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Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 18

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Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3461 palavras
Data: 29/06/2026 06:07:02

Ola pessoal!😍😍

somos o conto mais lido da casa do contos com mais de 14 mil leituras,

Obrigado á todos 😈😈 , a putaria nesse perfil só continua

A Flávia travou o corpo no banco de trás, com a boca meio aberta de puro espanto ao ouvir o descaramento da Mariana. A branquinha olhou bem na minha cara, com as bochechas ficando totalmente vermelhas, mas o susto dela não era de raiva; era puro choque de tesão ao descobrir o rastro do passado da mãe.

— O quê?! A minha mãe?! — a ninfeta soltou num sopro, com a respiração tão curta que o top preto quase rasgava com os peitos subindo e descendo. — A dona Antônia sempre paga de santa na igreja... Eu não acredito que aquele rabo velho dela já engoliu essa pica do senhor no meio do mato!

— Pois engoliu e pediu mais, sua safada — eu joguei na cara dela com a minha voz grossa de velho, dando um tapa estalado na polpa da bunda dela que fez a carne tremer. — E se você não ficar esperta, vai tomar o mesmo castigo na cama de mola hoje.

O choque da notícia fez o grelo da branquinha piscar de vez. Em vez de se afastar, a Flávia soltou um gemido longo e manhoso, rebolando aquela garupa redonda contra a minha mãoona calejada, se entregando por completo pro crime. Ela se inclinou para frente no banco, colando o peito suado nas minhas costas, e confessou com a voz mastigada de fogo:

— Pois se o senhor amaciou a minha mãe nas antigas, seu Omar... Agora vai ter que arrombar a filha com mais ignorância ainda... O meu buraquinho tá ardendo de vontade de tomar esse leite bruto.

A Mariana deu uma gargalhada alta lá na frente, acelerando o carro na poeira da estrada, com o próprio short completamente ensopado de tanto melaço de piranha, doida para chegar em casa e ver a vizinha de 18 anos ser totalmente destruída pela minha pica dura.

A Mariana embicou o carro no quintal e desligou o motor. A Flávia abriu a porta traseira num pulo e correu para dentro da casa, pisando leve no chão de terra para a dona Antônia não desconfiar de nada da roça dela. O Henrique ainda ia demorar na obra da cidade, deixando o caminho totalmente livre para a nossa sem-vergonhada.

Assim que eu entrei na sala, tirei o chapéu e joguei em cima da mesa. Eu nem precisei falar nada. A Mariana trancou a porta de madeira e já caiu de joelhos na minha frente, puxando o zíper da minha calça com os dentes. O meu pau pulou para fora, vermelho e latejando duro feito um pau de galinheiro.

A Flávia, vendo o tamanho do bicho de perto, arregalou os olhos claros e perdeu o restinho de medo. O top preto dela já estava jogado no sofá, deixando os peitinhos brancos com os bicos duros de fora. Ela se ajoelhou do lado da Mariana no chão de cimento e as duas começaram o revezamento na minha pica.

A Mariana abriu o bocão de piranha velha e engoliu o cabeção até o talo, fazendo aquele barulho molhado de melaço na garganta. Quando ela puxava para fora, a Flávia vinha com aquela boquinha fresca de menina, lambendo o saco e chupando o meio do cano com uma vontade que me fez arrepiar as costas.

As duas trabalhavam juntas, com as cabeças coladas, disputando quem conseguia enfiar mais fundo a minha pica bruta. A Mariana segurava o cabelo da branquinha, ensinando a vizinha a engasgar com o leite que já estava subindo direto do meu saco. O quarto virou um inferno de estalos de saliva e respiração gorda, com o meu pau brilhando de tanta baba das duas safadas.

Eu segurei firme na cabeça das duas, enterrando o meu pau ora na boca da Mariana, ora na boca da Flávia, sem dar tempo para as piranhas respirarem direito. O barulho de melaço e saliva tomando conta da sala era um inferno de gostoso, misturado com os gemidos abafados que elas soltavam com o cabeção batendo no fundo da goela.

