, empinado, carnudo, daqueles que preenchiam perfeitamente as calças de moletom que ele usava, combinadas com camisetas curtinhas e coladas que acentuavam sua cinturinha e marcavam o peitoral. Quando avisei pro Alex que ele iria lá em casa ele pediu pra ver uma foto do Matheus e quando eu mostrei a expressão dele mudou na hora ao saber que havíamos marcado de ele ir lá na sexta. Foi como se essa informação tivesse atiçado o Alex, tanto que ele me mandou ajoelhar e cair de boca nele enquanto ele via o instagram do meu amigo, e pensando bem, ele deve ter ficado muito excitado com as fotos de sunguinha que o Matheus tinha no perfil dele, porque naquela noite depois de quase 1 mês sem me comer, ele me fodeu com muita força, fazendo até meu cuzinho que estava tanto tempo sem ser penetrado sangrar e escorrer pela minhas pernas juntos com a porra do meu namorado que eu tenho certeza que estava pensando em outro enquanto me comia.

Matheus chegou numa tarde de sexta, vestindo uma camiseta branca bem justinha com o tecido quase transparente que dava pra ver os seus peitos marcando e uma calça de moletom azul bebê que marcava absurdamente aquele rabão dele, tanto que até eu reparei no quão bonito ele era. Alex se levantou do sofá, estava só de short de nylon fino, sem camisa, tanquinho à mostra e devia estar sem cueca porque o volume do pau já semi-duro marcava claramente no shorts branco, dando pra ver certinho o formato e principalmente a cabeçona.

Eu o cumprimentei, ele entrou no apartamento e o olhar dele foi direto pra mala marcada do Alex. Deu pra ver que ele ficou sem graça quando disse:

- Oi. Espero que eu não esteja atrapalhando nada.

— E aí, Matheus? Sou o Alex, namorado do Leo — disse ele, chegando bem próximo e apertando a mão do meu amigo, demorando o olhar no corpo dele. — Caralho, você é bem mais gostoso pessoalmente.

Matheus ficou vermelho e só riu, sem graça, mas claramente lisonjeado. Durante o tempo que ficamos na sala planejando o que fazer para o projeto, Alex não parava de nos rodear. Sentava perto demais do Matheus, encostava o braço no dele, elogiava o cheiro dele, ficava alisando a perna dele, falando do corpo, e foi bem direto falando do “rabão que ele tinha e que devia dar um trabalho bom”.

Em determinado momento, Alex “sem querer” passou atrás de Matheus enquanto ele estava inclinado sobre o computador e roçou o pau duro por cima do short direto na bunda carnuda do meu amigo. Matheus congelou por um segundo. Alex sorriu com a maior cara de safado:

— Ops… desculpa, cara. Tá apertado aqui. Mas porra… que bunda gostosa você tem.

Eu estava sentado do lado, sentindo meu estômago revirar de ciúme e vergonha. Matheus ficou vermelho, mas não reclamou.

À noite, depois que Matheus foi embora, Alex me jogou na cama e me fodeu com força de novo. O que mais uma vez me fez sangrar.

— Porra, aquele seu amigo é gostoso pra caralho. Tem um corpo bom… aposto que o cu dele é apertado. Você não quer me ver feliz, Leozinho? Não quer que eu descarregue toda essa tesão em alguém que aguenta de verdade?

Eu gemi, sendo arrombado, mas neguei com a cabeça. Alex parou de meter, tirou o pau e ficou esfregando na minha bunda, me negando o prazer.

— Então você prefere que eu saia todo dia atrás de estranho? Ou prefere que seja alguém que você conhece e confia? Pensa bem, amor. Se você me ama de verdade, vai me dar isso.

No dia seguinte ele ficou super frio comigo. Ficou me dando indiretas, falando que eu era egoísta, que só pensava em mim e não pensava nele, que ele poderia estar com qualquer um mas escolheu ficar comigo e que ele só tinha me pedido uma coisa e eu estava negando. Ele me fez eu me sentir tão mal, que eu acabei cedendo e falando:

— Tá bom Alex, pode ficar com o Matheus. Se é isso que precisa pra você ficar satisfeito.

Ele sorriu largo, segurou meu queixo e me deu um beijo molhado. Mas ficou sério quando falou:

— Bom garoto. Mas eu quero que VOCÊ fale com ele. E você vai falar que foi ideia sua, hein? Que você quer ver seu namorado sendo bem servido.

Eu não queria, mas acabei concordando. Falei que o Matheus ia voltar no dia seguinte e o Alex me fez prometer que eu faria de tudo pra convencer o Matheus a dar pra ele e que tudo aquilo rolasse.

No dia seguinte, Matheus voltou pro apartamento pra continuar o projeto. Alex tinha me obrigado a preparar tudo: cerveja gelada, petiscos, e exigiu que eu usasse um shortinho curto que marcava minha bundinha, mas que eu não usasse cueca, somente a cage prendendo o pinto embaixo do shorts.

Quando Matheus voltou pra continuar o trabalho, estava bastante calor. Matheus estava só com uma regatinha cavada branca e um shortinho curto preto, exibindo sua coxona definida. Dessa vez Alex já estava mais direto. Fez questão de ficar lá com a gente, largadão, sem camisa, com as pernas abertas e o pau quase saindo pra fora por baixo do shorts. Ficava elogiando o rabão do meu amigo abertamente:

— Sério, Matheus, você tem a bunda mais gostosa que eu já vi. Deve sentar gostoso pra caralho.

