Karen:O dia que fez amor com uma casada.
O que eu sentia pela Karen na academia já não era mais só desejo, era uma obsessão. Aquela mulher era um verdadeiro monumento de 36 anos: branquinha, uma baixinha de 1,60m com uma presença que parava o treino de qualquer um. Ela era mãe de dois filhos, mas mantinha um corpo impecável, com peitos médios, durinhos e fartos, e uma bunda redonda, empinada, que parecia esculpida. Mas o que me deixava completamente maluco eram as calças legging que ela usava para treinar. Eram sempre coladas, de um tecido fino que marcava tudo, dividindo aquela buceta gordinha e saltada bem na frente. Eu passava o treino inteiro secando aquela perereca marcada, imaginando o gosto que tinha.
Até que o dia perfeito chegou. Nós vínhamos alimentando aquela putaria silenciosa por mensagens e olhares na academia, até que combinamos de nos ver. O combinado era que o marido dela iria treinar com ela, mas de última hora ele mudou de planos. Ela não perdeu tempo: me avisou, e eu passei voando para buscá-la bem na entrada da academia. Karen entrou no meu carro com os olhos brilhando de adrenalina, o coração disparado pelo perigo da traição. O trajeto até a minha casa foi rápido, envolto em um silêncio carregado de pura eletricidade.
Assim que a porta da minha sala fechou, o mundo lá fora sumiu. Eu a puxei pela cintura fina e o encaixe foi imediato, violento. Começamos a nos beijar com uma fome desesperada, as línguas se entrelaçando com força, enquanto as minhas mãos foram direto para aquela bunda maravilhosa. Ela gemia baixo, entre os beijos, arranhando minhas costas por cima da camiseta. Eu não quis saber de preliminares calmas. Fui puxando aquela legging apertada para baixo, arrancando-a junto com o top, e a visão me fez perder o fôlego.
Os peitos da Karen saltaram para fora, brancos, com os bicos rosados e extremamente rígidos pelo tesão. Eu apertei os dois com força, afundando meu rosto ali, chupando e mordiscando os mamilos dela enquanto ela jogava a cabeça para trás e soltava os primeiros gemidos altos. Mas a surpresa maior foi quando puxei a legging até os pés: ela estava usando uma calcinha fio dental minúscula, vermelha, que sumia no meio daquela bunda perfeita e deixava toda a sua intimidade à mostra. A putaria dela era desenhada, gordinha na frente e com os lábios carnudos completamente úmidos, brilhando de tanto suco que ela já estava soltando.
— Deita no sofá, Karen. De quatro — ordenei com a voz rouca.
Ela não hesitou. Aquela casada deliciosa se posicionou no estofado, baixou a cabeça no braço do sofá e empinou aquela bunda de ouro lá para o alto, me dando o ângulo perfeito de toda a sua perversão. Eu me aproximei por trás, admirando a visão da calcinha enterrada na carne macia. Com os dedos, afastei o tecido fino para o lado e dei um tapa estalado em uma das polpas da bunda dela, que ficou vermelha na hora.
— Olha como você é safada, Karen... Olha como essa buceta tá encharcada — provoquei.
Eu me abaixei e comecei a passar a língua pelas polpas da bunda dela, subindo até a fenda. Foi aí que eu decidi ir além. Com as duas mãos, abri bem as bochechas daquela bunda e foquei direto no cuzinho dela. Era pequenininho, rosado e limpo. Sem aviso, meti a ponta da minha língua bem no centro do buraquinho, fazendo movimentos circulares e firmes.
A reação dela foi imediata e violenta. Karen deu um solavanco para a frente, o corpo inteiro tremeu e ela soltou um gemido agudo, desesperado, que ecoou pela sala toda.
— Ai, meu Deus... Nossa! Que delícia... Vai, chupa mais! — ela implorava, perdendo completamente a compostura.
Eu continuei a linguada no cu dela sem parar, alternando entre lambidas profundas e pressões com a ponta da língua. Ela se contorcia todinha no sofá, esfregando a buceta molhada contra o estofado, totalmente entregue àquela putaria. Dava para sentir o buraquinho dela piscando contra a minha língua, contraindo de puro prazer. Aquela casada que posava de santa na academia estava ali, de quatro, recebendo uma lambida no rastro e implorando por mais.
Depois de deixá-la louca, eu a virei de frente no sofá. Abri as pernas dela com força, deixando-as bem escancaradas. A buceta dela estava uma poça de tão melada, o líquido escorrendo pelas coxas branquinhas. Eu desci a boca direto no grelo dela. Dei várias lambidas rápidas, sugando o clitóris dela com força, enquanto ela puxava o próprio cabelo e gemia sem parar.