A Flávia estava com os olhos cheios d'água de tanto engasgar na minha pica bruta, mas não largava o osso. Ela usava as mãos pequenas para apertar o meu saco, enquanto a Mariana, já escolada na putaria da roça, usava a língua para lamber a base do meu pau vermelho, limpando a baba que escorria pelo meu pelo.

— Puta que pariu, seu Omar... O seu pau é grande demais... Vai me sufocar desse jeito... — a branquinha conseguiu resmungar quando eu dei uma folga na boca dela, mostrando o peito farto todo suado e subindo com força.

A Mariana tirou a boca do meu pau por um segundo, olhou para a vizinha e deu um tapa na cara dela de leve, rindo com o olho estalado de fogo:

— Deixa de frescura, Flávia! Engole esse bicho todinho que o velho tá doido para descarregar! Chupa com gosto que eu quero ver esse leite grosso melar a tua cara inteira!

Eu senti a jorrada subindo com toda a força da virilha de tanto ver aquelas duas safadas disputando o meu rabo de pica. Segurei o cabelo da Mariana com uma mão e o da Flávia com a outra, juntei as duas bocas coladas no meu pau e dei as últimas três empurradas brutas de velho tarado até colar os pentelhos na cara delas.

— Vai subir! Abre o bocão, suas cadelas! — dei o grito grosso.

Travei as pernas e descarreguei um rio de porra quente e grossa direto na goela da Mariana e na cara da Flávia. A morena engoliu quase tudo num golo só, fazendo um barulho lazarento, enquanto a branquinha tomava a jorrada nos olhos e nas bochechas, se tremendo todinha no chão de cimento e sabendo que aquele era só o começo do castigo da tarde.

A Mariana, com a cara ainda melada da jorrada, deu uma risadinha cheia de malícia e puxou a Flávia pelas coxas alvas. Sem perder tempo, ela meteu as mãos no cós do shortinho de moletom cinza da branquinha e arrancou a peça de uma vez só, junto com a calcinha, jogando tudo pro rumo do sofá.

Quando aquela raba linda e totalmente pelada ficou escancarada bem na minha frente, o meu coração de velho quase parou e o meu pau, que mal tinha amolecido, deu um pulo e ficou tinindo de duro outra vez. A bunda da ninfeta era uma perfeição: redondinha, muito branca, sem nenhuma marca, com as duas nádegas bem duras e empinadas, divididas por aquela fenda estreita que já estava brilhando de tanto melaço de fogo.

— Puta que pariu, seu Omar... Olha o tamanho do estrago que o senhor vai fazer aqui — a Mariana falou com a voz rouca, metendo a mãozona e dando um tapa estalado que deixou a polpa da bunda da Flávia vermelhinha na hora.

A branquinha soltou um gemido manhoso e se jogou de bruços no chão de cimento, empinando aquele rabo gigante bem pro rumo dos meus olhos. Ela olhou para trás por cima do ombro, com a boca suja de sêmen e as bochechas coradas, totalmente entregue para a sem-vergonhada.

— Seu Omar... Me castiga logo com essa pica... O meu rabo tá piscando de vontade de ser arrombado pela sua ignorância — a Flávia implorou, rebolando a garupa de um jeito que me deixou maluco de tanto tesão.

Eu não esperei o Henrique chegar e nem quis saber de cama de mola. Dei um passo para a frente, segurei firme com as duas mãos calejadas em cima daquela bunda branca e mirei o cabeção do meu pau vermelho bem na entrada do buraquinho dela, pronto para rasgar a vizinha sem nenhuma piedade.

Bem na hora que eu ia mirar o cabeção do meu pau para empurrar com tudo, a Flávia olhou para trás com aqueles olhos assustados de crente e soltou uma conversa que me pegou totalmente de surpresa:

— Espera, seu Omar! Só serve se for no cuzinho! Eu já dei três vezes por trás com os meninos da igreja, mas na frente eu sou virgem! Eu sou evangélica e quero casar virgem, guardando minha virgindade para o meu futuro marido!