Matheus ria, ficava vermelho, mas dava pra ver que estava gostando da atenção. Alex roçava nele cada vez mais, encostava o pau duro na coxa dele “sem querer”, passava a mão na cintura. Em certo momento, quando eu fui na cozinha pegar água, ouvi Alex falando baixo:

— Se você quiser experimentar uma coisa diferente, é só falar. Eu adoro um rabo branquinho e empinado como o seu.

O clima já estava carregado. Alex mal esperou meia hora de “trabalho” e começou pesado. Passou por trás da gente no sofá, ficando em pé com o pau duro roçando na nuca dele e começou a massagear os ombros do Matheus.

Matheus estava visivelmente excitado, respirando mais rápido, fechando os olhos, quase soltando gemidinhos. Foi aí que Alex me olhou, com aquele olhar de comando. Meu estômago revirou. Eu sabia o que ele queria. Com a voz tremendo, olhos no chão, eu falei:

— Matheus… eu preciso te contar uma coisa. Eu… eu tenho uma fantasia. Eu gosto de ver o Alex com outros caras. Eu não consigo dar conta dele sozinho… ele tem muito tesão. Eu queria muito que você transasse com ele. Aqui. Hoje. Foi ideia minha. Eu tô pedindo de verdade.

Matheus arregalou os olhos e piscou várias vezes, chocado.

— Como assim Leo? Você quer que eu foda seu namorado?

Alex sorriu, chegando bem perto do pescoço do Matheus e sussurrando no ouvido dele.

— Ele quer sim. O Leozinho é bem safado nesse quesito. Ele adora ser corno. E o pior é que ele gosta de ver eu fodendo com outros caras na frente dele enquanto ele fica trancadinho.

- Trancadinho? - Matheus perguntou.

- Sim. - Alex olhou pra mim e ordenou: Mostra pra ele.

Eu fiquei morrendo de vergonha mas me levantei e abaixei meu shorts, exibindo o meu pauzinho preso numa gaiolinha rosa.

Matheus olhou pra mim com um misto de vergonha alheia e pena. Mas isso pareceu ser o suficiente pra convencer ele a ir em frente. Acho que ele realmente achou que aquilo era tudo meu fetiche.

— Porra… nunca fiquei com o namorado de nenhum amigo, mas… se você tá pedindo…

Isso era só o que Alex precisava ouvir, e ele não perdeu tempo. Tirou a roupa de Matheus devagar, beijando o pescoço branquinho, apertando aquele rabão perfeito com as duas mãos.

— Leozinho, vem cá. Ajoelha atrás dele e prepara esse cu pra mim. Lambe bem fundo.

Eu me ajoelhei, afastei aquelas bandas macias e branquinhas e comecei a lamber. Língua passando devagar no buraco rosado, circulando, enfiando a ponta enquanto Matheus gemia baixinho de prazer. Alex pegou o celular e começou a filmar, elogiando:

— Isso, corno… lambe o cuzinho do seu amigo. Deixa ele bem molhadinho pra eu arrombar.

Depois de minutos de eu lambendo o cuzinho dele enquanto ele chupava meu namorado, Alex me empurrou de lado e alinhou a pica grossa na portinha do cuzinho do Matheus. Cuspiu bastante e foi enfiando devagar, centímetro por centímetro, no pelo, enquanto Matheus gemia alto:

— Ai porra… que pauzão gostoso…

Alex começou a meter com ritmo, segurando aquele rabão com força, estocando cada vez mais fundo. O som de pele batendo enchia o apartamento. Ele olhava pra mim o tempo todo:

— Tá vendo, Leozinho? Olha como esse cu branquinho aperta meu pau. Muito melhor que o seu. Fala pra ele como meu pau é bom.

Matheus parecia estar num transe, gemendo desesperadamente super alto com o pau duro babando. Os olhos azuis dele reviravam conforme Alex ia tirando e enfiando o pau, brincando com o cuzinho dele.

- Nossa Léo, realmente. Esse pauzão sabe como foder...

Alex mandou eu me aproximar e lamber as bolas dele enquanto metia. Meu rosto ficava batendo no rabão de Matheus a cada estocada. Matheus, cada vez mais solto, começou a participar:

— Caralho, Leo… você realmente gosta disso? Ver seu namorado me comendo? Que doido…

Alex gozou com força dentro dele, gemendo alto, enchendo aquele cuzinho rosinha de porra. Depois tirou o pau e mandou eu limpar tudo: chupei o pau dele bem devagar, lambendo cada gota, depois colei a boca no cuzinho de Matheus e suguei a porra que escorria.

— Você pediu isso, né amor? Foi tudo ideia sua. Repete pra ele.

— Foi ideia minha… eu pedi pra você foder ele… — respondi, gozando mesmo com a cage, sem tocar no pau, me tremendo inteiro.

Matheus saiu de lá satisfeito, achando que estava ajudando um casal com um fetiche diferente. Alex me abraçou depois, beijando meu pescoço carinhosamente:

— Viu como foi fácil? Ele agora acha que você é um corno assumido que adora isso. E você vai continuar pedindo pra ele voltar sempre que eu quiser. Bom garoto.

Eu estava destruído, excitado e completamente rendido.

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