O tesão estava no limite. Eu não ia aguentar muito tempo. Fiquei de pé e puxei o meu shorts e a cueca para baixo. Meu pau de 18 cm, moreno e com a cabeça bem rosada, saltou para fora, completamente rígido e latejando de tanto sangue. Os olhos da Karen se fixaram no meu membro e ela soltou um suspiro de desejo.
Eu a coloquei de quatro novamente, segurei firme na sua cintura e, sem pressa, fui encaixando a cabeça do meu pau na entrada daquela buceta minúscula. Mesmo já tendo dois filhos, a Karen era extremamente apertadinha. Entrei bem devagarzinho, sentindo as paredes quentes dela esmagarem o meu pau.
— Ai, meu amor... Entra tudo... Me come gostoso! — ela gemia baixo, com a voz embargada.
Comecei a bombar com cuidado, mantendo o ritmo cadenciado porque eu sabia que, se eu batesse com muita força logo de início, eu ia esporrar na hora. O encaixe era perfeito, o som do meu quadril batendo contra a bunda dela preenchia a sala, misturado com o barulho molhado da penetração. Eu puxava os cabelos dela para trás, forçando-a a olhar para imagem enquanto eu entrava lá no fundo do útero dela.
— Quem é o seu homem aqui hoje, Karen? O padeiro frouxo te come assim? — eu perguntava na orelha dela, misturando o perigo na safadeza.
— Não... Só você! Você é meu homem... Mete, vai, mete forte! — ela respondia, rebolando contra o meu pau com uma sincronia absurda.
O prazer foi subindo, virando uma avalanche. Na primeira vez que a intensidade aumentou, ela sentiu que eu estava quase lá e implorou:
— Goza dentro de mi! Goza tudo aqui dentro!
Mas eu me segurei. Segurei o rojão, dei uma segurada no quadril, respirei fundo e continuei bombando, querendo prolongar aquele momento inesquecível. Continuei metendo, sentindo a buceta dela contrair em espasmos, me apertando com uma força inacreditável.
Até que chegou a segunda onda, e essa era impossível de segurar. O tesão acumulado das leggings marcadas na academia explodiu em mim. O prazer era absurdo, muito forte.
— Karen, eu vou gozar! Não dá mais! — avisei, a voz falhando.
Nesse momento, o medo de casada bateu nela e ela mudou de ideia:
— Não, não! Dentro não! Goza fora, por favor!
Só que eu não fui obediente. O instinto de posse falou mais alto. Eu continuei batendo forte, lá no fundo dela, e quando o jato subiu, eu não tirei. Deixei o meu pau afundado e esporrei com toda a força do mundo lá no fundo da buceta dela. Senti os primeiros jatos quentes encherem o útero dela, enquanto ela gemia alto, sentindo a invasão. Só no finalzinho, com o pau ainda caindo e soltando o resto da porra, eu puxei para fora e terminei de descarregar tudo pelo lado de fora. Melequei a buceta dela todinha, deixando a pele branquinha da virilha e dos grandes lábios coberta com a minha porra espessa e brilhante. Foi uma esporrada violenta, daquelas que deixam a perna tremendo.
Eu caí por cima dela, exausto, os corações batendo no mesmo ritmo acelerado. Ficamos ali deitados no sofá por alguns minutos, nos abraçando e trocando beijos molhados, saboreando o rastro daquela loucura.
Depois que o ar voltou ao normal, fomos juntos para o banheiro. Entramos debaixo do chuveiro quente para tirar o suor e o cheiro do pecado. Na água morna, o clima ficou mais carinhoso; a gente se abraçava, se beijava com ternura. Eu até tentei dar mais uma cutucada, encostei o pau nela de novo, mas ela sorriu e pediu para parar, dizendo que já estava completamente preenchida e exausta.
Saímos do banho, ela pegou a minha toalha para se enxugar e nós voltamos para a sala. Ficamos mais um pouco juntos no sofá, trocando algumas palavras mansas e carinhos pós-coito, curtindo a presença um do outro. Mas o relógio era o nosso inimigo. Logo a realidade bateu à porta e ela precisou se arrumar correndo para ir embora por causa do marido.
Ela se foi, mas deixou a minha casa impregnada com o seu cheiro e a minha mente totalmente bagunçada. A Karen, a casada da academia, tinha sido o amor mais proibido e gostoso que eu já tinha provado, e aquele dia com certeza ficaria marcado na minha memória para o resto da vida.