A Mariana parou no mesmo segundo, olhou para a cara da branquinha e soltou uma gargalhada tão alta que ecoou nas telhas da casa. Ela bateu a mão na própria coxa de tanto rir e esculhambou a vizinha:

— Ah, não! Mas você é uma mocreia mesmo, Flávia! Dá o rabo para a vizinhança inteira e quer pagar de santa com a frente trancada só por causa de igreja? Deixa de ser sonsa, sua puta! O seu Omar não quer saber disso não, ele vai te rasgar onde tiver buraco!

Eu dei uma risada de canto de boca, apertei as duas nádegas brancas da ninfeta com tanta força que os meus dedos afundaram na carne dela, e mandei o aviso grosso:

— Pois para mim tá é bom demais, sua crente safada! Já que o teu rabo tá acostumado com os pauzinhos dos crentes da cidade, agora você vai tomar uma estaca de cerca de verdade do velho aqui !

Não quis saber de conversa. Segurei o quadril da branquinha, mirei bem no meio daquela raba que já estava piscando e enterrei o meu pau duro até colar os pentelhos na bunda dela de uma vez só. A Flávia deu um grito agudo, cravando as unhas no chão de cimento e chorando de tanto tesão, enquanto a Mariana limpava a baba da cara e vinha por baixo para lamber os peitinhos da mocreia no meio daquela foda gostosa.

A Flávia rebolava desesperada no chão de cimento, com o rabo engolindo a minha pica todinha enquanto chorava de puro fogo. A Mariana colou por baixo, metendo os dedos na boca da branquinha para ela parar de gritar para sua mãe nao reconhecer a voz.

— Toma sua crente safada! Engole o choro e joga essa bunda para trás com força! — a Mariana dizia bem baixinho, com a voz toda mastigada de perversão, enquanto usava a outra mão para dar tapas certeiros na bunda brancas da menina, que já estavam ficando completamente vermelhas.

O barulho da foda era bruto, um estalo constante de eu fudendo a branquinha. O cuzinho de trás dela apertava o meu pau com tanta pressão que parecia que ia arrancar o meu pau fora, mas eu continuava escorando o corpo e mandando as estocadas sem dó nenhuma.

— Ai, seu Omar... Tá rasgando tudo... Os meninos da igreja não tem o pau grande desse jeito não... — a Flávia gemia de olho virado, sentindo o meu pau bater lá no fundo do cuzinho dela. — Me enche de leite por trás... Pode jogar tudo no meu rabo!

Eu não aguentei o rojão daquele cuzinho apertado e quente. Segurei firme nos quadris da branquinha, afundei o pau até o talo, grudando minha virilha na bunda dela, e dei o aviso com as veias do pescoço saltadas.

— Vai subir, sua mocreia! Segura a jorrada do velho! — gritei rústico.

Travei a minha cintura contra o rabo ela e descarreguei um rio de porra grossa e fervendo bem no fundo do rabo da Flávia. A menina deu um estiramento de pernas, se tremendo inteira no chão, enquanto a Mariana vinha por trás e recolhia com a língua o sêmen que começava a vazar e escorrer pelas coxas alvas da vizinha.

A Flávia continuava estirada no chão de cimento, bufando de cansaço, enquanto o meu leite grosso continuava escorrendo e sujando o piso da sala. A Mariana, com os olhos castanhos brilhando de malícia, se ajoelhou do lado da vizinha crente e começou a lamber o excesso que vazava de trás dela, sem demonstrar nenhuma vergonha daquela situação.

— Viu só o que a pica do tio Omar faz , sua sonsa? — a morena provocou, dando um tapa na bunda vermelha da garota. — Os moleques da tua igreja não têm essa pressão toda não. Agora você já sabe onde vir quando o seu fogo estiver aceso.

A branquinha limpou o suor da testa com o braço, com a boca toda borrada de saliva, e deu uma risadinha sem-vergonha, olhando pro rumo da janela para ter certeza de que sua mae não estava espiando no quintal.

— O Henrique vai ficar doido quando souber que a vizinha deu o cuzinho para o tio dele — a Mariana comentou, já se levantando para ajeitar o próprio short curto que estava ensopado. — Trata de se limpar logo, Flávia, que a janta da noite hoje vai ser comprida e eu quero ver você na nossa cama quando o meu marido chegar da obra.

A Flávia deu uma risadinha sonsa, pegou a calcinha branca que estava jogada no chão e começou a passar o pano nas pernas, limpando aquela gosma quente que ainda escorria de trás dela. A menina era uma piranha camuflada; limpava a sujeira toda com o tecido e olhava para o próprio corpo com o olho brilhando de orgulho do descaramento que tinha acabado de fazer.

A Mariana, vendo a cena com a bunda imensa balançando, deu um tapa estalado bem no meio do rabo da branquinha, fazendo a pele alva da garota tremer inteira.

— Pode ir se preparando, Flávia! O senhor Omar abriu o caminho por trás, mas hoje nós vamos fuder a noite toda! Quando o Henrique chegar da obra, a gente vai se trancar no quarto e você vai tomar tanta pica que vai esquecer até o rumo da sua casa — a morena avisou, com aquela voz cheia de perversão de quem estava doida de tesão.

A garota mordeu o beiço, sentindo o quadril latejar de tanto tesão, e ajeitou o short de moletom cinza por cima da pele úmida.

— Pois eu não vou embora mesmo não, Mariana... Se o meu buraquinho de trás já aguentou o rojão do seu tio agora de tarde, de noite eu quero ver é o pau do seu marido também. Podem me botar na mesa, na cama ou no chão, que hoje eu quero sair daqui completamente cheia de leite.

Eu só olhava a safadeza das duas da minha cadeira, com a pica de fora já querendo acordar de novo para a safadeza, sabendo que quando o guri pisasse no quintal, a safadeza ia correr solto até o amanhecer.

A Mariana parou de falar no mesmo segundo e apurou o ouvido pro rumo da estrada. O barulho alto do motor da moto do Cláudio veio cortando o silêncio da roça, trazendo o Henrique na garupa direto da obra da cidade. A morena deu um pulo da cadeira, com os olhos castanhos brilhando de tanta perversão, e olhou para mim e para a Flávia com um sorriso descarado no rosto.

— Escuta aí! O ronco do motor não engana... O meu corno safado acabou de chegar com o parceiro dele! — a Mariana avisou num sussurro cheio de fogo, ajeitando o short curto que ainda estava todo úmido de sujeira. — Limpa essa boca logo, Flávia, que os dois já vão entrar com o pau tinindo de duro querendo ver a sem-vergonhada que a gente aprontou.

A branquinha deu um estalo de língua, ajeitou o top preto correndo e se escorou no batente da porta da cozinha, com o quadril todo frouxo da surra que tinha tomado.

A moto embicou no quintal fazendo a poeira subir, e o Henrique já desceu da garupa com a calça da firma toda suada e o volume apontando por cima do cós. O Cláudio desligou o motor.

O Henrique empurrou a porta de madeira de uma vez, pisando no chão de cimento com o short da firma todo sujo de poeira da obra. Assim que ele botou os pés na sala, os olhos dele estalaram direto na Flávia, que estava de costas, com aquela bunda branquinha totalmente pelada e marcadona de vermelho por causa dos tapas que tinha tomado.

O guri travou no lugar, engolindo seco, com o pau pulando por cima do cós da calça no mesmo segundo. O Cláudio entrou logo atrás, com a caixa de ferramentas na mão, e quase deixou tudo cair no chão quando viu a vizinha da roça naquela humilhação gostosa no meio da sala.

— Mas que porra é essa aqui, Mariana? — o Henrique soltou com aquela voz mansa de corno sem vergonha, misturada com um tesão desgramado. — A filha da dona Antônia tá pelada na nossa sala e com o rabo todo batido desse jeito?

A Mariana deu uma risada de piranha, colou por trás do marido e já enfiou a mão por dentro do short dele para atiçar o fogo do guri.

— É isso mesmo que cê tá vendo, Henrique! A santinha da cidade veio treinar com a gente e o seu tio Omar já inaugurou o buraquinho de trás dela com a pica dele. Agora ela tá aqui esperando o resto do serviço!

A Flávia olhou por cima do ombro, com a cara vermelha de safadeza e a boquinha suja de saliva, e deu um sorriso de lado pro rumo dos dois homens que tinham acabado de chegar da cidade, pronta para o castigo da noite inteira.

Ela deu uma rebolada com aquela bunda vermelha de tapa, olhou para os três homens com os olhos brilhando de safadeza e soltou a novidade no meio da sala:

— Gente, já que tem três homens e duas mulheres aqui, a conta tá meio errada... Eu vou ligar agora mesmo para chamar a minha amiga Aline! Ela tem 24 anos, é uma negrona bem rabuda e gostosa, daquelas que aguentam o rojão a noite toda sem reclamar.

No mesmo segundo, o Cláudio ficou branco feito um palmito, largou as ferramentas no chão e deu um passo para trás com a cara toda assustada.

— Espera aí, Flávia... — o Cláudio gaguejou, com a voz sumindo. — Essa Aline que você tá falando... Por acaso ela é a mulher daquele personal fortão lá da academia do centro?

A Flávia deu um estalo de língua e deu uma risadinha de piranha:

— Sim, ela mesma! É a minha companheira de putaria da cidade! Por quê?

— Você tá louca, Flávia?! — o Cláudio berrou, com os olhos quase pulando para fora da cara. — Essa negrona aí é a minha cunhada! É a irmã da minha esposa!

A sala inteira travou no mesmo momento. O Henrique, a Mariana e eu olhamos para a cara dele e gritamos juntos, totalmente espantados:

— Cunhada????

A Flávia deu uma gargalhada gostosa, nem ligando para a confusão de família, e balançou os peitinhos para acalmar o homem.

— Ô, Cláudio, relaxa o seu coração, rapaz! A Aline é super de boa, aquela ali não nega fogo nunca. Ela sempre dá o cuzinho e a buceta junto comigo para os rapazes da igreja depois do culto, mesmo sendo casada com o bombado. Ela ama uma putaria e não vai ligar de dar para o cunhado também não!

O Cláudio engoliu seco, olhou para o rabo da Flávia, olhou para a Mariana com o peito de fora e sentiu o pau dele bater no limite da calça da firma de tanto tesão. Ele respirou fundo, ainda meio em choque com a sem-vergonha da família, e acabou topando a parada.

— Caralho... Tá bom, liga para essa puta então! — o Cláudio cedeu, com o olho vermelho de safadeza. — Mas faz um favor, Flávia: avisa para a Aline guardar segredo absoluto. Se a minha mulher sonhar isso, eu tô fudido!

A Flávia deu um pulinho de alegria, pegou o celular de cima da mesa com aquela bunda pelada balançando e já discou o número da Aline na maior desfaçatez.

— Pode deixar, Cláudio! A Aline sabe muito bem como funciona o esquema. Na hora de esconder a safadeza, ela é uma profissional — a branquinha falou, piscando o olho pro Henrique, que já estava quase rasgando o short da firma com o tamanho do pau erguido.

A Mariana não perdeu tempo e colou no Cláudio, puxando o zíper da calça dele e deixando a pica do rapaz pular para fora, latejando de tanto tesão de saber que a própria cunhada gostosa estava a caminho da roça.

— Viu só, seu Omar? A família do Cláudio é mais sem-vergonha do que a nossa! — a Mariana zombou, rindo alto enquanto abria o bocão para lamber a cabeça do pau do Henrique, que continuava parado no meio da sala sem acreditar na sorte.

Em menos de 20 minutos, o barulho de um carro importado encostando no quintal avisou que a negrona de 24 anos tinha chegado. A porta da sala abriu e a Aline entrou com tudo, vestindo um vestidinho vermelho colado que quase estourava na bunda gigante dela, com um sorriso cheio de fogo ao ver o cunhado com o pau na mão e a Flávia totalmente pelada.

Quem quiser entrar em contato: atakricardinho@gmail.com

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